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	<title>F-5F &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>F-5F &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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		<title>Northrop F-5 Tiger II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2021 22:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Caça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Northrop F-5 é um caça supersônico, equipado com duas turbinas a jato, cujo desenvolvimento remonta a meados da década de 1950. Àquela época, os pilotos da US Air Force, baseados em suas experiências de combate contra os caças soviéticos MiG-15 na Guerra da Coréia, queriam aviões mais leves, mais manobráveis e com melhor capacidade ... <a title="Northrop F-5 Tiger II" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/07/northrop-f-5/" aria-label="Read more about Northrop F-5 Tiger II">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Northrop F-5 é um caça supersônico, equipado com duas turbinas a jato, cujo desenvolvimento remonta a meados da década de 1950. Àquela época, os pilotos da US Air Force, baseados em suas experiências de combate contra os caças soviéticos MiG-15 na Guerra da Coréia, queriam aviões mais leves, mais manobráveis e com melhor capacidade de fogo. Por exemplo, as seis metralhadoras de 12,7 mm que equipavam o North American F-86 Sabre não eram suficientes para derrubar os MiG-15, os quais, por sua vez, eram equipados com um canhão de 37 mm e dois de 23 mm!</p>
<p>Em 1955, uma equipe da Northrop, liderada por Welko Gesich, projetou um caça leve a jato, sob a designação N-156 e conhecido como &#8220;Tally-Ho&#8221;. Foram propostas sete diferentes versões, incluindo uma para operar em porta-aviões. O N-156 foi um dos primeiros aviões a utilizar o conceito de regra de área, a fim de permitir um melhor desempenho supersônico; isto lhe conferiu o &#8220;acinturamento&#8221; da fuselagem na seção das asas, as quais eram também bastante finas, reduzindo os efeitos de arrasto aerodinâmico.</p>
<p>A primeira variante a ser adquirida para a USAF foi a versão de treinamento, N-156T, a qual foi escolhida para substituir o Lockheed T-33 Thunderbird então em serviço. Recebendo a designação T-38 Talon, passou a ser o treinador supersônico padrão da USAF, estando em serviço ainda hoje. Também é utilizado pela NASA, como treinador e &#8220;chase plane&#8221; durante os vôos de aeronaves experimentais, como o &#8220;Space Shuttle&#8221;.</p>
<p>A versão de caça, N-156F, não atraiu o interesse da USAF, mas foi selecionada pelo Departamento de Defesa dos E.U.A. para ser o avião de caça padrão do programa de assistência militar a nações amigas (&#8220;Military Assistance Program&#8221;). O primeiro vôo do N-156F foi realizado em 30 de julho de 1959 e o primeiro exemplar de série, denominado F-5 Freedom Fighter, alçou-se aos ares em outubro de 1963.</p>
<p>Duas versões básicas foram construídas: a de caça monoplace, F-5A, equipada com dois canhões Pontiac M-39A2 de 20mm no nariz e dois mísseis guiados por calor AIM-9 Sidewinder instalados nas pontas das asas; e a de treinamento, F-5B, biplace, desprovida de armamento e normalmente equipada com dois tanques de combustível &#8211; cujo formato seguia também a &#8220;regra da área&#8221; &#8211; nas pontas das asas. Uma outra versão foi a de reconhecimento, RF-5A, desprovida de canhões, com um conjunto de câmaras oblíquas e verticais instalada no nariz.</p>
<p>Foram construídos pela Northrop 815 F-5A, 290 F-5B e 106 RF-5A. Além desses, a Canadair produziu 115 CF-5A/B para uso pelas Forças Armadas Canadenses e, em associação com a holandesa Fokker, outros 102, designados NF-5A/B e que equiparam as forças aéreas da Holanda e da Noruega. Também a espanhola CASA produziu 70 SF-5A/B para a força aérea da Espanha.</p>
<p>Em 1965, doze F-5A (seguidos de mais quatro posteriormente) foram avaliados em combate pela USAF no Vietnã do Sul, num programa chamado &#8220;Skoshi Tiger&#8221;. Os resultados demonstraram a limitada capacidade tática da aeronave &#8211; curto alcance e pequena capacidade de carga bélica &#8211; bem como ser de operação econômica e ter agradado aos pilotos. Quando o programa foi encerrado, após vinte e um meses de atividades, as unidades remanescentes foram transferidas para a Força Aérea do Vietnã (do Sul).</p>
<p>Em 1968, o governo norte-americano convidou oito companhias a apresentarem propostas para um caça a ser vendido para as nações amigas (&#8220;Improved International Fighter Aircraft&#8221;). Tendo apresentado o projeto F-5-21, a Northrop foi a escolhida, em novembro de 1970. O novo caça foi denominado F-5E Tiger II e realizou seu primeiro vôo em 11 de agosto de 1972.</p>
<p>Em relação ao F-5A, apresentava várias modificações, incluindo o uso de motores mais potentes; suporte a operações em pistas curtas, com capacidade de decolagem assistida por foguetes (&#8220;JATO&#8221;, &#8220;Jet Assisted Take-Off&#8221;), bequilha extensível para aumentar o ângulo de ataque e gancho de aterrissagem; maior capacidade nos tanques internos de combustível; fuselagem alongada e redesenhada, incorporando novas tomadas de ar; asas equipadas com prolongamentos da raiz do bordo de ataque (&#8220;LERX&#8221;, &#8220;Leading-Edge Root eXtension&#8221;) e com flapes de manobra multimodo operados eletricamente (estes últimos, já presente nos NF-5A); radar operando na banda X; e maior capacidade de carga bélica sob as asas (resultado da avaliação no Vietnã).</p>
<p>Já a versão biplace de treinamento, F-5F, apresentava uma fuselagem alongada em 1,06m em relação ao F-5E, o que, permitindo a instalação de um canhão de 20mm, conferiu uma capacidade operacional de caça ao aparelho. A versão de reconhecimento, RF-5E Tigereye, era equipada com um nariz modificado, carregando câmeras oblíquas e verticais.</p>
<p>Ao contrário das versões anteriores, a USAF adquiriu 112 exemplares do F-5E/F, 66 dos quais foram utilizados para treinamento dissimilar para as forças aéreas da OTAN, por apresentar uma manobrabilidade e assinatura radar semelhantes às do MiG-21 soviético, à época o caça padrão das força aéreas do Pacto de Varsóvia. As unidades de treinamento dissimilar eram conhecidas como &#8220;Aggressors&#8221; e estavam baseadas na Nellis AFB nos E.U.A. e na RAF Lakenheath, na Grã-Bretanha. De forma similar, a US Navy utilizou 10 F-5E e três F-5F para treinamento &#8220;Top Gun&#8221; na base de Miramar.</p>
<p>Um total de 1.166 F-5E, 241 F-5F e 12 RF-5E foram produzidas pela Northrop e sob licença na Suíça, Coréia do Sul e Taiwan.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p>Já em 1965, a Força Aérea Brasileira cogitou adquirir o F-5 (doze da versão A e quatro da B). No entanto, devido a outras necessidades da FAB, a compra não foi efetivada.</p>
<p>Após a compra dos Dassault Mirage III pela FAB em 1970, para desempenhar as missões de defesa aérea, a FAB necessitava de outra aeronave para realizar missões de interdição e superioridade aérea, a fim de substituir os AT-33A-20-LO então em uso &#8211; aeronaves totalmente inadequadas para aquelas missões. Após uma avaliação das diversas aeronaves existentes no mercado &#8211; a qual incluiu o Hawker-Siddeley Harrier Mk.50 (versão de exportação do Harrier GR.1 da RAF), o SEPECAT Jaguar International, o FIAT G.91Y, o Aermacchi MB.326K Veltro II e o McDonnel-Douglas A-4F Skyhawk &#8211; o F-5 foi selecionado, em 1973.</p>
<p>A encomenda feita à Northrop incluía 36 exemplares do modelo E e seis do modelo B, além de peças de reposição e outros componentes. Os F-5E brasileiros distinguiam-se dos modelos norte-americanos por apresentaram uma quilha dorsal, à frente da deriva, contendo uma antena ADF, bem como uma antena VHF no dorso da fuselagem.</p>
<figure id="attachment_628" aria-describedby="caption-attachment-628" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-628" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano-1024x742.jpg" alt="" width="920" height="667" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano-1024x742.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano-300x217.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano-768x556.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano.jpg 1339w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-628" class="wp-caption-text">F-5E 4842, 1º Grupo de Aviação de Caça (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Os pilotos brasileiros selecionados para a operação do F-5 foram enviados aos EUA em 1974, a fim de realizarem a conversão para o tipo, junto ao 425th Tactical Fighter Training Squadron, sediado na Williams AFB. Em 28 de fevereiro de 1974, foram recebidos os três primeiros F-5B, os quais compuseram a primeira de onze esquadrilhas a serem transladadas para o Brasil, na chamada &#8220;Operação Tigre&#8221;. Essa primeira esquadrilha chegou ao Brasil em 6 de março de 1975, pousando na Base Aérea de Belém; seis dias após, chegou ao seu destino final, a Base Aérea do Galeão &#8211; BAGL, a qual hospedaria os F-5 até que a Base Aérea de Santa Cruz &#8211; BASC tivesse suas instalações adaptadas para a operação dos F-5.</p>
<p>Mês após mês, uma nova esquadrilha chegava ao Brasil, até o dia 12 de fevereiro de 1976, quando aqui chegou a última delas, composta por quatro F-5E. Houve apenas uma perda no translado, em 12 de junho de 1975, quando o F-5E pilotado pelo Cap.-Av. Bosco acidentou-se ao pousar na BAGL, lamentavelmente causando a morte do piloto.</p>
<p>Os seis F-5B e vinte e quatro F-5E equiparam os 1º e 2º esquadrões do 1º GAVCA, sediados na BASC. Os restantes doze F-5E foram transladados em 26 de novembro de 1976 para a Base Aérea de Canoas &#8211; BACO, a fim de equiparem o 1º/14º GAV.</p>
<p>Os F-5 foram as primeiras aeronaves da FAB com capacidade de reabastecimento em voo (REVO). Com a aquisição dos Lockheed KC-130H Hércules ao final de 1975, a FAB passou a utilizar este importante recurso; o primeiro REVO foi realizado em maio de 1976, entre dois F-5E do 1º GAVCA e um KC-130H do 2º/1º Grupo de Transporte de Tropas. Com a aquisição dos KC-137E em 1986, os F-5E do 1º GAVCA também passaram a ser reabastecidos em voo por eles.</p>
<figure id="attachment_1414" aria-describedby="caption-attachment-1414" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1414" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4829-e-KC-137-2401-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4829-e-KC-137-2401-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.jpg 800w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4829-e-KC-137-2401-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4829-e-KC-137-2401-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4829-e-KC-137-2401-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-440x330.jpg 440w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1414" class="wp-caption-text">F-5E 4829 e KC-137 2401 (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Em meados dos anos 80, devido à redução da sua frota de F-5B/E, a FAB procurou adquirir novos exemplares do F-5E e, preferencialmente, do F-5F, este pelas suas características superiores às do F-5B. Foram adquiridos então vinte e dois F-5E e quatro F-5F. Esses haviam sido operados originalmente pelos esquadrões &#8220;Aggressor&#8221; da USAF e os exemplares adquiridos pelo Brasil foram selecionados por pessoal da FAB. No entanto, esses aviões apresentavam duas características que os distinguiam dos F-5E do primeiro lote adquirido pela FAB: não dispunham de antenas VHF nem ADF (daí não terem a quilha dorsal), e não apresentavam capacidade de reabastecimento em voo.</p>
<p>Os primeiros F-5E do segundo lote chegaram à BASC em 1º de outubro de 1988; as restantes vinte aeronaves, incluindo os F-5F, foram transladados desde Nellis AFB até a BACO pelos pilotos do 1º/14º GAV, unidade selecionada para operar todos os exemplares do segundo lote.</p>
<figure id="attachment_1418" aria-describedby="caption-attachment-1418" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-1418" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4858-e-F-5F-4806-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x768.jpg" alt="" width="920" height="690" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4858-e-F-5F-4806-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4858-e-F-5F-4806-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4858-e-F-5F-4806-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4858-e-F-5F-4806-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4858-e-F-5F-4806-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-2048x1536.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5E-4858-e-F-5F-4806-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-440x330.jpg 440w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-1418" class="wp-caption-text">F-5E 4858 e F-5F 4806 (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Devido às diferenças entre os dois tipos de F-5E em uso pela FAB, decidiu-se concentrar na BASC aqueles adquiridos no primeiro lote. À medida que os F-5E do 1º/14º GAV iam sendo revitalizados pelo Parque de Material Aeronáutico de São Paulo &#8211; PAMA SP, pouco após sua chegada no Brasil, os F-5E do primeiro lote, ainda operados pelo 1º/14º GAV, eram transferidos para a BASC.</p>
<p>Os F-5B foram desativados no final de 1996 e postos à venda, após recondicionamento pelo PAMA SP.</p>
<figure id="attachment_1420" aria-describedby="caption-attachment-1420" style="width: 2490px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1420" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5EM-4829-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha..jpg" alt="" width="2500" height="1786" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5EM-4829-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha..jpg 2500w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5EM-4829-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.-300x214.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5EM-4829-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.-1024x732.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5EM-4829-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.-768x549.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5EM-4829-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.-1536x1097.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5EM-4829-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.-2048x1463.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2500px) 100vw, 2500px" /><figcaption id="caption-attachment-1420" class="wp-caption-text">F-5EM 4829 (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Em 2005, a FAB recebeu seu primeiro F-5EM, o FAB 4856, modernizado pela Embraer, com aviônicos supridos pela AEL Sistemas. Um terceiro lote de oito e F-5E e três F-5F foram adquiridos da Jordânia, em 2007, sendo que apenas os F-5F foram elevados para o padrão F-5FM.</p>
<figure id="attachment_2850" aria-describedby="caption-attachment-2850" style="width: 2490px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2850" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5F-4810-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.jpg" alt="" width="2500" height="1667" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5F-4810-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha.jpg 2500w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5F-4810-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5F-4810-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x683.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5F-4810-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-768x512.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5F-4810-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-1536x1024.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-5F-4810-foto-Rudnei-Dias-da-Cunha-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2500px) 100vw, 2500px" /><figcaption id="caption-attachment-2850" class="wp-caption-text">F-5FM 4810, um dos três F-5F adquiridos da Jordânia que foram elevados para o padrão F-5FM (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Os F-5EM e F-5FM são a espinha dorsal da Aviação de Caça da FAB, sendo empregados em três esquadrões: 1º/1º GAVCA, 2º/1º GAVCA e 1º/14º GAV. Além desses, ele foi utilizado também pelo 1º/4º GAV, entre 2010 e 2021, e pelo 1º GDA, entre 2016 e 2021.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Northrop F-5E/F Tiger II) </strong></p>
<ul>
<li>Motor: Dois turbojatos GE J85-21A com pós-queimador, de 5.000lb de empuxo</li>
<li>Envergadura: 8,13 m</li>
<li>Comprimento: (E) 14,68 m, (F) 15,72 m</li>
<li>Altura: 4,06 m</li>
<li>Superfície alar: 17,3 m2</li>
<li>Peso: (E) 4.346 kg, (F) 4.793 kg (vazio); (E) 11.193 kg, (F) 11.442 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: (E) 1.734 km/h, Mach 1,63, (F) 1.011Km/h, Mach 1,53 (máxima a 11.000 m de altitude)</li>
<li>Razão de ascensão: (E) 10.516 m/min, (F) 10.025 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 15.790 m</li>
<li>Alcance: 3.175 km (máximo)</li>
<li>Tripulação: (E) um; (F) dois</li>
<li>Armamento: (E) Dois canhões Pontiac M-39A2 de 20mm, (EM/F) um canhão M-39A2 de 20mm; dois mísseis ar-ar nas pontas das asas; até 3.175Kg de bombas, mísseis ou tanques de combustível em cabides subalares e ventral.</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong>:</p>
<figure id="attachment_1402" aria-describedby="caption-attachment-1402" style="width: 856px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1402" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5b4803_gavca1_1995.png" alt="" width="866" height="247" /><figcaption id="caption-attachment-1402" class="wp-caption-text">F-5B 4803, 1º Grupo de Aviação de Caça, 1995.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1411" aria-describedby="caption-attachment-1411" style="width: 890px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1411" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5e4823_gavca1_1975.png" alt="" width="900" height="248" /><figcaption id="caption-attachment-1411" class="wp-caption-text">F-5E 4823, 1º Grupo de Aviação de Caça, 1975.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1410" aria-describedby="caption-attachment-1410" style="width: 890px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1410" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5e4825_gav14-1_1981-1983.png" alt="" width="900" height="248" /><figcaption id="caption-attachment-1410" class="wp-caption-text">F-5E 4825, 1º/14º Grupo de Aviação, 1981-1983.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1408" aria-describedby="caption-attachment-1408" style="width: 890px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1408" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5e4869_gav14-1_1989.png" alt="" width="900" height="248" /><figcaption id="caption-attachment-1408" class="wp-caption-text">F-5E 4869, 1º/14º Grupo de Aviação, 1989.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1407" aria-describedby="caption-attachment-1407" style="width: 890px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1407" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5e4871_gav14-1_1994.png" alt="" width="900" height="248" /><figcaption id="caption-attachment-1407" class="wp-caption-text">F-5E 4871, 1º/14º Grupo de Aviação, 1994.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1406" aria-describedby="caption-attachment-1406" style="width: 890px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1406" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5e4865_gav14-1_2000.png" alt="" width="900" height="248" /><figcaption id="caption-attachment-1406" class="wp-caption-text">F-5E 4865, 1º/14º Grupo de Aviação, 2000.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1405" aria-describedby="caption-attachment-1405" style="width: 890px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1405" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5em4856_gav14-1_2005.png" alt="" width="900" height="248" /><figcaption id="caption-attachment-1405" class="wp-caption-text">F-5EM 4856, 1º/14º Grupo de Aviação, 2005.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1403" aria-describedby="caption-attachment-1403" style="width: 972px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1403" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5f4806_gav14-1_1994-1996_narizcinza.png" alt="" width="982" height="248" /><figcaption id="caption-attachment-1403" class="wp-caption-text">F-5F 4806, 1º/14º Grupo de Aviação, 1994-1996.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1404" aria-describedby="caption-attachment-1404" style="width: 972px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1404" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/f-5fm4808_gda1_2016.png" alt="" width="982" height="248" /><figcaption id="caption-attachment-1404" class="wp-caption-text">F-5FM 4808, 1º Grupo de Defesa Aérea, 2016.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Os Tigres da Northrop no Brasil &#8211; Vinte anos defendendo nossos céus&#8221;. In: &#8220;Revista Força Aérea&#8221;, Ano I, Nº 3, pp. 33-35, Junho de 1996.</li>
<li>C. Lorch, &#8220;Caças da Liberdade e Tigres&#8221;. In: &#8220;Revista Força Aérea&#8221;, Ano I, Nº 3, pp. 30-32, Junho de 1996.</li>
<li>B. Gunston, &#8220;The Encyclopedia of World&#8217;s Combat Aircraft&#8221;, Salamander/Hamlyn, Londres, 1978.</li>
<li>B. Gunston, &#8220;An Illustrated Guide: USAF &#8211; The modern US Air Force&#8221;, Salamander/Hamlyn, Londres, 1982.</li>
<li>B. Gunston, &#8220;An Illustrated Guide: NATO fighters and attack aircraft&#8221;, Salamander/Hamlyn, Londres, 1983.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
<li>&#8220;PAMPA 100000 h &#8211; A Conquista do Céu Brasileiro pelo 1º/14º Grupo de Aviação&#8221;, Edição Histórica, 01 de dezembro de 1994, Base Aérea de Canoas.</li>
</ol>
<hr />
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1390 alignleft" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c4i_livro_f-5.jpg" alt="" width="264" height="350" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c4i_livro_f-5.jpg 264w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c4i_livro_f-5-226x300.jpg 226w" sizes="auto, (max-width: 264px) 100vw, 264px" />Para conhecer mais sobre a história do F-5 na FAB, adquira o livro &#8220;Northrop F-5 no Brasil&#8221;, escrito em português e em inglês, de autoria de Leandro Casella e Rudnei Dias da Cunha.</p>
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	</channel>
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