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	<title>T-24 &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<item>
		<title>Fouga T-24 Super Magister</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/27/fouga-t-24-super-magister/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 13:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fouga]]></category>
		<category><![CDATA[Super Magister]]></category>
		<category><![CDATA[T-24]]></category>
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					<description><![CDATA[O treinador a jato Fouga Magister foi produzido no início da década de 1950 em resposta a uma necessidade do Armée de l&#8217;Air &#8211; AdA francês de substituir os treinadores a jato Lockheed T-33A Thunderbird. A empresa Fouga desenvolvia, à época, planadores motorizados com a finalidade de testar turbinas a jato. Em 1949, foram realizados ... <a title="Fouga T-24 Super Magister" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/27/fouga-t-24-super-magister/" aria-label="Read more about Fouga T-24 Super Magister">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="cc-attribution-box-container"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-196 size-large aligncenter" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/T-24-1-1024x320.jpg" alt="" width="920" height="288" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/T-24-1-1024x320.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/T-24-1-300x94.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/T-24-1-768x240.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/T-24-1-1536x480.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/T-24-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><div class="cc-attribution-box"> </div></div></p>
<p>O treinador a jato Fouga Magister foi produzido no início da década de 1950 em resposta a uma necessidade do Armée de l&#8217;Air &#8211; AdA francês de substituir os treinadores a jato Lockheed T-33A Thunderbird.</p>
<p>A empresa Fouga desenvolvia, à época, planadores motorizados com a finalidade de testar turbinas a jato. Em 1949, foram realizados os primeiros vôos do CM8R.13 Sylphe, um planador com cauda em &#8220;V&#8221; e equipado com uma turbina &#8220;Piméné&#8221; de 85 kgf de potência, montada acima da asa, em uma configuração parecida com a do jato alemão Heinkel 162 Salamander, utilizado ao final da IIª Guerra Mundial. Ainda em 1949, foi desenvolvido o treinador a jato CM130R, mas devido à pouca potência das turbinas e falta de recursos para desenvolvimento, o projeto foi abandonado.</p>
<p>A partir do CM8R, foi desenvolvido o CM88R Gémeaux, birreator, o qual tinha duas fuselagens do CM8, unidas por uma seção de asa, e com os dois lemes em &#8220;V&#8221; acoplados, na forma de um &#8220;W&#8221;.</p>
<p>O bom desempenho demonstrado pelo CM88R, o qual voou pela primeira vez em 6 de março de 1951, levou à retomada do desenvolvimento do treinador a jato CM130R. Em 23 de maio de 1952, voou pela primeira vez o protótipo do CM170 Magister, o qual era equipado com duas turbinas Turboméca Marboré II e apresentava a cauda em &#8220;V&#8221; do CM8R. O segundo protótipo foi equipado com uma empenagem convencional, mas a partir do terceiro protótipo reverteu-se à cauda em &#8220;V&#8221;.</p>
<p>A partir de 1956, um total de 89 Magister foram adquiridos pelo AdA, utilizando-os nas École de l&#8217;Air e École de Chasse. Um dos principais usuários na França foi a esquadrilha aerobática Patrouille de France.</p>
<p>Uma versão naval, o CM175 Zéphyr, dotada de gancho de parada, foi desenvolvida para uso pela Aéronavale (força aeronaval francesa) a bordo de seus porta-aviões, tendo sido construídos 32 exemplares. O CM170-2 Super Magister era equipado com duas turbinas Turboméca Marboré VI, de maior potência, e um total de 130 exemplares dessa versão foram construídos. Alguns Magister foram equipados com metralhadoras e pilones subalares, sendo utilizados em missões de ataque ao solo por pilotos da força aérea israelense durante a Guerra dos Seis Dias (1967).</p>
<p>Os Magister foram produzidos sob licença na Alemanha, Finlândia e Israel. Ao todo, foram produzidos 929 Magister, em suas diferentes versões, os quais foram utilizados por 19 países.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p>Em 1968, foram adquiridos sete Super Magister, a fim de equipar a Esquadrilha da Fumaça. Essas aeronaves foram designadas como T-24 e matriculadas FAB 1720 a 1726. Os T-24 foram trocados por 22 exemplares do Morane-Saulnier MS760 Paris, então em serviço na FAB.</p>
<figure id="attachment_2865" aria-describedby="caption-attachment-2865" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2865" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-1720-Vito-Cedrini.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-1720-Vito-Cedrini.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-1720-Vito-Cedrini-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-1720-Vito-Cedrini-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2865" class="wp-caption-text">T-24 1720, Esquadrilha da Fumaça (foto Vito Cedrini).</figcaption></figure>
<p>A utilização dos T-24 pela Fumaça foi breve, pois em 1972 ela voltou a utilizar os North-American T-6. Sua desativação deveu-se ao alto consumo de combustível e necessidade de operar em pistas pavimentadas, o que restringia a sua capacidade de apresentação no Brasil, à época com poucos aeroportos com tais condições no interior do país.</p>
<figure id="attachment_770" aria-describedby="caption-attachment-770" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-770" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-Fumaca-1-via-N.L.-Senandes-1024x676.jpg" alt="" width="920" height="607" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-Fumaca-1-via-N.L.-Senandes-1024x676.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-Fumaca-1-via-N.L.-Senandes-300x198.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-Fumaca-1-via-N.L.-Senandes-768x507.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-Fumaca-1-via-N.L.-Senandes-1536x1014.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/T-24-Fumaca-1-via-N.L.-Senandes.jpg 1765w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-770" class="wp-caption-text">T-24 da Esquadrilha da Fumaça (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<p>Não obstante, sua utilização marcou sobremaneira as demonstrações da Fumaça, pelo bom desempenho e maior velocidade das aeronaves. Além disso, empregou também pela primeira vez fumaça colorida (verde, amarela e azul, além da branca), o que emprestava maior brilho às suas demonstrações.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. R1 Aparecido Camazano Alamino pela colaboração na preparação dessa página.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Fouga CM170 Super Magister T-24)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 2 turbojatos Turboméca Marboré VI de 1.058 lb de empuxo</li>
<li>Envergadura: 12,15 m</li>
<li>Comprimento: 10,06 m</li>
<li>Altura: 2,80 m</li>
<li>Superfície alar: 17,30 m2</li>
<li>Peso: 2.310 kg (vazio); 3.260 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 700 km/h (máxima)</li>
<li>Razão de ascensão: 1.200 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 12.000 m</li>
<li>Alcance: 1.400 km</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_2863" aria-describedby="caption-attachment-2863" style="width: 1014px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2863 size-large" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_1724-1024x271.png" alt="" width="1024" height="271" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_1724-1024x271.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_1724-300x80.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_1724-768x204.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_1724-1536x407.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_1724-2048x543.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2863" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> T-24 1724, Esquadrilha da Fumaça.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2862" aria-describedby="caption-attachment-2862" style="width: 1014px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2862 size-large" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vs-1024x849.png" alt="" width="1024" height="849" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vs-1024x849.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vs-300x249.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vs-768x637.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vs.png 1181w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2862" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> T-24 &#8211; vista superior.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2864" aria-describedby="caption-attachment-2864" style="width: 1014px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2864 size-large" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vi-1024x849.png" alt="" width="1024" height="849" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vi-1024x849.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vi-300x249.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vi-768x637.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/t-24_vi.png 1181w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2864" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> T-24 &#8211; vista inferior.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>Fouga Cyclone. Aircraft Walkaround Center. <a href="http://aircraftwalkaround.hobbyvista.com/sylphe/sylphe.htm">http://aircraftwalkaround.hobbyvista.com/sylphe/sylphe.htm</a>. Visitado em 20/06/2006.</li>
<li>Fouga Magister &#8211; Type History. <a href="http://www.fouga.dk/type.html">http://www.fouga.dk/type.html</a>. Visitado em 20/06/2006.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.<br />
Histoire d&#8217;EADS &#8211; 1950.</li>
<li><a href="http://www.eads.com/web/lang/fr/1024/content/OF00000000400005/3/64/626643.html">http://www.eads.com/web/lang/fr/1024/content/OF00000000400005/3/64/626643.html</a>. Visitado em 20/06/2006.</li>
<li>Sylphe. <a href="http://pletav.free.fr/avionsplan/sylphe.htm">http://pletav.free.fr/avionsplan/sylphe.htm</a>. Visitado em 20/06/2006.</li>
</ol>
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