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	<title>Aviação de Patrulha &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>Aviação de Patrulha &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<item>
		<title>4º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Cardeal&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/4o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-cardeal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 00:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 4º/7º Grupo de Aviação foi criado em 31 de julho de 1998, na Base Aérea de Santa Cruz. Ele foi formado com o efetivo de pessoal e equipamento do 1º Grupo de Aviação Embarcada. Equipado com os Embraer P-95A Bandeirante Patrulha, o 4º/7º GAV desempenhou as missões de esclarecimento e patrulha marítima. O esquadrão ... <a title="4º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Cardeal&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/4o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-cardeal/" aria-label="Read more about 4º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Cardeal&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4627" aria-describedby="caption-attachment-4627" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-4627" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/4GAV7-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/4GAV7-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/4GAV7.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4627" class="wp-caption-text">4º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 4º/7º Grupo de Aviação foi criado em 31 de julho de 1998, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>. Ele foi formado com o efetivo de pessoal e equipamento do <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-grupo-de-aviacao-embarcada/">1º Grupo de Aviação Embarcada</a>.</p>
<p>Equipado com os Embraer P-95A Bandeirante Patrulha, o 4º/7º GAV desempenhou as missões de esclarecimento e patrulha marítima.</p>
<p>O esquadrão foi desativado em 16 de dezembro de 2011.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>4º/7º GAV &#8211; ESQUADRÃO CARDEAL. <a href="https://abrapat.org.br/esquadrao-cardeal">https://abrapat.org.br/esquadrao-cardeal</a>. Visitado em 05/01/2020.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Netuno&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/3o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-netuno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 23:34:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 3º/7º Grupo de Aviação foi ativado a 27 de setembro de 1990, na Base Aérea de Belém, onde encontra-se sediado atualmente. Juntamente com o 1º/7º GAV e 2º/7º GAV, o Esquadrão desempenha as missões de patrulha marítima &#8211; detecção, localização, identificação e neutralização de objetivos navais inimigos &#8211; sendo equipado atualmente com aeronaves P-95BM ... <a title="3º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Netuno&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/3o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-netuno/" aria-label="Read more about 3º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Netuno&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4630" aria-describedby="caption-attachment-4630" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4630" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/3GAV7-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/3GAV7-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/3GAV7.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4630" class="wp-caption-text">3º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 3º/7º Grupo de Aviação foi ativado a 27 de setembro de 1990, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-belem/">Base Aérea de Belém</a>, onde encontra-se sediado atualmente.</p>
<p>Juntamente com o 1º/7º GAV e 2º/7º GAV, o Esquadrão desempenha as missões de patrulha marítima &#8211; detecção, localização, identificação e neutralização de objetivos navais inimigos &#8211; sendo equipado atualmente com aeronaves P-95BM Bandeirante Patrulha.</p>
<p>No dia 27 de setembro de 1996, o 3º/7º GAV completou, em apenas seis anos de existência, 10.000 horas de voo. Naquele ano, o Esquadrão venceu pela terceira vez consecutiva o torneio da Reunião da Aviação de Patrulha, arrebatando definitivamente, pela primeira vez desde a sua criação, o tão cobiçado troféu.</p>
<p>O Esquadrão &#8220;Netuno&#8221; participa diariamente da &#8220;Operação Atlântico&#8221;, em coordenação com unidades navais da Marinha do Brasil, fiscalizando o tráfego de embarcações mercantis e pesqueiras; essas missões tem por objetivo &#8220;evitar a dispersão de divisas da Nação, proteger a fauna marítima da pesca predatória e o meio ambiente da poluição causada por produtos transportados ou lançados ao mar irregularmente&#8221;.</p>
<p>O 3º/7º GAV participa ainda de inúmeras manobras e operações aeronavais, tais como TROPICALEX, TEMPEREX, DRAGÃO, DEPORTEX e UNITAS.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>Base Aérea de Belém. Retrospectiva 1996.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>2º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Phoenix&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-phoenix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 23:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 2º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão Phoenix foi  criado pela Portaria Reservada nº 298/GM3, de 11 de setembro de 1981 e ativado em 15 de fevereiro de 1982, na Base Aérea de Florianópolis. O Esquadrão foi transferido para a Base Aérea de Canoas em 1º de janeiro de 2017. O 2º/7º GAV realiza missões ... <a title="2º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Phoenix&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-phoenix/" aria-label="Read more about 2º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Phoenix&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4639" aria-describedby="caption-attachment-4639" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4639" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV7-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV7-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV7.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4639" class="wp-caption-text">2º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 2º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão Phoenix foi  criado pela Portaria Reservada nº 298/GM3, de 11 de setembro de 1981 e ativado em 15 de fevereiro de 1982, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-florianopolis/">Base Aérea de Florianópolis</a>.</p>
<p>O Esquadrão foi transferido para a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-canoas/">Base Aérea de Canoas</a> em 1º de janeiro de 2017.</p>
<p>O 2º/7º GAV realiza missões de patrulha e esclarecimento marítimo, apoio aéreo aproximado, ataque e apoio eletrônico.</p>
<p>O Esquadrão também realiza missões de busca, utilizando marcadores pirotécnicos ao localizar barcos perdidos ou que se encontrem em perigo.</p>
<p>Participa também de várias operações aeronavais, entre as quais ressaltam-se UNITAS, FATEX e Fraterno.</p>
<p>O &#8220;Phoenix&#8221; é equipado atualmente com aeronaves P-95B e P-95BM, versão modernizada do EMB.111 Bandeirante Patrulha.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>Aerovisão, Nº 173. Ministério da Aeronáutica.</li>
<li>Aerovisão, Nº 183. Ministério da Aeronáutica.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Orungan&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-orungan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 23:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/7º Grupo de Aviação foi ativado em 8 de novembro de 1947 na Base Aérea de Salvador, com equipagens e equipamento do 2º Grupo de Bombardeio Médio. Sediado atualmente na Base Aérea de Santa Cruz, ao 1º/7º GAV é atribuída a missão de esclarecimento marítimo, protegendo os direitos do Brasil nas suas 200 milhas ... <a title="1º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Orungan&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-7o-grupo-de-aviacao-esquadrao-orungan/" aria-label="Read more about 1º/7º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Orungan&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4661" aria-describedby="caption-attachment-4661" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4661" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV7-frances-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV7-frances-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV7-frances.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4661" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/7º Grupo de Aviação foi ativado em 8 de novembro de 1947 na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-salvador/">Base Aérea de Salvador</a>, com equipagens e equipamento do 2º Grupo de Bombardeio Médio.</p>
<p>Sediado atualmente na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>, ao 1º/7º GAV é atribuída a missão de esclarecimento marítimo, protegendo os direitos do Brasil nas suas 200 milhas de mar territorial. O esquadrão participa de vários exercícios, tais como BALÉIA, TROPICALEX II, UNITAS XXXI, com outras unidades da FAB, da Marinha do Brasil e outras forças de nações amigas, para manter a sua eficiência operacional. Em tempos de guerra, sua missão consiste em Detectar, Localizar, Identificar e Neutralizar alvos inimigos, perpetuando assim a tradição da Aviação de Patrulha da FAB.</p>
<p>A insígnia do esquadrão foi idealizada pelo artista baiano Mário Cravo, o qual buscou inspiração nas raízes africanas da cultura brasileira, mais especificamente no misticismo trazido pelos escravos. O ORUNGAN é uma divindade africana que simboliza o ar, sendo filho único dos deuses Aganjú (terra) e Yemanjá (água). Yemanjá foi morta por Orungan e dessa morte surgiram os deuses chamados Orixás. Nessa imagem podemos ver a perseguição da água pelo ar, representando a missão do esquadrão &#8212; atacar navios e submarinos. O Orungan é um animal alado dotado de quatro braços, indicativo das atividades do esquadrão na guerra, e em sua cabeça uma coroa denota seu caráter divino.</p>
<p>O esquadrão operou diferentes aeronaves em sua existência, incluindo o NA B-25 Mitchell, Lockheed PV-1 Ventura, Lockheed PV-2 Harpoon, Lockheed P-15 Neptune e Embraer P-95 e P-95B Bandeirulha. Em 2011, o esquadrão recebeu o primeiro dos seus nove Lockheed P-3AM.</p>
<p>Além dos P-3AM, o esquadrão opera duas aeronaves remotamente pilotadas (ARP) IAI RQ-1150 Heron I em missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento, desde 2019.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>Base Aérea de Salvador 1942-1992. Edição Histórica.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Aviação de Patrulha</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/04/a-aviacao-de-patrulha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 22:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Patrulha]]></category>
		<category><![CDATA[Aviações]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[A história da Aviação de Patrulha da FAB remonta aos dias sombrios de 1942. O Brasil era então um país neutro, cuja colaboração os países aliados cobiçavam, de forma a poderem controlar o tráfego marítimo no Atlântico Sul, incluindo a tão importante passagem entre Natal e Dakar (noroeste da África). Além disso, temia-se que forças ... <a title="A Aviação de Patrulha" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/04/a-aviacao-de-patrulha/" aria-label="Read more about A Aviação de Patrulha">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história da Aviação de Patrulha da FAB remonta aos dias sombrios de 1942. O Brasil era então um país neutro, cuja colaboração os países aliados cobiçavam, de forma a poderem controlar o tráfego marítimo no Atlântico Sul, incluindo a tão importante passagem entre Natal e Dakar (noroeste da África). Além disso, temia-se que forças do Eixo ocupassem Dakar (cidade controlada pelo governo colaboracionista francês de Vichy), de onde poderiam bloquear a passagem de navios aliados e atacar o território brasileiro.</p>
<p>Após o início da guerra, os países americanos decidiram criar uma zona de neutralidade ao longo de suas costas, de forma a proteger a sua navegação. De pronto a FAB iniciou patrulhas marítimas, porém a falta de material adequado obrigou-a a utilizar aviões NA T-6 e Vought V-65B Corsair; o primeiro, avião de treinamento (armado com metralhadoras e bombas de contato) e, o segundo, um biplano da década de 30. Ambos eram monomotores, o que tornava as missões sobre o mar ainda mais perigosas; é hoje sabido, no entanto, que a simples presença física desses aviões impediram muitos ataques de submarinos, conforme informações obtidas dos comandantes de submarinos inimigos e documentos oficiais.</p>
<p>De forma a reequipar a sua recém-nascida Força Aérea, a qual não possuía aviões modernos, o Brasil procedeu à compra de aviões norte-americanos, os quais começaram a chegar ao Brasil em 1942. No primeiro lote, doze caças Curtiss P-36, dois Douglas B-18 e seis NA B-25 Mitchell foram recebidos e baseados em Fortaleza, onde uma unidade de treinamento da FAB havia sido formada &#8211; o Agrupamento de Aviões de Adaptação &#8211; com auxílio de pessoal das Forças Aéreas do Exército dos EUA (USAAF).</p>
<figure id="attachment_646" aria-describedby="caption-attachment-646" style="width: 950px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-646 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-18-7032.jpg" alt="" width="960" height="709" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-18-7032.jpg 960w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-18-7032-300x222.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-18-7032-768x567.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-646" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> B-18 7032 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Deve-se relembrar a figura do Brig. Eduardo Gomes, então comandante das 1ª e 2ª Zonas Aéreas (cobrindo as regiões norte e nordeste do país), teve seu empenho em obter modernos aviões para a FAB foi decisivo para o reequipamento da mesma. Em dezembro daquele ano, os primeiros dez A-28A Hudson chegaram, com outros 16 sendo recebidos no mês seguinte; em março de 1943 chegou o último Hudson a ser recebido pela FAB. Estes aviões foram baseados em Natal, Recife e Salvador.</p>
<figure id="attachment_794" aria-describedby="caption-attachment-794" style="width: 1014px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-794 size-large" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-28A-41-47172-via-N.L.-Senandes-1024x685.jpg" alt="" width="1024" height="685" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-28A-41-47172-via-N.L.-Senandes-1024x685.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-28A-41-47172-via-N.L.-Senandes-300x201.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-28A-41-47172-via-N.L.-Senandes-768x514.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-28A-41-47172-via-N.L.-Senandes-1536x1027.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/A-28A-41-47172-via-N.L.-Senandes.jpg 1787w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-794" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> A-28A 41-47172 &#8220;Britânia nº 1&#8221; &#8211; aeronave doada à FAB pela &#8220;Fraternidade do Fole&#8221;(via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<p>No início de 1942, o Brasil cortou relações diplomáticas com os países do Eixo e imediatamente após, cinco navios brasileiros foram torpedeados e afundados. Os primeiros submarinos a realizarem ataques na costa brasileira foram os italianos &#8220;Calvi&#8221;, &#8220;Barbarigo&#8221;, &#8220;Capellini&#8221; e &#8220;Archimede&#8221;, baseados em Bordeaux, França. Durante os meses de maio, junho e julho, oito outros navios foram afundados por submarinos alemães, com o objetivo de interromper o fornecimento aos EUA de materiais estratégicos produzidos no Brasil. As tabelas a seguir apresentam dados relativos a:</p>
<ol>
<li><a href="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/04/navios-brasileiros-atacados-por-forcas-da-alemanha-e-italia-1941-1945/">Navios brasileiros atacados por forças da Alemanha e Itália, 1941-1945</a></li>
<li><a href="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/04/destino-dos-submarinos-alemaes-que-afundaram-navios-brasileiros-ou-foram-atacados-pela-fab-1942-1945/">Destino dos submarinos alemães que afundaram navios brasileiros ou foram atacados pela FAB, 1942-1945</a></li>
</ol>
<p>O primeiro ataque efetuado por uma tripulação brasileira a um submarino alemão foi no dia 22 de maio de 1942. Um B-25 Mitchell, do Agrupamento de Aviões de Adaptação, sediado em Fortaleza, encontrava-se em patrulha nas imediações do arquipélago de Fernando de Noronha e do Atol das Rocas, onde quatro dias antes havia sido afundado o navio mercante brasileiro &#8220;Comandante Lyra&#8221;, pelo submarino italiano &#8220;Barbarigo&#8221;.</p>
<figure id="attachment_884" aria-describedby="caption-attachment-884" style="width: 1736px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-884 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942.jpg" alt="" width="1746" height="743" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942.jpg 1746w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-300x128.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-1024x436.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-768x327.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-25B-40-2310-AgAvAd-FZ-1942-1536x654.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1746px) 100vw, 1746px" /><figcaption id="caption-attachment-884" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> B-25B FAB &#8220;10&#8221;, Agrupamento de Aviões de Adaptação, Base Aérea de Fortaleza, 1942.</figcaption></figure>
<p>Às 14 horas, a tripulação do B-25 &#8211; sob o comando do Cap.-Av. Parreiras Horta (FAB) e composta pelos Cap.-Av. Pamplona (FAB), 1st Lt. Schwane (USAAF), Sgt. Yates (USAAF), S/Sgt. Tyler (USAAF) e S/Sgt. Robinson (USAAF) &#8211; surpreendeu um submarino alemão navegando na superfície, o qual reagiu imediatamente com forte tiro de artilharia antiaérea à presença do B-25.</p>
<p>De acordo com as ordens então em vigência, uma vez que o Brasil encontrava-se em estado de neutralidade, as tripulações só poderiam engajar unidades inimigas caso fossem atacadas inicialmente. Assim sendo, a tripulação do Mitchell lançou suas cargas de profundidade, as quais caíram próximas ao submarino &#8211; a foto à direita mostra a tripulação do B-25 após o ataque. Cinco dias depois, outros dois B-25 da mesma unidade da FAB efetuaram ataques a submarinos.</p>
<p>Em agosto de 1942, o submarino alemão U-507 afundou seis outros navios, com a perda de 877 pessoas. Em consequência, o governo brasileiro declarou guerra à Alemanha Nazista e à Itália em 22 de agosto de 1942.</p>
<p>No dia 26 de agosto, o Vultee V-11GB2 &#8216;122&#8217;, tripulado pelo Ten.-Av. Alfredo Gonçalves Corrêa (piloto), Asp. Manoel Poerner Mazeron (bombardeador) e Sgt. Carlos Zell (operador de rádio e metralhador) decolou da Base Aérea de Porto Alegre (hoje Base Aérea de Canoas). Estando armado com três bombas de demolição de 150 kg, três metralhadoras .30 e duas .50, atacou um submarino na altura de Araranguá (SC). Com as avarias sofridas, o submarino adernou; o avião foi forçado a descer em Osório (RS), por ser atingido por estilhaços das bombas. A 28 do mesmo mês, o Vultee V-11GB2 &#8216;7&#8217;, pilotado pelo Cap. Manuel Rogério de Souza Coelho, atacou um submarino na altura de Iguape (SP), sem alcançar danos visíveis.</p>
<figure id="attachment_888" aria-describedby="caption-attachment-888" style="width: 690px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-888 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/v-11gb2_rav1.jpg" alt="" width="700" height="525" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/v-11gb2_rav1.jpg 700w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/v-11gb2_rav1-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/v-11gb2_rav1-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-888" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Vultee V-11GB2 do 1º Regimento de Aviação (arquivo Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>De forma a destruir a ofensiva submarina aliada no Atlântico Sul, os EUA destacaram aeronaves de combate para as bases no nordeste do Brasil. Em janeiro de 1943, os esquadrões VP-74, VP-83 e VP-94 da US Navy encontravam-se baseados em Natal &#8212; pela metade de 1943, já havia cinco grupos da USN e pelo fim do ano estes já contavam uma dezena.</p>
<p>Alguns dos ataques realizados pela FAB em 1943:</p>
<ol>
<li><strong>14 de fevereiro</strong>: B-25B do 1º Grupo de Bombardeio (Recife), pilotado pelo Ten.-Av. Walter Newmayer &#8211; inconclusivo.</li>
<li><strong>19 de fevereiro</strong>: NA-44 &#8217;07&#8217;, de Salvador, pilotado pelo Maj.-Av. Aquino (comandante da Base) &#8211; inconclusivo.</li>
<li><strong>22 de fevereiro</strong>: NA-44 &#8217;08&#8217;, de Salvador, pilotado pelo 1º Ten.-Av. Franqueira &#8211; ataque com bombas, sem danos visíveis.</li>
<li><strong>5 de abril</strong>: A-28A Hudson, de Salvador, pilotado pelo 1º Ten.-Av. Ivo Gastaldoni &#8211; ataque com cargas de profundidade a submarino localizado a sessenta quilômetros de Aracaju, observados debris e larga mancha de óleo no mar após o ataque.</li>
<li><strong>8 de maio</strong>: B-18B (destacado em Recife), pilotado pelo Ten.-Av. Zamir de Barros Pinto &#8211; ataque ao submarino alemão U-154, impedindo-o de atacar o cargueiro &#8220;Motocarline&#8221;.</li>
<li><strong>25 de junho</strong>: FW-58B, do Galeão, pilotado pelo Ten.-Av. Georg R.W. Bungner &#8211; inconclusivo.</li>
<li><strong>3 de julho</strong>: A-28A Hudson, de Santa Cruz, pilotado pelo Ten.-Av. Clóvis Labre de Lemos &#8211; ataque ao U-199, sem danos.</li>
<li><strong>30 de outubro</strong>: PBY-5 &#8217;01&#8217;, do 1º Grupo de Patrulha (Galeão), pilotado pelo Cap.-Av. Dionísio Cerqueira de Taunay &#8211; ataque ao U-170, tendo a aeronave sofrido vários danos causados pela artilharia antiaérea do submarino; o U-170 foi danificado no ataque, mas conseguiu escapar.</li>
</ol>
<p>Mas foi o ataque realizado em <strong>31 de julho de 1943</strong> que se reveste de especial importância. Às primeiras horas da manhã, um Martin PBM-3C Mariner do esquadrão VP-74 (USN), baseado no Rio de Janeiro, localizou e atacou o submarino alemão tipo IXD-2 U-199. O U-199 foi danificado, mas não afundou, e permaneceu atirando com suas peças de artilharia antiaérea no PBM-3C.</p>
<p>As defesas brasileiras já haviam sido alertadas e um A-28A Hudson da FAB imediatamente levantou voo do Rio de Janeiro, pilotado pelo Asp.-Av. Sergio Cândido Schnoor. Ele atacou o U-199 com duas cargas de profundidade Mk. 17,&nbsp; as quais caíram perto do submarino; efetuando um segundo ataque, o Asp.-Av. Schnoor metralhou o U-199 com as metralhadoras localizadas no nariz do Hudson, o que incapacitou alguns dos marinheiros alemães que manejavam a artilharia antiaérea do submarino.</p>
<p>O Hudson deixou então a área e um PBY-5 da FAB, pilotado pelo Asp.-Av. Alberto Martins Torres, o qual estava em patrulha próximo ao local, foi destacado para atacar o U-199. O submarino foi bombardeado com três cargas de profundidade Mk. 44 e o submarino começou a afundar. Este PBY-5 foi posteriormente batizado de Arará, em honra à tripulação do navio de mesmo nome que havia sido afundado por um submarino em 1942.</p>
<figure id="attachment_614" aria-describedby="caption-attachment-614" style="width: 639px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-614 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Consolidated28-5PBY-5Catalina021GPa-1.jpg" alt="" width="649" height="462" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Consolidated28-5PBY-5Catalina021GPa-1.jpg 649w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Consolidated28-5PBY-5Catalina021GPa-1-300x214.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 649px) 100vw, 649px" /><figcaption id="caption-attachment-614" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> PBY-5 nº 2 Catalina &#8220;Arará&#8221;, a aeronave que afundou o submarino alemão U-199 ao largo do Rio de Janeiro, em 1943.</figcaption></figure>
<p>Em 1943, uma unidade especializada foi criada, a &#8220;United States-Brazilian Training Unit&#8221; (UsBaTu); treinamento específico na arte da guerra anti-superfície/anti-submarina foi dado por instrutores norte-americanos, tendo a primeira turma se graduado em 26 de novembro de 1943. Neste ano, aviões Lockheed PV-1 Ventura foram recebidos pela FAB (os quais os designou como B-34 em 1945), o que aumentou sua capacidade de resposta à ameaça submarina. Entretanto, após o mês de novembro de 1943, não mais se localizaram submarinos alemães em águas brasileiras, seja por unidades da FAB ou da USN.</p>
<figure id="attachment_649" aria-describedby="caption-attachment-649" style="width: 1376px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-649 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34.jpg" alt="" width="1386" height="918" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34.jpg 1386w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34-300x199.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34-1024x678.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/B-34-768x509.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1386px) 100vw, 1386px" /><figcaption id="caption-attachment-649" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Dois B-34 Ventura da FAB em voo.</figcaption></figure>
<p>Em 17 de agosto de 1944, foi criado, na <a href="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-do-recife/">Base Aérea do Recife</a>, o 1º Grupo de Bombardeio Médio, o qual passou a operar os PV-1. Nesse mesmo ano, a FAB recebeu quatro Lockheed PV-2 Harpoon, os quais foram utilizados pelo 2º Grupo de Bombardeio Médio, na <a href="https://wp.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-salvador/">Base Aérea de Salvador</a>. Essas aeronaves foram utilizadas pela FAB até 1957, quando foram substituídas pelos Lockheed P2V-5 Neptune.</p>
<figure id="attachment_789" aria-describedby="caption-attachment-789" style="width: 1726px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-789 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-34A-5048-via-N.L.-Senandes.jpg" alt="" width="1736" height="1178" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-34A-5048-via-N.L.-Senandes.jpg 1736w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-34A-5048-via-N.L.-Senandes-300x204.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-34A-5048-via-N.L.-Senandes-1024x695.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-34A-5048-via-N.L.-Senandes-768x521.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/B-34A-5048-via-N.L.-Senandes-1536x1042.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1736px) 100vw, 1736px" /><figcaption id="caption-attachment-789" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> B-34A 5048 (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<p>O batismo de fogo da FAB foi feito durante a ofensiva submarina de 1942-1943 e assim as unidades da Aviação de Patrulha tiveram a honra de serem as primeiras unidades da FAB a atacar aquele inimigo que tantas perdas infligiu às Marinhas Mercantes Aliadas e do Brasil.</p>
<p><strong>No pós-guerra</strong></p>
<p>A FAB adquiriu em 1957 quatorze exemplares do Neptune, os quais foram designados como P-15 (entre 1971 e 1972, eles foram designados como P-2E). O &#8220;Netuno&#8221; foi usado exclusivamente pelo 1º/7º GAV, na Base Aérea de Salvador, e esteve envolvido no episódio conhecido como &#8220;Guerra da Lagosta&#8221;, mantendo sob vigilância navios da Marinha de Guerra francesa.</p>
<figure id="attachment_877" aria-describedby="caption-attachment-877" style="width: 2038px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-877 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013.jpg" alt="" width="2048" height="1031" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-300x151.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-1024x516.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-768x387.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-15-7013-1536x773.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-877" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> P-15 7013 (arquivo Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>De 1958 a 1976, os P-15 realizaram inúmeras missões de patrulhamento marítimo; em uma delas, efetuada nos dias 22 e 23 de julho de 1967, estabeleceu-se o recorde sul-americano de permanência no ar, com 25h15min de duração.</p>
<p>Em 1957, foi criado o 1º Grupo de Aviação Embarcada &#8211; 1º GAE, com a finalidade de operar os aviões Grumman S-2 Tracker (denominados P-16 na FAB) a bordo do Minas Gerais, porta-aviões leve da Marinha do Brasil.</p>
<p>Vinte aviões foram adquiridos, sendo os P-16 (versão S-2A), numerados de 7014 a 7026, e os P-16E (versão S-2E), numerados de 7030 a 7037. Além disso, três P-16 (7017, 7024 e 7025) foram modificados para o padrão UP-16, realizando missões de transporte.</p>
<figure id="attachment_880" aria-describedby="caption-attachment-880" style="width: 1766px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-880 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-16E-7033-2.jpg" alt="" width="1776" height="1146" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-16E-7033-2.jpg 1776w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-16E-7033-2-300x194.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-16E-7033-2-1024x661.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-16E-7033-2-768x496.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-16E-7033-2-1536x991.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1776px) 100vw, 1776px" /><figcaption id="caption-attachment-880" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> P-16E 7033 (via L. M. Thiesen).</figcaption></figure>
<p>A FAB também opera o EMB P-95 Bandeirante Patrulha, uma versão de patrulha do C-95 Bandeirante. O P-95 foi operado pelo 1º/7º GAV (entre 1978 e 2011), 2º/7º GAV, 3º/7º GAV, 1º GAE (1992-1998) e 4º/7º GAV (1998-2011); o avião é equipado com um radar no nariz, holofote de busca e leva foguetes e bombas como armamento.</p>
<figure id="attachment_865" aria-describedby="caption-attachment-865" style="width: 1770px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-865 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-95b7108_gav7-2_rdc.jpg" alt="" width="1780" height="1189" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-95b7108_gav7-2_rdc.jpg 1780w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-95b7108_gav7-2_rdc-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-95b7108_gav7-2_rdc-1024x684.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-95b7108_gav7-2_rdc-768x513.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/p-95b7108_gav7-2_rdc-1536x1026.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1780px) 100vw, 1780px" /><figcaption id="caption-attachment-865" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> P-95B 7108, 2º/7º GAV (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Em 2008, nove P-95B foram selecionados para serem modernizados e elevados ao padrão P-95BM, os quais dispõem de aviônica digital, produzida pela AEL Sistemas, ar-condicionado, novos sistemas de comunicação, radar Seaspray 5000E, torreta de visão infravermelha (FLIR) e suíte de contramedidas eletrônicas. Essa versão equipará os 2º/7º GAV e 3º/7º GAV, e as primeiras entregas estavam previstas para 2015.</p>
<figure id="attachment_891" aria-describedby="caption-attachment-891" style="width: 1014px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-891 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-95BM-7103-2odo7o-GAV-NT-09out15-Camazano.jpg" alt="" width="1024" height="699" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-95BM-7103-2odo7o-GAV-NT-09out15-Camazano.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-95BM-7103-2odo7o-GAV-NT-09out15-Camazano-300x205.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-95BM-7103-2odo7o-GAV-NT-09out15-Camazano-768x524.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-891" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> P-95BM 7103, 2º/7º GAV (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 2011, a FAB recebeu o primeiro P-3AM, de um total de nove, todos eles operados pelo 1º/7º GAV. O P-3AM é dotado de modernos sensores, armado com cargas de profundidade, torpedos e mísseis ar-superfície AGM-84 Harpoon.</p>
<figure id="attachment_867" aria-describedby="caption-attachment-867" style="width: 2490px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-867 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-3AM-7202-RDC.jpg" alt="" width="2500" height="1667" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-3AM-7202-RDC.jpg 2500w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-3AM-7202-RDC-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-3AM-7202-RDC-1024x683.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-3AM-7202-RDC-768x512.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-3AM-7202-RDC-1536x1024.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-3AM-7202-RDC-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2500px) 100vw, 2500px" /><figcaption id="caption-attachment-867" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> P-3AM 7202 (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>A Aviação de Patrulha comemora suas atividades no dia 22 de maio.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>&#8220;História Geral da Aeronáutica Brasileira&#8221;, V. 3, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1991.</li>
<li>J. Baugher, Lockheed B-34 Ventura &#8211; Chapter 4: PV-1 for Navy. In: US Military Aircraft</li>
<li>J. Baugher, Lockheed B-34 Ventura &#8211; Chapter 5: PV-2 Harpoon. In: US Military Aircraft</li>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Aeronaves Militares Brasileiras &#8211; 1916 &#8211; 2015&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
<li>N.F. Lavenère-Wanderley, &#8220;História da Força Aérea Brasileira&#8221;, 2ª Ed.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
</ol>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. Wagner Eustáquio de Araújo pela colaboração na preparação desta página.</p>
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			</item>
	</channel>
</rss>
