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	<title>Aviação de Reconhecimento &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>Aviação de Reconhecimento &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<item>
		<title>1º/12º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Hórus&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 20:16:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/12º Grupo de Aviação foi criado em 29 de abril de 2011, na Base Aérea de Santa Maria. O Esquadrão &#8220;Hórus&#8221; é singular na Força Aérea Brasileira, por ser o único a operar Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARPs). Atualmente, o esquadrão opera as ARP de fabricação israelense Elbit RQ-900 Hermes, em missões do tipo IVR ... <a title="1º/12º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Hórus&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/1o-12o-grupo-de-aviacao-esquadrao-horus/" aria-label="Read more about 1º/12º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Hórus&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4656" aria-describedby="caption-attachment-4656" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-4656" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV12-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV12-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV12.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4656" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 12º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/12º Grupo de Aviação foi criado em 29 de abril de 2011, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-maria/">Base Aérea de Santa Maria</a>.</p>
<p>O Esquadrão &#8220;Hórus&#8221; é singular na Força Aérea Brasileira, por ser o único a operar Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARPs). Atualmente, o esquadrão opera as ARP de fabricação israelense Elbit RQ-900 Hermes, em missões do tipo IVR (Inteligência, Vigilância e Reconhecimento), utilizando seus sensores eletroópticos instalados a bordo, incluindo Controle Aéreo Avançado, Posto de Comunicações no Ar e Reconhecimento Aéreo.</p>
<p>Entre 2009 e 2022, o esquadrão utilizou quatro exemplares das ARP Elbit RQ-450 Hermes. Durante os Jogos Olímpicos de 2016, realizados no Rio de Janeiro, os RQ-450 do 1º/12º GAV realizaram a vigilância aérea dos eventos atléticos.</p>
<p>Em 2014, foi recebido o primeiro exemplar do modelo RQ-900, matriculado como FAB 7810. O RQ-900, dotado de uma antena para comunicação satelital no seu dorso, permite ser controlado pela sua tripulação desde uma posição fora da linha de visada da antena da estação de controle em terra. Esse importante recurso foi testado em 2018 pelo Esquadrão.</p>
<p>Em março de 2024, mais dois exemplares do RQ-900 (FAB 7811 e 7812) foram recebidos pelo esquadrão. O RQ-900 FAB 7810 foi perdido durante missão realizada na Operação Taquari II, durante as enchentes de maio de 2024 no estado do Rio Grande do Sul. Um novo exemplar foi adquirido em setembro de 2024 para repô-lo.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>Esquadrão de aeronaves não tripuladas completa 4 anos. <a href="https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22020/ANIVERS%C3%81RIO%20-%20Esquadr%C3%A3o%20de%20aeronaves%20n%C3%A3o%20tripuladas%20completa%204%20anos">https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/22020/ANIVERS%C3%81RIO%20-%20Esquadr%C3%A3o%20de%20aeronaves%20n%C3%A3o%20tripuladas%20completa%204%20anos</a>. Visitado em 06/01/2021.</li>
<li>Esquadrão Hórus participa da vigilância aérea nos Jogos Olímpicos. <a href="https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/26951/RIO%202016%20-%20Esquadr%C3%A3o%20H%C3%B3rus%20participa%20da%20vigil%C3%A2ncia%20a%C3%A9rea%20nos%20Jogos%20Ol%C3%ADmpicos">https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/26951/RIO%202016%20-%20Esquadr%C3%A3o%20H%C3%B3rus%20participa%20da%20vigil%C3%A2ncia%20a%C3%A9rea%20nos%20Jogos%20Ol%C3%ADmpicos</a>. Visitado em 06/01/2021.</li>
<li>Esquadrão Hórus realiza primeiro voo de ARP pilotado via satélite. <a href="https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/33285/RECONHECIMENTO%20-%20Esquadr%C3%A3o%20H%C3%B3rus%20realiza%20primeiro%20voo%20de%20ARP%20pilotado%20via%20sat%C3%A9lite">https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/33285/RECONHECIMENTO%20-%20Esquadr%C3%A3o%20H%C3%B3rus%20realiza%20primeiro%20voo%20de%20ARP%20pilotado%20via%20sat%C3%A9lite</a>. Visitado em 06/01/2021.</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>2º/6º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Guardião&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/2o-6o-grupo-de-aviacao-esquadrao-guardiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 18:21:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 16 de dezembro de 1947, através do Aviso nº R-39, foi criado o 2º/6º Grupo de Aviação &#8211; 2º/6º GAv, com sede na Base Aérea do Recife. O 2º/6º GAv foi ativado através da Portaria nº 51/GM2 de 20 de novembro de 1956, operando os bombardeiros Boeing RB-17G em missões de reconhecimento fotográfico. O ... <a title="2º/6º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Guardião&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/2o-6o-grupo-de-aviacao-esquadrao-guardiao/" aria-label="Read more about 2º/6º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Guardião&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4638" aria-describedby="caption-attachment-4638" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4638" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV6-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV6-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV6.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4638" class="wp-caption-text">2º Esquadrão do 6º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>Em 16 de dezembro de 1947, através do Aviso nº R-39, foi criado o 2º/6º Grupo de Aviação &#8211; 2º/6º GAv, com sede na Base Aérea do Recife. O 2º/6º GAv foi ativado através da Portaria nº 51/GM2 de 20 de novembro de 1956, operando os bombardeiros Boeing RB-17G em missões de reconhecimento fotográfico. O Esquadrão foi desativado pela Portaria nº R-012/GM3 de 12 de maio de 1969, seu pessoal passando a compor o 2º Esquadrão de Transporte Aéreo.</p>
<p>Três décadas depois, com o estabelecimento do Sistema de Proteção da Amazônia &#8211; SIPAM pelo Governo Brasileiro, e do Sistema de Vigilância da Amazônia &#8211; SIVAM (a parte operacional do SIPAM), surgiu a necessidade de se operar aeronaves de Vigilância Aérea &#8211; VA e de Sensoriamento Remoto &#8211; SR, componentes indispensáveis para se controlar e conhecer a Amazônia.</p>
<p>Assim sendo, em 18 de janeiro de 1999, através da Portaria nº 10/GM3, foi reativado o 2º/6º GAV, em Brasília, com o fim específico de operar aqueles tipos de aeronaves.</p>
<p>Aproveitando a disponibilidade das aeronaves da série 145, a EMBRAER ofereceu ao governo dois tipos de aeronaves, modificadas estruturalmente e contando com equipamentos eletrônicos modernos, a fim de desempenhar as missões requeridas no âmbito do SIVAM, o EMB.145 AEW&amp;C e o EMB.145 RS/AGS, designados como R-99A e R-99B na FAB. Em 2008, os R-99A foram redesignados como E-99 e os R-99B como R-99.</p>
<p>No dia 18 de janeiro de 2000, o 2º/6º GAV foi incorporado à <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/250/">Base Aérea de Anápolis</a>, a qual foi escolhida para sediar a unidade.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>J. Flores, Jr., &#8220;EMB145/135 &#8211; O Mestre de Muitas Missões&#8221;. In: Revista Força Aérea, Ano 4, Nº 15, pp.38-48. Julho de 1999.</li>
<li>E.B. Valente, &#8220;Anápolis Urgente &#8211; Tudo Pronto para a Entrada em Serviço dos R-99 da FAB&#8221;. In: Revista Força Aérea, Ano 6, Nº 22, pp.70-75. Março/Maio de 2001.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º/6º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Carcará&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/1o-6o-grupo-de-aviacao-esquadrao-carcara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 18:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/6º Grupo de Aviação foi ativado a 15 de outubro de 1953, na Base Aérea do Recife &#8211; BARF, operando aeronaves Boeing B-17G &#8220;Flying Fortress&#8221; em missões de busca e salvamento, reconhecimento aerofotográfico e transporte. O 1º/6º GAV é oriundo do Centro de Treinamento de Quadrimotores, o qual foi criado em 24 de janeiro ... <a title="1º/6º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Carcará&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/1o-6o-grupo-de-aviacao-esquadrao-carcara/" aria-label="Read more about 1º/6º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Carcará&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4664" aria-describedby="caption-attachment-4664" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4664" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV6-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV6-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV6.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4664" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 6º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/6º Grupo de Aviação foi ativado a 15 de outubro de 1953, na Base Aérea do Recife &#8211; BARF, operando aeronaves Boeing B-17G &#8220;Flying Fortress&#8221; em missões de busca e salvamento, reconhecimento aerofotográfico e transporte.</p>
<p>O 1º/6º GAV é oriundo do Centro de Treinamento de Quadrimotores, o qual foi criado em 24 de janeiro de 1951 na Base Aérea do Galeão, com a finalidade de adestrar as equipagens que operariam as sete B-17 adquiridas em 1950 pela FAB. Com a transferência do Centro em junho de 1951 para a BARF, os B-17 passaram a realizar missões de busca e salvamento e fotografia aérea.</p>
<p>Com a extinção do Centro em 1953, foi ativado o 1º/6º GAV; em 1954 foram recebidos mais sete B-17, elevando a doze o número de aeronaves daquele tipo em uso.</p>
<p>No dia 20 de novembro de 1957, foi ativado o 6º Grupo de Aviação, composto por dois esquadrões: o 1º responsável pelas missões de busca e salvamento e o 2º pelas de reconhecimento fotográfico e meteorológico. Além dessas missões, os B-17 foram empregados nas linhas do Correio Aéreo Nacional, até a chegada de aeronaves de transporte de longo raio de ação, mais adequadas àquelas missões.</p>
<p>Em 1968, quando da merecida desativação dos B-17, o 2º Esquadrão já havia sido incorporado ao 1º Esquadrão. Foram recebidas então três aeronaves SC-130 Hércules, as quais ostentavam faixas na cor laranja, indicativa de missões SAR, além de um logotipo estilizado na deriva, representando os algarismos &#8220;1&#8221; e &#8220;6&#8221;. Os SC-130 foram utilizados até 1987, quando foram substituídos por três aviões de reconhecimento R-35A Learjet, os quais encontram-se em uso até hoje, juntamente com os R-95 Bandeirante, seis dos quais foram recebidos em 1977.</p>
<p>Em 2010, três VU-35A, até então utilizados pelo <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/grupo-de-transporte-especial/">Grupo de Transporte Especial</a>, foram modificados para o padrão R-35A. No ano seguinte, essas três aeronaves foram modernizadas, recebendo a designação R-35AM.</p>
<p>Em 2016, o 1º/6º GAV foi transferido para a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/250/">Base Aérea de Anápolis</a>.</p>
<p>Em 2020, os três R-35A recebidos em 1987 foram desativados.</p>
<p>Devido ao alto custo para manter operacionais os R-35AM, por serem aeronaves com mais de 30 anos de uso, a FAB foi forçada a retira-las de serviço, em 20/12/2021 e, nessa mesma data, o Esquadrão &#8220;Carcará&#8221; foi desativado.</p>
<p>O 1º/6º GAV realizou missões sobre todo o território brasileiro; seus aviões, equipados com modernos equipamentos sensores visuais e eletrônicos, permitiram a obtenção de informações de forma rápida, em apoio às atividades da FAB e demais órgãos do governo.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>V. S. Andrade, &#8220;Esquadrão Carcará &#8211; O sigiloso grupo de reconhecimento da FAB&#8221;. In: Tecnologia e Defesa, Ano 13, Nº 70.</li>
<li>J. Baugher, Boeing B-17 Flying Fortress &#8211; Chapter 16: B-17. In: US Military Aircraft</li>
<li>J. Baugher, Boeing B-17 Flying Fortress &#8211; Chapter 28: Executive Transports, Water Bombers, Flying Museums. In: US Military Aircraft</li>
<li>N.F. Lavenère-Wanderley, &#8220;História da Força Aérea Brasileira&#8221;, 2ª Ed.</li>
<li>C. Lorch e J. Flores Jr., &#8220;Aviação Brasileira &#8211; sua história através da arte&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1994.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Aviação de Reconhecimento</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/04/a-aviacao-de-reconhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 21:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Aviações]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[No ano de 1950, entraram em serviço na FAB aviões quadrimotores do tipo Boeing B-17G Flying Fortress, os quais foram utilizados em missões de busca e salvamento &#8211; SAR e reconhecimento aerofotográfico. Os B-17 receberam os números de série 5405 a 5411. A versão de reconhecimento aerofotográfico era equipada com câmeras fotográficas verticais e oblíquas ... <a title="A Aviação de Reconhecimento" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/04/a-aviacao-de-reconhecimento/" aria-label="Read more about A Aviação de Reconhecimento">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No ano de 1950, entraram em serviço na FAB aviões quadrimotores do tipo Boeing B-17G Flying Fortress, os quais foram utilizados em missões de busca e salvamento &#8211; SAR e reconhecimento aerofotográfico. Os B-17 receberam os números de série 5405 a 5411. A versão de reconhecimento aerofotográfico era equipada com câmeras fotográficas verticais e oblíquas e tinha janelas adicionais de observação, no &#8220;queixo&#8221; da aeronave.</p>
<figure id="attachment_707" aria-describedby="caption-attachment-707" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-707" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-1o-6o-GAV-GL-1964-1024x647.jpg" alt="" width="920" height="581" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-1o-6o-GAV-GL-1964-1024x647.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-1o-6o-GAV-GL-1964-300x190.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-1o-6o-GAV-GL-1964-768x485.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-17-5411-1o-6o-GAV-GL-1964.jpg 1206w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-707" class="wp-caption-text">B-17 5411 (foto via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 24 de janeiro de 1951 foi criado o Centro de Treinamento de Quadrimotores, sediado na Base Aérea do Galeão, a fim de proceder-se ao adestramento das equipagens. Em junho do mesmo ano o Centro foi transferido para a Base Aérea de Recife, passando os B-17 a realizar missões de busca e salvamento e fotografia aérea.</p>
<p>Em 15 de outubro de 1953 o Centro foi extinto e ativado o 1º/6º Grupo de Aviação e em 1954, mais sete B-17 foram recebidos, elevando a doze o número de B-17 em uso. No dia 20 de novembro de 1957, o 6º Grupo de Aviação foi ativado, com dois esquadrões componentes, ficando o 1º/6º GAV responsável pelas missões de busca e salvamento e o 2º/6º GAV, pelas de reconhecimento fotográfico e meteorológico.</p>
<p>Em 1944, a FAB recebeu 30 aeronaves de ataque Douglas A-20K. Alguns deles foram modificados para serem usados como aeronaves de reconhecimento fotográfico e foram empregadas pelo 1º/10º Grupo de Aviação até 1955.</p>
<p>Em 1987, foram adquiridas pela FAB doze aeronaves Gates Learjet 35A, sendo seis delas configuradas para transporte VIP (designadas como VU-35A) e outras seis para reconhecimento fotográfico (designadas como R-35A), as quais foram destinadas ao 1º/6º GAV. A partir de 2006, três aeronaves VU-35A foram reconfiguradas como R-35A; posteriormente, essas três foram modernizadas e receberam a designação R-35AM. Os R-35A adquiridos em 1987 foram desativados em 2020.</p>
<p>Devido ao alto custo para manter operacionais os R-35AM, por serem aeronaves com mais de 30 anos de uso, a FAB foi forçada a retira-las de serviço, em 20/12/2021.</p>
<figure id="attachment_804" aria-describedby="caption-attachment-804" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-804" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35A-6000-1odo6o-GAV-NT-13dez11-foto-Camazano-1024x768.jpg" alt="" width="920" height="690" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35A-6000-1odo6o-GAV-NT-13dez11-foto-Camazano-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35A-6000-1odo6o-GAV-NT-13dez11-foto-Camazano-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35A-6000-1odo6o-GAV-NT-13dez11-foto-Camazano-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35A-6000-1odo6o-GAV-NT-13dez11-foto-Camazano-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35A-6000-1odo6o-GAV-NT-13dez11-foto-Camazano-2048x1536.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35A-6000-1odo6o-GAV-NT-13dez11-foto-Camazano-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-804" class="wp-caption-text">R-35A 6000, 1º/6º GAV (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_806" aria-describedby="caption-attachment-806" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-806" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35AM-2710-1odo6o-GAV-Foto-Arq.-Camazano-1-1024x768.jpg" alt="" width="920" height="690" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35AM-2710-1odo6o-GAV-Foto-Arq.-Camazano-1-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35AM-2710-1odo6o-GAV-Foto-Arq.-Camazano-1-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35AM-2710-1odo6o-GAV-Foto-Arq.-Camazano-1-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35AM-2710-1odo6o-GAV-Foto-Arq.-Camazano-1-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35AM-2710-1odo6o-GAV-Foto-Arq.-Camazano-1-2048x1536.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-35AM-2710-1odo6o-GAV-Foto-Arq.-Camazano-1-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-806" class="wp-caption-text">R-35AM 2710, 1º/6º GAV (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 1997, a Embraer firmou um contrato com a FAB para o desenvolvimento e produção de duas aeronaves baseadas no seu avião de transporte regional EMB.145.</p>
<p>O EMB.145 AEW&amp;C (&#8220;Airborne Early Warning &amp; Control&#8221;, Alarme Aéreo Antecipado e Controle),&nbsp; é dotado do radar aerotransportado Ericsson PS-890 Erieye, um radar Doppler de varredura ativa, instalado na parte dorsal da aeronave.&nbsp;Designado como <strong>R-99A</strong> na FAB, cinco exemplares foram adquiridos e entregues entre 2002 e 2003. Em 2008, os R-99A foram redesignados como <strong>E-99</strong>.</p>
<figure id="attachment_717" aria-describedby="caption-attachment-717" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-717" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99A-6700-RDC-1024x768.jpg" alt="" width="920" height="690" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99A-6700-RDC-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99A-6700-RDC-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99A-6700-RDC-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99A-6700-RDC-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99A-6700-RDC-2048x1536.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99A-6700-RDC-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-717" class="wp-caption-text">R-99A 6700 (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_807" aria-describedby="caption-attachment-807" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-807" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/E-99-6703-9dez08NT-Guardiao-Camazano-1024x749.jpg" alt="" width="920" height="673" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/E-99-6703-9dez08NT-Guardiao-Camazano-1024x749.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/E-99-6703-9dez08NT-Guardiao-Camazano-300x220.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/E-99-6703-9dez08NT-Guardiao-Camazano-768x562.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/E-99-6703-9dez08NT-Guardiao-Camazano-1536x1124.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/E-99-6703-9dez08NT-Guardiao-Camazano-2048x1499.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-807" class="wp-caption-text">E-99 6703 (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>O EMB.145 RS (&#8220;Remote Sensing&#8221;, sensoriamento remoto), transporta um radar de abertura sintética produzido pela McDonald-Dettwiller, capaz de imagear o solo com grande precisão, além de um digitalizador multiespectral e uma câmera infravermelha AN/AAQ-2 Star Sapphire, além de outros aviônicos específicos.&nbsp;Designado como <strong>R-99B</strong> na FAB, três exemplares foram adquiridos; em 2008, eles foram designados como <strong>R-99</strong>.</p>
<figure id="attachment_808" aria-describedby="caption-attachment-808" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-808" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99B-6750-NT-11jul08-Camazano-1024x705.jpg" alt="" width="920" height="633" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99B-6750-NT-11jul08-Camazano-1024x705.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99B-6750-NT-11jul08-Camazano-300x207.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99B-6750-NT-11jul08-Camazano-768x529.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99B-6750-NT-11jul08-Camazano-1536x1058.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99B-6750-NT-11jul08-Camazano.jpg 1949w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-808" class="wp-caption-text">R-99B 6750 (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_809" aria-describedby="caption-attachment-809" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-809" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99-6750-Op.-Tapio-CG-14mai19-Arq.-Camazano-1024x686.jpg" alt="" width="920" height="616" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99-6750-Op.-Tapio-CG-14mai19-Arq.-Camazano-1024x686.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99-6750-Op.-Tapio-CG-14mai19-Arq.-Camazano-300x201.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99-6750-Op.-Tapio-CG-14mai19-Arq.-Camazano-768x514.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99-6750-Op.-Tapio-CG-14mai19-Arq.-Camazano-1536x1028.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/R-99-6750-Op.-Tapio-CG-14mai19-Arq.-Camazano-2048x1371.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-809" class="wp-caption-text">R-99 6750 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>A partir de 2009, a FAB passou a operar Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARPs), em missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento. Os primeiros a serem recebidos foi o Elbit RQ-450 Hermes, quatro exemplares dos quais foram operados entre 2009 e 2022, pelo <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/1o-12o-grupo-de-aviacao-esquadrao-horus/">1º/12º GAV</a>. Em 2014, foi recebido um exemplar do RQ-900 Hermes pelo 1º/12º GAV; outros dois exemplares foram recebidos em março de 2024, mas um foi perdido durante missão na Operação Taquari II, durante as enchentes de maio daquele ano. Um novo exemplar foi adquirido em setembro de 2024 para repô-lo. Além desses, a FAB opera dois IAI RQ-1150 Heron I desde 2019, os quais haviam sido operados, inicialmente, pelo Departamento de Polícia Federal. Os Heron I foram distribuídos ao <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-orungan/">1º/7º GAV</a>.</p>
<figure id="attachment_1192" aria-describedby="caption-attachment-1192" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1192" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-450-1024x682.jpg" alt="" width="920" height="613" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-450-1024x682.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-450-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-450-768x511.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-450-1536x1022.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-450-2048x1363.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-1192" class="wp-caption-text">RQ-450 (foto Cb Silva Lopes / Força Aérea Brasileira).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1191" aria-describedby="caption-attachment-1191" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1191" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-900-1024x696.jpg" alt="" width="920" height="625" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-900-1024x696.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-900-300x204.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-900-768x522.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-900-1536x1044.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/RQ-900-2048x1393.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-1191" class="wp-caption-text">RQ-900 (foto Sgt Rezende / Força Aérea Brasileira).</figcaption></figure>
<p>A Aviação de Reconhecimento comemora suas atividades no dia 24 de junho.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Aeronaves Militares Brasileiras &#8211; 1916 &#8211; 2015&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
</ol>
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