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	<title>UC-40 &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>UC-40 &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<item>
		<title>Lockheed 12A UC-40</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 23:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[L-12A]]></category>
		<category><![CDATA[UC-40]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2999" aria-describedby="caption-attachment-2999" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-2999" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-outubro-de-1937-via-Ricardo-Hebmuller.jpg" alt="" width="1024" height="633" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-outubro-de-1937-via-Ricardo-Hebmuller.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-outubro-de-1937-via-Ricardo-Hebmuller-300x185.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-outubro-de-1937-via-Ricardo-Hebmuller-768x475.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2999" class="wp-caption-text">Lockheed 12A da Diretoria de Aeronáutica do Exército Brasileiro, na sede do 3º Regimento de Aviação, Canoas &#8211; RS, em 1937 (via R. Hebmüller).</figcaption></figure>
<p>Em 1935, a Lockheed identificou a necessidade de uma aeronave menor, que atendesse ao mercado de pilotos privados, bem como alimentador das linhas maiores (&#8220;feeder liner&#8221;). Essa última também havia sido identificada pelo governo norte-americano o qual, através do Bureau of Air Commerce, solicitou aos fabricantes de aeronaves que submetessem projetos de aeronaves, até o dia 30 de junho de 1936.</p>
<p>Dessa forma, a Lockheed desenvolveu o Modelo 12A Electra Junior, uma versão para seis passageiros desenvolvida a partir do Modelo 10 Electra. O Electra Junior era 4ft 3in menor do que o seu antecessor, mas mantinha a mesma configuração &#8211; asas baixas e derivas duplas (essas, no entanto, de maior tamanho).</p>
<p>O primeiro protótipo, matriculado NX16052, realizou seu primeiro voo no dia 27 de junho de 1936, três dias antes da data limite imposta pelo governo e, conseqüentemente, ganhando a concorrência. A certificação da aeronave foi concedida no dia 14 de outubro do mesmo ano; a primeira aeronave foi entregue no dia 5 de setembro.</p>
<p>O Electra Junior tinha uma velocidade de 213 mph e, em 1937, Milo Bureham (piloto de provas da Lockheed) pilotou um deles nas corridas aéreas de Bendix, alcançando o quinto lugar.</p>
<p><strong>OPERADORES MILITARES DO LOCKHEED 12</strong></p>
<p>A aeronave foi vendida basicamente para o governo e empresários. Porém, ela também foi utilizada para fins militares. O primeiro usuário militar foi o Exército Argentino, o qual adquiriu os dois únicos exemplares da versão B, em 1937. A US Navy adquiriu alguns exemplares do modelo 12A e o US Army Air Corps operou aeronaves do modelo 12A2, os quais foram designados UC-40(A/B/D).</p>
<p>O principal usuário foi o governo colonial das Índias Orientais Holandesas (IOH), atual Indonésia, o qual adquiriu 16 exemplares do Modelo 212. Esse modelo era uma aeronave de bombardeio leve/treinamento, a qual era equipada com uma metralhadora .303in montada no nariz e uma outra, instalada em uma torreta dorsal; garras para até oito bombas de 100lb foram instaladas abaixo da fuselagem. O primeiro exemplar foi entregue à Militaire Luchtvaart (MLu) (Divisão Aérea) do Exército das Índias Orientais Holandesas em fevereiro de 1939 e o último no dia 13 de maio de 1942, e essas aeronaves engajaram-se em combate durante a invasão japonesa das IOH em 1941/42.</p>
<p>Um fato curioso sobre a utilização do Lockheed 12 ocorreu nos meses que antecederam o início da II Guerra Mundial. Três aeronaves &#8211; c/n 1203 (G-AFTL), 1267 (G-AFKR) e 1270 (G-AFPF) &#8211; foram adquiridas pelo governo britânico no início de 1939 e registradas como sendo de propriedade da empresa British Airways Ltd. Na Grã-Bretanha, foram secretamente modificadas para realizarem o levantamento aerofotogramétrico da Alemanha &#8211; bases aéreas, instalações navais e militares e indústrias, dentre outros alvos &#8211; com a instalação de uma câmara vertical modelo F-24 da Royal Air Force (RAF) na cabine (sobre a lente da qual era soprado ar quente para reduzir a condensação em voos a alta altitude), dois tanques de combustível de 70 gal Imp na cabine e uma cobertura em bolha na janela lateral do piloto. Com essas aeronaves, pilotadas por F. Sidney Cotton, obteve-se um inestimável conhecimento sobre a disposição industrial e militar da Alemanha Nazista, o que contribuiu para que se montassem ataques aéreos contra aquele país logo nos primeiros dias da guerra, em setembro de 1939. O maior legado foi, no entanto, a comprovação de que o reconhecimento aéreo era de suma importância na guerra.</p>
<figure id="attachment_3005" aria-describedby="caption-attachment-3005" style="width: 1014px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3005" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-G-AFTL-cn-1203-Sidney-Cotton.jpg" alt="" width="1024" height="542" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-G-AFTL-cn-1203-Sidney-Cotton.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-G-AFTL-cn-1203-Sidney-Cotton-300x159.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-G-AFTL-cn-1203-Sidney-Cotton-768x407.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3005" class="wp-caption-text">Lockheed 12A G-AFTL, c/n 1203, fotografada em Heston (Inglaterra), em 1939/1940; aeronave utilizada por F. Sidney Cotton para realizar voos de reconhecimento fotográfico sobre a Alemanha antes da guerra, em 1939 (via Chris Hughes).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3004" aria-describedby="caption-attachment-3004" style="width: 1014px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3004" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-N12EJ-cn-1203-Sidney-Cotton.jpg" alt="" width="1024" height="370" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-N12EJ-cn-1203-Sidney-Cotton.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-N12EJ-cn-1203-Sidney-Cotton-300x108.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/Lockheed-12A-N12EJ-cn-1203-Sidney-Cotton-768x278.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3004" class="wp-caption-text">Lockheed 12A N12EJ, c/n 1203, ex-G-AFTL, fotografada em Bartow, Flórida (EUA), em 1992 (Foto: V.N. Smith).</figcaption></figure>
<p>Outros países que utilizaram o Lockheed 12, em suas diferentes versões, para fins militares, foram a Argentina, Brasil, Canadá, Espanha, França Livre, Indonésia e Reino Unido.</p>
<p><strong>O LOCKHEED 12A NA AVIAÇÃO MILITAR DO EXÉRCITO BRASILEIRO</strong></p>
<p>Em 1937, o governo brasileiro adquiriu oito exemplares do Modelo 12A. Os dois primeiros exemplares (c/n 1234 e 1235) foram entregues à Diretoria de Aeronáutica (D.Ae.) do Exército Brasileiro no dia 13 de setembro de 1937; os demais foram entregues em 15 de fevereiro de 1940 (c/n 1278 e 1279) e em 28 de abril de 1941 (c/n 1288, 1289, 1290 e 1291). Essas aeronaves foram matriculadas D.Ae. 01 a D.Ae. 08, respectivamente.</p>
<figure id="attachment_3001" aria-describedby="caption-attachment-3001" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3001" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/L-12A-1288-Diretoria-de-Aeronautica-do-Exercito-Brasileiro-via-A.-Camazano-A..jpg" alt="" width="1024" height="753" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/L-12A-1288-Diretoria-de-Aeronautica-do-Exercito-Brasileiro-via-A.-Camazano-A..jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/L-12A-1288-Diretoria-de-Aeronautica-do-Exercito-Brasileiro-via-A.-Camazano-A.-300x221.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/L-12A-1288-Diretoria-de-Aeronautica-do-Exercito-Brasileiro-via-A.-Camazano-A.-768x565.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3001" class="wp-caption-text">L-12A 1288, Diretoria de Aeronáutica do Exército Brasileiro (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Os 12A foram utilizados pela D.Ae. como aeronaves de transporte de autoridades militares e governamentais, inclusive o Presidente Getúlio Vargas. Um dos pilotos dessas aeronaves era o então Cap. Nero Moura, o qual viria a comandar o 1º Grupo de Aviação de Caça na Itália, em 1944/45.</p>
<p><strong>O LOCKHEED 12A NA FORÇA AÉREA BRASILEIRA</strong></p>
<figure id="attachment_3000" aria-describedby="caption-attachment-3000" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3000" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UC-40-FAB-08-via-A.-Camazano-A..jpg" alt="" width="1024" height="695" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UC-40-FAB-08-via-A.-Camazano-A..jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UC-40-FAB-08-via-A.-Camazano-A.-300x204.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UC-40-FAB-08-via-A.-Camazano-A.-768x521.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3000" class="wp-caption-text">UC-40 FAB 08 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Com a criação da Força Aérea Brasileira (FAB) em 1941, os 12A foram transferidos para a FAB em 22 de maio de 1941, sendo matriculados FAB-01 a FAB-08. Em 1945, as oito aeronaves receberam a designação UC-40. Os UC-40 foram sendo progressivamente desativados, até 1963, quando os últimos três &#8211; UC-40 2656, UC-40 2657 e UC-40 2659 &#8211; deixaram de pertencer à FAB, após 26 anos de operação.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="6" align="center" valign="top"><b>LOCKHEED 12A (UC-40) NA FAB</b></td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 01 --></p>
<tr>
<td valign="top"><b>Ordem</b></td>
<td valign="top"><b>Matrícula</b></td>
<td valign="top"><b>c/n</b></td>
<td valign="top"><b>Ex-DAe</b></td>
<td valign="top"><b>Ex-FAB</b></td>
<td valign="top"><b>Observação</b></td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 02 --></p>
<tr>
<td valign="top">01</td>
<td valign="top">FAB 2656</td>
<td valign="top">1234</td>
<td valign="top">01</td>
<td valign="top">FAB-01</td>
<td valign="top">Descarregado 20/02/63 &#8211;<br />
Desativação</td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 03 --></p>
<tr>
<td valign="top">02</td>
<td valign="top">FAB 2657</td>
<td valign="top">1235</td>
<td valign="top">02</td>
<td valign="top">FAB-02</td>
<td valign="top">Descarregado 18/03/63 &#8211;<br />
Desativação &#8211; Matriculado PT-CDU 06/06/66 &#8211;<br />
Encerrou Registro no DAC antes de 31/12/75.</td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 04 --></p>
<tr>
<td valign="top">03</td>
<td valign="top">FAB 2658</td>
<td valign="top">1278</td>
<td valign="top">03</td>
<td valign="top">FAB-03</td>
<td valign="top">Descarregado 16/11/50 NRR-Recuperado e<br />
matriculado PP-VTA &#8211; Encerrou Registro no DAC em<br />
09/8/71.</td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 05 --></p>
<tr>
<td valign="top">04</td>
<td valign="top">FAB 2659</td>
<td valign="top">1279</td>
<td valign="top">04</td>
<td valign="top">FAB-04</td>
<td valign="top">Descarregado 20/02/63 &#8211;<br />
Desativação &#8211; Alocada matrícula PT-CZL<br />
(MNU)</td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 06 --></p>
<tr>
<td valign="top">05</td>
<td valign="top">FAB 2660</td>
<td valign="top">1288</td>
<td valign="top">05</td>
<td valign="top">FAB-05</td>
<td valign="top">Descarregado 1948 &#8211; NRR</td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 07 --></p>
<tr>
<td valign="top">06</td>
<td valign="top">FAB 2661</td>
<td valign="top">1289</td>
<td valign="top">06</td>
<td valign="top">FAB-06</td>
<td valign="top">Descarregado 12/12/44</td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 08 --></p>
<tr>
<td valign="top">07</td>
<td valign="top">FAB 2662</td>
<td valign="top">1290</td>
<td valign="top">07</td>
<td valign="top">FAB-07</td>
<td valign="top">Descarregado 1947 &#8211; NRR</td>
</tr>
<p><!-- Table 01 Row 09 --></p>
<tr>
<td valign="top">08</td>
<td valign="top">FAB 2663</td>
<td valign="top">1291</td>
<td valign="top">08</td>
<td valign="top">FAB-08</td>
<td valign="top">Descarregado 05/08/60 &#8211; após acidente<br />
NRR</td>
</tr>
</tbody>
<caption align="bottom">FONTE: Arquivo A. Camazano A. &#8211; <i>Lockheed Twins</i>, P.J.<br />
Marson (Air-Britain, 2001)<br />
NRR = Não Recomendável a sua<br />
Recuperação<br />
MNU = Matrícula Não Utilizada</caption>
</table>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (LOCKHEED 12A UC-40)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 2 motores radiais de 9 cilindros Pratt&amp;Whitney Wasp Junior de 450 HP</li>
<li>Envergadura: 15,09 m</li>
<li>Comprimento: 11,07 m</li>
<li>Altura: 2,97 m</li>
<li>Superfície alar: 32,70 m2</li>
<li>Peso: 2.615 kg (vazio); 3.924 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 362 km/h (máxima, a 1.525 m)</li>
<li>Razão de ascensão: 427 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 6.980 m</li>
<li>Alcance: 1.290 km</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_2989" aria-describedby="caption-attachment-2989" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2989" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_dae02-1024x303.png" alt="" width="920" height="272" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_dae02-1024x303.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_dae02-300x89.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_dae02-768x227.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_dae02-1536x455.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_dae02-2048x606.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2989" class="wp-caption-text">Lockheed 12A D.Ae.02, da Diretoria de Aeronáutica do Exército Brasileiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2995" aria-describedby="caption-attachment-2995" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2995" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab1288-1024x303.png" alt="" width="920" height="272" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab1288-1024x303.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab1288-300x89.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab1288-768x227.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab1288-1536x455.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab1288-2048x606.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2995" class="wp-caption-text">L-12A c/n 1288, Diretoria de Aeronáutica do Exército Brasileiro.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2996" aria-describedby="caption-attachment-2996" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2996" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab08-1024x303.png" alt="" width="920" height="272" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab08-1024x303.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab08-300x89.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab08-768x227.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab08-1536x455.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/l-12a_fab08-2048x606.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2996" class="wp-caption-text">L-12A FAB 08.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2992" aria-describedby="caption-attachment-2992" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2992" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2656-1024x303.png" alt="" width="920" height="272" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2656-1024x303.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2656-300x89.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2656-768x227.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2656-1536x455.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2656-2048x606.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2992" class="wp-caption-text">UC-40 FAB 2656.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2993" aria-describedby="caption-attachment-2993" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2993" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2657-1024x303.png" alt="" width="920" height="272" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2657-1024x303.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2657-300x89.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2657-768x227.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2657-1536x455.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/uc-40_2657-2048x606.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2993" class="wp-caption-text">UC-40 FAB 2657.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>P.J. Marson, &#8220;The Lockheed Twins&#8221;, Air-Britain, Grã-Bretanha, 2001.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
</ol>
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