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	<title>1ª ELO (II Guerra Mundial) &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>1ª ELO (II Guerra Mundial) &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<item>
		<title>A 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação na Campanha da Itália, 1944-1945</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/07/a-1a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao-na-campanha-da-italia-1944-1945/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2021 03:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1ª ELO (II Guerra Mundial)]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[A 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação foi criada através do Aviso Nº 57, de 20 de julho de 1944, do Ministério da Aeronáutica. O objetivo de sua criação era o de apoiar a Artilharia Divisionária (AD) da FEB, realizando operações de observação, ligação, reconhecimento e regulagem de tiro. Seu comandante foi o Cap.-Av. João ... <a title="A 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação na Campanha da Itália, 1944-1945" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/07/a-1a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao-na-campanha-da-italia-1944-1945/" aria-label="Read more about A 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação na Campanha da Itália, 1944-1945">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_477" aria-describedby="caption-attachment-477" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-477" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-2GM-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-2GM-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-2GM-1024x1024.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-2GM-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-2GM-768x768.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-2GM-1536x1536.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-2GM-666x666.png 666w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-2GM.png 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-477" class="wp-caption-text">1ª Esquadrilha de Ligação e Observação (1944-1945)</figcaption></figure>
<p>A 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação foi criada através do Aviso Nº 57, de 20 de julho de 1944, do Ministério da Aeronáutica.</p>
<p>O objetivo de sua criação era o de apoiar a Artilharia Divisionária (AD) da FEB, realizando operações de observação, ligação, reconhecimento e regulagem de tiro.</p>
<p>Seu comandante foi o Cap.-Av. João Affonso Fabrício Belloc, o qual foi promovido ao posto de Maj.-Av. no decorrer da Campanha na Itália.</p>
<p>A insígnia da 1ª ELO foi desenhada pelo Cap.-Av. Fortunato Câmara de Oliveira, piloto do 1º Grupo de Aviação de Caça, a pedido do Cap.-Av. Belloc. A insígnia apresenta um oficial (o piloto), empunhando um binóculo (representando a atividade do observador, em sua constante vigília), montado em um canhão (a &#8220;Poderosa Artilharia&#8221;). Este é elevado aos céus por um par de asas, representando a Força Aérea Brasileira &#8211; voando entre nuvens brancas, lembrando a Paz tão almejada, o todo sobre um campo em azul, representando os céus da Itália.</p>
<p>O efetivo da 1ª ELO era composto por 11 oficiais aviadores, 1 oficial intendente, 8 sargentos mecânicos de avião, 2 sargentos de rádio e 8 soldados auxiliares de manutenção.</p>
<figure id="attachment_1270" aria-describedby="caption-attachment-1270" style="width: 275px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-1270 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Cap.-Av.-Joao-Affonso-Fabricio-Belloc-285x300.jpg" alt="" width="285" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Cap.-Av.-Joao-Affonso-Fabricio-Belloc-285x300.jpg 285w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/Cap.-Av.-Joao-Affonso-Fabricio-Belloc.jpg 580w" sizes="(max-width: 285px) 100vw, 285px" /><figcaption id="caption-attachment-1270" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Cap.-Av. João Affonso Fabrício Belloc.</figcaption></figure>
<p>A Esquadrilha operava aviões Piper L-4H, designação militar do modelo &#8220;Cub&#8221;, os quais haviam sido adaptados pelas US Army Air Forces para operar como aviões de observação e ligação.</p>
<p>O L-4H era uma aeronave monomotor de asa alta, equipada com um motor de 65HP de potência, velocidade de 121 Km/h e capacidade de transportar 180 Kg de carga útil.</p>
<p>Nas fotos abaixo vemos os L-4H da Esquadrilha, os quais eram pintados em &#8220;olive-drab&#8221; nas superfícies superiores e &#8220;neutral gray&#8221; nas inferiores. Inicialmente, utilizaram as insígnias norte-americanas em quatro posições; posteriormente, o leme foi pintado nas cores verde (à frente) e amarela, e a estrela da FAB foi usada nos lados da fuselagem, mantendo as insígnias norte-americanas nas superfícies superior esquerda e inferior direita da asa.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><figure id="attachment_1268" aria-describedby="caption-attachment-1268" style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-1268 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/l4h1elo.jpg" alt="" width="300" height="192"><figcaption id="caption-attachment-1268" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> L-4H 1ª ELO (via Darci da Rocha Campos).</figcaption></figure></td>
<td>
<p><figure id="attachment_1266" aria-describedby="caption-attachment-1266" style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1266 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/darci3.jpg" alt="" width="300" height="189"><figcaption id="caption-attachment-1266" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 2º Ten.-Av. Darci da Rocha Campos em meio à neve (foto Darci da Rocha Campos).</figcaption></figure></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A 1ª ELO desembarcou em Nápoles no dia 6 de outubro de 1944, juntamente com o 2º Escalão da FEB, prosseguindo em barcaças de desembarque de tropas até Livorno.</p>
<p>Sua primeira base foi na Quinta Real de San Rossore, próximo a Pisa, na qual permaneceram de 28/03/1944 a 13/11/1944. Lá, receberam seus aviões, os quais foram batizados com nomes como &#8220;Grupo Escola&#8221;, &#8220;Brasil&#8221;, &#8220;Bandeirante&#8221;, &#8220;Santa Therezinha&#8221;, &#8220;Timbiras&#8221;, &#8220;Ceará&#8221;, &#8220;Diogo Júnior&#8221; e &#8220;Luly&#8221;.</p>
<p>A Esquadrilha operou ainda das bases de San Giorgio (Pistóia) (13/11/1944 a 10/12/1944), Suviana (10/12/1944 a 18/03/1945), Porreta Terme (18/03/1945 a 27/04/1945), Montecchio Emiglia (27/04/1945 a 4/05/1945), Piacenza (4/05/1945 a 9/05/1945), Portalbera (9/05/1945 a 12/06/1945) e, finalmente, Bergamo (12/06/1945 a 16/06/1945). Seus deslocamentos acompanhavam o avanço da linha de frente aliada e em particular o das unidades da AD da FEB.</p>
<figure id="attachment_1265" aria-describedby="caption-attachment-1265" style="width: 212px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1265" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/darci2.jpg" alt="" width="222" height="300"><figcaption id="caption-attachment-1265" class="wp-caption-text">2º Ten.-Av. Darci da Rocha Campos e o L-4H nº 1 (foto Darci da Rocha Campos).</figcaption></figure>
<p>Uma missão de guerra na Esquadrilha durava aproximadamente duas horas, sobrevoando as linhas alemãs, detectando alvos como comboios, depósitos de munições ou ainda deslocamentos de tropas inimigas, cujas posições eram transmitidas aos postos de controle da AD pelo observador voando a bordo da aeronave. Alguns oficiais pilotos, não contentes em dirigir o tiro da artilharia, levavam consigo pedras e, posteriormente, granadas para atirar nas tropas alemãs.</p>
<p>As tripulações ficavam expostas ao frio e à perigosa artilharia antiaérea alemã &#8211; a Flak. A formação de gelo no cone do difusor do carburador levava muitas vezes à parada do motor do L-4H, cujo piloto era forçado a entrar em voo planado e descer a altitudes menores, onde o gelo se desfazia e o motor voltava a funcionar.</p>
<p>A 1ª ELO realizou 684 missões em quase 200 dias de operações, tendo feito 400 regulagens de tiro, tanto para as Unidades de Artilharia da FEB, como também para Unidades americanas e britânicas. As missões de regulagem de tiro atribuídas à Esquadrilha foram realizadas com extrema eficiência &#8211; justificando o seu grito de guerra, &#8220;Olho Nêle!&#8221; &#8211; permitindo que a Artilharia Divisionária da FEB fosse considerada como a mais precisa dentre todas as unidades de artilharia subordinadas ao 5º Exército dos EUA.</p>
<figure id="attachment_1267" aria-describedby="caption-attachment-1267" style="width: 199px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1267" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/darci1.jpg" alt="" width="209" height="300"><figcaption id="caption-attachment-1267" class="wp-caption-text">2º Ten.-Av. Darci da Rocha Campos sendo<br />condecorado pelo Gen. Truscott (E.U.A.)<br />(foto Darci da Rocha Campos) .</figcaption></figure>
<p>Ao findar a Campanha da Itália, a Esquadrilha passou a desempenhar atividades de tropa militar de ocupação, bem como o serviço de Correio da FEB. Infelizmente, no dia 14 de junho de 1945, essa valorosa unidade da FAB foi extinta por ordem do Oficial-General no comando da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária da FEB, e seus integrantes uniram-se aos do 1º Grupo de Aviação de Caça, então sediado em Pisa, para aguardar o retorno ao Brasil. Perdeu-se com isso a experiência tão arduamente conquistada pela Esquadrilha em suas operações na Itália.</p>
<p>Listamos abaixo os integrantes da 1ª ELO, bem como aqueles de outras Unidades Aliadas que participaram de missões com a Esquadrilha:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Pilotos da Força Aérea Brasileira</strong></td>
<td><strong>Nº de missões</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1º Ten.-Av. João Torres Leite Soares</td>
<td>70</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Francis Forsyte Fleming</td>
<td>70</td>
</tr>
<tr>
<td>2º Ten.-Av. Carlos Alberto Klotz</td>
<td>68</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Luiz José Winter dos Santos</td>
<td>67</td>
</tr>
<tr>
<td>2º Ten.-Av. Darcy Pinto da Rocha Campos</td>
<td>66</td>
</tr>
<tr>
<td>2º Ten.-Av. Arnaldo Vissoto</td>
<td>64</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Cornélio Lopes Cançado</td>
<td>61</td>
</tr>
<tr>
<td>2º Ten.-Av. Roberto Paulo Paranhos Taborda</td>
<td>60</td>
</tr>
<tr>
<td>Maj.-Av. João Affonso Fabrício Belloc</td>
<td>55</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Chafik Bittar</td>
<td>54</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Joel Clapp</td>
<td>48</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Observadores do Exército Brasileiro</strong></td>
<td><strong>Nº de missões</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Cap. Adhemar Gutierrez Ferreira</td>
<td>71</td>
</tr>
<tr>
<td>2º Ten. Ionio Portela Ferreira Alves</td>
<td>67</td>
</tr>
<tr>
<td>2º Ten. Walter de Oliveira</td>
<td>66</td>
</tr>
<tr>
<td>2º Ten. Caubi Eduardo Maia</td>
<td>66</td>
</tr>
<tr>
<td>1º Ten. Adalberto Villas Boas</td>
<td>66</td>
</tr>
<tr>
<td>2º Ten. Mario Dias</td>
<td>64</td>
</tr>
<tr>
<td>1º Ten. Jorge Augusto Vidal</td>
<td>62</td>
</tr>
<tr>
<td>1º Ten. Elber de Mello Henriques</td>
<td>62</td>
</tr>
<tr>
<td>1º Ten. Pedro Augusto de Souza Gomes Galvão</td>
<td>59</td>
</tr>
<tr>
<td>1º Ten. Oswaldo Moscollin</td>
<td>55</td>
</tr>
<tr>
<td>1º Ten. Raul Ribeiro Guimarães</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>Gen. Brig. Osvaldo Cordeiro de Farias</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Outros observadores brasileiros</strong></td>
<td><strong>Nº de missões</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Francis Forsyte Fleming</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Cornélio Lopes Cançado</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Chafik Bittar</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Rubem Braga (Correspondente de Guerra)</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Asp.-Av. Luiz José Winter dos Santos</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>3S Mec.-Av. Roxael de Souza Pinto</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Observadores do Exército Britânico</strong></td>
<td><strong>Nº de missões</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1st Lt. K. O&#8217;Connor (Royal Artillery)</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>1st Lt. W. Bell</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>1st Lt. J. Williams (Royal Artillery)</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Capt. A. Cadduby (Royal Artillery)</td>
<td>1</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Sargentos e Praças da FAB</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1S Q.RT.VO José Reis</td>
<td>3S Q.AV. Elidio Pereira</td>
</tr>
<tr>
<td>1S Q.RT.VO Sebastião Rubens Tecles</td>
<td>S1 Q.MR. Valdemar Bittencourt</td>
</tr>
<tr>
<td>3S Q.AV. Orfeu Bertelli</td>
<td>S1 Q.MR. José Gomes de Figueiredo</td>
</tr>
<tr>
<td>3S Q.AV. Roxael de Souza Pinto</td>
<td>S1 Q.MR. Herbert Emygdio Nogueira</td>
</tr>
<tr>
<td>3S Q.AV. Mário Vicente de Oliveira</td>
<td>S1 Q.MR. Jair Soares dos Santos</td>
</tr>
<tr>
<td>3S Q.AV. Vitor Zilber</td>
<td>S1 Q.MR. Rubens Rossi Machado</td>
</tr>
<tr>
<td>3S Q.AV. Ademétrio Dechatnek</td>
<td>S1 Q.MR. Antonio Pioli</td>
</tr>
<tr>
<td>3S Q.AV. Levi Alves Carneiro</td>
<td>S1 Q.MR. Fausto Vasques Villanova</td>
</tr>
<tr>
<td>3S Q.AV. Lirio Reis Santos</td>
<td>S1 Q.MR. Geraldo Perdigão</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Cabos e Soldados do Exército Brasileiro</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>CB José Luiz Torres</td>
<td>SD Orlando Peixoto da Silva</td>
</tr>
<tr>
<td>SD Damião Rodrigues</td>
<td>SD Argemiro Bicudo de Almeida</td>
</tr>
<tr>
<td>SD Milton de Oliveira</td>
<td>SD Josuel Lopes de Oliveira</td>
</tr>
<tr>
<td>SD João Gomes de Andrade</td>
<td>SD Lourival Pinto do Nascimento</td>
</tr>
<tr>
<td>SD Alédio Magalhães</td>
<td>SD Manuel da Silveira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>R. Moreira Lima, &#8220;Senta a Pua&#8221;, 2ª Edição, Itatiaia, Belo Horizonte e Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1989.</li>
<li>F. Vasques Vilanova, &#8220;Com a 1ª ELO na Itália&#8221;, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
</ol>
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