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	<title>Fortaleza Voadora &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>Fortaleza Voadora &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<item>
		<title>Boeing B-17G Fortaleza Voadora</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/13/boeing-b-17g-fortaleza-voadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 19:29:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Busca e Salvamento]]></category>
		<category><![CDATA[de Reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[B-17]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza Voadora]]></category>
		<category><![CDATA[RB-17G]]></category>
		<category><![CDATA[SB-17G]]></category>
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					<description><![CDATA[Famoso por sua atuação na IIª Guerra Mundial, o bombardeiro Boeing B-17G &#8220;Fortaleza Voadora&#8221; foi empregado pela FAB, nas versões SB-17G e RB-17G, em missões de Busca e Salvamento (SAR), Reconhecimento Aerofotográfico e Transporte. De acordo com o acordado no Pacto do Rio de Janeiro (1947), treze dessas aeronaves foram destinadas ao Brasil, em 1951. ... <a title="Boeing B-17G Fortaleza Voadora" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/13/boeing-b-17g-fortaleza-voadora/" aria-label="Read more about Boeing B-17G Fortaleza Voadora">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_796" aria-describedby="caption-attachment-796" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-796" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5409-via-N.L.-Senandes-1024x674.jpg" alt="" width="920" height="606" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5409-via-N.L.-Senandes-1024x674.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5409-via-N.L.-Senandes-300x197.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5409-via-N.L.-Senandes-768x505.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5409-via-N.L.-Senandes-1536x1011.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5409-via-N.L.-Senandes.jpg 1786w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-796" class="wp-caption-text">B-17 5409 (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<p>Famoso por sua atuação na IIª Guerra Mundial, o bombardeiro Boeing B-17G &#8220;Fortaleza Voadora&#8221; foi empregado pela FAB, nas versões SB-17G e RB-17G, em missões de Busca e Salvamento (SAR), Reconhecimento Aerofotográfico e Transporte.</p>
<p>De acordo com o acordado no Pacto do Rio de Janeiro (1947), treze dessas aeronaves foram destinadas ao Brasil, em 1951. Nesse mesmo ano, foram transferidas cinco SB-17G e uma RB-17G, as quais foram entregues ao Centro de Treinamento de Quadrimotores &#8211; CTQ, criado a 24 de janeiro de 1951 e sediado na Base Aérea do Galeão. Após o período inicial de treinamento das equipagens, e a fim de melhor atender aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, referentes ao serviço de busca e salvamento, o CTQ foi transferido para a Base Aérea do Recife, em 1951. Em 1952, foi perdida em acidente uma B-17G.</p>
<figure id="attachment_797" aria-describedby="caption-attachment-797" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-797" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5400-via-N.L.-Senandes-1024x690.jpg" alt="" width="920" height="620" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5400-via-N.L.-Senandes-1024x690.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5400-via-N.L.-Senandes-300x202.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5400-via-N.L.-Senandes-768x517.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5400-via-N.L.-Senandes-1536x1035.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5400-via-N.L.-Senandes.jpg 1784w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-797" class="wp-caption-text">B-17 5400 (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_795" aria-describedby="caption-attachment-795" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-795" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-via-N.L.-Senandes-1024x699.jpg" alt="" width="920" height="628" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-via-N.L.-Senandes-1024x699.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-via-N.L.-Senandes-300x205.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-via-N.L.-Senandes-768x524.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-via-N.L.-Senandes-1536x1048.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-via-N.L.-Senandes.jpg 1762w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-795" class="wp-caption-text">B-17 5411 (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<p>Em 1953, o CTQ foi extinto e, em seu lugar, criado o 1º Esquadrão do 6º Grupo de Aviação, o qual passou a operar as aeronaves SB-17G e RB-17G. Em 1954 e 1955, foram recebidas mais sete aeronaves. A existência de doze aeronaves em serviço permitiu a expansão das atividades e, em 20 de novembro de 1957, foi ativado o 6º Grupo de Aviação, composto por dois esquadrões: o 1º/6º GAv concentrou-se nas missões de busca e salvamento e o 2º/6º GAv passou a desempenhar as missões de reconhecimento aerofotográfico. Além dessas missões, ambos os esquadrões realizavam as missões de longo curso do Correio Aéreo Nacional &#8211; principalmente em suporte ao contingente brasileiro da &#8220;United Nations Emergency Force&#8221;, sediado na Faixa de Gaza, a partir de 1956 &#8211; por serem as únicas aeronaves disponíveis na FAB, à época, capazes de voar a grandes distâncias.</p>
<figure id="attachment_706" aria-describedby="caption-attachment-706" style="width: 745px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-706" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SB-17G-5402-BASP-1954.jpg" alt="" width="755" height="561" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SB-17G-5402-BASP-1954.jpg 755w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SB-17G-5402-BASP-1954-300x223.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 755px) 100vw, 755px" /><figcaption id="caption-attachment-706" class="wp-caption-text">B-17 5402 (foto via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 1955, as doze aeronaves restantes receberam as matrículas FAB 5400 a 5411. Em 1959, foi perdida em acidente a aeronave FAB 5404, seguida da FAB 5405 em 1962 e da FAB 5409 em 1964. De 1965 a 1968, as SB/RB-17G remanescentes foram sendo paulatinamente desativadas; com a diminuição do número de aeronaves disponíveis, o 2º/6º G Av foi absorvido pelo 1º/6º G Av. Após 17 anos de bons serviços prestados, as SB/RB-17G foram desativadas.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Boeing B-17G)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 4 motores radiais de 9 cilindros Wright R-1820-97 de 1.200 HP, equipados com turbocompressor externo</li>
<li>Envergadura: 31,62 m</li>
<li>Comprimento: 22,65 m</li>
<li>Altura: 5,81 m</li>
<li>Superfície alar: 130 m2</li>
<li>Peso: 16.345 kg (vazio); 25.129 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 499 km/h (máxima, a 7.620 m)</li>
<li>Razão de ascensão: 217,71 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 10.668 m</li>
<li>Alcance: 4.020 km</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_2201" aria-describedby="caption-attachment-2201" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2201" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_44-85836-1024x342.png" alt="" width="920" height="307" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_44-85836-1024x342.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_44-85836-300x100.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_44-85836-768x256.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_44-85836-1536x513.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_44-85836-2048x684.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2201" class="wp-caption-text">SB-17G 44-85836, ainda com a insígnia da US Air Force na fuselagem mas com o leme já nas cores brasileiras.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2199" aria-describedby="caption-attachment-2199" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2199" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/b-17g_5407-1024x342.png" alt="" width="920" height="307" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/b-17g_5407-1024x342.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/b-17g_5407-300x100.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/b-17g_5407-768x256.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/b-17g_5407-1536x513.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/b-17g_5407-2048x684.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2199" class="wp-caption-text">B-17G 5407, 1º/6º Grupo de Aviação.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2200" aria-describedby="caption-attachment-2200" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2200" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/rb-17g_5411-1024x342.png" alt="" width="920" height="307" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/rb-17g_5411-1024x342.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/rb-17g_5411-300x100.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/rb-17g_5411-768x256.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/rb-17g_5411-1536x513.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/rb-17g_5411-2048x684.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2200" class="wp-caption-text">RB-17G 5411, 1º/6º Grupo de Aviação.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2202" aria-describedby="caption-attachment-2202" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2202" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5402-1024x342.png" alt="" width="920" height="307" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5402-1024x342.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5402-300x100.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5402-768x256.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5402-1536x513.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5402-2048x684.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2202" class="wp-caption-text">SB-17G 5402, 2º/6º Grupo de Aviação.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2203" aria-describedby="caption-attachment-2203" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2203" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5409-1024x342.png" alt="" width="920" height="307" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5409-1024x342.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5409-300x100.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5409-768x256.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5409-1536x513.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sb-17g_5409-2048x684.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2203" class="wp-caption-text">SB-17G 5409, 2º/6º Grupo de Aviação.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>J. Baugher, &#8220;B-17 With Foreign Air Forces&#8221;. http://home.att.net/~jbaugher2/b17_27.html</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
</ol>
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