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	<title>P2V-5 &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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		<title>Lockheed P2V-5 Neptune</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 18:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Patrulha]]></category>
		<category><![CDATA[Neptune]]></category>
		<category><![CDATA[Netuno]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_877" aria-describedby="caption-attachment-877" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-877" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-1024x516.jpg" alt="" width="920" height="464" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-1024x516.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-300x151.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-768x387.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-1536x773.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013.jpg 2048w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-877" class="wp-caption-text">P-15 7013 (arquivo Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Projetado pela Lockheed como uma poderosa aeronave de patrulha marítima baseada em terra, o primeiro protótipo, XP2V-1 (Bu.No. 48237) alçou-se aos céus pela primeira vez no dia 17 de maio de 1945.</p>
<p>O P2V &#8220;Neptune&#8221; era um avião bimotor, de asa média, com tanques de combustível nas pontas das asas, o da direita sendo equipado com um potente holofote para busca noturna na porção anterior. Inicialmente era equipado com canhões de 20mm em torretas no nariz, dorso e cauda; versões posteriores eliminaram-nas, sendo instalados painéis de &#8220;perspex&#8221; no nariz e um alongamento da cauda, armazenando um dispositivo retrátil MAD (&#8220;magnetic anomaly detector&#8221;), para a detecção de submarinos.</p>
<p>Comparado com os seus antecessores, os Lockheed PV-1 &#8220;Ventura&#8221; e PV-2 &#8220;Harpoon&#8221; &#8211; ambos utilizados pela Força Aérea Brasileira, num total de 14 e 5 unidades, respectivamente &#8211; o Neptune tinha quase o dobro da potência, alcance quase uma vez e meia maior e, também, uma maior taxa de ascensão.</p>
<p>O Neptune impressionou os meios aeronáuticos no dia 1º de outubro de 1946, quando o terceiro P2V-1 produzido (batizado de &#8220;The Turtle&#8221;) completou um voo sem escalas entre Perth (Austrália) e Columbus (E.U.A.), num trajeto de 11.235 milhas, quebrando o recorde de voo em distância. Esse voo teve a duração de 55h17min.</p>
<p>Os últimos exemplares &#8211; nas versões P2V-7 e P2J &#8211; foram produzidos no Japão pela Kawasaki, sob licença da Lockheed, no início da década de 70, totalizando uma produção de 1.051 Neptunes, em todas as suas versões.</p>
<p>A história dos Neptune brasileiros começa em 1952. Naquele ano, a &#8220;Royal Air Force&#8221; (Força Aérea Real da Grã-Bretanha) adquiriu 52 exemplares do modelo P2V-5, os quais tinham os números de série norte-americanos de 51-15914 a 51-15965. Chamados de Neptune MR.1 na RAF, eles receberam números de série dos blocos WX493-WX529 e WX542-WX556. Foram utilizados pelos esquadrões 36, 203, 210 e 217, pela unidade de conversão operacional 236 e pela esquadrilha 1453 até 1957, quando foram substituídos pelos Avro Shackleton MR.1.</p>
<p>Dos 52 Neptunes da RAF, cinco foram perdidos em acidentes (WX542 em 15-I-1954, WX510 em 13-X-1955, WX545 em 10-X-1956, WX546 em 27-XI-1956 e WX511 em 22-I-1957); 24 foram vendidos como sucata em 1957-1958, um foi vendido para particulares em maio de 1957 e oito foram vendidos diretamente para a Marinha Argentina em março de 1958. Os quatorze restantes &#8211; WX505, 509, 515, 519, 521, 523, 525, 529, 543, 544, 548, 553, 555 e 556 &#8211; foram transferidos para os E.U.A. de onde, após recondicionados, foram transferidos para a FAB entre dezembro de 1958 e maio de 1959.</p>
<p>Designado de P-15 na FAB (foram brevemente redesignados de P-2E no período 1971-1972) e conhecido como &#8220;Netuno&#8221;, logo angariou o respeito de suas equipagens, tendo representado um grande avanço em termos de equipamento operado pela FAB, à época. Os P-15 receberam as matrículas FAB 7000 a FAB 7013, correspondendo aos números de série da RAF: 7000 (WX505), 7001 (WX509), 7002 (WX515), 7003 (WX519), 7004 (WX521), 7005 (WX523), 7006 (WX529), 7007 (WX525), 7008 (WX543), 7009 (WX544), 7010 (WX548), 7011 (WX553), 7012 (WX555) e 7013 (WX556).</p>
<figure id="attachment_873" aria-describedby="caption-attachment-873" style="width: 990px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-873" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Braz_7004_1000.jpg" alt="" width="1000" height="574" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Braz_7004_1000.jpg 1000w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Braz_7004_1000-300x172.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Braz_7004_1000-768x441.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-873" class="wp-caption-text">P-15 7004 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>A partir de julho de 1958, 27 oficiais e 56 graduados da FAB estagiaram por um período de quatro meses na Jacksonville Naval Air Station &#8211; base aeronaval da US Navy &#8211; a fim de se adaptarem à operação dos Neptune e de seus sistemas.</p>
<p>No dia 15 de dezembro de 1958, os primeiros cinco P2V-5 iniciaram o voo de traslado ao Brasil, chegando ao seu destino &#8211; a Base Aérea de Salvador (BASV) &#8211; no dia 30 do mesmo mês. O traslado não foi sem incidentes, no entanto, pois o FAB 7009 foi interceptado por dois caças N.A. F-51 Mustang e um de Havilland Vampire da Força Aérea Dominicana, os quais forçaram a sua aterrissagem a tiros de metralhadora na Base Aérea de Santo Isidoro. Após as explicações dadas pelo comandante da aeronave, Cap.-Av. Santiago, foi o mesmo autorizado a levantar voo. O incidente levou a uma troca de agudas mensagens diplomáticas entre o Brasil e a República Dominicana.</p>
<p>Os P-15 foram operados exclusivamente pelo 1º/7º Grupo de Aviação, sediado na BASV. Todos os P-15 foram trasladados em voo, dos E.U.A. ao Brasil, pelas equipagens do 1º/7º G Av.</p>
<figure id="attachment_876" aria-describedby="caption-attachment-876" style="width: 990px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-876" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/BrazNAVY_7003_1970_P2E_51-15943_WX519_1000.jpg" alt="" width="1000" height="593" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/BrazNAVY_7003_1970_P2E_51-15943_WX519_1000.jpg 1000w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/BrazNAVY_7003_1970_P2E_51-15943_WX519_1000-300x178.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/BrazNAVY_7003_1970_P2E_51-15943_WX519_1000-768x455.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-876" class="wp-caption-text">P-15 7003 (arquivo Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>As tripulações do Esquadrão &#8220;Orungan&#8221; quebraram em duas ocasiões o recorde sul-americano de permanência no ar. Nos dias 8 e 9 de dezembro de 1961, foi realizada uma missão, pela equipagem dos Maj.-Av. Val e Cap.-Av. Mello, aos controles do FAB 7013, entre Porto Alegre (RS) e Belém (PA), com duração de 24h35min; e nos dias 22 e 23 de julho de 1967, o FAB 7011, sob o comando dos Maj.-Av. Siudomar e Cap.-Av. Ivan, completou uma missão entre Porto Alegre e Santa Cruz (RJ), a qual durou 25h15min.</p>
<p>Algumas das aeronaves eram batizadas com o nome de uma ave marítima ou peixe &#8211; como &#8220;Martin&#8221;, &#8220;Giant Petrel&#8221;, &#8220;Tubarão&#8221; &#8211; o qual era pintado na porção inferior da fuselagem, à frente do símbolo do 1º/7º GAV. O FAB 7010 apresentava ainda a bandeira do Brasil pintada à frente na fuselagem, e o tanque na ponta da asa esquerda tinha a sua ponta pintada em azul, com o Cruzeiro do Sul sobreposto, seguido de duas faixas em verde e amarelo; uma representação estilizada do escudo da BASV era pintado no corpo do tanque.</p>
<figure id="attachment_875" aria-describedby="caption-attachment-875" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-875" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Brazil_7000_b_1000.jpg" alt="" width="1024" height="598" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Brazil_7000_b_1000.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Brazil_7000_b_1000-300x175.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Brazil_7000_b_1000-768x449.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-875" class="wp-caption-text">P-2E 7000 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Operacionalmente, os P-15 foram utilizados em missões de patrulhamento marítimo, ao longo da costa brasileira. Em uma destas missões, ocorrida em março de 1972, foi interceptado o navio soviético de espionagem &#8220;Yuri Gagarin&#8221;, o qual estava fundeado em águas territoriais brasileiras, no Atol das Rocas, a fim de monitorar o lançamento de foguetes do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno. O navio foi forçado a levantar ferros e deixar o local.</p>
<p>Ao longo de sua carreira na FAB, inúmeras foram as operações aeronavais nas quais esteve engajado, dentre as quais as UNITAS, realizadas em conjunto com Argentina, Uruguai e EUA.</p>
<p>A última missão de um P-15 na FAB foi realizada a 3 de setembro de 1976, pela tripulação dos Ten.-Cel.-Av. Lott, Maj.-Av. Beuthner e Cap.-Av. Nilson, a bordo do FAB 7009. O P-15 Netuno marcou profundamente a Aviação de Patrulha da FAB, conforme ponderou o Brig.-do-Ar Manoel da Motta Paes quando da sua desativação:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230; do contato de todo o dia nasceram a admiração, a confiança e o respeito dos homens por este avião&#8230;&#8221;</p></blockquote>
<p>Dentre os P-15 operados pela FAB, três foram perdidos em acidentes (FAB 7001, 7007 e 7008), oito foram vendidos como sucata (FAB 7000, 7002, 7003, 7004, 7005, 7011, 7012 e 7013), e dois foram preservados: o FAB 7009 foi colocado em exposição na BASV após o seu último voo, e o FAB 7010 encontra-se em exposição no Museu Aeroespacial.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Lockheed P2V-5)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: dois Wright-Cyclone R-3350-30W de 3.750 HP</li>
<li>Envergadura: 30,89 m</li>
<li>Comprimento: 24,88 m (28,57 m com instalação de MAD na cauda)</li>
<li>Altura: 8,94 m</li>
<li>Superfície alar: 92,90 m2</li>
<li>Peso: 18.098 kg (vazio); 35.312 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 333 km/h (cruzeiro); 568 km/h (máxima, a 5.273 m de altitude)</li>
<li>Razão de ascensão: 799 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 7.925 m</li>
<li>Alcance: 6.250 km (máximo)</li>
<li>Tripulantes: nove</li>
<li>Armamento: até 3.628 kg de diferentes tipos carregados internamente; cabides para foguetes de 5&#8243; nas asas.</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_2165" aria-describedby="caption-attachment-2165" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2165" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7000-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7000-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7000-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7000-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7000-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7000-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2165" class="wp-caption-text">P2V-5 7000 &#8220;Martim&#8221;.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2164" aria-describedby="caption-attachment-2164" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2164" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7003-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7003-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7003-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7003-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7003-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p2v-5_7003-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2164" class="wp-caption-text">P2V-5 7003.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2159" aria-describedby="caption-attachment-2159" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2159" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7011-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7011-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7011-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7011-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7011-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7011-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2159" class="wp-caption-text">P-15 7011 &#8220;Giant Petrel&#8221;, Operação UNITAS VII.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2163" aria-describedby="caption-attachment-2163" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2163" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2163" class="wp-caption-text">P-15 7004 &#8220;Espadarte&#8221;.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2167" aria-describedby="caption-attachment-2167" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2167" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-157010_1969-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-157010_1969-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-157010_1969-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-157010_1969-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-157010_1969-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-157010_1969-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2167" class="wp-caption-text">P-15 7010 &#8220;Gaivota&#8221;, Operação UNITAS IX, 1969.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2160" aria-describedby="caption-attachment-2160" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2160" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2160" class="wp-caption-text">P-15 7012.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2161" aria-describedby="caption-attachment-2161" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2161" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004_1968-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004_1968-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004_1968-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004_1968-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004_1968-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7004_1968-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2161" class="wp-caption-text">P-15 7004, 1968,</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2155" aria-describedby="caption-attachment-2155" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2155" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7006-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7006-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7006-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7006-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7006-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7006-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2155" class="wp-caption-text">P-2E 7006 &#8220;Melro&#8221;.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2156" aria-describedby="caption-attachment-2156" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2156" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7009-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7009-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7009-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7009-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7009-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-2e_7009-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2156" class="wp-caption-text">P-2E 7009, com o antigo emblema da Base Aérea de Salvador no tanque de combustível de ponta de asa.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2162" aria-describedby="caption-attachment-2162" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2162" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7010-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7010-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7010-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7010-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7010-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7010-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2162" class="wp-caption-text">P-15 7010.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2157" aria-describedby="caption-attachment-2157" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2157" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_estilizado-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_estilizado-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_estilizado-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_estilizado-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_estilizado-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_estilizado-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2157" class="wp-caption-text">P-15 7012, com emblema estilizado da Base Aérea de Salvador no<br />tanque de combustível de ponta de asa.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2158" aria-describedby="caption-attachment-2158" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2158" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_africa-1024x322.png" alt="" width="920" height="289" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_africa-1024x322.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_africa-300x94.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_africa-768x241.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_africa-1536x482.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-15_7012_africa-2048x643.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2158" class="wp-caption-text">P-15 7012, com emblema estilizado da Base Aérea de Salvador no<br />tanque de combustível de ponta de asa.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>Base Aérea de Salvador 1942-1992. Edição Histórica.</li>
<li>A. Camazano A., &#8220;P-15 Netuno na Força Aérea Brasileira&#8221;. In: Revista do Manche, Nº 41, Setembro 1996.</li>
<li>J.C. Dyer, &#8220;The Neptune in Europe&#8221;. In: Military Aviation Review, V.3, Nº 7, Novembro 1978.</li>
<li>B. Gunston, &#8220;The Encyclopedia of World&#8217;s Combat Aircraft&#8221;, Salamander/Hamlyn, Londres, 1978.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
<li>A. Piochi, &#8220;O Neptune na FAB&#8221;. In: Tecnologia e Defesa Armas, Nº 6, 1983.</li>
</ol>
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