<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Aviação de Patrulha (II Guerra Mundial) &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
	<atom:link href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/category/historia/aviacao-de-patrulha-ii-guerra-mundial/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br</link>
	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Nov 2025 00:46:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2026/01/cropped-historiadafab_redondo_512x512-32x32.png</url>
	<title>Aviação de Patrulha (II Guerra Mundial) &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
	<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Vultee A-31/A-35B Vengeance</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2025/06/08/vultee-a-31-a-35b-vengeance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2025 03:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação de Patrulha (II Guerra Mundial)]]></category>
		<category><![CDATA[de Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[A-31]]></category>
		<category><![CDATA[A-35B]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/?p=5288</guid>

					<description><![CDATA[O Vultee V-72 era um bombardeiro de voo picado, desenvolvido pela empresa norte-americana Vultee Aircraft Inc., em 1939, para atender a um pedido feito pelo Armée de l&#8217;Air (força aérea francesa). Tal pedido era motivado pelo sucesso obtido pela Luftwaffe com os seus bombardeiros Junkers Ju 87 &#8220;Stuka&#8221; durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) e ... <a title="Vultee A-31/A-35B Vengeance" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2025/06/08/vultee-a-31-a-35b-vengeance/" aria-label="Read more about Vultee A-31/A-35B Vengeance">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Vultee V-72 era um bombardeiro de voo picado, desenvolvido pela empresa norte-americana Vultee Aircraft Inc., em 1939, para atender a um pedido feito pelo Armée de l&#8217;Air (força aérea francesa). Tal pedido era motivado pelo sucesso obtido pela Luftwaffe com os seus bombardeiros Junkers Ju 87 &#8220;Stuka&#8221; durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) e na invasão da Polônia, em setembro de 1939.</p>
<p>Dotado de asa baixa e equipado com um motor Wright Twin Cyclone, de 1.600 HP, o V-72 podia transportar até 1.500 lb de bombas, sendo 1.000 lb numa baia de bombas interna, no ventre da aeronave, abaixo das asas; duas bombas de até 250 lb cada podiam ser transportadas em dois cabides subalares. Sua tripulação consistia de um piloto e um rádio-telegrafista-metralhador, sentados em tandem. Quatro metralhadoras de 7,7 mm eram instaladas nas asas, e uma de 7,7 mm, em reparo móvel, na nacele traseira.</p>
<figure id="attachment_5308" aria-describedby="caption-attachment-5308" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-5308" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/img_99_1.png" alt="" width="700" height="376" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/img_99_1.png 700w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/img_99_1-300x161.png 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-5308" class="wp-caption-text">Os freios aerodinâmicos para voo picado de um A-31, na sua posição estendida.</figcaption></figure>
<p>Uma característica peculiar do V-72 era que ele podia mergulhar verticalmente, sem sustentação das asas, para lançar suas bombas sobre o alvo. Isso era possível, pois as asas tinham ângulo de incidência nulo. Dois freios aerodinâmicos do tipo &#8220;grelha&#8221; eram instalados em cada asa, no seu extradorso e intradorso. O formato peculiar das asas, com a metade interior com bordo de ataque enflechado, e a metade exterior com enflechamento no bordo de fuga, era resultado de um erro no projeto, ao se calcular o centro de gravidade da aeronave.</p>
<figure id="attachment_5301" aria-describedby="caption-attachment-5301" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-5301" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/vultee_vengeance_3v-1024x969.jpg" alt="" width="1024" height="969" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/vultee_vengeance_3v-1024x969.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/vultee_vengeance_3v-300x284.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/vultee_vengeance_3v-768x727.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/vultee_vengeance_3v.jpg 1082w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-5301" class="wp-caption-text">Diagrama de quatro vistas do Vultee A-31 Vengeance.</figcaption></figure>
<p>A França encomendou 300 exemplares no início de 1940, cujas entregas deveriam iniciar a partir de outubro do mesmo ano. Porém, a rendição da França em junho de 1940 acabou por impedir que isso acontecesse. Ao mesmo tempo, no entanto, a Comissão Britânica de Compras, atuando nos EUA, buscava adquirir um bombardeiro de voo picado e acabou por fazer uma encomenda de 200 exemplares, em julho de 1940, seguida de outra, de mais uma centena, em dezembro.</p>
<p>Denominado de Vengeance (Vingança), pela Vultee, o protótipo do V-72 realizou seu primeiro voo em 30 de março de 1941. As aeronaves adquiridas nessas duas encomendas foram designadas pela Royal Air Force (RAF) britânica como Vengeance Mk. I e Vengeance Mk. II, com pequenas diferenças entre as duas versões. A versão Mk. II foi a produzida em maior quantidade, com encomendas posteriores, totalizando 501 exemplares.</p>
<p>Essas duas versões eram equipadas com o motor Wright GR-2600-A5B Cyclone 14, de 1.600 HP. O armamento de cano também foi adaptado para atender ao especificado pela RAF, consistindo em quatro metralhadoras de calibre .303 pol nas asas, e duas metralhadoras de mesmo calibre, na nacele traseira.</p>
<figure id="attachment_5307" aria-describedby="caption-attachment-5307" style="width: 725px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-5307" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/74e48d40bc17e2be9df19e00313f327a.jpg" alt="" width="735" height="490" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/74e48d40bc17e2be9df19e00313f327a.jpg 735w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/74e48d40bc17e2be9df19e00313f327a-272x182.jpg 272w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/74e48d40bc17e2be9df19e00313f327a-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /><figcaption id="caption-attachment-5307" class="wp-caption-text">O metralhador ocupando a sua posição na nacele traseira de um A-31, com duas metralhadoras Browning M2 de .30 pol.</figcaption></figure>
<p>Em junho de 1941, o Reino Unido adquiriu um terceiro lote de aeronaves, valendo-se da Lei de Empréstimo e Arrendamento (&#8220;Lend-Lease&#8221;) dos EUA. Designadas a partir de então pelas US Army Air Forces (USAAF) como A-31, essas aeronaves foram fabricadas pela Vultee (A-31-VN) e, sob licença, pela Northrop (A-31-NO), pois a Vultee não tinha capacidade de produção (já que fabricava também os treinadores BT-15 Valiant, de fundamental importância para o treinamento de pilotos militares).</p>
<p>Esse terceiro lote consistia em 400 exemplares, cuja produção foi repartida ao meio entre as duas empresas. Os A-31-NO foram designados pela RAF como Vengeance Mk. IA e diferiam dos Mk. I e Mk. II por serem equipados com o motor Wright R-2600-19, de 1.600 HP. Já os A-31-VN receberam a designação Vengeance Mk. III.</p>
<p>Com a entrada dos EUA no conflito, em dezembro de 1941, alguns dos Vengeance Mk. I e Mk. II foram requisitados pelas USAAF. Além desses, os norte-americanos utilizaram outra versão, denominada de A-35 (com as variantes A-35A e A-35B). Ela apresentava duas importantes modificações em relação ao A-31: a primeira foi a adoção do motor Wright R-2600-13 ou R-2600-8, que oferecia 100 HP a mais de potência; a segunda foi a alteração do ângulo de incidência das asas, para 4°, melhorando assim a visibilidade para o pouso. Além dessas duas, o armamento de cano passou a consistir em quatro metralhadoras Browning M2 de .50 pol nas asas e uma de mesmo calibre, na nacele traseira.</p>
<p>Na variante A-35B, eram usadas seis metralhadoras nas asas, além de dois cabides subalares adicionais. Essa variante foi adotada pela RAF e pela Royal Australian Air Force (RAAF), sendo designada como Vengeance Mk. IV.</p>
<p>Os Vengeance foram usados em combate somente no teatro de operações da China-Birmânia-Índia (CBI), por esquadrões da USAAF, RAF e Royal Indian Air Force; e no teatro de operações do Sudoeste do Pacífico, pela RAAF. Eles eram considerados boas plataformas de emprego para voo picado, estáveis e manobráveis, e indicados para atacar com precisão as posições japonesas entrincheiradas na selva.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p>Em 1942, antes mesmo do Brasil entrar em guerra, o governo brasileiro fazia repetidas solicitações ao governo norte-americano para que fossem enviadas aeronaves de combate modernas, para reequipar a recém-criada Força Aérea Brasileira.</p>
<p>Além das aeronaves <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/28/curtiss-p-36a/">Curtiss P-36</a>, <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/07/curtiss-p-40/">Curtiss P-40E</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/19/north-american-b-25-mitchell/">North-American B-25B</a> enviadas no início daquele ano, as autoridades norte-americanas decidiram, em julho, enviarem 28 Vengeance, os quais serem trasladados em voo para o Brasil entre agosto e dezembro de 1942. Outros 50 A-35B deveriam ser entregues em 1943.</p>
<p>Assim, a USAAF, em acordo com as autoridades britânicas, destinou à FAB 28 Vengeance Mk. II destinados à RAF, com números de série da RAF AN581 a AN608. Apesar de não serem, tecnicamente, A-31, essa designação foi adotada pela USAAF para fins de transferência dessas aeronaves à FAB, a qual acabou por adotá-la. Uma das modificações feitas nas aeronaves foi a troca do armamento de cano, empregando as metralhadoras Browning M2 de .30 pol, de padrão norte-americano.</p>
<p>Em novembro de 1942, com o Brasil já em guerra, o 4th Ferry Group da USAAF fez o traslado em voo das aeronaves, não sem percalços: cinco delas sofreram acidentes no percurso, sendo uma delas com perda total, após pousar sem trem de pouso em San José, Guatemala.</p>
<figure id="attachment_5304" aria-describedby="caption-attachment-5304" style="width: 1013px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5304 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vengeance3.jpg" alt="" width="1023" height="672" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vengeance3.jpg 1023w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vengeance3-300x197.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vengeance3-768x504.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><figcaption id="caption-attachment-5304" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> A-31 fotografados ao lado do hangar do Zeppelin, na Base Aérea de Santa Cruz, logo após a sua chegada, em 1942, ainda ostentando as insígnias nacionais norte-americanas.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>As 27 aeronaves recebidas foram prontamente alocadas ao II Grupo do 1º Regimento de Aviação (II/1º R Av), sediado na Base Aérea de Santa Cruz. Após a conversão das tripulações para operarem os A-31, eles foram empregados em missões de proteção a comboios marítimos e de patrulha antissubmarino. O armamento típico nessas missões era o de uma carga de profundidade Mk 17 Mod 1 de 325 lb, transportada na baia de bombas, e duas bombas de 500 lb ou de 100 lb nos cabides subalares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_5305" aria-describedby="caption-attachment-5305" style="width: 675px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5305 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/vengeance_and_blimp_6392_2.jpg" alt="" width="685" height="401" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/vengeance_and_blimp_6392_2.jpg 685w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/vengeance_and_blimp_6392_2-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 685px) 100vw, 685px" /><figcaption id="caption-attachment-5305" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Dois A-31 da FAB e um dirigível de patrulha antissubmarino (&#8220;blimp&#8221;) da Marinha do EUA, fotografados na Base Aérea de Santa Cruz, em 1944.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além dos pilotos da FAB, os A-31 também foram tripulados por seis pilotos da Força Aérea Paraguaia, os quais, egressos da Turma de 1943 Escola de Aeronáutica, cumpriram missões de patrulha entre janeiro de 1944 até fins daquele ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_5303" aria-describedby="caption-attachment-5303" style="width: 516px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5303 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vultee-Vengeance-FAB.jpg" alt="" width="526" height="327" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vultee-Vengeance-FAB.jpg 526w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vultee-Vengeance-FAB-300x187.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px" /><figcaption id="caption-attachment-5303" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Na II Guerra Mundial, era comum angariar recursos por doações da população civil para subvencionar a compra de aeronaves militares, para engajar a sociedade na luta contra o inimigo. O A-31 AN590 foi batizado de &#8220;São Paulo&#8221; e doado à FAB pela população paulista.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar das boas características de voo exibidas pelo Vengeance, o motor&nbsp; GR-2600-A5B5 consumia muito óleo, comprometendo seu uso nas missões de longa duração nas quais era empregado pela FAB. Como resultado, a disponibilidade das aeronaves era reduzida, comprometendo seu uso.</p>
<p>Em 17 de agosto de 1944, através do Decreto-lei N.º 6.796, foram criados, dentre outras unidades aéreas, o 1º Grupo de Bombardeio Picado (1º Gp BP), subordinado ao 1º Regimento de Aviação, e o 2º Gp BP, subordinado ao 5º Regimento de Aviação (sediado em Curitiba-PR). Os A-31 do II/1º R Av foram transferidos ao 1º Gp BP e continuaram em uso, apesar das dificuldades operacionais.</p>
<p>Para equipar o 2º Gp BP, a FAB planejava receber os A-35B. A USAAF revisou o plano inicial de enviar 50 dessas aeronaves (do Bloco 15, fabricados pela Vultee e designados como A-35B-15-VN), reduzindo seu número para 41, a serem entregues a partir de meados de 1944. No entanto, houve uma série de acidentes durante o traslado e, pior ainda, as aeronaves sofriam de problemas de corrosão, o que fez com que a USAAF determinasse que as mesmas fossem abandonadas onde se encontrassem.</p>
<p>O resultado disso é que somente cinco exemplares do A-35B acabaram por ser incorporados à FAB. Com a falta de aeronaves para equipar o 2º Gp BP, ele acabou por ser extinto em dezembro de 1945; os A-35B foram incorporados ao 1º Gp BP.</p>
<figure id="attachment_5302" aria-describedby="caption-attachment-5302" style="width: 1013px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5302 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vengeance9.jpg" alt="" width="1023" height="708" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vengeance9.jpg 1023w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vengeance9-300x208.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/Vengeance9-768x532.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><figcaption id="caption-attachment-5302" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> O A-31 AN585 na Base Aérea de Santa Cruz, sem parte do leme, possivelmente após a guerra.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A carreira operacional do Vengeance na FAB terminou com o fim da guerra. Em 1947, os 19 A-31 foram recolhidos ao Parque de Aeronáutica de São Paulo, onde foram desmontados para aproveitamento de peças. Os A-35B foram transferidos para a Escola Técnica de Aviação e usados para instrução no solo de mecânicos; eles se juntaram a um exemplar de uso restrito, RA-35B-VN, o qual havia sido entregue em 1944 para a mesma finalidade.</p>

<table id="tablepress-32" class="tablepress tablepress-id-32">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Designação</th><th class="column-2">Modelo</th><th class="column-3">Observações</th><td class="column-4"></td>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">A-31</td><td class="column-2">Vultee Vengeance Mk. II</td><td class="column-3">Numerados inicialmente como FAB 01 a FAB 28 (mantendo os números de série da RAF pintados na fuselagem). Rematriculados em 1945 como FAB 6000 a FAB 6027.</td><td class="column-4"></td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">A-35B</td><td class="column-2">Vultee A-35B-15-VN Vengeance</td><td class="column-3">Numerados inicialmente como FAB 01 a FAB 05. Rematriculados como FAB 6056 a FAB 6060. Redesignados como IS-A-35 em 1947.</td><td class="column-4"></td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1"></td><td class="column-2"></td><td class="column-3"></td><td class="column-4"></td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1"></td><td class="column-2"></td><td class="column-3"></td><td class="column-4"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-32 from cache -->
<p><strong>CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (Vultee Vengeance Mk. II)</strong></p>
<ul>
<li>Motor: 1 Wright GR-2600-A5B5 de 1.600 HP.</li>
<li>Envergadura: 14,63 m</li>
<li>Comprimento: 12,11 m</li>
<li>Altura: 4,67 m</li>
<li>Superfície alar: 30,84 m2</li>
<li>Peso: 4.672 kg (vazio); 7.439 kg (máximo)</li>
<li>Velocidade: 449 km/h (máxima)</li>
<li>Razão de ascensão: 413,00 m/min</li>
<li>Teto de serviço: 6.797 m</li>
<li>Alcance: 3.698 km</li>
<li>Armamento: 4 metralhadoras .30 pol nas asas; 2 metralhadoras .30 pol em reparo móvel na nacele traseira; até 1.000 lb de bombas e/ou cargas de profundidade na baia interna de bombas; até 500 lb de bombas e/ou cargas de profundidade em cabides subalares.</li>
</ul>
<p><strong>Perfis:</strong></p>
<figure id="attachment_5306" aria-describedby="caption-attachment-5306" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-5306" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-31_an590-1024x375.png" alt="" width="1024" height="375" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-31_an590-1024x375.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-31_an590-300x110.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-31_an590-768x282.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-31_an590.png 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-5306" class="wp-caption-text">A-31 AN590 do II Grupo do 1º Regimento de Aviação, Base Aérea de Santa Cruz, 1944. Pintado nas cores britânicas Dark Green e Dark Earth nas partes superiores, e Sky nas inferiores.</figcaption></figure>
<figure id="attachment_5286" aria-describedby="caption-attachment-5286" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5286 size-large" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-35b-1024x375.png" alt="" width="1024" height="375" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-35b-1024x375.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-35b-300x110.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-35b-768x282.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/06/a-35b.png 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-5286" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Vultee A-35B-15-VN Vengeance, 1º Grupo de Bombardeio Picado, 1º Regimento de Aviação, Base Aérea de Santa Cruz, 1945. Pintado na camuflagem padrão das US Army Air Forces: ANA 613 Olive Drab nas superfícies superiores, ANA 603 Sea Gray nas inferiores, com manchas em ANA 612 Medium Green nas bordas da deriva, leme, asas e estabilizadores horizontais.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ul>
<li>J. M. Andrade, &#8220;U.S. Military Aircraft Designations and Serials since 1909&#8221;, Midland Counties Publications, Leicester, 1979.</li>
<li>J. Flores Jr., “Aeronaves Militares Brasileiras – 1916 – 2015”, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
<li>D. Mondey, &#8220;The Concise Guide to American Aircraft of World War II&#8221;, Chancellor Press, Londres, 1996.</li>
<li>RAF Aircraft Serials Numbers. Disponível em: <a href="https://www.rafcommands.com/database/serials/">https://www.rafcommands.com/database/serials/</a>. Visitado em 07 jun. 2025.</li>
<li>Vultee A-31 Vengeance. Disponível em: <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Vultee_A-31_Vengeance">https://en.wikipedia.org/wiki/Vultee_A-31_Vengeance</a>. Visitado em 07 jun. 2025.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Submarinos alemães e italianos afundados no Atlântico Sul, no entorno da costa brasileira</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2024/12/19/submarinos-alemaes-afundados-no-atlantico-sul-no-entorno-da-costa-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 19:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha (II Guerra Mundial)]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/?p=5216</guid>

					<description><![CDATA[Notas: Denominações de esquadrões da US Navy: VP (Esquadrão de Patrulha); VB (Esquadrão de Bombardeio); VC (Esquadrão Misto). Bibliografia: The U-boat Wars 1939-1945 (Kriegsmarine) and 1914-1918 (Kaiserliche Marine) and Allied Warships of WWII &#8211; uboat.net. Disponível em: &#60;https://www.uboat.net/&#62;. Acesso em: 19 dez. 2024. ROBERTS, M. D. Dictionary of American Naval Aviation Squadrons. Washington D.C.: Naval Historical ... <a title="Submarinos alemães e italianos afundados no Atlântico Sul, no entorno da costa brasileira" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2024/12/19/submarinos-alemaes-afundados-no-atlantico-sul-no-entorno-da-costa-brasileira/" aria-label="Read more about Submarinos alemães e italianos afundados no Atlântico Sul, no entorno da costa brasileira">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<table id="tablepress-31" class="tablepress tablepress-id-31">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Submarino</th><th class="column-2">Classe</th><th class="column-3">Nacionalidade</th><th class="column-4">Data de afundamento</th><th class="column-5">Local</th><th class="column-6">Posição</th><th class="column-7">Afundado por</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">U-164</td><td class="column-2">Tipo IXC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">06/01/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a noroeste de Fortaleza, Brasil</td><td class="column-6">01.58S, 39.22W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade da aeronave PBY-5A Catalina "P-2" (VP-83 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">U-507</td><td class="column-2">Tipo IXC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">13/01/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a noroeste de Fortaleza, Brasil</td><td class="column-6">01.38S, 39.52W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade da aeronave PBY-5A Catalina "P-10" (VP-83 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">U-161</td><td class="column-2">Tipo IXC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">27/03/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a leste de Salvador da Bahia, Brasil</td><td class="column-6">12.30S, 35.35W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade da aeronave PBM-3S Mariner "P-2" (VP-74 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Archimede</td><td class="column-2">Brin</td><td class="column-3">Itália</td><td class="column-4">15/04/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a nordeste de Natal, Brasil</td><td class="column-6">03.23S, 30.28W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade de duas aeronaves PBY-5A Catalina (VP-83 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">U-128</td><td class="column-2">Tipo IXC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">17/05/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a leste de Salvador da Bahia, Brasil</td><td class="column-6">10.00S, 35.35W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade de duas aeronaves PBM-3C Mariner, "P-5" e "P-6" (VP-74 USN) e tiros dos contratorpedeiros USS Moffett (DD-362) e USS Jouett (DD-396).</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">U-590</td><td class="column-2">Tipo VIIC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">09/07/1943</td><td class="column-5">Oceano Atlântico ao norte de Belém, Brasil</td><td class="column-6">03.22N, 48.38W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade da aeronave PBY-5A Catalina "P-1" (VP-94 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">U-513</td><td class="column-2">Tipo IXC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">19/07/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a sudeste de São Francisco do Sul, Brasil</td><td class="column-6">27.17S, 47.32W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade da aeronave PBM-3S Mariner "P-3" (VP-74 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">U-662</td><td class="column-2">Tipo VIIC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">21/07/1943</td><td class="column-5">Oceano Atlântico ao norte do estuário do Amazonas</td><td class="column-6">03.56N, 48.46W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade da aeronave PBY-5A Catalina "P-4" (VP-94 USN)</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1">U-598</td><td class="column-2">Tipo VIIC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">23/07/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a nordeste de Natal, Brasil</td><td class="column-6">04.05S, 33.23W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade de três aeronaves PB4Y-1 Liberator, "B-6", "B-8" e "B-12"  (VB-107 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-11">
	<td class="column-1">U-591</td><td class="column-2">Tipo VIIC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">30/07/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a sudeste de Recife, Brasil</td><td class="column-6">08.36S, 34.34W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade da aeronave PV-1 Ventura "B-10" (VB-127 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-12">
	<td class="column-1">U-199</td><td class="column-2">Tipo IXD2</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">31/07/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a leste do Rio de Janeiro, Brasil</td><td class="column-6">23.54S, 42.54W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade de aeronaves PBM-3C Mariner (VP-74 USN), PBY-5 Catalina (FAB) e A-28 Hudson (FAB).</td>
</tr>
<tr class="row-13">
	<td class="column-1">U-604</td><td class="column-2">Tipo VIIC</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">11/08/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a noroeste da Ilha de Ascensão</td><td class="column-6">04.15S, 21.20W</td><td class="column-7">Após ser seriamente danificado por cargas de profundidade da aeronave PV-1 Ventura "B-9" (VB-129 USN) em 30/07/1943.</td>
</tr>
<tr class="row-14">
	<td class="column-1">U-848</td><td class="column-2">Tipo IXD2</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">05/11/1943</td><td class="column-5">Atlântico Sul a sudoeste da Ilha de Ascensão</td><td class="column-6">10.09S, 18.00W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade de três aeronaves PB4Y-1 Liberator (VB-107 USN) e dois B-25D Mitchell (1st Composite Squadron USAAF)</td>
</tr>
<tr class="row-15">
	<td class="column-1">U-177</td><td class="column-2">Tipo IXD2</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">06/02/1944</td><td class="column-5">Atlântico Sul a oeste da Ilha de Ascensão</td><td class="column-6">10.35S, 23.15W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade da aeronave PB4Y-1 Liberator "B-3" (VB-107 USN).</td>
</tr>
<tr class="row-16">
	<td class="column-1">U-860</td><td class="column-2">Tipo IXD2</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">15/06/1944</td><td class="column-5">Atlântico Sul ao sul de Sta. Helena</td><td class="column-6">25.27S, 05.30W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade e foguetes de sete aeronaves TBF/TBM Avenger e F4F-4/FM-2 Wildcat (VC-9 USN) do porta-aviões de escolta USS Solomons (CVE-67).</td>
</tr>
<tr class="row-17">
	<td class="column-1">U-863</td><td class="column-2">Tipo IXD2</td><td class="column-3">Alemanha</td><td class="column-4">29/09/1944</td><td class="column-5">Atlântico Sul a leste-sudeste de Recife</td><td class="column-6">10.45S, 25.30W</td><td class="column-7">Cargas de profundidade de duas aeronaves PB4Y-1 Liberator (VB-107 USN).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-31 from cache -->
<p><strong>Notas:</strong></p>
<ol>
<li>Denominações de esquadrões da US Navy: VP (Esquadrão de Patrulha); VB (Esquadrão de Bombardeio); VC (Esquadrão Misto).</li>
</ol>
<figure id="attachment_5225" aria-describedby="caption-attachment-5225" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-5225" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/Submarinos-alemaes-e-italianos-afundados-no-Atlantico-Sul-no-entorno-da-costa-brasileira-1024x639.jpg" alt="" width="1024" height="639" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/Submarinos-alemaes-e-italianos-afundados-no-Atlantico-Sul-no-entorno-da-costa-brasileira-1024x639.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/Submarinos-alemaes-e-italianos-afundados-no-Atlantico-Sul-no-entorno-da-costa-brasileira-300x187.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/Submarinos-alemaes-e-italianos-afundados-no-Atlantico-Sul-no-entorno-da-costa-brasileira-768x479.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2024/12/Submarinos-alemaes-e-italianos-afundados-no-Atlantico-Sul-no-entorno-da-costa-brasileira.jpg 1501w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-5225" class="wp-caption-text">Mapa mostrando as posições dos submarinos alemães e italianos afundados durante a II Guerra Mundial no entorno da costa brasileira.</figcaption></figure>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>The U-boat Wars 1939-1945 (Kriegsmarine) and 1914-1918 (Kaiserliche Marine) and Allied Warships of WWII &#8211; uboat.net. Disponível em: &lt;https://www.uboat.net/&gt;. Acesso em: 19 dez. 2024.</li>
<li>ROBERTS, M. D. Dictionary of American Naval Aviation Squadrons. Washington D.C.: Naval Historical Center, Department of the Navy, 2000. v. 2 (The History of VP, VPB, VP(HL) and VP(AM) Squadrons). 821 p.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Aviação de Patrulha da FAB na II Guerra Mundial</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/03/28/a-aviacao-de-patrulha-da-fab-na-ii-guerra-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 02:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha (II Guerra Mundial)]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/?p=3522</guid>

					<description><![CDATA[A história da Aviação de Patrulha da FAB remonta aos dias sombrios de 1942. O Brasil era então um país neutro, cuja colaboração os países aliados cobiçavam, para poderem controlar o tráfego marítimo no Atlântico Sul, incluindo a tão importante passagem entre Natal e Dakar (noroeste da África). Além disso, temia-se que forças do Eixo ... <a title="A Aviação de Patrulha da FAB na II Guerra Mundial" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/03/28/a-aviacao-de-patrulha-da-fab-na-ii-guerra-mundial/" aria-label="Read more about A Aviação de Patrulha da FAB na II Guerra Mundial">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história da Aviação de Patrulha da FAB remonta aos dias sombrios de 1942. O Brasil era então um país neutro, cuja colaboração os países aliados cobiçavam, para poderem controlar o tráfego marítimo no Atlântico Sul, incluindo a tão importante passagem entre Natal e Dakar (noroeste da África). Além disso, temia-se que forças do Eixo ocupassem Dakar (cidade controlada pelo governo colaboracionista francês de Vichy), de onde poderiam bloquear a passagem de navios aliados e atacar o território brasileiro.</p>
<p>Após o início da guerra, os países americanos decidiram criar uma zona de neutralidade ao longo de suas costas, para proteger a sua navegação. De pronto a FAB iniciou patrulhas marítimas, porém a falta de material adequado obrigou-a a utilizar aviões NA T-6 e Vought V-65B Corsair; o primeiro, avião de treinamento (armado com metralhadoras e bombas de contato) e, o segundo, um biplano da década de 30. Ambos eram monomotores, o que tornava as missões sobre o mar ainda mais perigosas; é hoje sabido, no entanto, que a simples presença física desses aviões impediu muitos ataques de submarinos, conforme informações obtidas dos comandantes de submarinos inimigos e documentos oficiais.</p>
<p>Para reequipar a sua recém-nascida Força Aérea, a qual não possuía aviões modernos, o Brasil procedeu à compra de aviões norte-americanos, os quais começaram a chegar ao Brasil em 1942. No primeiro lote, doze caças Curtiss P-36, dois Douglas B-18 e seis NA B-25 Mitchell foram recebidos e baseados em Fortaleza, onde uma unidade de treinamento da FAB havia sido formada &#8211; o Agrupamento de Aviões de Adaptação &#8211; com auxílio de pessoal das Forças Aéreas do Exército dos EUA (USAAF).</p>
<p>Deve-se relembrar a figura do <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/02/23/eduardo-gomes/">Brig. Eduardo Gomes</a>, então comandante das 1ª e 2ª Zonas Aéreas (cobrindo as regiões norte e nordeste do país), pois seu empenho em obter modernos aviões para a FAB foi decisivo para o reequipamento da mesma. Em dezembro daquele ano, os primeiros dez A-28A Hudson chegaram, com outros 16 sendo recebidos no mês seguinte; em março de 1943 chegou o último Hudson a ser recebido pela FAB. Estes aviões foram baseados em Natal, Recife e Salvador.</p>
<p>No início de 1942 o Brasil cortou relações diplomáticas com os países do Eixo e imediatamente após cinco navios brasileiros foram torpedeados e afundados. Os primeiros submarinos a realizarem ataques na costa brasileira foram os italianos &#8220;Calvi&#8221;, &#8220;Barbarigo&#8221;, &#8220;Capellini&#8221; e &#8220;Archimede&#8221;, baseados em Bordeaux, França. Durante os meses de maio, junho e julho, oito outros navios foram afundados por submarinos alemães, para interromper o fornecimento aos EUA de materiais estratégicos produzidos no Brasil. As tabelas disponíveis a seguir apresentam dados relativos a:</p>
<ul>
<li><a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/03/28/navios-brasileiros-atacados-por-forcas-da-alemanha-e-italia-1941-1945-2/">Navios brasileiros atacados por forças da Alemanha e Itália, 1941-1945</a></li>
<li><a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/03/28/destino-dos-submarinos-alemaes-que-afundaram-navios-brasileiros-ou-foram-atacados-pela-fab-1942-1945-2/">Destino dos submarinos alemães que afundaram navios brasileiros ou foram atacados pela FAB, 1942-1945</a></li>
<li><a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2024/12/19/submarinos-alemaes-afundados-no-atlantico-sul-no-entorno-da-costa-brasileira/">Submarinos alemães afundados no Atlântico Sul, no entorno da costa brasileira</a></li>
</ul>
<figure id="attachment_884" aria-describedby="caption-attachment-884" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-884" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-1024x436.jpg" alt="" width="920" height="392" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-1024x436.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-300x128.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-768x327.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-1536x654.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942.jpg 1746w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-884" class="wp-caption-text">B-25B FAB &#8220;10&#8221;, Agrupamento de Aviões de Adaptação, Base Aérea de Fortaleza, 1942.</figcaption></figure>
<p>O primeiro ataque efetuado por uma tripulação brasileira a um submarino alemão foi no dia 22 de maio de 1942. Um B-25 Mitchell, do Agrupamento de Aviões de Adaptação, sediado em Fortaleza, encontrava-se em patrulha nas imediações do arquipélago de Fernando de Noronha e do Atol das Rocas, onde quatro dias antes havia sido afundado o navio mercante brasileiro &#8220;Comandante Lyra&#8221;, pelo submarino italiano &#8220;Barbarigo&#8221;.</p>
<p>Às 14 horas, a tripulação do B-25 &#8211; sob o comando do Cap.-Av. Parreiras Horta (FAB) e composta pelos Cap.-Av. Pamplona (FAB), 1st Lt. Schwane (USAAF), Sgt. Yates (USAAF), S/Sgt. Tyler (USAAF) e S/Sgt. Robinson (USAAF) &#8211; surpreendeu um submarino alemão navegando na superfície, o qual reagiu imediatamente com forte tiro de artilharia antiaérea à presença do B-25.</p>
<p>Conforme as ordens então em vigência, uma vez que o Brasil se encontrava em estado de neutralidade, as tripulações só poderiam engajar unidades inimigas caso fossem atacadas inicialmente. Assim sendo, a tripulação do Mitchell lançou suas cargas de profundidade, as quais caíram próximas ao submarino &#8211; a foto à direita mostra a tripulação do B-25 após o ataque. Cinco dias após, outros dois B-25 da mesma unidade da FAB efetuaram ataques a submarinos.</p>
<p>Em agosto de 1942, o submarino alemão U-507 afundou seis outros navios, com a perda de 877 pessoas. Em consequência, o governo brasileiro declarou guerra à Alemanha Nazista e à Itália em 22 de agosto de 1942.</p>
<p>No dia 26 de agosto, o Vultee V-11GB2 &#8216;122&#8217;, tripulado pelos Ten.-Av. Alfredo Gonçalves Corrêa (piloto), Asp. Manoel Poerner Mazeron (bombardeador) e Sgt. Carlos Zell (operador de rádio e metralhador) decolou da Base Aérea de Porto Alegre (hoje Base Aérea de Canoas). Estando armado com três bombas de demolição de 150 kg, três metralhadoras .30 e duas .50, atacou um submarino na altura de Araranguá (SC). Com as avarias sofridas, o submarino adernou; o avião foi forçado a descer em Osório (RS), após ser atingido por estilhaços das bombas. A 28 do mesmo mês, o Vultee V-11GB2 &#8216;7&#8217;, pilotado pelo Cap. Manuel Rogério de Souza Coelho, atacou um submarino na altura de Iguape (SP), sem alcançar danos visíveis.</p>
<p>Para destruir a ofensiva submarina do Eixo no Atlântico Sul, os EUA destacaram aeronaves de combate para as bases no nordeste do Brasil. Em janeiro de 1943, os esquadrões VP-74, VP-83 and VP-94 da US Navy (USN) encontravam-se baseados em Natal &#8212; pela metade de 1943, já haviam cinco grupos da USN e pelo fim do ano estes já contavam uma dezena. Assim que unidades da FAB completavam seu treinamento e recebiam seu equipamento, elas substituíram aquelas unidades norte-americanas.</p>
<p>Alguns dos ataques realizados pela FAB em 1943:</p>
<ul>
<li>14 de fevereiro, NA B-25B do 1º Grupo de Bombardeio (Recife), pilotado pelo Ten.-Av. Walter Newmayer &#8211; inconclusivo.</li>
<li>19 de fevereiro, NA-44 &#8217;07&#8217;, de Salvador, pilotado pelo Maj.-Av. Aquino (comandante da Base) &#8211; inconclusivo.</li>
<li>22 de fevereiro, NA-44 &#8217;08&#8217;, de Salvador, pilotado pelo 1º Ten.-Av. Franqueira &#8211; ataque realizado com bombas, sem danos visíveis.</li>
<li>5 de abril, A-28A Hudson, de Salvador, pilotado pelo 1º Ten.-Av. Ivo Gastaldoni &#8211; ataque com cargas de profundidade a submarino localizado a sessenta quilômetros de Aracaju, observados debris e larga mancha de óleo no mar após o ataque.</li>
<li>8 de maio, B-18B (destacado em Recife), pilotado pelo Ten.-Av. Zamir de Barros Pinto &#8211; ataque ao submarino alemão U-154, impedindo-o de atacar o cargueiro &#8220;Motocarline&#8221;.</li>
<li>25 de junho, FW-58B, do Galeão, pilotado pelo Ten.-Av. Georg R.W. Bungner &#8211; inconclusivo.</li>
<li>3 de julho, A-28A Hudson, de Santa Cruz, pilotado pelo Ten.-Av. Clóvis Labre de Lemos &#8211; ataque ao U-199, sem danos.</li>
<li>31 de julho, A-28A Hudson e PBY-5, afundamento do U-199.</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Às primeiras horas da manhã de 31 de julho de 1943, um Martin PBM-3C Mariner do esquadrão VP-74 (USN), baseado no Rio de Janeiro, localizou e atacou o submarino alemão tipo IXD-2 U-199. O U-199 foi danificado, mas não afundou, e permaneceu atirando com suas peças de artilharia antiaérea no PBM-3C.</p>
<p style="padding-left: 40px;">As defesas brasileiras já então haviam sido alertadas e um Hudson da FAB imediatamente levantou voo do Rio de Janeiro, pilotado pelo Asp.-Av. Sergio Cândido Schnoor. Ele atacou o U-199 com duas cargas de profundidade Mk. 17 as quais caíram perto do submarino; efetuando um segundo ataque, o Asp.-Av. Schnoor metralhou o U-199 com as metralhadoras localizadas no nariz do Hudson, o que incapacitou alguns dos marinheiros alemães que manejavam a artilharia antiaérea do submarino.</p>
<figure id="attachment_614" aria-describedby="caption-attachment-614" style="width: 639px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-614" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Consolidated28-5PBY-5Catalina021GPa-1.jpg" alt="" width="649" height="462" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Consolidated28-5PBY-5Catalina021GPa-1.jpg 649w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Consolidated28-5PBY-5Catalina021GPa-1-300x214.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 649px) 100vw, 649px" /><figcaption id="caption-attachment-614" class="wp-caption-text">PBY-5 nº 2 Catalina &#8220;Arará&#8221;, a aeronave que afundou o submarino alemão U-199 ao largo do Rio de Janeiro, em 1943.</figcaption></figure>
<p style="padding-left: 40px;">O Hudson deixou então a área e um PBY-5 da FAB, pilotado pelo Asp.-Av. Alberto Martins Torres, o qual estava em patrulha próximo ao local, foi destacado para atacar o U-199. O submarino foi bombardeado com tres cargas de profundidade Mk. 44 e o submarino começou a afundar. Este PBY-5 foi posteriormente batizado de Arará, em honra à tripulação do navio de mesmo nome que havia sido afundado por um submarino em 1942.</p>
<ul>
<li>30 de outubro, PBY-5 &#8217;01&#8217;, do 1º Grupo de Patrulha (Galeão), pilotado pelo Cap.-Av. Dionísio Cerqueira de Taunay &#8211; ataque ao U-170, tendo sofrido vários danos causados pela artilharia antiaérea do submarino; o U-170 foi danificado no ataque, mas conseguiu escapar.</li>
</ul>
<p>O filme abaixo mostra o PBY-5 nº 2 &#8220;Arará&#8221; em missão durante a campanha do Atlântico Sul:</p>
<p style="text-align: center;"><figure class="wp-block-embed wp-block-embed-youtube is-type-video is-provider-youtube epyt-figure"><div class="wp-block-embed__wrapper"><div  id="_ytid_19414"  width="1200" height="675"  data-origwidth="1200" data-origheight="675"  data-relstop="1" data-facadesrc="https://www.youtube.com/embed/wn8HqssNaQs?enablejsapi=1&autoplay=0&cc_load_policy=0&cc_lang_pref=&iv_load_policy=1&loop=0&rel=0&fs=1&playsinline=0&autohide=2&theme=dark&color=red&controls=1&disablekb=0&" class="__youtube_prefs__ epyt-facade no-lazyload" data-epautoplay="1" ><img decoding="async" data-spai-excluded="true" class="epyt-facade-poster skip-lazy" loading="lazy"  alt="YouTube player"  src="https://i.ytimg.com/vi/wn8HqssNaQs/maxresdefault.jpg"  /><button class="epyt-facade-play" aria-label="Play"><svg data-no-lazy="1" height="100%" version="1.1" viewBox="0 0 68 48" width="100%"><path class="ytp-large-play-button-bg" d="M66.52,7.74c-0.78-2.93-2.49-5.41-5.42-6.19C55.79,.13,34,0,34,0S12.21,.13,6.9,1.55 C3.97,2.33,2.27,4.81,1.48,7.74C0.06,13.05,0,24,0,24s0.06,10.95,1.48,16.26c0.78,2.93,2.49,5.41,5.42,6.19 C12.21,47.87,34,48,34,48s21.79-0.13,27.1-1.55c2.93-0.78,4.64-3.26,5.42-6.19C67.94,34.95,68,24,68,24S67.94,13.05,66.52,7.74z" fill="#f00"></path><path d="M 45,24 27,14 27,34" fill="#fff"></path></svg></button></div></div></figure></p>
<p>Em 1943 uma unidade especializada foi criada, a United States-Brazilian Training Unit (UsBaTu); treinamento específico na arte da guerra anti-superfície/anti-submarina foi dado por instrutores norte-americanos, tendo a primeira turma se graduado em 26 de novembro de 1943.</p>
<figure id="attachment_649" aria-describedby="caption-attachment-649" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-649" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34-1024x678.jpg" alt="" width="920" height="609" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34-1024x678.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34-300x199.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34-768x509.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34.jpg 1386w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-649" class="wp-caption-text">Dois B-34 Ventura da FAB em voo.</figcaption></figure>
<p>Neste ano, aviões <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/15/lockheed-vega-pv-1-ventura-b-34/">Lockheed PV-1 Ventura</a> foram recebidos pela FAB, o que aumentou sua capacidade de resposta à ameaça submarina. Entretanto, após o mês de novembro de 1943, não mais se localizaram submarinos alemães em águas brasileiras, seja por unidades da FAB ou da USN.</p>
<p>Em 17 de agosto de 1944, através do Decreto-Lei N.º 6.796, foram criadas várias unidades de aviação. Dentre elas, encontrava-se o 1º Grupo de Patrulha (1º Gp Pat), com sede na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-belem/">Base Aérea de Belém</a>; e o 2º Grupo de Patrulha (2º Gp Pat), com sede na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-do-galeao/">Base Aérea do Galeão</a>. Esses dois grupos, equipados com os <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/02/13/consolidated-pby-catalina/">Consolidated PBY Catalina</a> foram formados por equipagens que já realizavam missões de patrulha.</p>
<p>Além dessas duas, também foram criadas outras unidades, através do mesmo Decreto-Lei, que realizaram missões de patrulha marítima. Essas unidades eram o 1º Grupo de Bombardeio Médio (1º GBM), com sede na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-do-recife/">Base Aérea do Recife</a>; o 2º Grupo de Bombardeio Médio (2º GBM), sediado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-salvador/">Base Aérea de Salvador</a>; e o 3º Grupo de Bombardeio Médio (3º GBM), com sede na Base Aérea do Galeão.</p>
<hr />
<p>O batismo de fogo da FAB ocorreu durante a ofensiva submarina de 1942-1943 e assim as unidades da Aviação de Patrulha tiveram a honra de serem as primeiras unidades da FAB a atacar aquele inimigo que tantas perdas havia infligido às Marinhas Mercantes Aliadas e do Brasil. Àquelas heroicas tripulações estas palavras são dedicadas.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. Wagner Eustáquio de Araújo pela colaboração na preparação desta página.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>&#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 3, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Navios brasileiros atacados por forças da Alemanha e Itália, 1941-1945</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/03/28/navios-brasileiros-atacados-por-forcas-da-alemanha-e-italia-1941-1945-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 02:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha (II Guerra Mundial)]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/?p=3525</guid>

					<description><![CDATA[Notas: Bombardeado e metralhado por avião da Luftwaffe; além de um morto, teve 12 feridos na tripulação. Submarinos italianos. Canhoneado e torpedeado da superfície pelo submarino italiano; foi rebocado nos dias posteriores para porto brasileiro. Bibliografia: &#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 3, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<table id="tablepress-9" class="tablepress tablepress-id-9">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Data</th><th class="column-2">Navio</th><th class="column-3">Tipo</th><th class="column-4">Atacado por</th><th class="column-5">Local</th><th class="column-6">Nº de baixas</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">22/03/1941</td><td class="column-2">Taubaté (1)</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">Luftwaffe</td><td class="column-5">Mediterrâneo</td><td class="column-6">1</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">16/02/1942</td><td class="column-2">Buarque</td><td class="column-3">misto</td><td class="column-4">U-432</td><td class="column-5">Costa leste EUA</td><td class="column-6">1</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">18/02/1942</td><td class="column-2">Olinda</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-432</td><td class="column-5">Costa leste EUA</td><td class="column-6">0</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Entre 19 e 25/02/1942</td><td class="column-2">Cabedello</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">Da Vinci ou Capellini (2)</td><td class="column-5">Costa leste EUA</td><td class="column-6">54</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">07/03/1942</td><td class="column-2">Arabutan</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-155</td><td class="column-5">Costa leste EUA</td><td class="column-6">1</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">08/03/1942</td><td class="column-2">Cayrú</td><td class="column-3">misto</td><td class="column-4">U-94</td><td class="column-5">Largo de N. Iorque</td><td class="column-6">53</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">01/05/1942</td><td class="column-2">Parnahyba</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-162</td><td class="column-5">Largo de Trinidad</td><td class="column-6">7</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">18/05/1942</td><td class="column-2">Comandante Lyra (3)</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">Barbarigo (2)</td><td class="column-5">Largo de Natal</td><td class="column-6">0</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1">24/05/1942</td><td class="column-2">Gonçalves Dias</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-502</td><td class="column-5">Caribe</td><td class="column-6">6</td>
</tr>
<tr class="row-11">
	<td class="column-1">01/06/1942</td><td class="column-2">Alegrete</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-513</td><td class="column-5">Caribe</td><td class="column-6">0</td>
</tr>
<tr class="row-12">
	<td class="column-1">26/06/1942</td><td class="column-2">Pedrinhas</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-203</td><td class="column-5">Atlântico Norte</td><td class="column-6">0</td>
</tr>
<tr class="row-13">
	<td class="column-1">26/06/1942</td><td class="column-2">Tamandaré</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-66</td><td class="column-5">Caribe</td><td class="column-6">4</td>
</tr>
<tr class="row-14">
	<td class="column-1">28/06/1942</td><td class="column-2">Barbacena</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-155</td><td class="column-5">Caribe</td><td class="column-6">1</td>
</tr>
<tr class="row-15">
	<td class="column-1">28/06/1942</td><td class="column-2">Piave</td><td class="column-3">tanque</td><td class="column-4">U-155</td><td class="column-5">Caribe</td><td class="column-6">-</td>
</tr>
<tr class="row-16">
	<td class="column-1">15/08/1942, às 19h10min</td><td class="column-2">Baependy</td><td class="column-3">passageiros</td><td class="column-4">U-507</td><td class="column-5">20 milhas da foz do Rio Real, entre Sergipe e Bahia</td><td class="column-6">270</td>
</tr>
<tr class="row-17">
	<td class="column-1">15/08/1942, às 21h15min</td><td class="column-2">Araraquara</td><td class="column-3">passageiros</td><td class="column-4">U-507</td><td class="column-5">20 milhas da foz do Rio Real, entre Sergipe e Bahia</td><td class="column-6">131</td>
</tr>
<tr class="row-18">
	<td class="column-1">16/08/1942</td><td class="column-2">Annibal Benévolo</td><td class="column-3">passageiros</td><td class="column-4">U-507</td><td class="column-5">7 milhas da costa brasileira</td><td class="column-6">150</td>
</tr>
<tr class="row-19">
	<td class="column-1">17/08/1942</td><td class="column-2">Itagiba</td><td class="column-3">passageiros</td><td class="column-4">U-507</td><td class="column-5">Costa da Bahia</td><td class="column-6">36</td>
</tr>
<tr class="row-20">
	<td class="column-1">17/08/1942</td><td class="column-2">Arará</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-507</td><td class="column-5">Afundado socorrendo vítimas do Itagiba</td><td class="column-6">20</td>
</tr>
<tr class="row-21">
	<td class="column-1">19/08/1942</td><td class="column-2">Jacira</td><td class="column-3">barcaça de carga</td><td class="column-4">U-507</td><td class="column-5">Norte de Ilhéus, Bahia</td><td class="column-6">0</td>
</tr>
<tr class="row-22">
	<td class="column-1">27/09/1942</td><td class="column-2">Ozório</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-514</td><td class="column-5">Nordeste ilha de Marajó</td><td class="column-6">5</td>
</tr>
<tr class="row-23">
	<td class="column-1">27/09/1942</td><td class="column-2">Lages</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-514</td><td class="column-5">—</td><td class="column-6">3</td>
</tr>
<tr class="row-24">
	<td class="column-1">29/11/1942</td><td class="column-2">Antonico</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-516</td><td class="column-5">Costa da Guiana Francesa</td><td class="column-6">16</td>
</tr>
<tr class="row-25">
	<td class="column-1">03/11/1942</td><td class="column-2">Porto Alegre</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-504</td><td class="column-5">Ao largo de Port Elizabeth, África do Sul</td><td class="column-6">1</td>
</tr>
<tr class="row-26">
	<td class="column-1">22/11/1942</td><td class="column-2">Apalóide</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-163</td><td class="column-5">Caribe</td><td class="column-6">5</td>
</tr>
<tr class="row-27">
	<td class="column-1">18/02/1943</td><td class="column-2">Brasilóide</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-518</td><td class="column-5">Costa norte da Bahia</td><td class="column-6">0</td>
</tr>
<tr class="row-28">
	<td class="column-1">02/03/1943</td><td class="column-2">Affonso Penna</td><td class="column-3">passageiros</td><td class="column-4">Barbarigo (2)</td><td class="column-5">Largo dos Abrolhos</td><td class="column-6">94</td>
</tr>
<tr class="row-29">
	<td class="column-1">30/06/1943</td><td class="column-2">Tutóya</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">Desconhecido</td><td class="column-5">Litoral de São Paulo</td><td class="column-6">7</td>
</tr>
<tr class="row-30">
	<td class="column-1">04/07/1943</td><td class="column-2">Pelotaslóide</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-590</td><td class="column-5">Litoral do Pará</td><td class="column-6">5</td>
</tr>
<tr class="row-31">
	<td class="column-1">31/07/1943</td><td class="column-2">Bagé</td><td class="column-3">misto</td><td class="column-4">U-185</td><td class="column-5">Norte de Salvador</td><td class="column-6">28</td>
</tr>
<tr class="row-32">
	<td class="column-1">26/09/1943</td><td class="column-2">Itapagé</td><td class="column-3">passageiros</td><td class="column-4">U-161</td><td class="column-5">Sul de Maceió</td><td class="column-6">27</td>
</tr>
<tr class="row-33">
	<td class="column-1">23/10/1943</td><td class="column-2">Campos</td><td class="column-3">cargueiro</td><td class="column-4">U-170</td><td class="column-5">Litoral de São Paulo</td><td class="column-6">10</td>
</tr>
<tr class="row-34">
	<td class="column-1">19/07/1944</td><td class="column-2">Vital de Oliveira</td><td class="column-3">transporte da Marinha de Guerra</td><td class="column-4">U-861</td><td class="column-5">Altura do farol de São Tomé</td><td class="column-6">100</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-9 from cache -->
<p><b>Notas:</b></p>
<ol>
<li>Bombardeado e metralhado por avião da <i>Luftwaffe</i>; além de um morto, teve 12 feridos na tripulação.</li>
<li>Submarinos italianos.</li>
<li>Canhoneado e torpedeado da superfície pelo submarino italiano; foi rebocado nos dias posteriores para porto brasileiro.</li>
</ol>
<p><b style="font-size: 1.125rem;">Bibliografia:</b></p>
<ol>
<li>&#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 3, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Destino dos submarinos alemães que afundaram navios brasileiros ou foram atacados pela FAB, 1942-1945</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/03/28/destino-dos-submarinos-alemaes-que-afundaram-navios-brasileiros-ou-foram-atacados-pela-fab-1942-1945-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 02:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha (II Guerra Mundial)]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/?p=3527</guid>

					<description><![CDATA[Bibliografia: &#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 3, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991. Gastaldoni, I. (comunicação pessoal), 1996. Helgason, G., &#8220;The U-boat War 1939-1945&#8221;, http://uboat.net, 1995.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<table id="tablepress-10" class="tablepress tablepress-id-10">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Submarino</th><th class="column-2">Tipo</th><th class="column-3">Fabricante</th><th class="column-4">Navio(s) brasileiro(s) afundado(s)</th><th class="column-5">Data de afundamento</th><th class="column-6">Observações</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">U-66</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">AG Weser (Bremen)</td><td class="column-4">Tamandaré (26/06/1942)</td><td class="column-5">06/05/1944</td><td class="column-6">Afundado por aviões do Esquadrão VC-55 (US Navy) e USS Buckley</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">U-94</td><td class="column-2">VIIC</td><td class="column-3">F. Krupp Germaniawerft AG (Kiel)</td><td class="column-4">Cayru (8/03/1942)</td><td class="column-5">28/08/1942</td><td class="column-6">Afundado por HMCS Oakville e aviões do esquadrão VP-92 (US Navy)</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">U-154</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">AG Weser (Bremen)</td><td class="column-4"></td><td class="column-5">03/07/1944</td><td class="column-6">Atacado por avião B-18B da FAB em 8/05/1943; afundado por USS Inch e USS Frost</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">U-155</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">AG Weser (Bremen)</td><td class="column-4">Arabutan (7/03/1942); Barbacena (28/06/1942); Piave (28/06/1942)</td><td class="column-5">30/06/1945</td><td class="column-6">Afundado em Loch Ryan, Escócia (Operação "Deadlight")</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">U-161</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Schiff und Maschinenbau AG (Bremen)</td><td class="column-4">Itapagé (26/09/1943)</td><td class="column-5">27/09/1943</td><td class="column-6">Afundado por aviões do Esquadrão VP-74 (US Navy) ao largo da costa brasileira</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">U-162</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Schiff und Maschinenbau AG (Bremen)</td><td class="column-4">Parnahyba (1/05/1942)</td><td class="column-5">03/09/1942</td><td class="column-6">Afundado por HMS Vimy, HMS Pathfinder e HMS Quentin</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">U-163</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Schiff und Maschinenbau AG (Bremen)</td><td class="column-4">Apalóide (22/11/1942)</td><td class="column-5">21/03/1943</td><td class="column-6">Afundado por HMCS Prescott</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">U-170</td><td class="column-2">IXC-40</td><td class="column-3">Deutsche Schiff und Maschinenbau AG (Bremen)</td><td class="column-4">Campos (23/10/1943)</td><td class="column-5">29/05/1945</td><td class="column-6">Afundado em Loch Ryan, Escócia (Operação "Deadlight")</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1">U-185</td><td class="column-2">IXC-40</td><td class="column-3">AG Weser (Bremen)</td><td class="column-4">Bagé (31/07/1943)</td><td class="column-5">24/08/1943</td><td class="column-6">Afundado por aviões do Esquadrão VC-15 (US Navy)</td>
</tr>
<tr class="row-11">
	<td class="column-1">U-199</td><td class="column-2">IXD2</td><td class="column-3">AG Weser (Bremen)</td><td class="column-4"></td><td class="column-5">31/07/1943</td><td class="column-6">Atacado por aviões A-28A e PBY-5 da FAB e PBM-3 da US Navy; afundado por PBY-5 da FAB</td>
</tr>
<tr class="row-12">
	<td class="column-1">U-203</td><td class="column-2">VIIC</td><td class="column-3">F. Krupp Germaniawerft AG (Kiel)</td><td class="column-4">Pedrinhas (26/06/1942)</td><td class="column-5">25/04/1943</td><td class="column-6">Afundado por HMS Biter, HMS Pathfinder e aviões do Esquadrão 811 (Royal Navy)</td>
</tr>
<tr class="row-13">
	<td class="column-1">U-432</td><td class="column-2">VIIC</td><td class="column-3">F. Schichau GmbH (Danzig)</td><td class="column-4">Buarque (16/02/1942); Olinda (18/02/1942)</td><td class="column-5">11/03/1943</td><td class="column-6">Afundado pela corveta francesa Aconit</td>
</tr>
<tr class="row-14">
	<td class="column-1">U-502</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Werft AG (Hamburg)</td><td class="column-4">Gonçalves Dias (24/05/1942)</td><td class="column-5">05/07/1942</td><td class="column-6">Afundado por aviões do Esquadrão 172 (Royal Air Force)</td>
</tr>
<tr class="row-15">
	<td class="column-1">U-504</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Werft AG (Hamburg)</td><td class="column-4">Porto Alegre (3/11/1942)</td><td class="column-5">30/07/1943</td><td class="column-6">Afundado por HMS Kite, HMS Woodpecker, HMS Wren e HMS Wild Goose</td>
</tr>
<tr class="row-16">
	<td class="column-1">U-507</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Werft AG (Hamburg)</td><td class="column-4">Baependy (15/08/1942); Araraquara (15/08/1942); Annibal Benévolo (16/08/1942); Itagiba (17/08/1942); Arará (17/08/1942); Jacira (19/08/1942)</td><td class="column-5">13/01/1943</td><td class="column-6">Afundado por aviões do Esquadrão VP-83 (US Navy) ao largo da costa brasileira</td>
</tr>
<tr class="row-17">
	<td class="column-1">U-513</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Werft AG (Hamburg)</td><td class="column-4">Alegrete (1/06/1942)</td><td class="column-5">19/07/1943</td><td class="column-6">Afundado por aviões do Esquadrão VP-74 (US Navy) ao largo da costa brasileira</td>
</tr>
<tr class="row-18">
	<td class="column-1">U-514</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Werft AG (Hamburg)</td><td class="column-4">Ozório (27/11/1942); Lages (27/11/1942)</td><td class="column-5">08/07/1943</td><td class="column-6">Afundado por aviões do Esquadrão 224 (Royal Air Force)</td>
</tr>
<tr class="row-19">
	<td class="column-1">U-516</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Werft AG (Hamburg)</td><td class="column-4">Antonico (28/09/1942)</td><td class="column-5">14/05/1945</td><td class="column-6">Afundado em Loch Eriboll, Escócia (Operação "Deadlight")</td>
</tr>
<tr class="row-20">
	<td class="column-1">U-518</td><td class="column-2">IXC</td><td class="column-3">Deutsche Werft AG (Hamburg)</td><td class="column-4">Brasilóide (18/02/1943)</td><td class="column-5">22/04/1943</td><td class="column-6">Afundado por USS Carter e USS Neal A. Scott</td>
</tr>
<tr class="row-21">
	<td class="column-1">U-590</td><td class="column-2">VIIC</td><td class="column-3">Blohm und Voss (Hamburg)</td><td class="column-4">Pelotaslóide (4/07/1943)</td><td class="column-5">09/07/1943</td><td class="column-6">Afundado por aviões do Esquadrão VP-94 (US Navy) ao largo da costa brasileira</td>
</tr>
<tr class="row-22">
	<td class="column-1">U-861</td><td class="column-2">IXD2</td><td class="column-3">AG Weser (Bremen)</td><td class="column-4">Vital de Oliveira (19/07/1944)</td><td class="column-5">14/05/1945</td><td class="column-6">Afundado em Lisahally, Irlanda do Norte (Operação "Deadlight")</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-10 from cache -->
<p><b style="font-size: 1.125rem;">Bibliografia:</b></p>
<ol>
<li>&#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 3, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
<li>Gastaldoni, I. (comunicação pessoal), 1996.</li>
<li>Helgason, G., &#8220;The U-boat War 1939-1945&#8221;, <a href="http://uboat.net">http://uboat.net</a>, 1995.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
