<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>S-16 &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
	<atom:link href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/tag/s-16/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br</link>
	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 07 May 2022 16:51:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2026/01/cropped-historiadafab_redondo_512x512-32x32.png</url>
	<title>S-16 &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
	<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Grumman SA-16A Albatroz</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/13/grumman-sa-16a-albatroz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 19:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Busca e Salvamento]]></category>
		<category><![CDATA[Albatroz]]></category>
		<category><![CDATA[M-16]]></category>
		<category><![CDATA[S-16]]></category>
		<category><![CDATA[SA-16A]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/?p=2179</guid>

					<description><![CDATA[por APARECIDO CAMAZANO ALAMINO A realização das missões de resgate no mar, durante a Segunda Guerra Mundial, divisaram a necessidade do desenvolvimento de uma aeronave de maior porte, de melhor confiabilidade e que estivesse em condições de operar tanto na terra quanto no mar. Durante a guerra, o pequeno Grumman J4F-2 Goose, que entrou em ... <a title="Grumman SA-16A Albatroz" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/13/grumman-sa-16a-albatroz/" aria-label="Read more about Grumman SA-16A Albatroz">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por APARECIDO CAMAZANO ALAMINO</em></p>
<figure id="attachment_660" aria-describedby="caption-attachment-660" style="width: 854px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-660" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/GrumannSA-16A6538FABr-e1609345415107.jpg" alt="" width="864" height="582" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/GrumannSA-16A6538FABr-e1609345415107.jpg 864w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/GrumannSA-16A6538FABr-e1609345415107-300x202.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/GrumannSA-16A6538FABr-e1609345415107-768x517.jpg 768w" sizes="(max-width: 864px) 100vw, 864px" /><figcaption id="caption-attachment-660" class="wp-caption-text">SA-16A 6538, 2º/10º Grupo de Aviação (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>A realização das missões de resgate no mar, durante a Segunda Guerra Mundial, divisaram a necessidade do desenvolvimento de uma aeronave de maior porte, de melhor confiabilidade e que estivesse em condições de operar tanto na terra quanto no mar.</p>
<p>Durante a guerra, o pequeno Grumman J4F-2 Goose, que entrou em operação em 1937, e o venerável Consolidated PBY Catalina, realizavam tal missão, com a ressalva de que não eram aeronaves especializadas para a execução desse tipo de tarefa.</p>
<p>Em abril de 1944, a Grumman Aircraft Engineering Corporation, dos Estados Unidos, que detinha a experiência na fabricação de aeronaves anfíbias, desde os anos 30, com a produção do monomotor JF-1 Duck, iniciou o desenvolvimento de uma aeronave de maior porte, para a realização de missões específicas de Busca e Salvamento e resgate no Mar, com a intenção de substituir os aviões utilizados até então.</p>
<p>Assim, começava a nascer o novo avião anfíbio, designado pela Grumman como modelo G-64 e denominado de Albatross. O primeiro protótipo, matriculado XJR2F-1, realizou o seu voo inaugural em 24 de outubro de 1947, ocasião que já demonstrou as suas qualidades e a certeza de que teria um grande sucesso.</p>
<p>Imediatamente, a recém criada USAF (Força Aérea Norte-Americana) e a U.S. Navy (Marinha Norte-Americana) encomendaram vários lotes da aeronave, para a realização de suas missões específicas de SAR &#8211; &#8220;Search And Rescue&#8221; (Busca e Salvamento), onde toda a experiência adquirida na Segunda Guerra Mundial seria operacionalizada.</p>
<p>O Albatross recebeu a designação militar de SA-16A pela USAF, UF-1 pela U.S. Navy e UF-1G pela U.S. Coast Guard (Guarda Costeira Norte-Americana), que incorporou 46 aeronaves do modelo em março de 1952.</p>
<p>No início de sua operação, o Albatross mantinha o &#8220;nariz&#8221; original, sem nenhum sensor. A produção dos anos 50 já incorporou um radar de busca AN/APS-31A, cujo radome foi colocado no &#8220;nariz&#8221; da aeronave. Nesse período, todas as aeronaves, já em operação, receberam tal equipamento, consolidando o lay out definitivo e característico do avião.</p>
<p>As necessidades de introduzir várias inovações, decorrentes da operação da aeronave por quase toda uma década, determinaram o lançamento de uma segunda versão do Albatross, em 1956, que era um aperfeiçoamento do SA-16A. Tal modelo recebeu um aumento na sua envergadura, o estabilizador vertical teve sua área incrementada, assim como o estabilizador horizontal foi ampliado. O primeiro protótipo dessa aeronave, designado SA-16B, foi matriculado como 51-7200 e efetuou o seu voo inaugural em 15 de janeiro de 1956.</p>
<p>Derivada do modelo &#8220;B&#8221;, também foi lançada a versão anti-submarina do Albatross, que foi designada HU-16B/ASW, tendo realizado o seu primeiro voo em maio de 1961. Tal versão estava equipada com um enorme radar de busca no &#8220;nariz&#8221; AN/APS-88 e um deteCtor de anomalias magnéticas &#8211; DAM, na cauda, assim como várias provisões para a utilização de armamentos que incluíam torpedos, foguetes e bombas de profundidade. A versão ASW foi empregada pelo Chile, Espanha, Estados Unidos, Grécia, Noruega, Peru e Tailândia.</p>
<p>Além das missões para as quais foi projetado, o Albatross, devido à sua enorme versatilidade, foi empregado em inúmeras tarefas singulares, como a utilização no gelo, na operação denominada de &#8220;Deep Freeze&#8221;, quando o mesmo participou da exploração do Continente Antártico, com a incorporação de esquis denominados de &#8220;Triphibian Kit&#8221;.</p>
<p>O Albatross participou de dois conflitos de grande porte: a Guerra da Coréia, de 1950 a 1953, e durante a maior parte da Guerra do Vietnã, nas décadas de 60 e 70, onde operou como um verdadeiro anjo da guarda das tripulações abatidas em combate sobre a selva e, principalmente, no Golfo de Tonkin.</p>
<p>Encerrando uma época heróica, no final dos anos 80, o Albatross foi retirado do serviço militar. Contudo, algumas aeronaves modificadas ainda continuam a voar em atividades civis, principalmente, nas inúmeras Ilhas Caribenhas e nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS MODELOS DO ALBATROZ SA-16</strong></p>
<p>O modelo G-64 foi uma aeronave fabricada exclusivamente para uso militar. Durante seus mais de 30 anos de utilização, o mesmo recebeu inúmeras modificações e aperfeiçoamentos, justamente para atender às necessidades operacionais que foram aparecendo, o que propiciou o desenvolvimento de três versões principais, que serão detalhadas, a seguir:</p>
<p>SA-16A, UF-1, UF-1G: Primeira versão produzida, sendo a mais fabricada;<br />
SA-16B, UF-2, UF-2G: Versão aperfeiçoada do modelo &#8220;A&#8221;. Teve a área de suas asas e estabilizadores aumentadas; e<br />
HU-16B/ASW, UF-2S: Versão especializada para emprego anti-submarino, com aincorporação de radar de busca, detetor de anomalias magnéticas e provisão para armamento.</p>
<p><strong>UTILIZAÇÃO MUNDIAL DO GRUMMAN SA-16</strong></p>
<p>Inúmeras nações, espalhadas pelos cinco continentes, empregaram o Albatroz em seus serviços de busca e salvamento e na guerra anti-submarina, a saber: Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Espanha, Filipinas, Grécia, Indonésia, Itália, Japão, Malásia, México, Noruega, Paquistão, Peru, Portugal, Tailândia, Taiwan e Venezuela.</p>
<p><strong>O SA-16A ALBATROZ NA FAB</strong></p>
<p>As grandes dimensões territoriais do Brasil, assim como o enorme litoral e águas internacionais adjacentes, levaram a que nosso País tivesse a responsabilidade pela salvaguarda dos navios e das aeronaves que cruzam o Oceano Atlântico diuturnamente, o que acarretou a efetivação de acordos internacionais, a fim de que a Força Aérea Brasileira proporcionasse o serviço de busca e resgate nessa estratégica e desamparada área.</p>
<p>Nos anos 50, tal tarefa já era realizada, precariamente, pelos quadrimotores Boeing SB-17G Fortaleza Voadora, sediados em Recife, e pelos Consolidated PBY Catalina, que eram deslocados de Belém.</p>
<p>Assim, a necessidade de ativação de uma unidade aérea especializada, para a realização de tal empreitada, levou a FAB a criar, pela Portaria nº 60/GM2, de 06 de dezembro de 1957, o Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação &#8211; 2º/10º GAV, que seria sediado na Base Aérea de São Paulo &#8211; BASP, em Cumbica.</p>
<p>Para equipar o novo Esquadrão foram escolhidos dois tipos de aeronaves: o anfíbio Grumman SA-16A Albatross, que efetuaria as buscas e o helicóptero Sikorsky H-19D, que realizaria o resgate.</p>
<p>O treinamento inicial das tripulações foi realizado nos Estados Unidos, sendo que em meados de 1958 a nova Unidade já estava pronta para operar. Um total de 14 aviões Grumman Albatroz foram adquiridos pela FAB, dos estoques da USAF, pelo preço unitário de CR$31.274.352,00. Essas aeronaves receberam a designação militar de SA-16A e as matrículas de FAB 6528 a FAB 6541.</p>
<p>Já em 28 de outubro de 1958, a aeronave matriculada FAB 6534, ostentando a tradicional pintura padrão SAR internacional, efetuando a sua primeira missão de busca no Brasil, localizou os sobreviventes de uma aeronave acidentada a três quilômetros do Rio Arinos, na Região Amazônica, ocasião em que lançou fardos de víveres, medicamentos e agasalhos, o que propiciou o posterior resgate com sucesso dos mesmos.</p>
<p>Durante a sua utilização na FAB, os Albatroz foram designados de diferentes modos, a saber: SA-16A (de 1958 a 1959), M-16 (de 1959 a 1964), SA-16 (de 1964 a 1970) e S-16 (de 1970 a 1980).</p>
<figure id="attachment_2191" aria-describedby="caption-attachment-2191" style="width: 990px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2191" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/S-16-6534-foto-Vito-Cedrini.jpg" alt="" width="1000" height="667" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/S-16-6534-foto-Vito-Cedrini.jpg 1000w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/S-16-6534-foto-Vito-Cedrini-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/S-16-6534-foto-Vito-Cedrini-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-2191" class="wp-caption-text">S-16 6534, 2º/10º Grupo de Aviação (foto Vito Cedrini).</figcaption></figure>
<p>Apesar de estarem baseados em Cumbica, os Albatroz operavam em todo o país, com a manutenção de aeronaves de alerta em pontos estratégicos do território Nacional como Belém, Manaus e Campo Grande, justamente para, ao serem acionados, chegarem o mais rapidamente possível ao local do acidente.</p>
<p>Para os SA-16 não existia mau tempo ou missão impossível e, ao longo dos anos que serviram à FAB, ajudaram a salvar muitas vidas, não somente no Brasil, onde destacaram-se no apoio às vítimas das enchentes do Rio Tubarão, em Santa Catarina, e ainda no resgate das vítimas do acidente com o Douglas C-47 FAB 2068, na Região Amazônica, mas também na Argentina, Bolívia, Paraguai e Peru, onde realizaram missões de misericórdia por ocasião de terremotos e de busca de aeronaves acidentadas e desaparecidas, como aconteceu certa vez na Bolívia.</p>
<p>O Parque responsável pelas grandes revisões dos SA-16 sempre foi o Parque de Material Aeronáutico de São Paulo &#8211; PAMA SP (inicialmente designado como Parque de Aeronáutica de São Paulo &#8211; PASP), situado no Campo de Marte, em São Paulo, que realizou inúmeras revisões em toda a frota, assim como várias modernizações em seus equipamentos.</p>
<p>Com a desativação dos Lockheed P-15 Neptune, em setembro de 1976, na Aviação de Patrulha, alguns SA-16 foram chamados para realizarem esse tipo de missão, até a chegada dos Bandeirantes versão patrulha (P-95), em 11 de abril de 1978. Tal missão foi realizada pelo próprio 2º/10º GAV.</p>
<p>Os SA-16A ficaram baseados em Cumbica de 1958 até janeiro de 1972, quando o 2º/10º GAV foi transferido para a Base Aérea de Florianópolis &#8211; BAFL, onde operaram até a sua desativação na FAB em agosto de 1980.</p>
<p>Ao ser denunciado o acordo militar Brasil-Estados Unidos, pelo Decreto 79.376, de 11 de março de 1977, o suprimento para os Albatroz começou a tornar-se crítico. Com o avião já obsoleto para o tipo de missão que deveria realizar, alguns acidentados e outros gradativamente desativados, o IRAN (&#8220;Inspection and Repair As Necessary&#8221;) das aeronaves foram tornando-se antieconômicos e as peças de uns passaram a ser reutilizadas nos outros, em processo de canibalização, a fim de que o voo não fosse interrompido.</p>
<p>Nesse clima, chegou agosto de 1980, quando em solenidade simples, realizada no dia 28, na BAFL, as tripulações do 2º/10º GAV realizaram o seu último voo até o Campo de Marte, em São Paulo, onde, após 23 anos de operação e 52.713 horas voadas, o velho guerreiro parou. Durante todos esses anos de operação, o Albatroz propiciou que o lema do Esquadrão Pelicano sempre fosse cumprido à risca: &#8220;Para que outros possam viver&#8221;.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="6" align="center" valign="top"><b>QUADRO GERAL<br />
DAS AERONAVES SA-16A ALBATROZ NA FAB</b></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top"><b>Aeronave</b></td>
<td align="center" valign="top"><b>C/N</b></td>
<td align="center" valign="top"><b>Ex-USAF</b></td>
<td align="center" valign="top"><b>Carregado FAB</b></td>
<td align="center" valign="top"><b>Desativada</b></td>
<td align="center" valign="top"><b>Observação</b></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6528</td>
<td align="center" valign="top">29</td>
<td align="center" valign="top">49-071</td>
<td align="center" valign="top">06/04/1959</td>
<td align="center" valign="top">JUL 1980</td>
<td align="center" valign="top">Sucateado</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6529</td>
<td align="center" valign="top">31</td>
<td align="center" valign="top">49-073</td>
<td align="center" valign="top">06/04/1959</td>
<td align="center" valign="top">DEZ 1978</td>
<td align="center" valign="top">Sucateado</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6530</td>
<td align="center" valign="top">32</td>
<td align="center" valign="top">49-074</td>
<td align="center" valign="top">06/10/1958</td>
<td align="center" valign="top">28/08/1980</td>
<td align="center" valign="top">Alienado PT-ZAS</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6531</td>
<td align="center" valign="top">33</td>
<td align="center" valign="top">49-075</td>
<td align="center" valign="top">06/10/1958</td>
<td align="center" valign="top">28/08/1980</td>
<td align="center" valign="top">Alienado PT-ZAV</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6532</td>
<td align="center" valign="top">35</td>
<td align="center" valign="top">49-077</td>
<td align="center" valign="top">06/10/1958</td>
<td align="center" valign="top">ABR 1979</td>
<td align="center" valign="top">Sucateado</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6533</td>
<td align="center" valign="top">36</td>
<td align="center" valign="top">49-078</td>
<td align="center" valign="top">06/10/1958</td>
<td align="center" valign="top">MAR 1977</td>
<td align="center" valign="top">Sucateado</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6534</td>
<td align="center" valign="top">37</td>
<td align="center" valign="top">49-079</td>
<td align="center" valign="top">06/10/1958</td>
<td align="center" valign="top">28/08/1980</td>
<td align="center" valign="top">Preservado MUSAL como<br />
6529</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6535</td>
<td align="center" valign="top">38</td>
<td align="center" valign="top">49-080</td>
<td align="center" valign="top">06/04/1959</td>
<td align="center" valign="top">28/08/1980</td>
<td align="center" valign="top">Alienado PT-ZAT</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6536</td>
<td align="center" valign="top">39</td>
<td align="center" valign="top">49-081</td>
<td align="center" valign="top">13/02/1959</td>
<td align="center" valign="top">22/04/1959</td>
<td align="center" valign="top">Acid. Porto Alegre<br />
22/4/59</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6537</td>
<td align="center" valign="top">40</td>
<td align="center" valign="top">49-082</td>
<td align="center" valign="top">06/10/1958</td>
<td align="center" valign="top">28/08/1980</td>
<td align="center" valign="top">Alienado PT-ZAX</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6538</td>
<td align="center" valign="top">43</td>
<td align="center" valign="top">49-085</td>
<td align="center" valign="top">13/02/1959</td>
<td align="center" valign="top">JUL 1978</td>
<td align="center" valign="top">Sucateado</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6539</td>
<td align="center" valign="top">45</td>
<td align="center" valign="top">49-087</td>
<td align="center" valign="top">13/02/1959</td>
<td align="center" valign="top">17/01/1979</td>
<td align="center" valign="top">Acid. Itacajá, MA<br />
17/01/79</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6540</td>
<td align="center" valign="top">48</td>
<td align="center" valign="top">49-090</td>
<td align="center" valign="top">30/10/1958</td>
<td align="center" valign="top">13/03/1979</td>
<td align="center" valign="top">Acid. Florianópolis<br />
13/03/79</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top">FAB 6541</td>
<td align="center" valign="top">51</td>
<td align="center" valign="top">49-093</td>
<td align="center" valign="top">30/10/1958</td>
<td align="center" valign="top">28/12/1977</td>
<td align="center" valign="top">Acid. Manaus 28/12/77</td>
</tr>
</tbody>
<caption align="bottom">FONTE: ARQUIVO A. CAMAZANO, A. &#8211; DIRMA &#8211; PAMA SP &#8211; CENIPA</caption>
</table>
<p>Em sua vida operacional na FAB, ocorreram quatro acidentes, com perda total, das seguintes aeronaves: 6536 &#8211; Porto Alegre, em 22 de abril de 1959, 6541 &#8211; Manaus, em 28 de dezembro de 1977, 6539 &#8211; Itacajá, MA, em 17 de janeiro de 1979 e o 6540 &#8211; Florianópolis, em 13 de março de 1979.</p>
<p>Das outras aeronaves da frota, os FAB 6528, 6529, 6532, 6533 e o 6538 foram vendidos como sucata, sendo que os FAB 6530, 6531, 6535 e 6537 foram colocados à venda pelo PAMA SP em 1982, sendo adquiridos por uma empresa da Islândia em 1984, que os deixou estocados no lado civil do Campo de Marte – SP até 1999, quando os mesmos começaram a ser recuperados para o voo de traslado. O PT-ZAT estava sendo preparado para traslado em outubro de 1999.</p>
<p>O FAB 6534 encontra-se preservado no Museu Aeroespacial &#8211; MUSAL do Campo dos Afonsos, desde fins de 1982, com a ressalva de que recebeu a matrícula de FAB 6529, como uma homenagem à aeronave que realizou, em 20 de março de 1962, a primeira missão importante de busca no Brasil. Como o &#8220;29&#8221; já havia sido sucateado, o jeito foi rematricular o &#8217;34&#8217; como 6529, para solucionar o problema.</p>
<p>O SA-16A foi substituído na FAB pela versão especializada de Busca e Salvamento do versátil EMB.110 Bandeirante, designada SC-95B &#8220;Bandeirante de Busca&#8221;, que entrou em operação no 2º/10º GAV em outubro de 1981.</p>
<p>No período em que o Esquadrão Pelicano permaneceu sem aeronave orgânica de asa fixa, vários Bandeirante Patrulha foram cedidos ao 2º/10º GAV, a fim de que a missão de busca não sofresse solução de continuidade, além de permitir a formação das novas equipagens, no Bandeirante, para que a Unidade ficasse pronta para receber as novas aeronaves de busca.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Grumman SA-16A Albatroz)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 2 motores radiais de 9 cilindros Wright R-1820-76A de 1.425 HP</li>
<li>Envergadura: 24,4 m</li>
<li>Comprimento: 18,5 m</li>
<li>Altura: 7,3 m</li>
<li>Superfície alar: 77,5 m2</li>
<li>Peso: 9.125 kg (vazio); 12.270 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 423 km/h (máxima)</li>
<li>Razão de ascensão: 427 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 6.705 m</li>
<li>Alcance: 4.320 km</li>
</ul>
<p><strong>PERFIS</strong></p>
<figure id="attachment_4878" aria-describedby="caption-attachment-4878" style="width: 2352px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-4878" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6538.png" alt="" width="2362" height="986" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6538.png 2362w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6538-300x125.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6538-1024x427.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6538-768x321.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6538-1536x641.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6538-2048x855.png 2048w" sizes="(max-width: 2362px) 100vw, 2362px" /><figcaption id="caption-attachment-4878" class="wp-caption-text">SA-16A 6538, 2º/10º Grupo de Aviação (1958).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_4873" aria-describedby="caption-attachment-4873" style="width: 2352px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4873" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6537a.png" alt="" width="2362" height="986" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6537a.png 2362w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6537a-300x125.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6537a-1024x427.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6537a-768x321.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6537a-1536x641.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16a_6537a-2048x855.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2362px) 100vw, 2362px" /><figcaption id="caption-attachment-4873" class="wp-caption-text">SA-16A 6537, 2º/10º Grupo de Aviação (1958-1959).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_4877" aria-describedby="caption-attachment-4877" style="width: 2352px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4877" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/m-16_6530.png" alt="" width="2362" height="986" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/m-16_6530.png 2362w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/m-16_6530-300x125.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/m-16_6530-1024x427.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/m-16_6530-768x321.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/m-16_6530-1536x641.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/m-16_6530-2048x855.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2362px) 100vw, 2362px" /><figcaption id="caption-attachment-4877" class="wp-caption-text">M-16 6530, 2º/10º Grupo de Aviação (1959-1964).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_4874" aria-describedby="caption-attachment-4874" style="width: 2352px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4874" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16_6528.png" alt="" width="2362" height="986" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16_6528.png 2362w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16_6528-300x125.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16_6528-1024x427.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16_6528-768x321.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16_6528-1536x641.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/sa-16_6528-2048x855.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2362px) 100vw, 2362px" /><figcaption id="caption-attachment-4874" class="wp-caption-text">SA-16 6528, 2º/10º Grupo de Aviação (1964-1970).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_4876" aria-describedby="caption-attachment-4876" style="width: 2352px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4876" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/s-16_6534.png" alt="" width="2362" height="986" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/s-16_6534.png 2362w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/s-16_6534-300x125.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/s-16_6534-1024x427.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/s-16_6534-768x321.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/s-16_6534-1536x641.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/05/s-16_6534-2048x855.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2362px) 100vw, 2362px" /><figcaption id="caption-attachment-4876" class="wp-caption-text">S-16 6534, 2º/10º Grupo de Aviação (1970-1980).</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
