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	<title>Aviação de Caça &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>Aviação de Caça &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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		<title>1º Grupo de Defesa Aérea &#8211; Esquadrão &#8220;Jaguar&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[No final da década de 60, a Força Aérea Brasileira iniciou os estudos para a formação de uma unidade de interceptação aérea, a fim de proteger o espaço aéreo brasileiro e, mais especificamente, a região central do país, onde se situa a capital federal. Essa unidade foi chamada inicialmente de 1ª Ala de Defesa Aérea ... <a title="1º Grupo de Defesa Aérea &#8211; Esquadrão &#8220;Jaguar&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-grupo-de-defesa-aerea-esquadrao-jaguar/" aria-label="Read more about 1º Grupo de Defesa Aérea &#8211; Esquadrão &#8220;Jaguar&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4611" aria-describedby="caption-attachment-4611" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-4611" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/GDA1-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/GDA1-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/GDA1.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4611" class="wp-caption-text">1º Grupo de Defesa Aérea</figcaption></figure>
<p>No final da década de 60, a Força Aérea Brasileira iniciou os estudos para a formação de uma unidade de interceptação aérea, a fim de proteger o espaço aéreo brasileiro e, mais especificamente, a região central do país, onde se situa a capital federal.</p>
<p>Essa unidade foi chamada inicialmente de 1ª Ala de Defesa Aérea &#8211; 1ª ALADA; no dia 9 de fevereiro de 1970 foi ativado o Núcleo da mesma (NuALADA), iniciando-se a construção da pista e demais instalações para receber a 1ª ALADA, próximo à cidade de Anápolis, Estado de Goiás. Essa Unidade era um conceito novo dentro da FAB, onde tanto a parte operacional (pilotos, pessoal de manutenção e apoio e aeronaves) e a parte administrativa, ficavam sob um único comando.</p>
<p>Após diversos caças interceptadores terem sido avaliados, foi anunciado no dia 10 de maio de 1970 que o Avions Marcel Dassault-Bréguet Aviation Mirage IIIE havia sido selecionado para equipar a nova unidade. No mesmo ano, foram adquiridos 13 Mirage III EBR e 3 Mirage III DBR, os quais foram designados F-103E e F-103D pela FAB. Um núcleo de pilotos da FAB foi enviado à base da L&#8217;Armée de l&#8217;Air (Exército do Ar francês) em Dijon, para receberem o treinamento inicial no equipamento.</p>
<figure id="attachment_4349" aria-describedby="caption-attachment-4349" style="width: 247px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4349" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/ALADA1-257x300.png" alt="" width="257" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/ALADA1-257x300.png 257w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/ALADA1-878x1024.png 878w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/ALADA1-768x896.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/ALADA1.png 1200w" sizes="(max-width: 257px) 100vw, 257px" /><figcaption id="caption-attachment-4349" class="wp-caption-text">1ª Ala de Defesa Aérea</figcaption></figure>
<p>A pista de pouso da NuALADA foi inaugurada em 23 de agosto de 1972, tendo recebido no dia 1º de outubro o primeiro exemplar do Mirage a equipar a FAB. O primeiro voo de um Mirage, no Brasil, foi realizado em 27 de março de 1973, por Pierre Varraut, piloto de provas da Avions Marcel Dassault; e no dia 6 de abril seguinte, seis aviões Mirage realizaram o primeiro voo militar &#8211; uma demonstração sobre a capital federal, Brasília &#8211; comandados pelo Cel.-Av. Antônio Henrique (primeiro piloto brasileiro a voar o Mirage).</p>
<p>Após 7 anos de operações, a 1ª ALADA foi desativada, no dia 19 de abril de 1979. Os pilotos, pessoal de manutenção e as aeronaves F-103 foram transferidos para o 1º Grupo de Defesa Aérea, criado pelo Decreto Reservado Nº 004, de 11 de abril de 1979. O 1º GDA foi ativado no dia 19 de abril de 1979, através da Portaria Nº R-069/GM3. A parte administrativa, segurança e apoio da 1ª ALADA compuseram a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/250/">Base Aérea de Anápolis</a>, a qual foi ativada no mesmo dia.</p>
<p>Ao 1º GDA cabe realizar operações aéreas de defesa aérea, para negar a utilização do espaço aéreo brasileiro por forças externas, para a prática de atos hostis contra o Brasil ou serem contrários aos interesses da Nação. Além disso, o 1º GDA executa, eventualmente, outras operações ligadas à manutenção da superioridade aérea.</p>
<p>A FAB recebeu mais 4 F-103E e 3 F-103D em 1977/1978, e mais algumas unidades foram recebidas em 1988/1989, para recompletamento do efetivo. Os primeiros Mirage foram recebidos em um acabamento natural (prateado), com decorações em vermelho nas tomadas de ar da turbina. Em 1980, no entanto, eles foram pintados em dois tons de cinza, típico da missão de superioridade aérea, com o código da base &#8211; AN &#8211; pintado no leme em preto (alguns F-103s utilizaram-no pintado em branco previamente).</p>
<p>Em 1989 os Mirage passaram por um processo de rejuvenescimento, realizado na própria BAAN; foram instalados &#8220;canards&#8221; na porção dianteira das tomadas de ar, os quais aumentaram a manobrabilidade dos Mirage. Mais recentemente, os &#8220;Jaguares&#8221; receberam aviões AT-27 Tucano para uso em missões de interceptação leve.</p>
<p>Por um breve período, em 2005, o 1º GDA operou aeronaves AT-26, enquanto esperava a chegada dos Mirage F-2000 adquiridos naquele ano. Os F-2000C e F-2000B (biplace) foram utilizados pelo 1º GDA até 2013, quando os mesmos foram retirados de serviço. A partir de então, o esquadrão operou os F-5EM até dezembro de 2021, quando foram retirados de serviço, a fim de permitir que os pilotos e pessoal de manutenção realizem o treinamento necessário para começarem a operar o Saab F-39 Gripen, previsto para iniciar em 2022.</p>
<p>* Agradecimentos ao 1º GDA e ao Maj.-Av. J. Holanda pela colaboração na preparação desta página.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
</ol>
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		<title>1º/16º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Adelphi&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-16o-grupo-de-aviacao-esquadrao-adelphi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/16º Grupo de Aviação foi ativado em 1988 na Base Aérea de Santa Cruz. O esquadrão foi criado especificamente para operar os caças-bombardeiros AMX A-1 (monoplace) e A-1B (biplace), produzidos pelo consórcio ítalo-brasileiro Aeritalia-Aermacchi-EMBRAER. O 1º/16º GAV é denominado de Esquadrão &#8220;Adelphi&#8221;, em homenagem aos veteranos &#8220;Jambocks&#8221; do 1º GAVCA na Campanha da Itália, ... <a title="1º/16º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Adelphi&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-16o-grupo-de-aviacao-esquadrao-adelphi/" aria-label="Read more about 1º/16º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Adelphi&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4651" aria-describedby="caption-attachment-4651" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4651" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV16-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV16-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV16.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4651" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 16º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/16º Grupo de Aviação foi ativado em 1988 na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>. O esquadrão foi criado especificamente para operar os caças-bombardeiros AMX A-1 (monoplace) e A-1B (biplace), produzidos pelo consórcio ítalo-brasileiro Aeritalia-Aermacchi-EMBRAER.</p>
<p>O 1º/16º GAV é denominado de Esquadrão &#8220;Adelphi&#8221;, em homenagem aos veteranos &#8220;Jambocks&#8221; do 1º GAVCA na Campanha da Itália, 1944-1945.</p>
<p>O esquadrão foi o responsável pela introdução em serviço na FAB do caça-bombardeiro A-1, desenvolvendo a sua doutrina de emprego.</p>
<p>Em 2016, o esquadrão foi desativado.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
</ol>
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		<title>1º/14º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pampa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:26:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[FAB]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/14º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pampa&#8221; foi ativado na Base Aérea de Canoas em 24 de março de 1947. Suas origens remontam aos dois grupos de caça que operavam em Canoas, o 3º Grupo de Caça (3º Gp Ca) e o 4º Grupo de Caça (4º Gp Ca). O 3º Gp Ca foi ... <a title="1º/14º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pampa&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-14o-grupo-de-aviacao-esquadrao-pampa/" aria-label="Read more about 1º/14º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pampa&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_5240" aria-describedby="caption-attachment-5240" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5240 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/01/1GAV14-2024--234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/01/1GAV14-2024--234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/01/1GAV14-2024-.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-5240" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 1º Esquadrão do 14º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/14º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pampa&#8221; foi ativado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-canoas/">Base Aérea de Canoas</a> em 24 de março de 1947. Suas origens remontam aos dois grupos de caça que operavam em Canoas, o 3º Grupo de Caça (3º Gp Ca) e o 4º Grupo de Caça (4º Gp Ca).</p>
<p>O 3º Gp Ca foi a primeira unidade de caça da FAB sediada no sul do Brasil, tendo sido uma das duas unidades aéreas (a outra era o 1º Grupo de Bombardeio Leve) criadas em agosto de 1944, como componentes do 3º Regimento de Aviação. Em 1945, foi criado o 4º Gp Ca, mas esse grupo não chegou a ser ativado e, na prática, ambos os grupos operavam como se fossem um só. Ambos foram equipados com caças Curtiss P-40 nas versões E, K-10, K-15, M e N.</p>
<p>Através do Decreto Nº 22.802, de 24 de março de 1947, foram extintos todos os regimentos de aviação e os grupos a eles subordinados (de caça, de patrulha, de bombardeio leve e de bombardeio médio). O mesmo decreto estipulou a criação de grupos de aviação, absorvendo o pessoal e material sob carga dos extintos grupos. Assim, o 1º/14º Grupo de Aviação (1º/14º GAV) foi formado a partir do 3º Gp Ca e do 4º Gp Ca, passando a operar os P-40 utilizados até então por aquelas duas unidades de caça.</p>
<p>Os P-40 foram utilizados por um período de 10 anos, até que em 1954 tiveram de ser desativados, após alguns acidentes fatais causados por falhas estruturais nos aviões.</p>
<p>No dia 24 de setembro de 1954, o 1º/14º G Av entrou na era do jato, ao receber seis Gloster Meteor F-8 e dois TF-7. Após 12 anos de operações, quando mais de 20.000 horas de voo foram totalizadas, os Meteor foram desativados, por apresentarem fissuras na longarina principal da asa.</p>
<p>Em fevereiro de 1967 chegavam os primeiros aviões Lockheed TF-33, os quais foram utilizados por apenas 9 anos.</p>
<p>Em 1974, os TF-33 operados pelo 1º Grupo de Aviação de Caça e pelo 1º/4º GAV foram transferidos para Canoas, concentrando as operações dos TF-33 junto ao 1º/14º GAV, até a desativação dos mesmos em 1975.</p>
<p>O 1º/14º GAV entrou então em fase de preparação para receber o seu novo avião, o Northrop F-5E/B Tiger II, enviando pessoal de voo e mecânicos ao Rio de Janeiro para familiarização com o F-5.</p>
<p>A própria BACO passou por reformas para receber as novas aeronaves que estavam por chegar. No dia 26 de novembro de 1976, doze F-5E, comandados pelo Ten.-Cel.-Av. Volnei, Cmt. do Esquadrão, chegaram a Canoas, iniciando assim a era supersônica de operações do 1º/14º GAV.</p>
<p>Ao Esquadrão foi atribuída inicialmente a execução de missões de perfil aerotático, de ataque ao solo, com capacidade de deslocamento apoiado por reabastecimento em voo.</p>
<p>Em 1988, novas aeronaves F-5E/F, adquiridas dos EUA, são destinadas ao 1º/14º GAV, e com a chegada destes o Esquadrão passa a ter como missão primária a defesa aérea. São mantidos em alerta, 24h por dia, equipagens para efetuar qualquer interceptação de aeronaves hostis ou que apresentem problemas em voo.</p>
<p>Os Tucanos do Pampa eram camuflados em padrão similar ao USAF Southeast Asia, levando na cauda o código &#8220;CO&#8221;, indicativo da BACO e no topo da empenagem a faixa azul com estrelas do Esquadrão.</p>
<p>Em 1994 o Esquadrão Pampa completou 100.000 horas de voo, utilizando aeronaves P-40, F-8/TF-7, TF-33, F-5 e AT-27. Completando seu jubileu em 1997, seus pilotos e equipagens de terra, de hoje e de outrora, podem se orgulhar de seus feitos &#8211; sempre garantindo a soberania do Espaço Aéreo Brasileiro.</p>
<p>O primeiro F-5EM modernizado foi recebido pelo Esquadrão no dia 21 de setembro de 2005. Essas aeronaves dispõem de um potente radar, um painel de instrumentos eletrônico equipado com HUD e dispositivos passivos de detecção de radar (RWR) e lançadores de &#8220;chaff&#8221; e &#8220;flare&#8221;.</p>
<p>No dia 18 de março de 2024, o 1º/14º GAV alcançou a expressiva marca de 100.000 horas de voo em aeronaves F-5E, F-5F, F-5EM e F-5FM.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
<li>&#8220;PAMPA 100000 h &#8211; A Conquista do Céu Brasileiro pelo 1º/14º Grupo de Aviação&#8221;, Edição Histórica, 01 de dezembro de 1994, Base Aérea de Canoas.</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>2º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; Esquadrão &#8220;Pif-Paf&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-1o-grupo-de-aviacao-de-caca-esquadrao-pif-paf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:23:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
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		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 2º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; 2º/1º GAVCA, sediado na Base Aérea de Santa Cruz, traça suas origens ao 2º Grupo de Caça (2º Gp Ca), criado na Base Aérea de Natal a 17 de agosto de 1944. Equipado com aviões Curtiss P-40, foi transferido para o 1º Regimento de Aviação, sediado na ... <a title="2º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; Esquadrão &#8220;Pif-Paf&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-1o-grupo-de-aviacao-de-caca-esquadrao-pif-paf/" aria-label="Read more about 2º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; Esquadrão &#8220;Pif-Paf&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4647" aria-describedby="caption-attachment-4647" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4647" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAC1-frances-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAC1-frances-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAC1-frances.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4647" class="wp-caption-text">2º Esquadrão do 1º Grupo de Aviação de Caça</figcaption></figure>
<p>O 2º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; 2º/1º GAVCA, sediado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>, traça suas origens ao 2º Grupo de Caça (2º Gp Ca), criado na Base Aérea de Natal a 17 de agosto de 1944. Equipado com aviões Curtiss P-40, foi transferido para o 1º Regimento de Aviação, sediado na Base Aérea de Santa Cruz, no dia 5 de outubro do mesmo ano.</p>
<p>Em julho de 1945 o 1º Grupo de Aviação de Caça (1º Gp Av Ca) retornou ao Brasil, após sua bem-sucedida participação na Campanha da Itália (1944-1945), e passou a integrar o 1º R Av. Alguns dos pilotos veteranos do 1º Gp Av Ca foram transferidos para o 2º Gp Ca, o qual passou a operar também os 29 Republic P-47D-25, remanescentes da Campanha da Itália, e que haviam chegado ao Brasil desmontados, por via marítima.</p>
<p>A partir de 1946, o 2º Gp Ca passou a ser responsável pelo treinamento dos pilotos de caça, na sua transição do P-40 para o P-47. Nesse mesmo ano, os P-40 foram concentrados nos 3º Gp Ca e 4º Gp Ca, pertencentes ao 3º R Av, sediado na Base Aérea de Canoas &#8211; com isso, o 2º Gp Ca passou a operar exclusivamente os P-47D-25. O esquadrão utilizava, ainda, aviões de treinamento avançado NA T-6 para a conversão dos pilotos no P-47D.</p>
<p>No ano de 1947, o 2º Gp Ca passou a ser denominado 2º/9º Grupo de Aviação, até ser redesignado como 2º/1º Grupo de Aviação de Caça em 14 de outubro de 1949.</p>
<p>Após a introdução dos caças a jato de fabricação britânica Gloster Meteor, em maio de 1953, o 2º/1º GAVCA passou mais uma vez a ser uma unidade operacional. Os Meteor por ele operados apresentavam um acabamento semelhante aos do 1º/1º GAVCA .</p>
<p>Em 1968 o esquadrão recebeu aviões Lockheed TF-33A e, em 1972, operou por um curto espaço de tempo os AT-26 Xavante, até ser re-equipado em 1975 com os Northrop F-5E, os quais são utilizados até os dias de hoje. Os F-5E são operados em um &#8220;pool&#8221; juntamente com o 1º/1º GAVCA.</p>
<p>A bolacha do esquadrão representa o P-47D &#8216;C5&#8217;, pilotado pelo 2º-Ten.-Av. Pedro de Lima Mendes, veterano de 95 missões na Campanha da Itália, considerado um dos melhores pilotos de caça da FAB. Brincando, ele dizia ser protegido pelo caboclo &#8220;Rompe Mato&#8221; em suas missões, o qual é representado na bolacha pelo pinguim manejando um facão.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
<li>J.E. Magalhães Motta, &#8220;Força Aérea Brasileira 1941-1961 &#8211; Como eu a vi&#8230;&#8221;, INCAER, Rio de Janeiro, 1992.</li>
<li>Revista Força Aérea, Ano I, Nº 1, Action, Novembro 1995.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; Esquadrão &#8220;Jambock&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-1o-grupo-de-aviacao-de-caca-esquadrao-jambock/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:21:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; 1º/1º GAVCA tem suas origens no 1º Grupo de Aviação de Caça (1º Gp Av Ca), o qual foi a primeira Unidade Aérea da FAB a receber treinamento moderno de caça, durante a II Guerra Mundial. Criado a 18 de dezembro de 1943, o Grupo recebeu treinamento ... <a title="1º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; Esquadrão &#8220;Jambock&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-1o-grupo-de-aviacao-de-caca-esquadrao-jambock/" aria-label="Read more about 1º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; Esquadrão &#8220;Jambock&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4667" aria-describedby="caption-attachment-4667" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4667" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAC1-frances-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAC1-frances-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAC1-frances.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4667" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 1º Grupo de Aviação de Caça</figcaption></figure>
<p>O 1º/1º Grupo de Aviação de Caça &#8211; 1º/1º GAVCA tem suas origens no 1º Grupo de Aviação de Caça (1º Gp Av Ca), o qual foi a primeira Unidade Aérea da FAB a receber treinamento moderno de caça, durante a II Guerra Mundial. Criado a 18 de dezembro de 1943, o Grupo recebeu treinamento inicial na Zona do Canal, Panamá, onde participou das operações de defesa aérea daquele ponto estratégico, utilizando aviões Curtiss P-40C (outras versões mais modernas já se encontravam em uso no Brasil, na época).</p>
<p>Foi depois transferido para Suffolk, EUA, onde suas equipagens de voo e de terra fizeram a transição para o Republic P-47D-25 Thunderbolt, com os quais o 1º GAVCA foi enviado ao teatro de operações na Itália.</p>
<p>Ao cessar as hostilidades na Europa, com a rendição incondicional da Alemanha Nazista, o 1º Gp Av Ca desempenhou por um curto espaço de tempo as funções de tropa de ocupação. O retorno dos pilotos ao Brasil, em julho de 1945, foi via os EUA, onde 19 novos exemplares do Republic P-47D-40 Thunderbolt foram obtidos dos armazéns das USAAF (em substituição aos que, atribuídos ao Brasil, haviam sido deixados em Nápoles). Os 29 P-47D-25 veteranos da Campanha da Itália, foram desmontados e enviados ao Brasil por via marítima.</p>
<p>Ao regressar, o 1º Gp Av Ca passou a fazer parte do 1º Regimento de Aviação &#8211; 1º RAv, sediado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>, juntamente com sua unidade coirmã &#8211; o 2º Grupo de Caça. Seu pessoal &#8211; pilotos e pessoal de terra &#8211; eram todos veteranos da Itália. Tendo trazido toda a experiência trazida da guerra, o 1º GAVCA foi fundamental na criação de uma &#8220;mentalidade de caça&#8221; na FAB, introduzindo novos conceitos operacionais até então desconhecidos. Hoje em dia, os veteranos afirmam que essa foi a principal contribuição deles à FAB no pós-guerra; a um alto custo, no entanto, pois vários daqueles pilotos, tendo sobrevivido às árduas missões de guerra na Itália, vieram a falecer em acidentes aéreos, enquanto transmitiam os seus conhecimentos às novas gerações de pilotos de caça.</p>
<p>Em 1947, a FAB foi reorganizada, tendo sido extintos os Regimentos de Aviação. As unidades aéreas foram redesignadas, e os 1º Gp Av Ca e 2º Gp Ca passaram a ser os 1º e 2º Esquadrões do 9º Grupo de Aviação (1º/9º G Av e 2º/9º G Av). Essa nova denominação não foi bem recebida pelos veteranos, pois com a perda do nome, perdia-se também um pouco da tradição da Aviação de Caça. Tal situação permaneceu até 14 de outubro de 1949, quando o 1º/9º G Av foi redesignado 1º/1º GAVCA (o 2º/9º GAV passou a ser o 2º/1º GAVCA).</p>
<p>O 1º/1º GAVCA utilizou os P-47D-40 trazidos dos EUA até maio de 1953, quando foram recebidos os primeiros caças a jato Gloster Meteor, de fabricação britânica &#8211; representando o ingresso da Aviação de Caça da FAB na era do jato. Inicialmente prateados, os Meteor F-8 (monoplace) e TF-7 (biplace) receberam posteriormente a aplicação de detalhes em azul no nariz, tomadas de ar das turbinas, pontas das asas e na seção traseira da fuselagem (essa pintura ficou conhecida como &#8220;ovo estalado&#8221;).</p>
<p>O 1º/1º GAVCA utilizou o Lockheed TF-33A a partir de 1968, em substituição aos Meteor (desativados em dezembro de 1966). Em 1972, foram recebidos os AT-26 Xavante, mas ambas aeronaves não eram caças puros e, portanto, não se prestavam idealmente às missões de defesa aérea e interceptação atribuídas ao esquadrão.</p>
<p>Tal situação foi remediada em 1975, quando começaram a ser recebidos os Northrop F-5E &#8211; aeronave utilizada até os dias de hoje pelo 1º/1º GAVCA.</p>
<p>Os F-5E são utilizados em um &#8220;pool&#8221; central, compartilhados pelos 1º/1º GAVCA e 2º/1º GAVCA (as bolachas dos dois esquadrões são utilizadas nos lados esquerdo e direito do leme, respectivamente).</p>
<p>Esses F-5E são camuflados em padrão &#8220;Southeast Asia USAF&#8221;, e apresentam uma quilha dorsal, bem como são dotados de capacidade de reabastecimento em voo; essas características os diferenciam dos F-5E operados pelo 1º/14º GAV.</p>
<p>O 1º/1º GAVCA mantém viva a tradição criada pelos &#8220;Avestruzes&#8221; do 1º GAVCA na Itália, utilizando a mesma bolacha e o código rádio &#8211; &#8220;Jambock&#8221;. Suas esquadrilhas tem também a designação típica da época da guerra &#8211; Vermelha, Amarela, Azul e Verde.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
<li>J.E. Magalhães Motta, &#8220;Força Aérea Brasileira 1941-1961 &#8211; Como eu a vi&#8230;&#8221;, INCAER, Rio de Janeiro, 1992.</li>
<li>Revista Força Aérea, Ano I, Nº 1, Action, Novembro 1995.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>2º/5º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Joker&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-5o-grupo-de-aviacao-esquadrao-joker/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 2º Esquadrão do 5º Grupo de Aviação &#8211; 2º/5º GAV foi ativado pela Portaria nº 38, de 17 de setembro de 1953, na Base Aérea de Natal, passando a responder pelo treinamento de caça na FAB, operando os aviões Republic P-47D Thunderbolt do 3º/1º GAVCA da Base Aérea de Santa Cruz. Em 1956, o ... <a title="2º/5º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Joker&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-5o-grupo-de-aviacao-esquadrao-joker/" aria-label="Read more about 2º/5º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Joker&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4643" aria-describedby="caption-attachment-4643" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4643" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV5-frances-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV5-frances-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV5-frances.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4643" class="wp-caption-text">2º Esquadrão do 5º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 2º Esquadrão do 5º Grupo de Aviação &#8211; 2º/5º GAV foi ativado pela Portaria nº 38, de 17 de setembro de 1953, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-natal/">Base Aérea de Natal</a>, passando a responder pelo treinamento de caça na FAB, operando os aviões Republic P-47D Thunderbolt do 3º/1º GAVCA da Base Aérea de Santa Cruz. Em 1956, o 2º/5º GAV transferiu ao 1º/4º GAV a função de treinamento de caça e os seus P-47; em troca, recebeu aviões NA B-25J do 1º/4º GAV e passou a operar missões de bombardeio leve.</p>
<p>O 2º/5º GAV foi desativado em 24 de fevereiro de 1970 através da Portaria nº 017/GM7. No ano de 1975 foi ativado em Natal, junto ao CATRE, o Esquadrão Seta, tendo recebido do 1º/4º GAV a tarefa de treinamento de caça.</p>
<p>Em 20 de outubro de 1980, a Portaria nº R-310/GM3 determinou a reativação do 5º Grupo de Aviação, a partir de 1º de janeiro de 1981, com os seus dois esquadrões, 1º/5º GAV e 2º/5º GAV. Quando da desativação do Esquadrão Seta, o 2º/5º GAV assumiu a tarefa de treinamento de pilotos de caça, o qual até a época dava instrução aos pilotos de ataque.</p>
<p>Em 1980, o 2º/5º GAV foi reequipado com o AT-26 Xavante e, em 1982, passou a responder pelo treinamento dos futuros pilotos de caça, tarefa que desempenha até os dias de hoje.</p>
<p>O 2º/5º GAV utiliza o código de rádio &#8220;Joker&#8221; e a bolacha do esquadrão é aquela do antigo 3º/1º GAVCA, a qual exibe um veterano Avestruz (alusão aos pilotos do 1º GAVCA &#8220;Senta a Pua&#8221; que lutaram na Itália em 1944-1945) transmitindo ao jovem piloto &#8211; um pinguim &#8211; a arte da Aviação de Caça.</p>
<p>Em 1995, o 2º/5º GAV passou a perpetuar a memória do Brig.-do-Ar Nero Moura, comandante do 1º GAVCA na Itália e ex-Ministro da Aeronáutica, falecido em fins de 1994. Um AT-26 passou a ostentar o seu nome, pintado na fuselagem, bem como o número &#8220;1&#8221; (o qual era pintado no P-47 Thunderbolt do então Maj. Moura na Itália).</p>
<p>Os AT-26 foram substituídos em serviço a partir de 2004, com a entrada em serviço dos EMBRAER A-29A e A-29B.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
<li>Aerovisão, Nº 182, Ano XXI. Ministério da Aeronáutica. Maio/Julho, 1995.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Centauro&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/3o-10o-grupo-de-aviacao-esquadrao-centauro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 3º/10º Grupo de Aviação foi criado em 24 de março de 1947, porém só veio a ser ativado em 10 de novembro de 1978, na Base Aérea de Santa Maria. O Esquadrão &#8220;Centauro&#8221; utilizou inicialmente aeronaves AT-26 Xavante em missões de interdição, apoio aéreo aproximado e ataque ao solo. O 3º/10º GAV realiza costumeiramente ... <a title="3º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Centauro&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/3o-10o-grupo-de-aviacao-esquadrao-centauro/" aria-label="Read more about 3º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Centauro&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4633" aria-describedby="caption-attachment-4633" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4633" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/3GAV10-234x300.png" alt="" width="234" height="300" /><figcaption id="caption-attachment-4633" class="wp-caption-text">3º Esquadrão do 10º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 3º/10º Grupo de Aviação foi criado em 24 de março de 1947, porém só veio a ser ativado em 10 de novembro de 1978, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-maria/">Base Aérea de Santa Maria</a>.</p>
<p>O Esquadrão &#8220;Centauro&#8221; utilizou inicialmente aeronaves AT-26 Xavante em missões de interdição, apoio aéreo aproximado e ataque ao solo. O 3º/10º GAV realiza costumeiramente manobras de treinamento com Forças Navais da Marinha do Brasil, de forma a garantir uma estreita cooperação em caso de guerra.</p>
<p>Após quase 20 anos de utilização dos AT-26, em 15 de janeiro de 1998 iniciou-se uma nova fase na história do 3º/10º GAV. Naquele dia, os dois primeiros AMX International A-1 foram entregues ao esquadrão, colocando-o em um outro patamar de capacidade.</p>
<p>O 3º/10º GAV foi o responsável pela formação de líderes da Aviação de Caça, até a introdução dos A-1 em serviço, quando transferiu essa responsabilidade ao 1º/4º GAV.</p>
<p>Seu código rádio, &#8220;Centauro&#8221;, é inspirado na figura mitológica de &#8220;Quiron&#8221;, o mais célebre dentre aqueles. As esquadrilhas componentes do 3º/10º GAV são denominadas segundo as três estrelas de maior grandeza da constelação Centauro &#8211; Alfa-Centauro, Beta-Centauro e Gama-Centauro.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
<li>Histórico do 3º/10º Grupo de Aviação. Base Aérea de Santa Maria.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Poker&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-10o-grupo-de-aviacao-esquadrao-poker/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/10º Grupo de Aviação foi criado em 24 de março de 1947 e ativado no dia 1º de abril do mesmo ano, na Base Aérea de São Paulo, incorporando o pessoal e aviões Douglas A-20K dos extintos 1º e 2º Grupos de Bombardeio Leve. Desde a sua ativação, o Esquadrão “Poker” desempenha missões RecTat ... <a title="1º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Poker&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-10o-grupo-de-aviacao-esquadrao-poker/" aria-label="Read more about 1º/10º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Poker&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4659" aria-describedby="caption-attachment-4659" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4659" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV10-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV10-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV10.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4659" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 10º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/10º Grupo de Aviação foi criado em 24 de março de 1947 e ativado no dia 1º de abril do mesmo ano, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-sao-paulo/">Base Aérea de São Paulo</a>, incorporando o pessoal e aviões Douglas A-20K dos extintos 1º e 2º Grupos de Bombardeio Leve.</p>
<p>Desde a sua ativação, o Esquadrão “Poker” desempenha missões RecTat (reconhecimento tático). Com a desativação dos A-20K, ocorrida em 1955, o 1º/10º GAV passou a utilizar os Beechcraft RT-11 e os North-American B-25J. Em 1969, o esquadrão recebeu alguns Douglas A-26 Invader (designados B-26), dos quais receberia mais alguns exemplares em 1971 e em 1973, oriundos do 1º/5º GAV.</p>
<p>No ano de 1976, o 1º/10º GAV passou a operar aviões RT-26 Xavante, versão de reconhecimento do EMB-326GB; era equipado com um “pod” sob uma das asas contendo câmeras fotográficas “Vinten” (sob a outra asa utiliza-se um “pod” equipado com uma metralhadora .50).</p>
<p>Em dezembro de 1978, o esquadrão foi transferido para a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-maria/">Base Aérea de Santa Maria</a>, estando nela sediado até hoje. Suas tripulações realizam as missões de reconhecimento visual, fotográfico e meteorológico.</p>
<p>Após quase vinte e um anos de operação do RT-26, o esquadrão começou a receber seus primeiros RA-1, versão da aeronave de ataque AMX International A-1 em 1999. A chegada dessas aeronaves aumentou consideravelmente a capacidade operacional do esquadrão, tornando-o um dos mais bem equipados da FAB, habilitando-o a realizar missões de reconhecimento tático e estratégico e missões de ataque da tarefa de superioridade aérea e interdição.</p>
<p>Inspirados no seu código rádio “Poker”, as esquadrilhas do 1º/10º GAV são identificadas pelos naipes de baralho.</p>
<p>* Agradecimentos ao 1º/10º GAV e ao Ten.-Cel.-Av. Julio Cesar Strino de Oliveira pela colaboração na preparação desta página.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>C. Lorch, “A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate”, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
<li>G. Wetsch, “Os bombardeiros A-20 no Brasil”, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1996.</li>
<li>Histórico do 1º/10º Grupo de Aviação. Base Aérea de Santa Maria.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º/4º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pacau&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-4o-grupo-de-aviacao-esquadrao-pacau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/4º Grupo de Aviação foi criado pelo Decreto nº 22.802, de 24 de março de 1947, e ativado na Base Aérea de Fortaleza &#8211; BAFZ, no ano de 1948. Inicialmente operando aeronaves Lockheed A-28 Hudson e NA B-25J, o esquadrão desempenhou as missões de bombardeio leve até 1956. O 1º/4º GAV é identificado pela ... <a title="1º/4º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pacau&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-4o-grupo-de-aviacao-esquadrao-pacau/" aria-label="Read more about 1º/4º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pacau&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4666" aria-describedby="caption-attachment-4666" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4666" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV4-frances-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV4-frances-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV4-frances.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4666" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 4º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/4º Grupo de Aviação foi criado pelo Decreto nº 22.802, de 24 de março de 1947, e ativado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-fortaleza/">Base Aérea de Fortaleza &#8211; BAFZ</a>, no ano de 1948. Inicialmente operando aeronaves Lockheed A-28 Hudson e NA B-25J, o esquadrão desempenhou as missões de bombardeio leve até 1956.</p>
<p>O 1º/4º GAV é identificado pela sua bolacha, onde o &#8220;Buldogue Tetéu&#8221;, representando um instrutor, avisa aos seus alunos &#8211; &#8220;Tô lhe manjando!&#8221;.</p>
<p>Naquele ano, o 1º/4º GAV passou a ser uma unidade de treinamento de caça, tendo recebido o pessoal e os aviões Republic P-47D Thunderbolt do 2º/5º GAV.</p>
<p>O 1º/4º GAV ingressou na era da caça a jato em maio de 1958, quando passou a ser a única unidade a operar os 33 Lockheed F-80C Shooting Star recebidos pela FAB. A partir de 1966, foram utilizados os Lockheed TF-33A, até a chegada do AT-26 Xavante em 1973.</p>
<p>O 1º/4º GAV é identificado pela sua bolacha, onde o &#8220;Buldogue Tetéu&#8221;, representando um instrutor, avisa aos seus alunos &#8211; &#8220;Tô lhe manjando!&#8221;.</p>
<p>A partir de 1998, o esquadrão foi responsável pela formação de pilotos líderes da Aviação de Caça, tarefa transferida ao 1º/4º GAV após o recebimento das aeronaves de ataque A-1 pelo 3º/10º GAV.</p>
<p>Em 9 de janeiro de 2002, o Esquadrão foi transferido para a Base Aérea de Natal, concentrando naquela toda a atividade aérea com aeronaves AT-26.</p>
<p>Em 2010, foi decidido pelo Comando da Aeronáutica que o Esquadrão seria reequipado com o F-5EM, sendo transferido para a Amazônia, a fim de prover um vetor rápido de Defesa Aérea na região. Tendo recebido alguns pilotos e aeronaves F-5EM do 1º GAVCA e do 1º/14º GAV, o Esquadrão cessou suas atividades com o AT-26 em 3 de dezembro de 2010, encerrando nessa data o emprego do Xavante como aeronave de treinamento de caça na FAB.</p>
<p>Em 13 de dezembro do mesmo ano, o Esquadrão pousava com seus F-5EM na Base Aérea de Manaus, iniciando uma nova fase de sua gloriosa existência na FAB. Sua presença na capital do estado do Amazonas permitiu que a FAB provesse defesa aérea com capacidade de interceptação supersônica sobre a Amazônia e demais estados do Norte e Oeste do Brasil.</p>
<p>O 1º/4º GAV utilizou os F-5EM até a sua desativação, ocorrida em 17 de dezembro de 2021. O Esquadrão deverá ser reativado, oportunamente, e será equipado com o Saab F-39 Gripen.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>C. Lorch, &#8220;Asas da Força Aérea Brasileira&#8221;, Edição Comemorativa do Cinqüentenário do Ministério da Aeronáutica, Action Editora, Rio de Janeiro, 1991.</li>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Aviação de Caça</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/30/a-aviacao-de-caca-na-era-do-jato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 15:20:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Aviações]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[Após o final da II Guerra Mundial, a FAB dispunha de dois tipos de caças em seu acervo: o Republic P-47D Thunderbolt e o Curtiss P-40. O 1º Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) retornou ao Brasil, em 1945, trazendo Republic P-47D novos e foi baseado na Base Aérea de Santa Cruz &#8211; BASC, ... <a title="A Aviação de Caça" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/30/a-aviacao-de-caca-na-era-do-jato/" aria-label="Read more about A Aviação de Caça">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após o final da II Guerra Mundial, a FAB dispunha de dois tipos de caças em seu acervo: o Republic P-47D Thunderbolt e o Curtiss P-40.</p>
<p>O 1º Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) retornou ao Brasil, em 1945, trazendo Republic P-47D novos e foi baseado na Base Aérea de Santa Cruz &#8211; BASC, Rio de Janeiro. Um segundo esquadrão foi formado (2º/1º GAVCA) para dar instrução, utilizando aviões P-47D veteranos da Campanha na Itália.</p>
<figure id="attachment_748" aria-describedby="caption-attachment-748" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-748" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-47D-2-de-Ouros-via-N.L.-Senandes-1024x676.jpg" alt="" width="920" height="607" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-47D-2-de-Ouros-via-N.L.-Senandes-1024x676.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-47D-2-de-Ouros-via-N.L.-Senandes-300x198.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-47D-2-de-Ouros-via-N.L.-Senandes-768x507.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-47D-2-de-Ouros-via-N.L.-Senandes-1536x1015.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/P-47D-2-de-Ouros-via-N.L.-Senandes.jpg 1768w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-748" class="wp-caption-text">P-47D 2 de Ouros (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<p>O outro avião de caça que a FAB dispunha em quantidade era o Curtiss P-40, em cinco versões diferentes: E, K-10, K-15, M e N. A partir de 1946, os 32 P-40 pertencentes à FAB foram concentrados na Base Aérea de Canoas &#8211; BACO, equipando os 3º Grupo de Caça e 4º Grupo de Caça do 3º Regimento de Aviação. Em 1947, com a reorganização da FAB, esses dois grupos foram extintos e o 1º/14º GAV foi criado. Prosseguiu-se com a instrução de combate nos P-40 até que em 1954, após um desses aviões ter perdido uma asa em voo (com o falecimento do piloto em consequência), todos os trinta aviões remanescentes foram desativados.</p>
<figure id="attachment_636" aria-describedby="caption-attachment-636" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-636" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/P-40N-do-Pampa-1024x653.jpg" alt="" width="920" height="587" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/P-40N-do-Pampa-1024x653.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/P-40N-do-Pampa-300x191.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/P-40N-do-Pampa-768x490.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/P-40N-do-Pampa.jpg 1326w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-636" class="wp-caption-text">Um P-40N da FAB.</figcaption></figure>
<p>No entanto, ao final dos anos 40 os aviões de caça com motor a pistão eram obsoletos e procurou-se adquirir caças a jato norte-americanos. Os EUA objetaram à venda de tal equipamento ao Brasil, alegando que isso provocaria um desequilíbrio entre as forças aéreas do continente sul-americano. Procurando por alternativas no mercado mundial, surgiu a oportunidade de se adquirir aviões Gloster Meteor, produzidos na Grã-Bretanha. Assim, em 1952, 71 daqueles aviões (61 Meteor F.Mk 8 e 10 Meteor T.Mk 7) foram trocados por algodão brasileiro, passando a equipar os 1º GAVCA e o 1º/14º GAV (a partir de setembro de 1954). Em dezembro de 1966, eles foram desativados devido a fadiga mecânica da longarina da asa.</p>
<figure id="attachment_637" aria-describedby="caption-attachment-637" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-637" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/TF73.jpg" alt="" width="1024" height="705" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/TF73.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/TF73-300x207.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/TF73-768x529.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-637" class="wp-caption-text">Gloster TF-7 Meteor (via N. L. Senandes).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_638" aria-describedby="caption-attachment-638" style="width: 1012px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-638" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Gloster5-1.jpg" alt="" width="1022" height="521" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Gloster5-1.jpg 1022w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Gloster5-1-300x153.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Gloster5-1-768x392.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1022px) 100vw, 1022px" /><figcaption id="caption-attachment-638" class="wp-caption-text">Gloster F-8 do 1º/1º Grupo de Aviação de Caça.</figcaption></figure>
<p>Em 1956, o primeiro de 58 caças Lockheed AT-33 foi entregue, tendo esses aviões equipado os 1º GAVCA, 1º/4º GAV, 2º/5º GAV e 1º/14º GAV. Em maio de 1958 foram recebidos alguns Lockheed F-80C Shooting Star, os quais foram operados exclusivamente pelo 1º/4º GAV. O AT-33 (ou TF-33 na designação da FAB) não era armado suficientemente e não tinha a capacidade de interceptação necessária a um país de dimensões continentais como o Brasil. Os F-80C e TF-33 tinham acabamento natural e foram utilizados até a metade da década de 70.</p>
<figure id="attachment_625" aria-describedby="caption-attachment-625" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-625" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/f-80c_4202_via-N.L.Senandes-1024x688.jpg" alt="" width="920" height="618" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/f-80c_4202_via-N.L.Senandes-1024x688.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/f-80c_4202_via-N.L.Senandes-300x202.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/f-80c_4202_via-N.L.Senandes-768x516.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/f-80c_4202_via-N.L.Senandes.jpg 1181w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-625" class="wp-caption-text">F-80C 4202 do 1º/4º Grupo de Aviação (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_633" aria-describedby="caption-attachment-633" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-633" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_3243-1024x683.jpg" alt="" width="920" height="614" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_3243-1024x683.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_3243-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_3243-768x512.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_3243-1536x1024.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_3243-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-633" class="wp-caption-text">AT-33 4336, 1º/14º Grupo de Aviação (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Em 1970, a empresa aeronáutica brasileira, EMBRAER, assinou um contrato com a empresa italiana Aermacchi para produzir sob licença o treinador a jato MB-326, denominado pela FAB de AT-26 Xavante. Os AT-26 tem acabamento semelhante ao padrão de camuflagem &#8220;Southeast Asia&#8221; da USAF, em dois tons de verde e um em pardo.</p>
<figure id="attachment_632" aria-describedby="caption-attachment-632" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-632" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Charrua-2007-137-1-1024x683.jpg" alt="" width="920" height="614" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Charrua-2007-137-1-1024x683.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Charrua-2007-137-1-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Charrua-2007-137-1-768x512.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Charrua-2007-137-1-1536x1024.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/Charrua-2007-137-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-632" class="wp-caption-text">AT-26 4530, 1º/4º Grupo de Aviação (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>O ano de 1972 viu a chegada de 13 Dassault-Bréguet Mirage IIIEBR (foto à direita) e 3 Mirage IIIDBR, os quais foram baseados na Base Aérea de Anápolis &#8211; BAAN, próximo à Brasília. Outros 10 aviões foram recebidos nos anos de 1977-78 e 1988-89. Designados por F-103 na FAB, eles sofreram um processo de modernização ao final da década de 1980, com a instalação de canards localizados sobre a parte dianteira das tomadas de ar, de forma a melhorar sua manobrabilidade. Inicialmente, os F-103 tinham acabamento em metal natural, mas a partir de meados dos anos 80 eles foram pintados em um tom de cinza escuro, de supremacia aérea.</p>
<figure id="attachment_627" aria-describedby="caption-attachment-627" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-627" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4924-BASC-Senandes-1024x703.jpg" alt="" width="920" height="632" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4924-BASC-Senandes-1024x703.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4924-BASC-Senandes-300x206.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4924-BASC-Senandes-768x527.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4924-BASC-Senandes-1536x1054.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4924-BASC-Senandes.jpg 1744w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-627" class="wp-caption-text">F-103E 4924 (via N.L. Senandes).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_626" aria-describedby="caption-attachment-626" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-626" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4914-BACO-RDC-1024x690.jpg" alt="" width="920" height="620" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4914-BACO-RDC-1024x690.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4914-BACO-RDC-300x202.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4914-BACO-RDC-768x517.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4914-BACO-RDC-1536x1035.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-103E-4914-BACO-RDC.jpg 1752w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-626" class="wp-caption-text">F-103E 4914 (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>O primeiro de 42 caças Northrop F-5E/B chegaram em 1975, equipando os 1º GAVCA e 1º/14º GAV, os quais eram pintados no padrão &#8220;Southeast Asia&#8221;. Em 1988 os EUA desativaram os seus esquadrões de treinamento dissimilar (&#8220;Agressor&#8221;), os quais utilizavam os F-5; foram adquiridos então 22 F-5E e 4 F-5F. Esses foram entregues à FAB ainda nas cores dos esquadrões &#8220;Agressor&#8221; (seis tipos diferentes de camuflagem), mas agora são todos pintados em um tom claro de cinza, de supremacia aérea. Em 1996, os F-5B foram desativados.</p>
<figure id="attachment_628" aria-describedby="caption-attachment-628" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-628" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano-1024x742.jpg" alt="" width="920" height="667" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano-1024x742.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano-300x217.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano-768x556.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/F-5E-4842-1oGAVCA-BR-27jan87-Camazano.jpg 1339w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-628" class="wp-caption-text">F-5E 4842, 1º Grupo de Aviação de Caça (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 2005, a FAB adquiriu dez Mirage 2000C e dois Mirage 2000B, em substituição aos F-103, desativados no mesmo ano. Denominados F-2000B e F-2000C, eles foram utilizados na FAB até 2013.</p>
<figure id="attachment_630" aria-describedby="caption-attachment-630" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-630" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_2085-1-1024x683.jpg" alt="" width="920" height="614" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_2085-1-1024x683.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_2085-1-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_2085-1-768x512.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_2085-1-1536x1024.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_2085-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-630" class="wp-caption-text">F-2000C 4943, 1º Grupo de Defesa Aérea (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Também em 2005, a FAB recebeu o primeiro exemplar dos F-5 modernizados. Denominados F-5EM e F-5FM, eles continuam em uso até os dias de hoje, sendo empregados por cinco esquadrões.</p>
<figure id="attachment_629" aria-describedby="caption-attachment-629" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-629" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0034-1024x654.jpg" alt="" width="920" height="588" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0034-1024x654.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0034-300x192.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0034-768x490.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0034-1536x981.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0034-2048x1307.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-629" class="wp-caption-text">F-5EM 4820, 1º/14º Grupo de Aviação (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Em 2020, foi recebido o primeiro de 36 caças Saab JAS39 Gripen E/F, para iniciar a campanha de ensaios em voo no Brasil.</p>
<figure id="attachment_1194" aria-describedby="caption-attachment-1194" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1194" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-39-4100-1024x696.jpg" alt="" width="920" height="625" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-39-4100-1024x696.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-39-4100-300x204.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-39-4100-768x522.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-39-4100-1536x1044.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/F-39-4100-2048x1393.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-1194" class="wp-caption-text">F-39E 4100 (foto Sgt Johnson / Força Aérea Brasileira).</figcaption></figure>
<p>A Aviação de Caça comemora suas atividades no dia 22 de abril.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>D. Hagedorn, &#8220;Republic P-47 Thunderbolt &#8211; The final chapter &#8211; Latin American Air Forces service&#8221;, Phalanx, St. Paul.</li>
<li>C. Lorch, &#8220;A Caça Brasileira &#8211; nascida em combate&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1993.</li>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Aeronaves Militares Brasileiras &#8211; 1916 &#8211; 2015&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
<li>C. Lorch e J. Flores Jr., &#8220;Aviação Brasileira &#8211; sua história através da arte&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 1994.</li>
<li>J.E. Magalhães Motta, &#8220;Força Aérea Brasileira 1941-1961 &#8211; Como eu a vi&#8230;&#8221;, INCAER, Rio de Janeiro, 1992.</li>
<li>Tecnologia e Defesa, Ano 11, Nº 60. 1994.</li>
<li>&#8220;Modernização do F-5 é necessidade imediata&#8221;. In: Segurança e Defesa, Ano 11, Nº 54. Contec Ed. Ltda., Rio de Janeiro. Agosto 1996.</li>
<li>C. Lorch, &#8220;Vida nova para os Tigers &#8211; A modernização dos F-5E/F da FAB&#8221;. In: Revista Força Aérea, Ano 1 Nº 3. Action Editora, Rio de Janeiro. Junho 1996.</li>
</ol>
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	</channel>
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