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	<title>Aviação de Transporte &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>Aviação de Transporte &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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		<title>1º/15º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Onça&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 19:24:56 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4654" aria-describedby="caption-attachment-4654" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-4654" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV15-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV15-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV15.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4654" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 15º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>Em 24 de março de 1947, através do Decreto nº 22.082, o Ministério da Aeronáutica &#8211; MAer reorganizou as unidades componentes da Força Aérea Brasileira, extinguindo os chamados Regimentos de Aviação e Grupos (de Caça, Bombardeio Médio, Bombardeio Picado e de Patrulha), substituindo-os por Grupos de Aviação e Esquadrões. Assim, naquele dia foi criado o 15º Grupo de Aviação, com sede na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/288/">Base Aérea de Campo Grande &#8211; BACG</a>, não tendo sido, porém, organizado. Se passariam outros 23 anos até que, movido pela necessidade de firmar a presença nacional ao sul da região Centro-Oeste, em 17 de setembro de 1970 o MAer ativou o 1º Esquadrão do 15º Grupo de Aviação &#8211; 1º/15º GAV, com sede na BACG.</p>
<p>Sob o comando do Maj.-Av. Hélio Pereira Machado, o esquadrão foi instalado provisoriamente num barracão de madeira, chamado &#8220;Inferno 17&#8221;, e equipado com aeronaves canadenses DHC-5 C-115 Búfalo. Os primeiros aparelhos foram cedidos, por empréstimo, pelo 1º/1º Grupo de Transporte de Tropas e, ainda em setembro, foram recebidas as cinco aeronaves definitivas. Em 1981, os C-115 foram substituídos por cinco aviões EMBRAER C-95B Bandeirante, de fabricação nacional.</p>
<p>C-95 Como em toda unidade militar, é costume adotar um símbolo de identificação, amizade e reconhecimento: para tanto, o 1º/15º GAV escolheu a Onça Pintada, animal felino considerado o mais feroz e combativo das Américas, símbolo de sutileza, determinação, força e domínio. A criação foi do então Ten. Barbedo (Onça 03), inspirado nas mascotes da BACG, Joaquim e Gertrudes, e confere ao Esquadrão sua característica pantaneira e pioneira.</p>
<p>Designado para a missão específica de Transporte Aerotático, o Esquadrão &#8220;Onça&#8221; executa também missões de Transporte Aéreo Logístico, Ressuprimento Aéreo, Evacuação Aérea, Evacuação Aeromédica e Lançamento de Pára-quedistas, cumprindo com determinação e profissionalismo a sua sagrada missão: &#8220;Lançar, suprir, resgatar!&#8221;.</p>
<p>Dentre as inúmeras missões executadas pelo Esquadrão, destacam-se o auxílio na construção de três cidades na região Norte: Vera, Sinop e Aripuanã, transportando desde casas pré-fabricadas até gado nos C-115. Sem qualquer auxílio à navegação, em Aripuanã, o piloto identificava o local devido a névoa de uma cachoeira alta existente nas proximidades.</p>
<p>Participou da construção da Trans-Amazônica, transportando óleo diesel, peças, comida e pessoal. Apoiou o trabalho de cartografia do Rio Paraná e socorreu as vítimas da enchente de Santa Catarina no início da década de 80.</p>
<p>Reconhecido por seu alto grau de operacionalidade, venceu por oito vezes a Reunião da Aviação de Transporte (1978, 1982, 1984, 1987, 1988, 1997, 1998 e 1999), e recebeu o Prêmio &#8220;Flight Safety&#8221; conferido pela U.S. Air Force à unidades das Forças Aéreas Latino-americanas que tenham alcançado elevados níveis de segurança de vôo.</p>
<p>Em sua missão, o Esquadrão Onça apoia os deslocamentos de pessoal e material aos pontos mais remotos, e muitas vezes isolados e sem estrutura, da região Centro-Oeste, sendo um vetor fundamental no suporte às unidades de fronteira da Marinha e do Exército Brasileiros, unindo suas forças, integrando e desenvolvendo a região e o Brasil.</p>
<p>Um exemplo dessa integração foi a &#8220;Operação Fronteira 95&#8221;, realizada na região de Cáceres, MT, realizada em conjunto pelo 1º/15º GAV e pelo 2º Batalhão de Fronteira &#8211; 2º BFRON do Exército Brasileiro. Por quatro dias, os militares das Forças co-irmãs participaram de importante adestramento em uma região isolada e inóspita, na fronteira com a Bolívia. Elementos do 2º BFRON foram lançados por aeronaves C-95B do 1º/15º GAV, a fim de infiltrarem-se nos destacamentos de fronteira do Exército. Posteriormente, as equipagens do 1º/15º GAV realizaram lançamentos de material, víveres e medicamentos por pára-quedas.</p>
<p>Durante a operação, um militar do Exército acidentou-se e foi necessário removê-lo até Cáceres, para receber tratamento hospitalar. Dada a urgência da situação, seria necessário aterrissar à noite em Cáceres, cuja pista não dispunha, no entanto, de iluminação. Com o apoio de moradores da cidade, que dispuseram seus automóveis ao longo da pista com os faróis ligados, foi possível aterrissar com segurança, pois as equipagens do 1º/15º GAV já haviam treinado anteriormente para tal situação &#8211; comprovando o velho adágio, &#8220;faz-se bem o que se treina bem&#8221;.</p>
<p>O Esquadrão &#8220;Onça&#8221; conduziu, com orgulho, os restos mortais de Dom Pedro I, vindos de Portugal para visitar todas as capitais do Centro-Oeste, por ocasião dos 150 anos de Independência do Brasil, antes de ser sepultado em solo pátrio.</p>
<p>Ideal, trabalho, dedicação e a herança de formar pilotos e tripulantes em uma conjuntura desfavorável, adestrando, aperfeiçoando e enriquecendo os métodos e a doutrina, com coragem, determinação e respeito para servir a nação, é o aprendizado que os antigos integrantes do Esquadrão &#8220;Onça&#8221; deixam para as novas gerações.</p>
<p>* Agradecimentos ao Sr. Mario Maia e ao Sgt. Cunha Mendes (Seção de Relações Públicas do 1º/15º GAV) pela colaboração na preparação desta página.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>N.F. Lavenère-Wanderley, &#8220;História da Força Aérea Brasileira&#8221;.</li>
<li>Edição Histórica &#8211; 25 Anos do 1º/15º GAV. 1995.</li>
<li>&#8220;O vôo da Onça&#8221;. In: Jornal Correio do Estado, 25/10/95.</li>
<li>&#8220;Exército e Força Aérea Treinam Juntos no Pantanal&#8221;. In: Aerovisão, Ano XXI, Nº 183, p. 17.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>1º/9º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Arara&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 19:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4658" aria-describedby="caption-attachment-4658" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4658" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV9-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV9-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV9.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4658" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 9º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>No dia 24 de março de 1947, a Força Aérea Brasileira procedeu a uma reorganização de sua estrutura. Em consequência, o então 1º Grupo de Aviação de Caça, veterano da Campanha da Itália em 1944-1945 e sediado na Base Aérea de Santa Cruz foi redesignado como 1º Esquadrão do 9º Grupo de Aviação (1º/9º GAV).</p>
<p>Essa mudança de designação de uma unidade famosa pelos seus feitos de guerra não foi bem recebida e, em 14 de outubro de 1949, o 1º/9º GAV teve sua designação alterada para 1º Esquadrão do 1º Grupo de Aviação de Caça (1º/1º GAVCA).</p>
<p>O atual 1º/9º GAV foi ativado no dia 24 de março de 1970 na Base Aérea de Belém, aonde permaneceu até 17 de abril do mesmo ano, quando se transferiu para a Base Aérea de Manaus. O 1º/9º GAV é uma unidade de transporte de tropas, e realiza também missões de transporte logístico, em benefício de unidades da FAB, do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil, bem como de órgãos governamentais na região amazônica, aonde opera.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cap.-Inf. R. Hebmüller pela colaboração na preparação desta página.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>&#8220;1º/9º GAV &#8211; Nossa sentinela na Amazônia&#8221;. Aerovisão, 1982.</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>1º/5º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Rumba&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 19:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/5º Grupo de Aviação foi ativado em 24 de abril de 1947 na Base Aérea de Natal, utilizando aviões B-25 Mitchell para a formação das tripulações de bombardeio. Entre as missões de treinamento realizadas então, destacavam-se as de bombardeio rasante, picado e horizontal e voo em formação. Após dez anos de serviço, os B-25 ... <a title="1º/5º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Rumba&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/1o-5o-grupo-de-aviacao-esquadrao-rumba/" aria-label="Read more about 1º/5º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Rumba&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4665" aria-describedby="caption-attachment-4665" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4665" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV5-frances-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV5-frances-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV5-frances.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4665" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 5º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/5º Grupo de Aviação foi ativado em 24 de abril de 1947 na Base Aérea de Natal, utilizando aviões B-25 Mitchell para a formação das tripulações de bombardeio. Entre as missões de treinamento realizadas então, destacavam-se as de bombardeio rasante, picado e horizontal e voo em formação.</p>
<p>Após dez anos de serviço, os B-25 foram substituídos pelos B-26 Invader, com os quais, em 1964, o Esquadrão recebeu o troféu &#8220;Segurança de Voo&#8221; da United States Air Force, por haver completado quase 6.000 horas de voo sem acidentes. Em 1971, o 1º/5º GAV foi transferido para a Base Aérea de Recife, onde permaneceu até a sua desativação em 1973.</p>
<p>Cinco anos após, o Esquadrão foi reativado em Natal e passou a utilizar aviões C-95 Bandeirante, dando instrução avançada em aeronaves multimotores aos aspirantes da FAB. Como o Bandeirante era (e ainda é) empregado em diferentes tipos de missões, a instrução ministrada pelo 1º/5º GAV preparava as tripulações para as missões de busca e salvamento, patrulha, reconhecimento, transporte e ligação e observação.</p>
<p>Em 1994, o C-95 deixou de ser utilizado pelo 1º/5º GAV e, após um período de dois anos, foi declarado como Esquadrão de Ataque, sendo reequipado com os AT-27.</p>
<p>Em 2002, o Esquadrão passa por outra mudança. Com a desativação do Comando Aéreo de Treinamento em 1º de janeiro daquele ano, o 1º/5º GAV é transferido, a 9 do mesmo mês, para a Base Aérea de Fortaleza, voltando a operar aeronaves C-95 Bandeirante, com a função de treinar os futuros pilotos da Aviação de Transporte, Reconhecimento e Patrulha.</p>
<p>Em 24/10/2013, através da Portaria Nº 1.942/GC3, o 1º/5º GAV é transferido para a Base Aérea de Natal, onde permanece sediado até hoje.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>Air Force Report: Força Aérea Brasileira. In: &#8220;AirForces Monthly&#8221;, Abril 1995.</li>
<li>L.C. de Freitas, &#8220;1º/5º GAV &#8211; Êta cabra da peste!!&#8221;. In: &#8220;Voar&#8221;, Ano 2, Nº18, pp. 15-16. 1983.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>2º/1º Grupo de Transporte de Tropa &#8211; Esquadrão &#8220;Cascavel&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/2o-1o-grupo-de-transporte-de-tropa-esquadrao-cascavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 18:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Como decorrência da aquisição pela FAB das aeronaves Fairchild C-119G no início dos anos 60, o 1º GTT teve as suas responsabilidades ampliadas. Assim, o 2º/1º GTT é ativado em 10 de novembro de 1961, pela Portaria S-67/GM3, recebendo como dotação inicial as seis primeiras aeronaves Fairchild C-119G, &#8220;Vagões Voadores&#8221;, recém adquiridas nos Estados Unidos. ... <a title="2º/1º Grupo de Transporte de Tropa &#8211; Esquadrão &#8220;Cascavel&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/2o-1o-grupo-de-transporte-de-tropa-esquadrao-cascavel/" aria-label="Read more about 2º/1º Grupo de Transporte de Tropa &#8211; Esquadrão &#8220;Cascavel&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4637" aria-describedby="caption-attachment-4637" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4637" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GTT1-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GTT1-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GTT1.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4637" class="wp-caption-text">2º Esquadrão do 1º Grupo de Transporte de Tropa</figcaption></figure>
<p>Como decorrência da aquisição pela FAB das aeronaves Fairchild C-119G no início dos anos 60, o 1º GTT teve as suas responsabilidades ampliadas. Assim, o 2º/1º GTT é ativado em 10 de novembro de 1961, pela Portaria S-67/GM3, recebendo como dotação inicial as seis primeiras aeronaves Fairchild C-119G, &#8220;Vagões Voadores&#8221;, recém adquiridas nos Estados Unidos.</p>
<p>Os C-119G permaneceram em atividade no Esquadrão até novembro de 1974, ocasião que foram desativados por obsolescência, sendo substituídos pelos modernos quadrimotores Lockheed C-130H/KC-130H Hércules, os quais implementaram novo raio de ação ao Esquadrão, que passou a realizar missões para o exterior e a executar a nova tarefa de Reabastecimento em Voo &#8211; REVO, das aeronaves Northrop F-5E Tiger II, recém adquiridas pela FAB. Essa incumbência permaneceu até os anos 90, quando foi passada para o 1º/1º Grupo de Transporte &#8211; 1º GT, sediado na Base Aérea do Galeão.</p>
<p>Na atualidade, a Unidade está equipada com aeronaves Hércules C-130E, que estão em processo de modernização e transformação para a versão &#8220;H&#8221; nos Estados Unidos, e realiza tarefas de transporte aeroterrestre, transporte aéreo logístico e busca e salvamento de longo curso, principalmente no Oceano Atlântico.</p>
<p>Em 2018, o esquadrão foi desativado e seu efetivo foi absorvido numa esquadrilha do 1º GTT, durante o processo de entrada em serviço na FAB da aeronave de transporte multimissão KC-390.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. A. Camazano A. pela colaboração na preparação desta página.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º/1º Grupo de Transporte de Tropa &#8211; Esquadrão &#8220;Coral&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/1o-1o-grupo-de-transporte-de-tropa-esquadrao-coral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 18:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em resolução ministerial de 07 de fevereiro de 1958, é ativado o 1º Esquadrão do 1º Grupo de Transporte de Tropa &#8211; 1º/1º GTT, recebendo como dotação as doze aeronaves Fairchild C-82 Packet, oriundas do 2º Grupo de Transporte &#8211; 2º GT, que também era sediado no Campo dos Afonsos e encontrava-se em fase de ... <a title="1º/1º Grupo de Transporte de Tropa &#8211; Esquadrão &#8220;Coral&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/1o-1o-grupo-de-transporte-de-tropa-esquadrao-coral/" aria-label="Read more about 1º/1º Grupo de Transporte de Tropa &#8211; Esquadrão &#8220;Coral&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4646" aria-describedby="caption-attachment-4646" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4646" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GTT1-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GTT1-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GTT1.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4646" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 1º Grupo de Transporte de Tropa</figcaption></figure>
<p>Em resolução ministerial de 07 de fevereiro de 1958, é ativado o 1º Esquadrão do 1º Grupo de Transporte de Tropa &#8211; 1º/1º GTT, recebendo como dotação as doze aeronaves Fairchild C-82 Packet, oriundas do 2º Grupo de Transporte &#8211; 2º GT, que também era sediado no Campo dos Afonsos e encontrava-se em fase de desativação.</p>
<p>Tendo em vista a fase de modernização que a FAB passava logo após a Revolução de 1964, os bravos C-82 eram desativados em abril de 1968 e substituídos pelos modernos aviões turboélices canadenses de Havilland DHC-5A C-115 Búfalo, que deram um novo alento e atualidade à Unidade.</p>
<p>Os C-115 foram utilizados pelo Esquadrão até fins de 2002, quando foram substituídos pelos Lockheed C-130 Hércules. Os C-115 foram formalmente transferidos em novembro de 2002 para o 1º/9º GAV.</p>
<p>Em 2018, o esquadrão foi desativado e seu efetivo foi absorvido numa esquadrilha do 1º GTT, durante o processo de entrada em serviço na FAB da aeronave de transporte multimissão KC-390.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. A. Camazano A. pela colaboração na preparação desta página.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grupo de Transporte Especial</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/grupo-de-transporte-especial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 15:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Transporte Especial (GTE), subordinado ao Gabinete do Comando da Aeronáutica, tem por missão realizar o transporte aéreo do Presidente da República, Ministros de Estado, Secretários da Presidência da República, e autoridades dos Poderes Legislativo e Judiciário, bem como o Alto-Comando da Aeronáutica. O GTE é formado por três esquadrões, sendo o 1º ... <a title="Grupo de Transporte Especial" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/grupo-de-transporte-especial/" aria-label="Read more about Grupo de Transporte Especial">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4605" aria-describedby="caption-attachment-4605" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4605" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/GTE-frances-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/GTE-frances-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/GTE-frances.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4605" class="wp-caption-text">Grupo de Transporte Especial</figcaption></figure>
<p>O Grupo de Transporte Especial (GTE), subordinado ao Gabinete do Comando da Aeronáutica, tem por missão realizar o transporte aéreo do Presidente da República, Ministros de Estado, Secretários da Presidência da República, e autoridades dos Poderes Legislativo e Judiciário, bem como o Alto-Comando da Aeronáutica.</p>
<p>O GTE é formado por três esquadrões, sendo o 1º Esquadrão responsável por operar as aeronaves presidenciais; o 2º Esquadrão opera as aeronaves de asa fixa utilizadas para o deslocamento de autoridades civis e militares; e o 3º Esquadrão, opera os helicópteros.</p>
<p>Em 1938 a Aviação Militar do Exército adquiriu oito Lockheed 12A, os quais foram utilizados para o transporte do Presidente da República e outras autoridades civis e militares. Esses aviões foram transferidos para a FAB quando de sua criação em 1941, sob a designação UC-40.</p>
<p>A 4 de junho de 1941, através do Aviso n.º 22, foi criada a Seção de Aviões de Comando (SAC), subordinada ao Gabinete do Ministro da Aeronáutica (GABAER). Sediada no Campo do Calabouço, onde hoje se situa o Aeroporto Santos-Dumont, no Rio de Janeiro, seu primeiro comandante foi o Cap.-Av. Nero Moura e era equipada com aviões VC-60 e VC-66 (Lockheed 18 Lodestar) e VC-45 (Beechcraft E-18S).</p>
<p>A SAC foi desativada pelo Aviso n.º 4, de 9 de janeiro de 1945, ficando o transporte de autoridades a cargo do 1º Grupo de Transporte (1º GT). O pessoal e material da SAC foram transferidos para o 1º GT em 9 de janeiro de 1945, pelo Decreto-Lei n.º 6.365.</p>
<p>Devido à transferência do 1º GT para a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-do-galeao/">Base Aérea do Galeão</a>, em 1º de agosto de 1952, a SAC é reorganizada em 1º de abril de 1952, sediada no Aeroporto Santos-Dumont.</p>
<p>Em 31 de maio de 1954, através da Portaria n.º 265/GM2, a SAC foi redesignada como Esquadrão de Transporte Especial (ETE), subordinado ao GABAER.</p>
<p>No dia 27 de dezembro de 1956, através do Decreto n.º 40.626, o ETE foi transformado em Grupo de Transporte Especial, formado por dois esquadrões.</p>
<p>No ano de 1957, o GTE era equipado com aviões C-47; nesse mesmo ano, a FAB adquiriu dois aviões turboélices Vickers Viscount (modelos V-742D e V-789D) os quais, designados VC-90, passaram a integrar o GTE no ano seguinte.</p>
<p>O GTE, bem como seu 1º Esquadrão, foi transferido para a nova capital federal, Brasília, quando da sua inauguração em 1960; o 2º Esquadrão, equipado com aeronaves C-47, C-45 e H-13J, permaneceu no Rio de Janeiro. Em 1967, os dois esquadrões reuniram-se em sua nova sede, a Base Aérea de Brasília.</p>
<p>O GTE entrou na era da aviação a jato no ano de 1968, quando recebeu dois BAC-111 One-Eleven (denominados VC-92) — utilizados para o transporte do Presidente da República — e os BAe HS-125 (VU-93), estes destinados ao transporte de Ministros e Secretários da República. Os VC-92 foram desativados em 1976 e substituídos por dois VC-96 (Boeing 737-200), os quais foram utilizados até 2010.</p>
<p>Novas aeronaves do tipo VU-35 (Gates LearJet) e VH-55 (HB-355 Esquilo Bi-turbina) foram incorporadas ao serviço no GTE em 1987. Nesse mesmo ano, o GTE recebeu um VC-97 (Embraer 120RT Brasília) , matrícula FAB 2002, o qual foi utilizado brevemente, pois em 1988 ele foi transferido para o 6º Esquadrão de Transporte Aéreo.</p>
<p>Em 1998, o 2º Esquadrão do GTE recebeu um Gates Learjet VU-55C, o qual foi utilizado até 2014.</p>
<p>No dia 8 de julho de 2004, o GTE recebeu o helicóptero Aérospatiale AS332M1 VH-34, matrícula FAB 8740, transferido do 3º/8º GAV. Em 2005, foi recebido outro VH-34, o qual recebeu a matrícula FAB 8735 (anteriormente utilizada por um CH-34, acidentado em 29 de abril de 1994). Nesse mesmo ano, foi formado o 3º Esquadrão do GTE, dotado apenas de aeronaves de asas rotativas.</p>
<p>Ainda em 2005, foi recebida a aeronave presidencial Airbus ACJ VC-1A, a qual é operada pelo 1º Esquadrão.</p>
<p>A partir de 2008, o GTE recebeu exemplares da família de jatos regionais e executivos da Embraer: dois VC-99A (ERJ 145LR), matriculados como FAB 2526 e 2550; dois VC-99B (ERJ 135LR), matriculados como FAB 2560 e 2561; e seis VC-99C (ERJ 135BJ), de matrículas FAB 2580 a 2585. Essas aeronaves são empregadas pelo 2º Esquadrão.</p>
<p>Em 2008, foram recebidos dois helicópteros VH-35 (Eurocopter EC135, de matrículas FAB 8500 e 8501), para substituir os VH-55, os quais foram retirados de serviço do GTE no ano seguinte.</p>
<p>Em 2009, o GTE recebeu dois exemplares do VC-2 (Embraer 190PR), matriculados como FAB 2590 e 2591, utilizados pelo 1º Esquadrão. Um terceiro VC-2 (Embraer 190BJ Lineage, FAB 2592) foi arrendado da Embraer e utilizado entre 2011 e 2013, enquanto a frota de VC-2 passava por revisões de rotina.</p>
<p>No ano de 2010, os VU-35 foram retirados de serviço no GTE.</p>
<p>Em 2012 e 2013, foram recebidos dois helicópteros Eurocopter EC-725 VH-36, de matrículas FAB 8505 e 8506.</p>
<hr>
<div align="center">
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><figure id="attachment_4962" aria-describedby="caption-attachment-4962" style="width: 140px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4962 size-thumbnail" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/1GTE-150x150.png" alt="" width="150" height="150" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/1GTE-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/1GTE-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/1GTE.png 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-4962" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 1º Esquadrão do Grupo de Transporte Especial (GTE-1)</figcaption></figure></td>
<td>
<p><figure id="attachment_4961" aria-describedby="caption-attachment-4961" style="width: 140px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4961 size-thumbnail" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/2GTE-150x150.png" alt="" width="150" height="150" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/2GTE-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/2GTE-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/2GTE.png 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-4961" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 2º Esquadrão do Grupo de Transporte Especial (GTE-2)</figcaption></figure></td>
<td>
<p><figure id="attachment_4960" aria-describedby="caption-attachment-4960" style="width: 140px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4960 size-thumbnail" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/3GTE-150x150.png" alt="" width="150" height="150" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/3GTE-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/3GTE-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2023/03/3GTE.png 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-4960" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 3º Esquadrão do Grupo de Transporte Especial (GTE-3)</figcaption></figure></td>
</tr>
</tbody>
</table>

<table id="tablepress-26" class="tablepress tablepress-id-26">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Esquadrão</th><th class="column-2">Aeronaves</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">1º Esquadrão (GTE-1)</td><td class="column-2">VC-1<br />
VC-2</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">2º Esquadrão (GTE-2)</td><td class="column-2">VC-99A<br />
VC-99B<br />
VC-99C</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">3º Esquadrão (GTE-3)</td><td class="column-2">VH-35<br />
VH-36</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-26 from cache -->
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>R.C. Mesquita, Missão GTE.</li>
<li>N. Moura, &#8220;Um vôo na história&#8221;, FGV Editora, Rio de Janeiro, 1996.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
<li>
<p class="post-title title title-large entry-title">CONHEÇA OS AVIÕES EXECUTIVOS DA FAB. <a href="https://www.airway.com.br/conheca-os-avioes-executivos-da-fab/">https://www.airway.com.br/conheca-os-avioes-executivos-da-fab/</a>. Visitado em 06/01/2020.</p>
</li>
<li>Revista Aniversário 80 Anos GTE.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>7º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Cobra&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/7o-esquadrao-de-transporte-aereo-esquadrao-cobra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 15:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/?p=1177</guid>

					<description><![CDATA[O 7º Esquadrão de Transporte Aéreo foi criado a 4 de julho de 1983, subordinado ao VII Comando Aéreo Regional e tendo por sede a Base Aérea de Manaus. O Esquadrão &#8220;Cobra&#8221; tem por finalidade cumprir as missões de transporte aéreo logístico e outras missões aéreas, no âmbito do VII COMAR. A partir de 25 ... <a title="7º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Cobra&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/7o-esquadrao-de-transporte-aereo-esquadrao-cobra/" aria-label="Read more about 7º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Cobra&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4616" aria-describedby="caption-attachment-4616" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4616" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA7-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA7-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA7.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4616" class="wp-caption-text">7º Esquadrão de Transporte Aéreo</figcaption></figure>
<p>O 7º Esquadrão de Transporte Aéreo foi criado a 4 de julho de 1983, subordinado ao VII Comando Aéreo Regional e tendo por sede a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-manaus/">Base Aérea de Manaus</a>.</p>
<p>O Esquadrão &#8220;Cobra&#8221; tem por finalidade cumprir as missões de transporte aéreo logístico e outras missões aéreas, no âmbito do VII COMAR.</p>
<p>A partir de 25 de setembro de 1984, o 7º ETA teve a sua 1ª Esquadrilha transferida para a Base Aérea de Boa Vista. Equipada inicialmente com aeronaves C-95, passou a utilizar os C-98 Caravan a partir de 1988. A 1ª/7º ETA desempenhou missões de transporte logístico até ser transformada em unidade operacional de Ataque Leve, equipada com o AT-27 Tucano. Em dezembro de 1994, a 1ª/7º ETA foi efetivada na BABV e, a 5 de abril de 1995, foi extinta, transferindo seu acervo de pessoal e equipamento para o núcleo do 1º/3º Grupo de Aviação.</p>
<p>De forma similar, a sua 2ª Esquadrilha foi transferida para a Base Aérea de Porto Velho &#8211; BAPV, aonde realizou missões de transporte logístico, até ser transformada em unidade operacional de ataque leve, utilizando também os AT-27 Tucano. Em 5 de abril de 1995, a 2ª/7º ETA foi extinta e seu pessoal e equipamentos formaram o núcleo do 2º/3º Grupo de Aviação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>6º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Guará&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/6o-esquadrao-de-transporte-aereo-esquadrao-guara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 15:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 6º Esquadrão de Transporte Aéreo foi criado em 12 de maio de 1969 e ativado ao fim do ano na Base Aérea de Brasília. Inicialmente subordinado ao Comando de Transporte Aéreo (atualmente extinto), em 1973 o 6º ETA foi subordinado ao controle operacional do VI Comando Aéreo Regional, sediado em Brasília, DF. O 6º ... <a title="6º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Guará&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/6o-esquadrao-de-transporte-aereo-esquadrao-guara/" aria-label="Read more about 6º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Guará&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4615" aria-describedby="caption-attachment-4615" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4615" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA6-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA6-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA6.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4615" class="wp-caption-text">6º Esquadrão de Transporte Aéreo</figcaption></figure>
<p>O 6º Esquadrão de Transporte Aéreo foi criado em 12 de maio de 1969 e ativado ao fim do ano na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-brasilia/">Base Aérea de Brasília</a>. Inicialmente subordinado ao Comando de Transporte Aéreo (atualmente extinto), em 1973 o 6º ETA foi subordinado ao controle operacional do VI Comando Aéreo Regional, sediado em Brasília, DF.</p>
<p>O 6º ETA foi inicialmente equipado com aeronaves Douglas C-47, Beechcraft U-45T e Neiva U-42 Regente. Em 1970, foram recebidas as aeronaves Beech C-8 Queen Air 65B80, as quais foram utilizadas até 1973. De 1977 a 1993, o esquadrão utilizou a aeronave U-7 Sêneca em apoio ao Exército Brasileiro. Hoje em dia, utiliza as aeronaves C-95C Bandeirante, VC-97 Brasília e VU-9 Xingu, fabricadas no Brasil pela EMBRAER.</p>
<p>O 6º ETA desempenha missões de transporte militar, salvamento, de misericórdia e de apoio ao Correio Aéreo Nacional e a organizações civis e militares. Participou no resgate às vítimas do Boeing 737 da VARIG, acidentado na selva amazônica, bem como às vítimas da contaminação radioativa em Goiânia.</p>
<p>Além disso, colabora com as atividades do Grupo de Transporte Especial no transporte de personalidades nacionais e estrangeiras, tendo ao longo de sua existência transportado, entre outros, o Papa João Paulo II e o Presidente da República da África do Sul, Nelson Mandela.</p>
<p>O 6º ETA recebeu por duas vezes &#8211; em 1977 e em 1992 &#8211; o prêmio de segurança de voo, no âmbito das forças aéreas americanas.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. A.R. Biasus pela colaboração na preparação desta página.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>&#8220;VI Comando Aéreo Regional &#8211; Base Aérea de Brasília&#8221;, Correio Braziliense. Suplemento Especial, 4 de dezembro de 1993. Brasília &#8211; DF.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Pégaso&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/5o-esquadrao-de-transporte-aereo-esquadrao-pegaso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 15:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meados de 1965, a necessidade de descentralizar os aviões C-47 sediados na Base Aérea do Galeão, visando atender aos diferentes Comandos Aéreos da Força Aérea Brasileira, fez nascer os Esquadrões de Transporte Aéreo. Em consequência, foi criado em 12 de maio de 1969 o 5º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; 5º ETA e ativado ... <a title="5º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Pégaso&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/5o-esquadrao-de-transporte-aereo-esquadrao-pegaso/" aria-label="Read more about 5º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Pégaso&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4614" aria-describedby="caption-attachment-4614" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4614" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA5-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA5-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA5.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4614" class="wp-caption-text">5º Esquadrão de Transporte Aéreo</figcaption></figure>
<p>Em meados de 1965, a necessidade de descentralizar os aviões C-47 sediados na Base Aérea do Galeão, visando atender aos diferentes Comandos Aéreos da Força Aérea Brasileira, fez nascer os Esquadrões de Transporte Aéreo.</p>
<p>Em consequência, foi criado em 12 de maio de 1969 o 5º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; 5º ETA e ativado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-canoas/">Base Aérea de Canoas</a> a 15 de agosto do mesmo ano. O 5º ETA recebeu na ocasião o acervo de pessoal e material oriundo da Seção de Aviões do Quartel-General da então Quinta Zona Aérea. Inicialmente subordinado ao Comando de Transporte Aéreo (hoje extinto), o Esquadrão passou à subordinação do V Comando Aéreo Regional &#8211; V COMAR a 12 de novembro de 1973.</p>
<p>O Esquadrão Pégaso tem o dever de executar, dentro da Tarefa Operacional de Transporte Aéreo, as missões de transporte aéreo logístico, ressuprimento aéreo, evacuação aérea, evacuação aeromédica, operações aeroterrestres e operações aerotransportadas.</p>
<p>Ao longo de sua existência, o 5º ETA tem desempenhado atividades ligadas à missão de Transporte Aéreo, incluindo o serviço de comunicação no âmbito do V COMAR, transporte logístico de pessoal e material, apoio aos Exército e Marinha do Brasil e Defesa Civil dos Estados da Região Sul, bem como o apoio à população carente.</p>
<p>Desde 1982, o 5º ETA passou a desempenhar definitivamente missões de Transporte Aeroterrestre, desenvolvendo e consolidando a doutrina e o conhecimento requeridos para aquelas missões. Utilizando aeronaves C-95 Bandeirante, o Esquadrão alcançou renome por haver desenvolvido o Sistema de Lançamento Múltiplo de Cargas, o qual permite lançar pela porta lateral de aviões C-95 até 1.000Kg de carga em fardos, em uma única passagem. Esse sistema foi homologado pelo Centro Técnico Aeroespacial em 1994.</p>
<p>Também em 1994, devido à alta capacidade dos membros do Esquadrão, concederam-lhe a missão de ser o primeiro Esquadrão da FAB a realizar em sede Manutenção Nível Parque em suas aeronaves.</p>
<p>Anualmente o 5º ETA qualifica pilotos e mecânicos como equipagens operacionais em Transporte Aeroterrestre, nos padrões estabelecidos pela V Força Aérea, realizando cerca de três deslocamentos onde todos os militares do Esquadrão treinam e se adestram para que estejam sempre aptos a uma pronta resposta caso a Nação solicite.</p>
<p>Em 1996, o 5º ETA alcançou o auge de sua operacionalidade e profissionalismo sagrando-se o primeiro e único Esquadrão de Transporte Aéreo campeão da Reunião da Aviação de Transporte. Tal competição reúne toda a aviação de Transporte e de Transporte de Tropa do Brasil participando dentre outros, os esquadrões de primeira linha equipados com C-130 Hércules, C-115 Búffalo e C-91 Avro. Além disso, as aeronaves do 5º ETA se fizeram presentes em vários países da América do Sul em missões de apoio logístico.</p>
<p>* Agradecimentos ao 1º Ten.-Av. Robson (5º ETA) pela colaboração na preparação desta página.</p>
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		<title>4º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Carajá&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 15:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 4º Esquadrão de Transporte Aéreo (4º ETA) foi criado a 12 de maio de 1969. Inicialmente sob controle operacional do extinto Comando de Transporte Aéreo, o 4º ETA foi sediado nas instalações da antiga Seção de Aviões do QG da 4ª Zona Aérea, situado no aeródromo do Campo de Marte, na cidade de São ... <a title="4º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Carajá&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/4o-esquadrao-de-transporte-aereo-esquadrao-caraja/" aria-label="Read more about 4º Esquadrão de Transporte Aéreo &#8211; Esquadrão &#8220;Carajá&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4613" aria-describedby="caption-attachment-4613" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4613" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA4-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA4-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/ETA4.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4613" class="wp-caption-text">4º Esquadrão de Transporte Aéreo</figcaption></figure>
<p>O 4º Esquadrão de Transporte Aéreo (4º ETA) foi criado a 12 de maio de 1969.</p>
<p>Inicialmente sob controle operacional do extinto Comando de Transporte Aéreo, o 4º ETA foi sediado nas instalações da antiga Seção de Aviões do QG da 4ª Zona Aérea, situado no aeródromo do Campo de Marte, na cidade de São Paulo. Posteriormente, já subordinado ao IV Comando Aéreo Regional, o esquadrão foi transferido para a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-sao-paulo/">Base Aérea de São Paulo</a>, em Cumbica.</p>
<p>O 4º ETA foi a unidade aérea responsável pela execução das tarefas de transporte aéreo no âmbito do IV COMAR, e mantém-se adestrado para a realização das suas missões, incluindo o apoio às unidades das Forças Armadas, o auxílio às populações carentes e fazendo-se presente nas regiões de fronteira do Brasil.</p>
<p>Em 10 de janeiro de 2018, o 4º ETA foi desativado, e seu efetivo foi incorporado ao do 3º ETA.</p>
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