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	<title>ERJ-145LR &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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		<title>Embraer C-99A/VC-99B/VC-99C</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 19:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
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					<description><![CDATA[O ERJ-145 foi a primeira aeronave a jato projetada e construída pela Embraer. Com capacidade para transportar até 50 passageiros, o ERJ-145 é um jato regional cujo desenvolvimento começou na década de 1980. Inicialmente conhecido como EMB-145, era uma modificação do EMB-120 Brasília, com turbofans montados à frente das asas, e com aletas nas pontas ... <a title="Embraer C-99A/VC-99B/VC-99C" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/02/03/embraer-erj-145-c-99a-vc-99b-vc-99c/" aria-label="Read more about Embraer C-99A/VC-99B/VC-99C">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3087" aria-describedby="caption-attachment-3087" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-3087" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99A-2550-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x683.jpg" alt="" width="920" height="614" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99A-2550-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x683.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99A-2550-Rudnei-Dias-da-Cunha-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99A-2550-Rudnei-Dias-da-Cunha-768x512.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99A-2550-Rudnei-Dias-da-Cunha-1536x1024.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99A-2550-Rudnei-Dias-da-Cunha-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3087" class="wp-caption-text">VC-99A 2550, Grupo de Transporte Especial (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>O ERJ-145 foi a primeira aeronave a jato projetada e construída pela Embraer. Com capacidade para transportar até 50 passageiros, o ERJ-145 é um jato regional cujo desenvolvimento começou na década de 1980. Inicialmente conhecido como EMB-145, era uma modificação do EMB-120 Brasília, com turbofans montados à frente das asas, e com aletas nas pontas das asas (&#8220;winglets&#8221;), as quais não tinham enflechamento. Porém, estudos demonstraram que tal configuração não permitiria alcançar os requisitos do projeto e, em 1990, a aeronave passou a apresentar asas levemente enflechadas (22,3°), com &#8220;winglets&#8221;, porém ainda mantendo os turbofans montados à frente das asas.</p>
<p>Tal configuração exigiria um trem de pouso excessivamente alto e, assim, em 1991 surgiu a configuração definitiva, com os turbofans movidos para a parte traseira da fuselagem, com a cauda em &#8220;T&#8221;. O primeiro vôo foi realizado em 11 de agosto de 1995 e os primeiros exemplares foram entregues à empresa norte-americana Continental Express em dezembro de 1996.</p>
<p>O ERJ-145 é um sucesso de vendas, com mais de 700 exemplares vendidos. Diferentes versões foram desenvolvidas, sendo a primeira designada ERJ-145ER; outras são a ERJ-145LR (&#8220;Long Range&#8221;, introduzida em 1998) e a ERJ-145XR (&#8220;Extra Long Range&#8221;, introduzida em 2001).</p>
<p>A partir do ERJ-145 foram desenvolvidas versões militares de alerta aéreo antecipado, EMB-145SA (empregado pela FAB como E-99) e EMB-145AEW (versão de exportação para a Grécia, México e Índia); de sensoriamento remoto, EMB-145RS (empregado pela FAB como R-99). Foi também proposta pela Embraer uma versão de patrulha marítima, EMB-145MP/ASW, mas que acabou por não atrair interesse de potenciais operadores.</p>
<p><strong>NA FORÇA AÉREA BRASILEIRA</strong></p>
<p>Em 1996, a empresa aérea VARIG adquiriu 15 aeronaves ERJ-145ER, para uso pelas suas subsidiárias regionais Nordeste e Rio-Sul. Essas aeronaves haviam sido adquiridas com financiamento do BNDES mas, por falta de pagamento, as aeronaves foram devolvidas ao banco. Em 2004, sete delas foram transferidas à FAB.</p>
<p>Designados como C-99A e matriculados FAB 2520 a 2526, essas aeronaves foram destinadas ao 1º Esquadrão do 2º Grupo de Transporte (1º/2º GT). Todas foram pintadas na cor Cinza Londrino, e outras duas (FAB 2524 e 2526) receberam o padrão de cores das aeronaves de transporte VIP empregadas pelo Grupo de Transporte Especial (GTE), branca com uma faixa em azul. Em 2011, o FAB 2524 foi repintado em Cinza Londrino, padronizando a frota das aeronaves empregadas pelo 1º/2º GT.</p>
<figure id="attachment_3088" aria-describedby="caption-attachment-3088" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-3088" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2521-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x768.jpg" alt="" width="920" height="690" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2521-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2521-Rudnei-Dias-da-Cunha-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2521-Rudnei-Dias-da-Cunha-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2521-Rudnei-Dias-da-Cunha-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2521-Rudnei-Dias-da-Cunha-2048x1536.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2521-Rudnei-Dias-da-Cunha-440x330.jpg 440w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3088" class="wp-caption-text">C-99A 2521, 1º/2º Grupo de Transporte (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3086" aria-describedby="caption-attachment-3086" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3086" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2526-R-Hebmuller-2.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2526-R-Hebmuller-2.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2526-R-Hebmuller-2-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2526-R-Hebmuller-2-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/C-99A-2526-R-Hebmuller-2-440x330.jpg 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3086" class="wp-caption-text">C-99A 2526, Grupo de Transporte Especial (foto Ricardo Hebmüller).</figcaption></figure>
<p>Juntamente com os ERJ-145ER, a FAB também recebeu um ERJ-145LR, com capacidade para 36 passageiros. Essa aeronave foi designada como VC-99A e matriculada como FAB 2550, usando o padrão das aeronaves de transporte VIP. Inicialmente, ela foi utilizada pelo 1º/2º GT mas em 2008 ela foi transferida ao GTE, juntamente com o C-99A FAB 2526. O FAB 2550 foi, posteriormente, redesignado como VC-99B.</p>
<p>Em 2006, a FAB recebeu o primeiro de seis exemplares do ERJ-135BJ Legacy 600. Destinadas ao GTE, elas receberam as matrículas FAB 2580 a 2585. Inicialmente, elas foram designadas como VC-99B mas, posteriormente, foram redesignadas como VC-99C.</p>
<figure id="attachment_3084" aria-describedby="caption-attachment-3084" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3084" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2581-R-Hebmuller.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2581-R-Hebmuller.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2581-R-Hebmuller-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2581-R-Hebmuller-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2581-R-Hebmuller-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3084" class="wp-caption-text">VC-99B 2581, Grupo de Transporte Especial (foto Ricardo Hebmüller).</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_3085" aria-describedby="caption-attachment-3085" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3085" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2584-R-Hebmuller-2.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2584-R-Hebmuller-2.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2584-R-Hebmuller-2-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2584-R-Hebmuller-2-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99B-2584-R-Hebmuller-2-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3085" class="wp-caption-text">VC-99B 2584, Grupo de Transporte Especial (foto Ricardo Hebmüller).</figcaption></figure>
<p>Em 2008 foram recebidos pelo GTE dois ERJ-135BJ Legacy Shuttle, sendo matriculados como FAB 2560 a 2561 e designados inicialmente como VC-99B, sendo posteriormente redesignadas como VC-99C.</p>
<figure id="attachment_3093" aria-describedby="caption-attachment-3093" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3093" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99C-2561-Leandro-Casella-2-1024x682.jpg" alt="" width="920" height="613" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99C-2561-Leandro-Casella-2-1024x682.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99C-2561-Leandro-Casella-2-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99C-2561-Leandro-Casella-2-768x511.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-99C-2561-Leandro-Casella-2.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3093" class="wp-caption-text">VC-99C 2561, Grupo de Transporte Especial (foto Leandro Casella).</figcaption></figure>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (EMBRAER ERJ-145ER C-99A)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: Dois turbofans Rolls-Royce AE-3007A, de 7.040 lb de empuxo.</li>
<li>Envergadura: 20,04 m</li>
<li>Comprimento: 29,87 m</li>
<li>Altura: 6,75 m</li>
<li>Superfície alar: 51,20 m2</li>
<li>Peso: 11.667 kg (vazio); 20.600kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 833 km/h (máxima de cruzeiro)</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-3067" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99_2520_gt2-1-1024x251.png" alt="" width="920" height="226" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99_2520_gt2-1-1024x251.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99_2520_gt2-1-300x73.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99_2520_gt2-1-768x188.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99_2520_gt2-1-1536x376.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99_2520_gt2-1-2048x502.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /></p>
<figure id="attachment_3062" aria-describedby="caption-attachment-3062" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3062" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2521_gt2-1-1024x251.png" alt="" width="920" height="226" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2521_gt2-1-1024x251.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2521_gt2-1-300x73.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2521_gt2-1-768x188.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2521_gt2-1-1536x376.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2521_gt2-1-2048x502.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3062" class="wp-caption-text">C-99A 2521, 1º/2º Grupo de Transporte.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3063" aria-describedby="caption-attachment-3063" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3063" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2522_gt2-1-1024x251.png" alt="" width="920" height="226" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2522_gt2-1-1024x251.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2522_gt2-1-300x73.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2522_gt2-1-768x188.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2522_gt2-1-1536x376.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2522_gt2-1-2048x502.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3063" class="wp-caption-text">C-99A 2522, 1º/2º Grupo de Transporte.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3078" aria-describedby="caption-attachment-3078" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3078" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2524_gte-1024x251.png" alt="" width="920" height="226" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2524_gte-1024x251.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2524_gte-300x73.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2524_gte-768x188.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2524_gte-1536x376.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/c-99a_2524_gte-2048x502.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3078" class="wp-caption-text">C-99A 2524, Grupo de Transporte Especial.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3079" aria-describedby="caption-attachment-3079" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3079" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99a_2550_gte-1024x251.png" alt="" width="920" height="226" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99a_2550_gte-1024x251.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99a_2550_gte-300x73.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99a_2550_gte-768x188.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99a_2550_gte-1536x376.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99a_2550_gte-2048x502.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3079" class="wp-caption-text">VC-99A 2550, Grupo de Transporte Especial.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3082" aria-describedby="caption-attachment-3082" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3082" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2560_gte-1024x251.png" alt="" width="920" height="226" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2560_gte-1024x251.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2560_gte-300x73.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2560_gte-768x188.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2560_gte-1536x376.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2560_gte-2048x502.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3082" class="wp-caption-text">VC-99B 2560, Grupo de Transporte Especial.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3081" aria-describedby="caption-attachment-3081" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3081" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2584_gte-1024x251.png" alt="" width="920" height="226" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2584_gte-1024x251.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2584_gte-300x73.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2584_gte-768x188.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2584_gte-1536x376.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99b_2584_gte-2048x502.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3081" class="wp-caption-text">VC-99B 2584, Grupo de Transporte Especial.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3077" aria-describedby="caption-attachment-3077" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3077" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99c_2582_gte-1024x251.png" alt="" width="920" height="226" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99c_2582_gte-1024x251.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99c_2582_gte-300x73.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99c_2582_gte-768x188.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99c_2582_gte-1536x376.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-99c_2582_gte-2048x502.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3077" class="wp-caption-text">VC-99C 2582, Grupo de Transporte Especial.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>ERJ-145. In: Airliners.net <a href="http://www.airliners.net/info/stats.main?id=198">http://www.airliners.net/info/stats.main?id=198</a>. Visitado em 12/06/2006.</li>
<li>J. Flores Jr., “Aeronaves Militares Brasileiras – 1916 – 2015”, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
</ol>
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