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	<title>C-41 &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<item>
		<title>Morane-Saulnier MS760 Paris C-41</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 21:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[C-41]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 29 de janeiro de 1953, levantou voo pela primeira vez o Morane-Saulnier MS755 Fleuret, um treinador a jato de dois lugares (lado a lado), com cauda em &#8220;T&#8221; e equipado com duas turbinas Turboméca Marboré de 400kgf de potência cada. O Fleuret foi oferecido ao Armée de l&#8217;Air &#8211; AdA francês, o qual buscava ... <a title="Morane-Saulnier MS760 Paris C-41" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/28/morane-saulnier-ms760-paris-c-41/" aria-label="Read more about Morane-Saulnier MS760 Paris C-41">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2913" aria-describedby="caption-attachment-2913" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-2913" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2911-via-A-Camazano-A-1024x650.jpg" alt="" width="920" height="584" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2911-via-A-Camazano-A-1024x650.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2911-via-A-Camazano-A-300x190.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2911-via-A-Camazano-A-768x487.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2911-via-A-Camazano-A.jpg 1347w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2913" class="wp-caption-text">C-41 2911 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 29 de janeiro de 1953, levantou voo pela primeira vez o Morane-Saulnier MS755 Fleuret, um treinador a jato de dois lugares (lado a lado), com cauda em &#8220;T&#8221; e equipado com duas turbinas Turboméca Marboré de 400kgf de potência cada. O Fleuret foi oferecido ao Armée de l&#8217;Air &#8211; AdA francês, o qual buscava um substituto para os seus Lockheed T-33 Thunderbird, mas não foi bem sucedido, pois o AdA escolheu o Fouga CM170 Magister.</p>
<p>Apesar disso, a Morane-Saulnier projetou uma nova aeronave, tomando por base o MS755, estendendo-o para permitir transportar 4 tripulantes, sentados dois a dois. Surgiu assim o MS760 Fleuret 2, que realizou seu primeiro vôo em 29 de julho de 1954.</p>
<p>O MS760 foi redenominado Paris em 23 de setembro de 1954 e foi com esse nome que ele conquistou seu lugar na história da aviação, como o primeiro jato treinador de quatro lugares, aeronave de ligação e executivo. Foram construídos 157 exemplares e foi utilizado principalmente pelo AdA, Aéronavale (força aeronaval francesa), Fuerza Aérea Argentina e Força Aérea Brasileira, além de líderes de Estado (como o Xá do Irã e o príncipe herdeiro do Marrocos), magnatas e artistas de cinema.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p>Em 1960, a FAB adquiriu 30 aeronaves MS760, as quais foram designadas C-41 e matriculadas FAB 2910 a 2939.</p>
<figure id="attachment_2910" aria-describedby="caption-attachment-2910" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-2910" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2936-via-A-Camazano-A-1024x529.jpg" alt="" width="920" height="475" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2936-via-A-Camazano-A-1024x529.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2936-via-A-Camazano-A-300x155.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2936-via-A-Camazano-A-768x397.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2936-via-A-Camazano-A.jpg 1179w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2910" class="wp-caption-text">C-41 2936 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Essas aeronaves foram utilizadas pelo Grupo de Transporte Especial, durante 1960-1961, na ponte aérea Rio de Janeiro-Brasília, transportando os ministros de Estado durante a fase de implantação da nova capital brasileira; pelo 2º/5º Grupo de Aviação, para instrução, de 1961 a 1962; e pela Esquadrilha da Fumaça, como aeronave de apoio, de 1969 a 1974.</p>
<figure id="attachment_2914" aria-describedby="caption-attachment-2914" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-2914" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-N.L.-Senandes-1024x685.jpg" alt="" width="920" height="615" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-N.L.-Senandes-1024x685.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-N.L.-Senandes-300x201.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-N.L.-Senandes-768x513.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-N.L.-Senandes-1536x1027.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-N.L.-Senandes.jpg 1786w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2914" class="wp-caption-text">C-41 2922 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2912" aria-describedby="caption-attachment-2912" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2912" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-A-Camazano-A-1024x758.jpg" alt="" width="920" height="681" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-A-Camazano-A-1024x758.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-A-Camazano-A-300x222.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-A-Camazano-A-768x569.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2922-via-A-Camazano-A.jpg 1167w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2912" class="wp-caption-text">C-41 2922, Esquadrilha da Fumaça (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Outros órgãos que os utilizaram foram os quartéis-generais das cinco Zonas Aéreas, a Escola de Aeronáutica, a Base Aérea do Galeão e o Comando Aerotático Terrestre (CAT TER) e o Comando Aerotático Naval (CAT NAV).</p>
<figure id="attachment_2909" aria-describedby="caption-attachment-2909" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2909" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2918-via-N.L.-Senandes-1024x664.jpg" alt="" width="920" height="597" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2918-via-N.L.-Senandes-1024x664.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2918-via-N.L.-Senandes-300x195.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2918-via-N.L.-Senandes-768x498.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2918-via-N.L.-Senandes-1536x996.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-41-2918-via-N.L.-Senandes.jpg 1787w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2909" class="wp-caption-text">C-41 2918 (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<p>Em 1962, ocorreram os dois acidentes do C-41 na FAB: o C-41 2930 acidentou-se em Natal-RN, no dia 25 de maio, e o C-41 2926 acidentou-se em Nova Lima-MG, no dia 29 de outubro.</p>
<p>Em 1968, 22 C-41 &#8211; FAB 2910, 2912, 2913, 2915 a 2921, 2924, 2927 a 2929, 2931 e 2933 a 2939 &#8211; foram trocados por 7 aeronaves Fouga CM170 Magister, os quais foram comprados para equipar a Esquadrilha da Fumaça. O C-41 permaneceu em uso até 1974, como aeronave de apoio da Esquadrilha da Fumaça.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. R1 Aparecido Camazano Alamino pela colaboração na preparação dessa página.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Morane-Saulnier MS760 Paris C-41)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 2 turbojatos Turboméca Marboré II de 880 lb de empuxo</li>
<li>Envergadura: 10,15 m</li>
<li>Comprimento: 10,05 m</li>
<li>Altura: 2,60 m</li>
<li>Superfície alar: 18,00 m2</li>
<li>Peso: 1.945 kg (vazio); 3.740 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 650 km/h (máxima)</li>
<li>Razão de ascensão: 650 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 10.000 m</li>
<li>Alcance: 1.500 km</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_2905" aria-describedby="caption-attachment-2905" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2905" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2932-1024x239.png" alt="" width="920" height="215" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2932-1024x239.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2932-300x70.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2932-768x179.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2932-1536x358.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2932-2048x478.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2905" class="wp-caption-text">C-41 2932, com emblema do Comando-Geral do Ar na deriva.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2907" aria-describedby="caption-attachment-2907" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2907" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2916-1024x239.png" alt="" width="920" height="215" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2916-1024x239.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2916-300x70.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2916-768x179.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2916-1536x358.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2916-2048x478.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2907" class="wp-caption-text">C-41 2916.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2906" aria-describedby="caption-attachment-2906" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2906" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2915-1024x239.png" alt="" width="920" height="215" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2915-1024x239.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2915-300x70.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2915-768x179.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2915-1536x358.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2915-2048x478.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2906" class="wp-caption-text">C-41 2915.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2908" aria-describedby="caption-attachment-2908" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2908" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2922_fumaca_1972-1024x239.png" alt="" width="920" height="215" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2922_fumaca_1972-1024x239.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2922_fumaca_1972-300x70.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2922_fumaca_1972-768x179.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2922_fumaca_1972-1536x358.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-41_2922_fumaca_1972-2048x478.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2908" class="wp-caption-text">C-41 2922, Esquadrilha da Fumaça, 1972.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
<li>G. Frison. Morane-Saulnier Paris &#8211; The World&#8217;s First Bizjet. In: Planet Aerospace 17, p. 78-79.</li>
</ol>
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