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	<title>C-95B &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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		<title>Embraer C-95/EC-95/IC-95 Bandeirante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 20:37:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_676" aria-describedby="caption-attachment-676" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-676" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/122_2232-Rudnei-1024x768.jpg" alt="" width="920" height="690" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/122_2232-Rudnei-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/122_2232-Rudnei-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/122_2232-Rudnei-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/122_2232-Rudnei-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/122_2232-Rudnei-2048x1536.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/122_2232-Rudnei-440x330.jpg 440w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-676" class="wp-caption-text">C-95A 2296, 5º Esquadrão de Transporte Aéreo (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>O Embraer EMB-110 Bandeirante foi desenvolvido a partir de 1965, no Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento do Centro Técnico Aeroespacial, por uma equipe liderada pelo engenheiro francês Max Holste (projetista de várias aeronaves, dentre elas o MH1521 Broussard, uma aeronave de transporte STOL utilizada pelo Armée de l&#8217;Air francês). Participava da equipe o oficial-engenheiro da FAB, Ozires Silva, um dos instigadores do desenvolvimento de uma aeronave de transporte regional, a ser projetada e construída no Brasil.</p>
<p>Conhecido como projeto IPD-6504, o protótipo começou a ser produzido em 1967, com o corte e moldagem dos painéis feito à mão, sobre um modelo de madeira, em escala 1:1. Os motores utilizados eram os Pratt&amp;Whitney PT6A-20 de 550shp. O primeiro vôo do YC-95, como o protótipo foi designado pela FAB, foi realizado em 22 de outubro de 1968, quando uma instabilidade direcional foi detectada. Após a correção do problema, em 27 de outubro de 1968 foi realizado o primeiro vôo oficial do Bandeirante, assim batizado em honra aos desbravadores do Brasil, no século XVI.</p>
<p>Em 1969, Max Holste deixou o projeto, por divergências de opinião com a equipe brasileira, quanto à condução do desenvolvimento da aeronave. Nesse mesmo ano, Ozires Silva e sua equipe persuadiram o governo a criar uma empresa para desenvolver e produzir o Bandeirante, bem como produzir sob licença o treinador a jato italiano Aermacchi 326G. Nasceu assim a Empresa Brasileira de Aeronáutica &#8211; Embraer, com Ozires Silva como seu presidente. O projeto IPD-6504 foi transferido à Embraer, e os dois protótipos do YC-95 passaram a ser denominados pela empresa como EMB-100.</p>
<p>A aeronave a ser produzida, incorporando as modificações necessárias, detectadas durante o programa de testes realizado entre 1968 e 1969, foi designada como EMB-110 e tinha uma fuselagem mais longa, com a cabine, estabilizador vertical e naceles dos motores redesenhados, bem como janelas retangulares, ao invés das janelas ovais empregadas nos YC-95. Os motores eram os Pratt&amp;Whitney PT6A-27 de 680shp. O Ministério da Aeronáutica encomendou 80 aeronaves, designadas como C-95, mas apenas 55 foram entregues, entre 1973 e 1976. Os C-95 receberam as matrículas FAB 2132 a FAB 2175 e FAB 2179 a FAB 2189.</p>
<figure id="attachment_2066" aria-describedby="caption-attachment-2066" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-2066" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952175_gav15-1_rdc-1024x681.jpg" alt="" width="920" height="612" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952175_gav15-1_rdc-1024x681.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952175_gav15-1_rdc-300x199.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952175_gav15-1_rdc-768x511.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952175_gav15-1_rdc-1536x1021.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952175_gav15-1_rdc.jpg 1791w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2066" class="wp-caption-text">C-95 2175, 1º/15º Grupo de Aviação (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>A próxima versão foi o EMB-110A, destinada para a calibragem de instrumentos de apoio à navegação aérea, para substituir os veneráveis Douglas EC-47 então em uso pelo Grupo Especial de Inspeção em Voo. Designada como EC-95, cinco aeronaves foram adquiridas em 1976, matriculadas como FAB 2176 a FAB 2178 e FAB 2190 a FAB 2191. Essas aeronaves foram convertidas para a versão C-95 em 2000-2001.</p>
<p>A versão EMB-110C foi destinada ao transporte civil de passageiros, capaz de transportar até 16 passageiros. Foram construídas 34 unidades, e foi com essa versão que a EMBRAER adquiriu a experiência necessária para competir no mercado aeronáutico. Uma versão navalizada, EMB-110C(N), foi produzida especificamente para a Marinha Chilena.</p>
<p>Em 1977, foi desenvolvida a versão EMB-110B, específica para a realização de missões reconhecimento aerofotográfico. Seis aeronaves foram recebidas pela FAB entre 1978 e 1979, a qual as designou como R-95, matriculadas como FAB 2240 a FAB 2245. Duas aeronaves foram perdidas em acidentes, R-95 2243 em 1992 e R-95 2242 em 1995, as demais permanecendo em uso pelo 1º/6º Grupo de Aviação. Foi produzida também uma variante civil, EMB-110B1, com algumas modificações em relação à variante militar.</p>
<figure id="attachment_2065" aria-describedby="caption-attachment-2065" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-2065" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952245_gav6-1_rh-1024x687.jpg" alt="" width="920" height="617" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952245_gav6-1_rh-1024x687.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952245_gav6-1_rh-300x201.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952245_gav6-1_rh-768x515.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952245_gav6-1_rh-1536x1030.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952245_gav6-1_rh.jpg 1773w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2065" class="wp-caption-text">R-95 2245, 1º/6º Grupo de Aviação (foto Ricardo Hebmüller).</figcaption></figure>
<p>A versão EMB-110S1, da qual apenas um exemplar foi construído, era dotada de uma sonda para sensoriamento geomagnético. A versão EMB-110E foi uma modificação do EMB-110C, destinada ao mercado executivo, para 6 a 8 passageiros; apenas quatro foram produzidos. A versão EMB-110J foi um desenvolvimento do EMB-110E, dos quais foram produzidos 12 exemplares.</p>
<p>Em 1975, foi desenvolvida, a partir do EMB-110C, a versão EMB-110P, destinada ao mercado civil. Equipada com os motores Pratt&amp;Whitney PT6A-34 de 750shp, era capaz de transportar 16 passageiros; foram produzidos 20 exemplares, vendidos tanto no Brasil como no exterior. A variante militar era a EMB-110K1, dotada de uma porta mista (carga/passageiros) na traseira e uma porta de passageiros atrás da cabine. Entre 1977 e 1978, foram entregues à FAB 20 exemplares dessa versão, a qual foi designada C-95A e matriculada como FAB 2280 a FAB 2299.</p>
<figure id="attachment_2070" aria-describedby="caption-attachment-2070" style="width: 1003px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2070" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95A-2289-2o-do-2o-GT-1978-Camazano.jpg" alt="" width="1013" height="659" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95A-2289-2o-do-2o-GT-1978-Camazano.jpg 1013w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95A-2289-2o-do-2o-GT-1978-Camazano-300x195.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95A-2289-2o-do-2o-GT-1978-Camazano-768x500.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1013px) 100vw, 1013px" /><figcaption id="caption-attachment-2070" class="wp-caption-text">C-95A 2289, 2º/2º Grupo de Transporte, 1978 (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2069" aria-describedby="caption-attachment-2069" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2069" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95a2293_eta4_rdc-1024x675.jpg" alt="" width="920" height="606" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95a2293_eta4_rdc-1024x675.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95a2293_eta4_rdc-300x198.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95a2293_eta4_rdc-768x506.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95a2293_eta4_rdc-1536x1013.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95a2293_eta4_rdc.jpg 1803w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2069" class="wp-caption-text">C-95A 2293, 4º Esquadrão de Transporte Aéreo (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>As próximas versões a serem produzidas, EMB-110P1 e EMB-110P2, foram destinadas ao mercado civil. A versão EMB-110P1 teve grande sucesso, com mais de 220 aeronaves produzidas e vendidas principalmente no mercado internacional.</p>
<p>A partir do EMB-110P1 foi desenvolvida a variante militar EMB-110P1K, a qual foi designada C-95B pela FAB. Um total de 31 exemplares foram entregues entre 1980 e 1984, matriculados como FAB 2300 a FAB 2330; três aeronaves, FAB 2307, FAB 2327 e FAB 2328 foram convertidas para o padrão EC-95B, para uso pelo GEIV.</p>
<figure id="attachment_2071" aria-describedby="caption-attachment-2071" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2071" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2329_eta7_rdc-1024x689.jpg" alt="" width="920" height="619" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2329_eta7_rdc-1024x689.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2329_eta7_rdc-300x202.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2329_eta7_rdc-768x517.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2329_eta7_rdc-1536x1034.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2329_eta7_rdc.jpg 1787w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2071" class="wp-caption-text">C-95B 2329, 7º Esquadrão de Transporte Aéreo (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Entre 1981 e 1982 foram entregues à FAB cinco exemplares da versão EMB-110P1K SAR, destinada à realização de missões de busca-e-salvamento. Essas aeronaves, designadas como SC-95B e matriculadas FAB 6542 a FAB 6546, substituíram os Grumman SA-16 Albatross no 2º/10º Grupo de Aviação. Os SC-95B são equipados internamente para evacuação aeromédica, capazes de transportar até seis feridos a bordo, em macas; botes salva-vidas e paramédicos podem ser lançados de pára-quedas pela porta traseira. Duas largas janelas de observação, ovaladas, em bolha, foram instaladas na parte traseira da fuselagem.</p>
<figure id="attachment_666" aria-describedby="caption-attachment-666" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-666" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-1024x733.jpg" alt="" width="920" height="659" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-1024x733.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-300x215.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-768x550.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc-1536x1099.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/sc-95b6545_rdc.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-666" class="wp-caption-text">SC-95B 6545, 2º/10º Grupo de Aviação (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Entre 1988 e 1990, foram recebidos pela FAB doze exemplares da versão EMB-110P1A. Essa versão distingue-se das demais pelo estabilizador horizontal em diedro (10°). Os EMB-110P1A foram designados como C-95C e receberam as matrículas FAB 2331 a FAB 2342, sendo empregados pelo 6º Esquadrão de Transporte Aéreo. Três C-95C foram convertidos para o padrão EC-95C (FAB 2331, FAB 2332 e FAB 2334), para emprego pelo GEIV.</p>
<figure id="attachment_2072" aria-describedby="caption-attachment-2072" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2072" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95C-2334-BAAN-BR-15-ago-97-Camazano-1024x728.jpg" alt="" width="920" height="654" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95C-2334-BAAN-BR-15-ago-97-Camazano-1024x728.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95C-2334-BAAN-BR-15-ago-97-Camazano-300x213.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95C-2334-BAAN-BR-15-ago-97-Camazano-768x546.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95C-2334-BAAN-BR-15-ago-97-Camazano.jpg 1082w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2072" class="wp-caption-text">C-95C 2334, aeronae orgânica da Base Aérea, 1997 (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2068" aria-describedby="caption-attachment-2068" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2068" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv_rh-1024x630.jpg" alt="" width="920" height="566" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv_rh-1024x630.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv_rh-300x185.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv_rh-768x472.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv_rh-1536x945.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv_rh.jpg 1801w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2068" class="wp-caption-text">EC-95C 2331, Grupo Especial de Inspeção em Voo (foto Ricardo Hebmüller).</figcaption></figure>
<p>Em 2013, os EC-95B e EC-95C foram redesignados IC-95B e IC-95C. O IC-95C 2334 foi desativado em 2016, encerrando a carreira dos Bandeirante no GEIV.</p>
<figure id="attachment_3439" aria-describedby="caption-attachment-3439" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3439" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-RH.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-RH.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-RH-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-RH-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-RH-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3439" class="wp-caption-text">IC-95B 2328, Grupo Especial de Inspeção em Voo (foto Ricardo Hebmüller), visto em 2008.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3440" aria-describedby="caption-attachment-3440" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3440" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-Leandro-Casella-1024x768.jpg" alt="" width="920" height="690" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-Leandro-Casella-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-Leandro-Casella-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-Leandro-Casella-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-Leandro-Casella-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-Leandro-Casella-2048x1536.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/IC-95B-2328-Leandro-Casella-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3440" class="wp-caption-text">IC-95B 2328, Grupo Especial de Inspeção em Voo (foto Leandro Casella). visto em 2013.</figcaption></figure>
<p>Em 2008, a FAB decidiu por modernizar e elevar os Bandeirante das versões C-95B e C-95C, com a instalação de aviônica digital, desenvolvida pela empresa AEL Sistemas, além de outros melhoramentos. As aeronaves modernizadas, em total de 30, passaram a ser designadas como C-95BM e C-95CM. A primeira aeronave modernizada foi entregue em 2011 e as entregas foram completadas em 2015.</p>
<figure id="attachment_2073" aria-describedby="caption-attachment-2073" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2073" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95BM-FAB-2330-POA-03JAN2013_Leandro-Casella-IMG_6022-copia-1024x663.jpg" alt="" width="920" height="596" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95BM-FAB-2330-POA-03JAN2013_Leandro-Casella-IMG_6022-copia-1024x663.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95BM-FAB-2330-POA-03JAN2013_Leandro-Casella-IMG_6022-copia-300x194.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95BM-FAB-2330-POA-03JAN2013_Leandro-Casella-IMG_6022-copia-768x498.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95BM-FAB-2330-POA-03JAN2013_Leandro-Casella-IMG_6022-copia-1536x995.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/C-95BM-FAB-2330-POA-03JAN2013_Leandro-Casella-IMG_6022-copia.jpg 1545w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2073" class="wp-caption-text">C-95BM 2330, 5º Esquadrão de Transporte Aéreo (foto Leandro Casella).</figcaption></figure>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. R1 Aparecido Camazano Alamino pela colaboração na preparação dessa página.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (EMBRAER EMB-110 P1K Bandeirante C-95B)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 2 turboélices Pratt&amp;Whitney PT6A-34 de 750 shp</li>
<li>Envergadura: 15,32 m</li>
<li>Comprimento: 15,08 m</li>
<li>Altura: 4,73 m</li>
<li>Superfície alar: 29,00 m2</li>
<li>Peso: 3.394 kg (vazio); 5.670 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 426 km/h (máxima)</li>
<li>Razão de ascensão: 540 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 8.260 m</li>
<li>Alcance: 1.900 km</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_2046" aria-describedby="caption-attachment-2046" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2046" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952130-1024x328.png" alt="" width="920" height="295" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952130-1024x328.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952130-300x96.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952130-768x246.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952130-1536x492.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952130-2048x655.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2046" class="wp-caption-text">YC-95 2130, primeiro protótipo do Bandeirante.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2047" aria-describedby="caption-attachment-2047" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2047" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952131-1024x328.png" alt="" width="920" height="295" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952131-1024x328.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952131-300x96.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952131-768x246.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952131-1536x492.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/yc-952131-2048x655.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2047" class="wp-caption-text">YC-95 2131, segundo protótipo do Bandeirante.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2058" aria-describedby="caption-attachment-2058" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2058" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_gav7-1_1976-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_gav7-1_1976-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_gav7-1_1976-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_gav7-1_1976-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_gav7-1_1976-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_gav7-1_1976-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2058" class="wp-caption-text">C-95 2187, 1º/7º Grupo de Aviação, 1976.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2056" aria-describedby="caption-attachment-2056" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2056" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952149_eta3_1977-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952149_eta3_1977-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952149_eta3_1977-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952149_eta3_1977-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952149_eta3_1977-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952149_eta3_1977-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2056" class="wp-caption-text">C-95 2149, 3º Esquadrão de Transporte Aéreo, 1977.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2057" aria-describedby="caption-attachment-2057" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2057" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_eta5_1994-1995-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_eta5_1994-1995-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_eta5_1994-1995-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_eta5_1994-1995-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_eta5_1994-1995-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-952187_eta5_1994-1995-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2057" class="wp-caption-text">C-95 2187, 5º Esquadrão de Transporte Aéreo, 1994-1995.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2061" aria-describedby="caption-attachment-2061" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2061" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-952176_geiv_1982-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-952176_geiv_1982-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-952176_geiv_1982-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-952176_geiv_1982-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-952176_geiv_1982-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-952176_geiv_1982-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2061" class="wp-caption-text">EC-95 2176, Grupo Especial de Inspeção em Voo, 1982.</figcaption></figure>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-5143" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/08/c-95a_2284_eta5_1994-1995-1024x316.png" alt="" width="1024" height="316" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/08/c-95a_2284_eta5_1994-1995-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/08/c-95a_2284_eta5_1994-1995-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/08/c-95a_2284_eta5_1994-1995-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/08/c-95a_2284_eta5_1994-1995-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/08/c-95a_2284_eta5_1994-1995-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<figure id="attachment_2052" aria-describedby="caption-attachment-2052" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2052" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2314_eta2-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2314_eta2-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2314_eta2-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2314_eta2-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2314_eta2-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95b2314_eta2-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2052" class="wp-caption-text">C-95B 2314, 2º Esquadrão de Transporte Aéreo.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2059" aria-describedby="caption-attachment-2059" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2059" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2307_geiv-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2307_geiv-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2307_geiv-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2307_geiv-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2307_geiv-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2307_geiv-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2059" class="wp-caption-text">EC-95B 2307, Grupo Especial de Inspeção em Voo.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2060" aria-describedby="caption-attachment-2060" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2060" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2328_geiv_2001-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2328_geiv_2001-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2328_geiv_2001-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2328_geiv_2001-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2328_geiv_2001-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95b2328_geiv_2001-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2060" class="wp-caption-text">EC-95B 2328, Grupo Especial de Inspeção em Voo, 2001.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3434" aria-describedby="caption-attachment-3434" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3434" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2008-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2008-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2008-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2008-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2008-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2008-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3434" class="wp-caption-text">IC-95B 2328, Grupo Especial de Inspeção em Voo, 2008.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3436" aria-describedby="caption-attachment-3436" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3436" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2013-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2013-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2013-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2013-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2013-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95b2328_geiv_2013-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3436" class="wp-caption-text">IC-95B 2328, Grupo Especial de Inspeção em Voo, 2013.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2054" aria-describedby="caption-attachment-2054" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2054" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95c2334_baan_1997-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95c2334_baan_1997-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95c2334_baan_1997-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95c2334_baan_1997-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95c2334_baan_1997-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95c2334_baan_1997-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2054" class="wp-caption-text">C-95C 2334, Base Aérea de Anápolis, 1997.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2062" aria-describedby="caption-attachment-2062" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2062" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ec-95c2331_geiv-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2062" class="wp-caption-text">EC-95C 2331, Grupo Especial de Inspeção em Voo.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3435" aria-describedby="caption-attachment-3435" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3435" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95c2334_geiv_2016-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95c2334_geiv_2016-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95c2334_geiv_2016-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95c2334_geiv_2016-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95c2334_geiv_2016-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/ic-95c2334_geiv_2016-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-3435" class="wp-caption-text">IC-95C 2334, Grupo Especial de Inspeção em Voo, 2016.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2043" aria-describedby="caption-attachment-2043" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2043" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952242_gav6-1_1977-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952242_gav6-1_1977-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952242_gav6-1_1977-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952242_gav6-1_1977-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952242_gav6-1_1977-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-952242_gav6-1_1977-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2043" class="wp-caption-text">R-95 2242, 1º/6º Grupo de Aviação, 1977.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2044" aria-describedby="caption-attachment-2044" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2044" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sc-95b6543_gav10-2_2000-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sc-95b6543_gav10-2_2000-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sc-95b6543_gav10-2_2000-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sc-95b6543_gav10-2_2000-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sc-95b6543_gav10-2_2000-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/sc-95b6543_gav10-2_2000-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2044" class="wp-caption-text">SC-95B 6543, 2º/10º Grupo de Aviação, 2000.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2045" aria-describedby="caption-attachment-2045" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2045" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/xc-95b2315_cta_1981-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/xc-95b2315_cta_1981-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/xc-95b2315_cta_1981-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/xc-95b2315_cta_1981-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/xc-95b2315_cta_1981-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/xc-95b2315_cta_1981-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2045" class="wp-caption-text">XC-95B 2315, Centro Técnico Aeroespacial, 1981.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2050" aria-describedby="caption-attachment-2050" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2050" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95am2291_gav5-1_2020-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95am2291_gav5-1_2020-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95am2291_gav5-1_2020-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95am2291_gav5-1_2020-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95am2291_gav5-1_2020-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95am2291_gav5-1_2020-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2050" class="wp-caption-text">C-95AM 2291, 1º/5º Grupo de Aviação, 2020 &#8211; pintura comemorativa das 100.000 horas de voo em aeronaves C-95.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2053" aria-describedby="caption-attachment-2053" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2053" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95bm2305_eta5_2012-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95bm2305_eta5_2012-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95bm2305_eta5_2012-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95bm2305_eta5_2012-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95bm2305_eta5_2012-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95bm2305_eta5_2012-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2053" class="wp-caption-text">C-95BM 2305, 5º Esquadrão de Transporte Aéreo, 2012.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2055" aria-describedby="caption-attachment-2055" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2055" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95cm2339_eta2-1024x316.png" alt="" width="920" height="284" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95cm2339_eta2-1024x316.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95cm2339_eta2-300x93.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95cm2339_eta2-768x237.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95cm2339_eta2-1536x475.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/c-95cm2339_eta2-2048x633.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2055" class="wp-caption-text">C-95CM 2339, 2º Esquadrão de Transporte Aéreo.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>R.D. da Cunha, &#8220;Brazilian Bandits &#8211; The Embraer Bandeirante&#8221;. In: AirForces Monthly, Stamford, p.68-72, Junho de 2005.</li>
<li>J. Flores Jr., “Aeronaves Militares Brasileiras – 1916 – 2015”, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
</ol>
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