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	<title>C-82A &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>C-82A &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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		<title>Fairchild C-82A Packet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 18:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[C-82A]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fairchild C-82A Packet era uma aeronave de transporte logístico e de tropas, desenvolvido nos EUA durante a II Guerra Mundial. Naquele conflito, as tropas norte-americanas usavam aeronaves de transporte como o Curtiss C-46 Commando e Douglas C-47 que sofriam de duas deficiências: a dificuldade em transportar veículos a bordo, devido à sua configuração com ... <a title="Fairchild C-82A Packet" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/26/fairchild-c-82a-packet/" aria-label="Read more about Fairchild C-82A Packet">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fairchild C-82A Packet era uma aeronave de transporte logístico e de tropas, desenvolvido nos EUA durante a II Guerra Mundial. Naquele conflito, as tropas norte-americanas usavam aeronaves de transporte como o Curtiss C-46 Commando e Douglas C-47 que sofriam de duas deficiências: a dificuldade em transportar veículos a bordo, devido à sua configuração com trem de pouso biciclo e bequilha traseira, o que tornava laboriosa e demorada a operação de carga e descarga de veículos, bem como a pequena capacidade de carga interna, o que requeria mais voos por carga a ser transportada até o destino.</p>
<p>A configuração escolhida para o C-82A, que consistia de uma fuselagem acoplada a uma asa alta, das quais saíam duas lanças nas quais se fixavam os lemes, derivas e estabilizadores horizontais traseiros, minimizava a primeira deficiência. Isso porque a fuselagem era próxima ao chão e tinha, na sua parte traseira, uma porta em concha, cujas duas metades abriam para os lados. Com isso, duas rampas podiam ser estendidas até o solo para que os veículos entrassem e saíssem de forma fácil e rápida.</p>
<p>Esse arranjo facilitava, ainda, o transporte de carga pesada e de grandes dimensões, como foi demonstrado pelos C-82A ao transportarem material de construção civil, necessário para erguer o aeroporto de Tegel, na então Zona Francesa de Ocupação em Berlim Ocidental, durante a Ponte Aérea de Berlim, em 1948-1949.</p>
<p>Além disso, o C-82A dispunha de duas portas laterais nas duas metades da concha, que eram usadas para o salto de paraquedistas.</p>
<p><strong>NO BRASIL</strong></p>
<p>Doze aeronaves C-82A foram adquiridas em 1955 dos EUA. As duas primeiras aeronaves pousaram no Campo dos Afonsos em janeiro de 1956, Rio de Janeiro, onde estava sediado o 1º Esquadrão do 2º Grupo de Transporte (1º/2º GT), a unidade aérea que operaria o C-82A inicialmente.</p>
<figure id="attachment_784" aria-describedby="caption-attachment-784" style="width: 1781px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-784" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82-2210-via-N.L.-Senandes.jpg" alt="" width="1791" height="1181" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82-2210-via-N.L.-Senandes.jpg 1791w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82-2210-via-N.L.-Senandes-300x198.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82-2210-via-N.L.-Senandes-1024x675.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82-2210-via-N.L.-Senandes-768x506.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82-2210-via-N.L.-Senandes-1536x1013.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1791px) 100vw, 1791px" /><figcaption id="caption-attachment-784" class="wp-caption-text">C-82 2210 (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<p>Adquiridos com a ideia de serem usados nas linhas do Correio Aéreo Nacional (CAN), os C-82A acabaram por serem usados cada vez mais em apoio às atividades do Núcleo da Divisão Aeroterrestre do Exército Brasileiro, também sediada no Campo dos Afonsos.</p>
<figure id="attachment_694" aria-describedby="caption-attachment-694" style="width: 566px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-694" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82.jpg" alt="" width="576" height="388" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82.jpg 576w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-82-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption id="caption-attachment-694" class="wp-caption-text">Paraquedistas do Exército Brasileiro embarcam num C-82A da FAB.</figcaption></figure>
<p>Com isso, em janeiro de 1958, a FAB criou o 1º Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT) e, em fevereiro, ativou o 1º Esquadrão do 1º GTT (1º/1º GTT), o qual recebeu todos os C-82A. Elas foram utilizadas em missões em proveito do Exército Brasileiro até 1968, quando foram desativadas na FAB.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Fairchild C-82A Packet)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: dois Pratt&amp;Whitney R-2800-85 de 2.100 HP</li>
<li>Envergadura: 32,44 m</li>
<li>Comprimento: 23,50 m</li>
<li>Altura: 8 m</li>
<li>Superfície alar: 130,00 m2</li>
<li>Peso: 14.742 kg (vazio); 24.494 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 399 km/h (máxima)</li>
<li>Teto de serviço: 6.461 m</li>
<li>Alcance: 6.231 km</li>
<li>Tripulação: 4 (piloto, copiloto, navegador e engenheiro de voo/especialista de carga aérea)</li>
<li>Carga útil: 8.164,66 kg ou 42 soldados equipados ou 34 macas</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_2840" aria-describedby="caption-attachment-2840" style="width: 2725px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2840" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1956.png" alt="" width="2735" height="1019" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1956.png 2735w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1956-300x112.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1956-1024x382.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1956-768x286.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1956-1536x572.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1956-2048x763.png 2048w" sizes="(max-width: 2735px) 100vw, 2735px" /><figcaption id="caption-attachment-2840" class="wp-caption-text">C-82A 2201, 1º/2º Grupo de Transporte, 1956.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2844" aria-describedby="caption-attachment-2844" style="width: 2725px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2844" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1966.png" alt="" width="2735" height="1019" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1966.png 2735w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1966-300x112.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1966-1024x382.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1966-768x286.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1966-1536x572.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1966-2048x763.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2735px) 100vw, 2735px" /><figcaption id="caption-attachment-2844" class="wp-caption-text">C-82A 2201, 1º/1º Grupo de Transporte de Tropa, 1966.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2843" aria-describedby="caption-attachment-2843" style="width: 2725px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2843" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1967.png" alt="" width="2735" height="1019" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1967.png 2735w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1967-300x112.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1967-1024x382.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1967-768x286.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1967-1536x572.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2201_1967-2048x763.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2735px) 100vw, 2735px" /><figcaption id="caption-attachment-2843" class="wp-caption-text">C-82A 2201, 1º/1º Grupo de Transporte de Tropa, 1967.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2842" aria-describedby="caption-attachment-2842" style="width: 2725px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2842" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2205_1966.png" alt="" width="2735" height="1019" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2205_1966.png 2735w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2205_1966-300x112.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2205_1966-1024x382.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2205_1966-768x286.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2205_1966-1536x572.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2205_1966-2048x763.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2735px) 100vw, 2735px" /><figcaption id="caption-attachment-2842" class="wp-caption-text">C-82A 2205, 1º/1º Grupo de Transporte de Tropa, 1966.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2841" aria-describedby="caption-attachment-2841" style="width: 2725px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2841" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2208_1967.png" alt="" width="2735" height="1019" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2208_1967.png 2735w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2208_1967-300x112.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2208_1967-1024x382.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2208_1967-768x286.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2208_1967-1536x572.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-82a_2208_1967-2048x763.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2735px) 100vw, 2735px" /><figcaption id="caption-attachment-2841" class="wp-caption-text">C-82A 2208, 1º/2º Grupo de Transporte, 1967.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>J. Flores Jr., “Aeronaves Militares Brasileiras – 1916 – 2015”, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
</ol>
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