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	<title>R-20 &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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		<title>Douglas A-20K</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2021 19:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2523" aria-describedby="caption-attachment-2523" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-2523" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-do-1o-GBL-Cumbica.jpg" alt="" width="720" height="450" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-do-1o-GBL-Cumbica.jpg 720w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-do-1o-GBL-Cumbica-300x188.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption id="caption-attachment-2523" class="wp-caption-text">A-20K do 1º Grupo de Bombardeio Leve, Cumbica (via A. Camazano A,)</figcaption></figure>
<p>Em março de 1936, a companhia norte-americana Northrop, subsidiária da Douglas Aircraft Co., começou o desenvolvimento de uma aeronave de ataque, capaz de transportar uma razoável carga de bombas e ágil o bastante para escapar da interceptação. Projetada por John K. Northrop e Edward H. Heinemann e denominada 7A, essa aeronave deveria ser propulsada por dois motores a pistão de 450HP e transportar 1.000lb de bombas, a uma velocidade de 250MPH.</p>
<p>Em dezembro do mesmo ano, o 7A deu lugar ao 7B, incorporando agora os requisitos estipulados pelo U.S. Army Air Corps &#8211; USAAC, muito em função dos acontecimentos durante a Guerra Civil Espanhola. Aproveitando as asas projetadas para o 7A, o modelo 7B era uma aeronave maior, dotada de dois motores a pistão de 1.100HP, um alcance de 2.000 milhas e capacidade para transportar até 2.000lb de bombas. O nariz da aeronave poderia ter uma área transparente, para o bombardeador, ou transportar um conjunto de 8 metralhadoras fixas, para ser utilizada em metralhamento contra alvos. Era, ainda, dotada de um trem de pouso triciclo.</p>
<p>O primeiro vôo dessa aeronave foi a 26 de outubro de 1938, já conhecida como Douglas 7B, após a absorção da Northrop pela Douglas. O mundo encontrava-se então à beira da IIª Guerra Mundial, após a Crise de Munique, e os países europeus começaram um acelerado programa de reaparelhamento de suas forças aéreas. À época do primeiro vôo do 7B, uma comissão militar francesa encontrava-se nos Estados Unidos para adquirir aeronaves de combate e outros armamentos. Apesar da posição estritamente neutra adotada pelo governo norte-americano, até então, aquela comissão foi autorizada a avaliar o 7B; no dia 23 de janeiro de 1939, o protótipo, pilotado pelo pilotado de testes da Douglas, John C. Able, e com um oficial francês a bordo, sofreu um acidente que destruiu a aeronave. O piloto veio a falecer, mas a presença do oficial francês causou um grave escândalo político.</p>
<p>Apesar desse acidente, o 7B impressionou suficientemente os franceses, que fizeram uma encomenda para 100 aeronaves (posteriormente aumentada para 270), estipulando, no entanto, que fossem feitas uma série de modificações. Dentre essas, encontravam-se a necessidade de se aumentar o alcance e a carga transportável, de se adicionar blindagem, adequar a aeronave ao uso de armamento francês e de providenciar uma cabine de pilotagem com controles ao estilo francês (as manetes de potência dos motores, por exemplo, operavam na direção inversa à norte-americana) e instrumentos no sistema de unidades métrico (em oposição ao imperial, usado pelos norte-americanos e britânicos).</p>
<p>Essas modificações levaram Ed Heinemann a revisar o projeto original do 7B, a fim de melhorá-lo, resultando na aeronave Douglas DB-7. A fim de aumentar o alcance, o DB-7 tinha uma fuselagem mais profunda e estreita, o que reduzia o arrasto aerodinâmico e permitia transportar mais combustível; além disso, a área frontal da aeronave diminuiu, reduzindo a chance de ser atingida pela artilharia antiaérea durante um ataque ou metralhamento. Por outro lado, isso fez com que a cabine de pilotagem fosse do tipo &#8220;caça&#8221;, com lugar apenas para o piloto &#8211; caso o mesmo fosse incapacitado de pilotar, não teria como ser substituído por um dos membros da tripulação, a qual era composta ainda por um bombardeador e um metralhador. Experimentou-se por um tempo com controles reduzidos para o metralhador operar em tal situação, mas eram de tão pouca valia que foram removidos subseqüentemente.</p>
<p>Em termos de armamento, optou-se por se usar um nariz parcialmente coberto com transparências, para o bombardeador, e instalou-se um par de metralhadoras (Chatellerault 7,5mm, francesas) em cada lado do nariz, disparadas pelo piloto. Atrás das asas, foi instalada uma posição para o metralhador, com uma cobertura deslizante, com uma metralhadora e, no ventre, abaixo dessa posição, instalou-se outra metralhadora.</p>
<p>No DB-7, as asas eram montadas à meia-altura na fuselagem, e as nacelas dos motores &#8211; Pratt&amp;Whitney R-1830-SC3-G &#8211; foram instaladas abaixo das asas, permitindo com isso que as pernas do trem de pouso tivessem uma altura aceitável. Com todas essas modificações, dentre outras, o protótipo fez seu primeiro vôo em meados de agosto de 1939 e o primeiro exemplar de série foi entregue pela fábrica da Douglas em El Segundo, Califórnia, em outubro do mesmo ano.</p>
<p>Era o início da carreira de uma aeronave que se tornaria famosa pelo seu desempenho em combate. Aos DB-7, seguiram-se os DB-7A, equipados com motores Wright R-2600-A5B de 1.600HP, cem dos quais foram encomendados pela França. Poucos DB-7 e DB-7A, no entanto, chegaram àquele país, antes da derrota frente à Alemanha durante a Primavera de 1940; o restante das aeronaves foi adquirida pela Grã-Bretanha e os DB-7 foram denominados Boston I e Boston II.</p>
<p>A Royal Air Force precisava de novos bombardeiros e aeronaves de ataque, pois os seus Fairey Battle e Bristol Blenheim haviam se demonstrado pouco eficazes durante a Campanha da França. A aquisição das aeronaves destinadas à França trouxe, no entanto, vários problemas, seja pelo armamento diferente, seja pelo funcionamento diferente dos comandos e da instrumentação no sistema métrico a bordo da cabine de pilotagem, o que veio a causar acidentes. Os Boston I e II foram considerados inadequados para serem usados como bombardeiros e foram modificados para uso como aeronaves incursoras noturnas ou de caça noturna, sendo rebatizadas como Havoc I (Intruder) ou Havoc II (Nightfighter). Alguns Havoc I e Havoc II receberam a modificação &#8220;Turbinlite&#8221;, que consistia na instalação de um holofote no nariz da aeronave, com a qual ela deveria iluminar bombardeiros noturnos alemães, os quais seriam então abatidos por caças Hawker Hurricane, porém tal sistema teve pouco sucesso. Outra idéia mal-sucedida foi a instalação de minas aéreas presas a cabos, estendidos por aeronaves Havoc III ou Havoc I (Pandora); apenas um bombardeiro foi abatido dessa forma.</p>
<p>Antes disso, a RAF já estava impressionada com a aeronave da Douglas e havia adquirido 150 exemplares em fevereiro de 1940 e mais 150 em abril do mesmo ano. As aeronaves adquiridas para a RAF apresentavam um nariz modificado e incorporavam armamento britânico, vindo a serem denominadas DB-7B pela fábrica e Boston III pela RAF. Alguns desses foram posteriormente equipados com quatro canhões de 20mm em um pacote instalado sob o ventre, e designados como Boston III Intruder.</p>
<p>Já em junho de 1939, o USAAC adquiriu 63 exemplares do A-20, como foram designados os DB-7 destinados àquele serviço. Esses eram dotados de motores Wright R-2600-7 e eram similares aos DB-7B britânicos. Sessenta dessas aeronaves foram convertidas em caças noturnos, P-70, equipadas com radar AI Mk. IV britânico e com quatro canhões de 20mm sob o ventre.</p>
<p>Seguiu-se então o A-20A, dotado de motores Wright R-2600-3, similar ao Boston III birtânico; o A-20B, incorporando os motores Wright R-2600-11 e equipado com metralhadores Browning 12,7mm no nariz e para o metralhador, aproximadamente 665 dos quais foram enviados à União Soviética através do Acordo &#8220;Lend-Lease&#8221;; o A-20C utilizava motores Wright R-2600-23 e tinha tanques autoselantes e melhor blindagem &#8211; encomendado pelos britãnicos, a grande maioria acabou sendo utilizado pelos soviéticos e alguns foram transferidos para o USAAC após o ataque a Pearl Harbor.</p>
<p>O A-20D foi uma versão leve que, aparentemente, não passou da fase de projeto. Os A-20E foram modificações dos A-20A utilizados em treinamento e desenvolvimento. Já o único A-20F resultou da incorporação de torretas dorsal e ventral, acionadas por controle remoto, e um canhão de 37mm no nariz.</p>
<p>A versão seguinte foi o A-20G Havoc. Ela incorporava uma série de modificações, principalmente no tocante ao armamento. O nariz transparente foi substituído por um nariz sólido, dotado de quatro metralhadoras fixas de 12,7mm ou quatro canhões de 20mm &#8211; esses utilizados apenas nos 250 primeiros exemplares da versão; na parte inferior do nariz, foram instaladas mais duas metralhadoras 12,7mm. Os primeiros 750 exemplares produzidos (blocos A-20G-1, A-20G-5, A-20G-10 e A-20G-15) tinham uma metralhadora móvel de 12,7mm no dorso e uma 12,7mm ou 7,7mm no ventre; a partir do A-20G-20, foi instalada na posição dorsal uma torreta Martin, de controle elétrico, equipada com duas metralhadoras 12,7mm, bem como se padronizou a instalação de uma metralhadora do mesmo calibre na posição ventral. Foram instalados, ainda, dois cabides embaixo de cada asa, permitindo carregar quatro bombas de 500lb; descobriu-se também que era possível transportar 4.000lb de bombas internamente, ao invés dos 2.000lb até então utilizados. Essa foi a versão mais produzida, num total de 2.850 exemplares.</p>
<p>O A-20J foi uma variante do A-20G, equipada com um nariz transparente, e que era utilizada como aeronave líder de bombardeio, em conjunto com os A-20G. Aproximadamente metade dos 450 exemplares produzidos foram transferidos para a União Soviética e Grã-Bretanha.</p>
<p>A instalação de motores Wright R-2300-29 usando as fuselagens do A-20G e A-20J levou às versões A-20H e A-20K, sendo produzidos 412 e 413 exemplares dessas variantes, respectivamente. Esses foram os últimos A-20 a saírem da linha de produção, a qual encerrou-se em 1944.</p>
<p>Durante a IIª Guerra Mundial, os A-20, DB-7 e Boston foram utilizados em praticamente todos os teatros de operações, incluindo Noroeste Europeu, Leste Europeu, Mediterrâneo, Norte da África e Sudoeste do Pacífico, pelas forças aéreas da França &#8211; incluindo a França Colaboracionista, de 1940 a 1942, e as unidades da França Livre &#8211; Grã-Bretanha, União Soviética, Estados Unidos e Austrália.</p>
<p><strong>Os A-20K em serviço na Força Aérea Brasileira</strong></p>
<p>A FAB recebeu um total de 30 aeronaves A-20K, adquiridos dos EUA através da Lei de Empréstimo e Arrendamento (&#8220;Lend-Lease&#8221;), além de um Boston III britânico, para fins de treinamento no solo.</p>
<p>Essas aeronaves foram utilizadas de 1944 até 1955, inicialmente pelos 1º Grupo de Bombardeio Leve &#8211; 1º GBL e 2º Grupo de Bombardeio Leve &#8211; 1º GBL, sediados em Canoas &#8211; RS e em Cumbica &#8211; SP. Em 1945, o 1º GBL foi transferido para Cumbica, e ambas as unidades deram origem, em 1947, ao 1º Esquadrão do 10º Grupo de Aviação &#8211; 1º/10º GpAv.</p>
<figure id="attachment_2532" aria-describedby="caption-attachment-2532" style="width: 950px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2532" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-do-2o-GBL-Aerodromo-Militar-de-Gravatai-1945.jpg" alt="" width="960" height="646" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-do-2o-GBL-Aerodromo-Militar-de-Gravatai-1945.jpg 960w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-do-2o-GBL-Aerodromo-Militar-de-Gravatai-1945-300x202.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-do-2o-GBL-Aerodromo-Militar-de-Gravatai-1945-768x517.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-2532" class="wp-caption-text">A-20K do 2º Grupo de Bombardeio Leve, Aeródromo Militar de Gravataí, 1945 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Os A-20K receberam as matrículas 6061 a 6090 (o único Boston III recebeu a matrícula 6091). Ao final da sua carreira, os A-20K foram modificados para a realização de reconhecimento fotográfico e receberam a designação R-20.</p>
<figure id="attachment_2519" aria-describedby="caption-attachment-2519" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-2519" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6062-via-N.L.-Senandes-1-1024x670.jpg" alt="" width="920" height="602" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6062-via-N.L.-Senandes-1-1024x670.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6062-via-N.L.-Senandes-1-300x196.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6062-via-N.L.-Senandes-1-768x502.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6062-via-N.L.-Senandes-1-1536x1004.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6062-via-N.L.-Senandes-1.jpg 1751w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2519" class="wp-caption-text">A-20K 6062 (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2521" aria-describedby="caption-attachment-2521" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2521" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-ACA.jpg" alt="" width="600" height="425" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-ACA.jpg 600w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-ACA-300x213.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2521" class="wp-caption-text">A-20K 6085 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2520" aria-describedby="caption-attachment-2520" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2520" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-ACA-2.jpg" alt="" width="600" height="425" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-ACA-2.jpg 600w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-ACA-2-300x213.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2520" class="wp-caption-text">A-20K 6085 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2522" aria-describedby="caption-attachment-2522" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2522" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-MUSAL-RDC-1024x690.jpg" alt="" width="920" height="620" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-MUSAL-RDC-1024x690.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-MUSAL-RDC-300x202.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-MUSAL-RDC-768x518.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-MUSAL-RDC-1536x1035.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-20K-6085-MUSAL-RDC.jpg 1754w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2522" class="wp-caption-text">A-20K 6085 no Museu Aeroespacial (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>O R-20 6085 encontra-se hoje preservado no Museu Aeroespacial, belamente preservado, como testemunho da sua brilhante carreira na FAB, e da dedicação de todos aqueles que os voaram e os fizeram voar a serviço do Brasil.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Douglas A-20K)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 2 motores radiais de 14 cilindros em duas estrelas de 7, Wright Cyclone R-2600-29 de 1.850 HP</li>
<li>Envergadura: 18,69 m</li>
<li>Comprimento: 14,73 m</li>
<li>Altura: 5,35 m</li>
<li>Superfície alar: 43,10 m2</li>
<li>Peso: 7.831 kg (vazio); 12.247 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 536 km/h (máxima, a 4.754 m)</li>
<li>Razão de ascensão: 499,67 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 7.650 m</li>
<li>Alcance: 1.334 km</li>
<li>Tripulação: 1 piloto, 1 bombardeador, 2 artilheiros e (no Brasil) 1 mecânico</li>
<li>Armamento: A-20K: 2 metralhadoras fixas Browning M2 de .50 pol nas laterais do nariz; 2 metralhadoras móveis Browning M2 de .50 pol na torreta dorsal Martin 250-CE-10; 1 metralhadora Browning M2 .50 pol na posição ventral; capacidade para levar até 1.179 kg de bombas; R-20: uma câmera vertical K-17B/C e uma câmera K-20.</li>
</ul>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<figure id="attachment_2531" aria-describedby="caption-attachment-2531" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2531" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_44-390-1024x394.png" alt="" width="920" height="354" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_44-390-1024x394.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_44-390-300x115.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_44-390-768x295.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_44-390-1536x591.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_44-390-2048x788.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2531" class="wp-caption-text">A-20K 44-390.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2524" aria-describedby="caption-attachment-2524" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2524" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6071-1024x394.png" alt="" width="920" height="354" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6071-1024x394.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6071-300x115.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6071-768x295.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6071-1536x591.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6071-2048x788.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2524" class="wp-caption-text">A-20K 6071.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2525" aria-describedby="caption-attachment-2525" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2525" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6080-1024x394.png" alt="" width="920" height="354" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6080-1024x394.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6080-300x115.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6080-768x295.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6080-1536x591.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6080-2048x788.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2525" class="wp-caption-text">A-20K 6080.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2526" aria-describedby="caption-attachment-2526" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2526" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6085-1024x394.png" alt="" width="920" height="354" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6085-1024x394.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6085-300x115.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6085-768x295.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6085-1536x591.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6085-2048x788.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2526" class="wp-caption-text">A-20K 6085.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2527" aria-describedby="caption-attachment-2527" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2527" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6086-1024x394.png" alt="" width="920" height="354" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6086-1024x394.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6086-300x115.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6086-768x295.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6086-1536x591.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/a-20k_6086-2048x788.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2527" class="wp-caption-text">A-20K 6086.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2528" aria-describedby="caption-attachment-2528" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2528 size-large" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6062-1024x394.png" alt="" width="920" height="354" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6062-1024x394.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6062-300x115.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6062-768x295.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6062-1536x591.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6062-2048x788.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2528" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> R-20 6062.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2529" aria-describedby="caption-attachment-2529" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2529" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6074-1024x394.png" alt="" width="920" height="354" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6074-1024x394.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6074-300x115.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6074-768x295.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6074-1536x591.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6074-2048x788.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2529" class="wp-caption-text">R-20 6074.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_2530" aria-describedby="caption-attachment-2530" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2530" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6080-1024x394.png" alt="" width="920" height="354" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6080-1024x394.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6080-300x115.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6080-768x295.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6080-1536x591.png 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/r-20_6080-2048x788.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-2530" class="wp-caption-text">R-20 6080.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>&#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 3, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
<li>N.F. Lavenère-Wanderley, &#8220;História da Força Aérea Brasileira&#8221;, 2ª Ed.</li>
<li>J. Mesko, &#8220;A-20 Havoc In Action&#8221;, Squadron/Signal Publications, No. 144, Carrolton, 1994.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
<li>G. Wetsch, &#8220;Os Bombardeiros A-20 no Brasil&#8221;, INCAER, Rio de Janeiro, 1996</li>
</ol>
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