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	<title>One-Eleven &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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		<title>British Aircraft Corporation One-Eleven VC-92</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 15:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[One-Eleven]]></category>
		<category><![CDATA[VC-92]]></category>
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					<description><![CDATA[Na década de 1950, as empresas britânicas Vickers-Armstrong e Hunting Aircraft iniciaram estudos independentes para a construção de uma aeronave a jato de curto alcance para transporte de passageiros, projetado para substituir a aeronave de passageiros a turboélice Vickers Viscount. Com a criação da British Aircraft Corporation, resultado da fusão de várias empresas, incluindo a ... <a title="British Aircraft Corporation One-Eleven VC-92" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/02/18/british-aircraft-corporation-one-eleven-vc-92/" aria-label="Read more about British Aircraft Corporation One-Eleven VC-92">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na década de 1950, as empresas britânicas Vickers-Armstrong e Hunting Aircraft iniciaram estudos independentes para a construção de uma aeronave a jato de curto alcance para transporte de passageiros, projetado para substituir a aeronave de passageiros a turboélice Vickers Viscount.</p>
<p>Com a criação da British Aircraft Corporation, resultado da fusão de várias empresas, incluindo a Vickers-Armstrong e Hunting Aircraft, decidiu-se por construir aquela aeronave, como o BAC 1-11 (ou One-Eleven), com capacidade para 80 passageiros. Em 9 de maio de 1961 a aeronave foi anunciada publicamente, com a primeira encomenda para 10 aeronaves, pela empresa aérea British United Airways &#8211; BUA.</p>
<p>O One-Eleven apresentava um desempenho melhor e menor custo de operação, do que o seu competidor, o francês Sud-Aviation Caravelle, beneficiado pelas turbinas Rolls-Royce Spey de tecnologia mais avançada.</p>
<p>O protótipo, matriculado G-ASHG, saiu da linha de produção em 28 de julho de 1963, quando já haviam sido encomendados 60 aeronaves. O protótipo decolou pela primeira vez em 20 de agosto de 1963, nas cores da BUA, mas durante um vôo de teste, no dia 22 de outubro, o protótipo caiu, matando todos a bordo. Apesar disso, continuou-se com o desenvolvimento do One-Eleven e, em 1965, a BUA recebeu seu primeiro exemplar, o qual iniciou os voos comerciais no dia 9 de abril.</p>
<p>O One-Eleven foi construído em diferentes versões: a versão inicial, Srs. 200; a Srs. 300, com motores mais potentes e maior capacidade de combustível, aumentando o alcance; a Srs. 400 a qual era basicamente a Srs. 300, com instrumentos norte-americanos; a Srs. 500, uma versão alongada da Srs. 300, com capacidade para 119 passageiros; e a Srs. 475, a qual combinava a fuselagem da Srs. 400 com os motores da Srs. 500, destinada à operação sob condições de alta temperatura e altitude. Outras versões foram as Srs. 495 e Srs. 560, as quais foram produzidas sob licença na Romênia.</p>
<p>Um total de 235 One-Eleven foram produzidos nas linhas de produção britânicas, em suas diferentes versões.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p>Em 1967, a FAB adquiriu dois exemplares do One-Eleven, da série 400, para substituir os Vickers Viscount, no transporte do Presidente da República. Eles receberam a designação militar VC-92 e foram matriculados como FAB 2110 e FAB 2111.</p>
<figure id="attachment_672" aria-describedby="caption-attachment-672" style="width: 963px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-672" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/VC-92-2110-GTE-1973.jpg" alt="" width="973" height="666" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/VC-92-2110-GTE-1973.jpg 973w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/VC-92-2110-GTE-1973-300x205.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/VC-92-2110-GTE-1973-768x526.jpg 768w" sizes="(max-width: 973px) 100vw, 973px" /><figcaption id="caption-attachment-672" class="wp-caption-text">VC-92 2110, Grupo de Transporte Especial (via MAP).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3348" aria-describedby="caption-attachment-3348" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-3348" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-92-2111-arquivo-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x676.jpg" alt="" width="920" height="607" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-92-2111-arquivo-Rudnei-Dias-da-Cunha-1024x676.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-92-2111-arquivo-Rudnei-Dias-da-Cunha-300x198.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-92-2111-arquivo-Rudnei-Dias-da-Cunha-768x507.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/VC-92-2111-arquivo-Rudnei-Dias-da-Cunha.jpg 1523w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3348" class="wp-caption-text">VC-92 2111 (arquivo Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>O FAB 2111 foi o primeiro a voar, em 12 de outubro de 1967, e foi entregue em 15 de outubro de 1968; já o FAB 2110 realizou seu primeiro voo em 9 de outubro de 1968 e foi entregue à FAB em 13 de maio de 1969.</p>
<p>Ambos foram usados exclusivamente pelo Grupo de Transporte Especial para o transporte do Presidente do Brasil, até 1976, quando foram substituídos pelos Boeing 727-200.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (BAC 1-11 VC-92)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 2 turbojatos Rolls-Royce Spey Mk. 511-14 de 11.400 lb de empuxo</li>
<li>Envergadura: 26,97 m</li>
<li>Comprimento: 28,50 m</li>
<li>Altura: 7,47 m</li>
<li>Superfície alar: 26,97 m2</li>
<li>Peso: 32.206 kg (vazio); 39.463 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 882 km/h (máxima)</li>
<li>Razão de ascensão: 786 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 10.670 m</li>
<li>Alcance: 3.620 km</li>
<li>Passageiros: até 25</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_3347" aria-describedby="caption-attachment-3347" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-3347" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2110-1024x294.png" alt="" width="920" height="264" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2110-1024x294.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2110-300x86.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2110-768x220.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2110-1536x441.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2110.png 2000w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3347" class="wp-caption-text">VC-92 2110, Grupo de Transporte Especial.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3346" aria-describedby="caption-attachment-3346" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3346" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2111-1024x294.png" alt="" width="920" height="264" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2111-1024x294.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2111-300x86.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2111-768x220.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2111-1536x441.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/vc-92_2111.png 2000w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3346" class="wp-caption-text">VC-92 2111, Grupo de Transporte Especial.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>BAC 1-11. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/BAC_1-11">http://en.wikipedia.org/wiki/BAC_1-11</a>. Visitado em 27/06/2006.</li>
<li>HOME OF THE BAC 1-11 ON THE WEB. <a href="http://www.bac1-11jet.co.uk/">http://www.bac1-11jet.co.uk/</a>. Visitado em 27/06/2006.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
</ol>
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