<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Aviação de Busca e Salvamento &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
	<atom:link href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/category/fab/unidades-aereas/aviacao-de-busca-e-salvamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br</link>
	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 28 Feb 2022 18:14:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2026/01/cropped-historiadafab_redondo_512x512-32x32.png</url>
	<title>Aviação de Busca e Salvamento &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
	<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/esquadrao-aeroterrestre-de-salvamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Busca e Salvamento]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://wp.rudnei.cunha.nom.br/?p=1118</guid>

					<description><![CDATA[O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento foi criado em 1973 na Base Aérea dos Afonsos. Atualmente, ele é sediado na Base Aérea de Campo Grande, operando em conjunto com o 2º/10º Grupo de Aviação. Em 1943, na antiga Escola de Aeronáutica do Campo dos Afonsos, surge a figura ímpar de Achile Garcia Charles Astor, instrutor de ... <a title="Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/esquadrao-aeroterrestre-de-salvamento/" aria-label="Read more about Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4625" aria-describedby="caption-attachment-4625" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-4625" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/EAS-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/EAS-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/EAS.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4625" class="wp-caption-text">Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento &#8211; PARA-SAR</figcaption></figure>
<p>O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento foi criado em 1973 na Base Aérea dos Afonsos. Atualmente, ele é sediado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/288/">Base Aérea de Campo Grande</a>, operando em conjunto com o 2º/10º Grupo de Aviação.</p>
<p>Em 1943, na antiga Escola de Aeronáutica do Campo dos Afonsos, surge a figura ímpar de Achile Garcia Charles Astor, instrutor de ginástica acrobática e paraquedismo aos cadetes da Aeronáutica, sendo o responsável pela introdução de tal modalidade em nosso País.</p>
<p>Nessa época, Charles Astor contava com a colaboração de um grupo de militares da FAB, porém com formação civil de paraquedismo no Aeroclube do Brasil. Esse esporte foi ganhando adeptos e atraindo a atenção dos cadetes, que o admiravam pelas façanhas que fazia ao saltar das asas das aeronaves, utilizando-se de um paraquedas confeccionado por ele mesmo.</p>
<p>Tendo em vista a utilização mundial dessa modalidade na segurança e na prevenção de acidentes aeronáuticos, a então Diretoria de Rotas Aéreas &#8211; DR (atual DEPV), iniciou estudos para a criação de um segmento com essa responsabilidade na Força Aérea, ou seja, de uma maneira direta a criação do PARA-SAR.</p>
<p>Assim, por iniciativa de tal Diretoria, um grupo de voluntários se reuniu nas instalações da antiga Escola de Aviação Militar e passou a atuar em acidentes e em diversas situações especiais.</p>
<p>Essa experiência proporcionou que em 02 de setembro de 1963, fosse criada a 1ª Esquadrilha Aeroterrestre de Salvamento. O nome PARA-SAR, apesar de ter nascido bem antes da própria Esquadrilha, nunca chegou a ser o nome oficial da Unidade, sendo, porém, a designação mais antiga e tradicional do paraquedista operacional em salvamento e resgate da Força Aérea.</p>
<p>Em 20 de novembro de 1973, a Esquadrilha é extinta, sendo criado o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento &#8211; EAS, com a incumbência de realizar a formação dos paraquedistas da FAB, a instrução e o adestramento das Equipes de Resgate dos Esquadrões de Helicópteros, a instrução de salto semiautomático dos cadetes e o cumprimento de inúmeras missões especiais.</p>
<p>Um PARA-SAR é o militar brevetado como paraquedista militar e que, após concluir um curso de especialização, está habilitado a desempenhar missões de salvamento e resgate. Ele é treinado em montanhismo, mergulho, sobrevivência e primeiros-socorros, dentre outros.</p>
<p>Seu código &#8211; PASTOR. Sempre pronto para o resgate!</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. A. Camazano A. pela colaboração na preparação desta página.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>2º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pelicano&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-10o-grupo-de-aviacao-esquadrao-pelicano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Busca e Salvamento]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://wp.rudnei.cunha.nom.br/?p=1089</guid>

					<description><![CDATA[O 2º/10º Grupo de Aviação foi criado em 6 de dezembro de 1957, na Base Aérea de São Paulo, com a missão precípua de realizar as operações de Busca e Salvamento pela Força Aérea Brasileira. O 2º/10º GAV foi sediado na Base Aérea de Florianópolis de 20/01/1972 a 30/01/1981. Desde então, tem por sede a ... <a title="2º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pelicano&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-10o-grupo-de-aviacao-esquadrao-pelicano/" aria-label="Read more about 2º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pelicano&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4642" aria-describedby="caption-attachment-4642" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4642" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV10-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV10-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV10.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4642" class="wp-caption-text">2º Esquadrão do 10º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 2º/10º Grupo de Aviação foi criado em 6 de dezembro de 1957, na Base Aérea de São Paulo, com a missão precípua de realizar as operações de Busca e Salvamento pela Força Aérea Brasileira. O 2º/10º GAV foi sediado na Base Aérea de Florianópolis de 20/01/1972 a 30/01/1981. Desde então, tem por sede a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/288/">Base Aérea de Campo Grande</a>.</p>
<p>Em 1947, foi adaptado um aparelho PBY-5A Catalina para realizar aquelas missões, também conhecidas pela sigla SAR (&#8220;Search And Rescue&#8221;), e a especialização necessária às mesmas foi surgindo no âmbito da FAB, até que em 1957 foi criado o Esquadrão &#8220;Pelicano&#8221;, congregando-se em uma única unidade a responsabilidade pela sua execução.</p>
<p>O Esquadrão &#8220;Pelicano&#8221; operou de 1958 a 1981 os aviões bimotores anfíbios Grumman G-64 Albatroz. Esses aviões receberam as designações U-16, M-16, S-16 e SA-16 ao longo de sua longa e distinta carreira na FAB. O SA-16, matrícula &#8216;6529&#8217;, encontra-se atualmente preservado no Museu Aeroespacial. Por um breve período, o Esquadrão utilizou os P-95 Bandeirante Patrulha, passando então a utilizar uma versão específica para SAR do EMBRAER Bandeirante, conhecida por SC-95B.</p>
<p>Os helicópteros são aeronaves bastante úteis nas missões SAR, e o 2º/10º GAV empregou os Sikorski S-55 SH-19D até 1970, quando foram substituídos pelos Bell 205D SH-1D. Atualmente, é utilizado o modelo Bell 205H UH-1H.</p>
<p>Na execução de sua atividade, o &#8220;Pelicano&#8221; mantém em alerta suas equipagens, 24 horas por dia, prontas para saírem em missões onde não há margem para erros &#8211; pois vidas humanas estão em jogo. Treinadas exaustivamente, suas tripulações estão dispostas a se arriscarem, sempre que houver a mais remota possibilidade de salvamento das vítimas de acidentes.</p>
<p>O dia 26 de junho é comemorado como o Dia da Aviação de Busca e Salvamento pela FAB. Naquele dia, no ano de 1967, a tripulação do SA-16 &#8216;6539&#8217; do 2º/10º GAV, localizou cinco sobreviventes junto aos destroços do avião C-47 &#8216;2068&#8217;, após onze dias de incessantes buscas, nas quais todo o efetivo do Esquadrão &#8220;Pelicano&#8221; foi engajado, contando ainda com o concurso de outras 33 aeronaves pertencentes a outras unidades da FAB.</p>
<p>Dentre as inúmeras missões efetuadas pelo 2º/10º GAV, destacam-se as de auxílio às vítimas do terremoto no Peru, em 1970; ajuda às populações de Tubarão-SC e Florianópolis-SC, durante as enchentes de 1971 e 1973, respectivamente; a busca da aeronave da VARIG acidentada em 1989, em meio à selva amazônica; salvamento no mar de quatro tripulantes de um avião monomotor Cessna, o qual naufragou ao largo da costa sul-brasileira; busca de sobreviventes do naufrágio do veleiro &#8220;Nagô&#8221;, ao largo do litoral catarinense, em 1995; busca dos sete tripulantes do barco pesqueiro &#8220;Verde Vale II&#8221;, localizados em um bote à deriva nas águas geladas no litoral rio-grandense, realizada com o auxílio de aeronaves F-5E do 1º/14º GAV e C-95 do 5º ETA.</p>
<p>Atualmente, o Esquadrão opera as aeronaves SC-105 Amazonas e os helicópteros H-60L Black Hawk.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>&#8220;Nascer de novo&#8230;&#8221;. In: Aerovisão, Ano XXI, Nº 182, Maio-Julho 1995.</li>
<li>&#8220;E a lenda era verdade&#8230;&#8221;. In: Aerovisão, Ano XXI, Nº 186, Maio-Julho 1996.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Aviação de Busca e Salvamento</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/03/a-aviacao-de-busca-e-salvamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2021 23:23:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Busca e Salvamento]]></category>
		<category><![CDATA[Aviações]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://wp.rudnei.cunha.nom.br/?p=685</guid>

					<description><![CDATA[No ano de 1950, entraram em serviço na FAB aviões quadrimotores do tipo Boeing B-17G Flying Fortress, os quais foram utilizados em missões de busca e salvamento &#8211; SAR e reconhecimento aerofotográfico. Os B-17 receberam os números de série 5405 a 5411. A versão SAR, conhecida como SB-17G na US Air Force, tinha um radar ... <a title="A Aviação de Busca e Salvamento" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/03/a-aviacao-de-busca-e-salvamento/" aria-label="Read more about A Aviação de Busca e Salvamento">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No ano de 1950, entraram em serviço na FAB aviões quadrimotores do tipo Boeing B-17G Flying Fortress, os quais foram utilizados em missões de busca e salvamento &#8211; SAR e reconhecimento aerofotográfico. Os B-17 receberam os números de série 5405 a 5411. A versão SAR, conhecida como SB-17G na US Air Force, tinha um radar de busca instalada numa torre no &#8220;queixo&#8221; da aeronave e transportava um bote salva-vidas, instalado externamente no seu ventre, o qual era lançado e caía no mar com o auxílio de um paraquedas.</p>
<figure id="attachment_706" aria-describedby="caption-attachment-706" style="width: 745px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-706" src="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SB-17G-5402-BASP-1954.jpg" alt="" width="755" height="561" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SB-17G-5402-BASP-1954.jpg 755w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SB-17G-5402-BASP-1954-300x223.jpg 300w" sizes="(max-width: 755px) 100vw, 755px" /><figcaption id="caption-attachment-706" class="wp-caption-text">B-17 5402 (foto via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 24 de janeiro de 1951 foi criado o Centro de Treinamento de Quadrimotores, sediado na Base Aérea do Galeão, a fim de proceder-se ao adestramento das equipagens. Em junho do mesmo ano o Centro foi transferido para a Base Aérea de Recife, passando os B-17 a realizar missões de busca e salvamento e fotografia aérea.</p>
<p>Em 15 de outubro de 1953 o Centro foi extinto e ativado o 1º/6º Grupo de Aviação e em 1954, mais sete B-17 foram recebidos, elevando a doze o número de B-17 em uso. No dia 20 de novembro de 1957, o 6º Grupo de Aviação foi ativado, com dois esquadrões componentes, ficando o 1º/6º GAV responsável pelas missões de busca e salvamento e o 2º/6º GAV, pelas de reconhecimento fotográfico e meteorológico.</p>
<p>Sendo as aeronaves da FAB com maior raio de ação, na época, os B-17 realizaram o suporte às atividades do IIIº/2º Regimento de Infantaria &#8211; &#8220;Batalhão Suez&#8221; &#8211; então integrante da Força de Emergência das Nações Unidas, na fronteira entre Egito e Israel. No período compreendido entre março de 1957 e maio de 1960, foram realizadas 24 viagens àquela região do globo, com os B-17 do 6º GAV operando a linha mensal do Correio Aéreo Nacional.</p>
<p>Também em 1958 a FAB recebeu quatorze Grumman SA-16 Albatroz para emprego em missões SAR. Todos os Albatroz foram operados exclusivamente pelo 2º/10º GAV, sediado na BASP. Os SA-16 receberam os números de série de 6528 a 6541 e foram desativados em 1980. Em seus 22 anos de serviço, completaram 50.000h de vôo, realizando 1.600 missões SAR e transportando mais de 1.500 pacientes.</p>
<p>Em 1965, começaram a chegar os primeiros Lockheed C-130 Hércules. Na versão SC-130E, dotado de janelas de maior área nas laterais da fuselagem, o Hércules foi usado pelo 1º/6º GAV para missões SAR. Posteriormente, os SC-130E foram transferidos para outros esquadrões de transporte da FAB. Mesmo assim, retiveram a missão secundária SAR, bem como os modelos da versão H, recebidos posteriormente. Os C-130 da FAB participaram das buscas realizadas para localizar o voo Air France 477, que desapareceu sobre o Atlântico Sul, em 01/06/2009.</p>
<figure id="attachment_668" aria-describedby="caption-attachment-668" style="width: 1070px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-668" src="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/SC-130E-2460.jpg" alt="" width="1080" height="739" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/SC-130E-2460.jpg 1080w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/SC-130E-2460-300x205.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/SC-130E-2460-1024x701.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/SC-130E-2460-768x526.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><figcaption id="caption-attachment-668" class="wp-caption-text">SC-130E 2460 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 1967, a FAB recebeu quatro exemplares dos helicópteros Bell 205D, denominados SH-1D, os quais foram operados pelo 2º/10º GAV. Em 1979, os SH-1D foram elevados ao padrão UH-1H e continuaram sendo usados pelo 2º/10º GAV até a sua desativação em 2012, quando foram substituídos pelos H-36.</p>
<figure id="attachment_833" aria-describedby="caption-attachment-833" style="width: 895px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-833" src="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SH-1H-8680-SAR-CB-jun-83.jpg" alt="" width="905" height="662" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SH-1H-8680-SAR-CB-jun-83.jpg 905w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SH-1H-8680-SAR-CB-jun-83-300x219.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SH-1H-8680-SAR-CB-jun-83-768x562.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 905px) 100vw, 905px" /><figcaption id="caption-attachment-833" class="wp-caption-text">SH-1H 8680 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Uma versão específica do Embraer EMB.110 Bandeirante para missões SAR, o SC-95B, foi utilizada de 1980 a 2010 pelo 2º/10º GAV. Essa versão se destaca pela janela de observação oval, na parte traseira da fuselagem.</p>
<figure id="attachment_666" aria-describedby="caption-attachment-666" style="width: 1590px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-666" src="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc.jpg" alt="" width="1600" height="1145" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc.jpg 1600w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-300x215.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-1024x733.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-768x550.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-1536x1099.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><figcaption id="caption-attachment-666" class="wp-caption-text">SC-95B 6545, 2º/10º Grupo de Aviação (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Em 2017, o 2º/10º GAV passou a operar o SC-105 Amazonas. Outros dois exemplares, configurados com sondas para REVO, foram recebidos em 2019 e em 2020. Os SC-105 já foram utilizados em diversas missões SAR, como por exemplo nas buscas pelo submarino argentino &#8220;San Juan&#8221;, em novembro de 2017.</p>
<figure id="attachment_712" aria-describedby="caption-attachment-712" style="width: 2490px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-712" src="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SC-105-6550-1.jpg" alt="" width="2500" height="1666" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SC-105-6550-1.jpg 2500w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SC-105-6550-1-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SC-105-6550-1-1024x682.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SC-105-6550-1-768x512.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SC-105-6550-1-1536x1024.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/SC-105-6550-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2500px) 100vw, 2500px" /><figcaption id="caption-attachment-712" class="wp-caption-text">SC-105 6550 (foto Força Aérea Brasileira &#8211; Cb Feitosa).</figcaption></figure>
<p>A Aviação de Busca e Salvamento comemora suas atividades no dia 26 de junho.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>J. Baugher, Boeing B-17 Flying Fortress &#8211; Chapter 16: B-17. In: US Military Aircraft.</li>
<li>J. Baugher, Boeing B-17 Flying Fortress &#8211; Chapter 28: Executive Transports, Water Bombers, Flying Museums. In: US Military Aircraft.</li>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Aeronaves Militares Brasileiras &#8211; 1916 &#8211; 2015&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
<li>N.F. Lavenère-Wanderley, &#8220;História da Força Aérea Brasileira&#8221;, 2ª Ed.<br />
C. Lorch e J. Flores Jr., &#8220;Aviação Brasileira &#8211; sua história através da arte&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1994.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
