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	<title>Aviação de Asas Rotativas &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>Aviação de Asas Rotativas &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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		<title>7º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Harpia&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Asas Rotativas]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 29 de dezembro de 1986, o Decreto nº 93.883 criou o 7º/8º Grupo de Aviação, com sede na Base Aérea de Manaus. O 7º/8º GAV foi ativado pela Portaria nº 269/GM3 de 19 de junho de 1987, através da qual se determinou, também, que o Esquadrão receberia o acervo material do 1º/8º GAV, desativado ... <a title="7º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Harpia&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/7o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-harpia/" aria-label="Read more about 7º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Harpia&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4624" aria-describedby="caption-attachment-4624" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-4624" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/7GAV8-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/7GAV8-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/7GAV8.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4624" class="wp-caption-text">7º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>Em 29 de dezembro de 1986, o Decreto nº 93.883 criou o 7º/8º Grupo de Aviação, com sede na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-manaus/">Base Aérea de Manaus</a>. O 7º/8º GAV foi ativado pela Portaria nº 269/GM3 de 19 de junho de 1987, através da qual se determinou, também, que o Esquadrão receberia o acervo material do <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-falcao/">1º/8º GAV</a>, desativado naquele dia.</p>
<p>O 7º/8º GAV assumiu o nome &#8220;Falcão&#8221;, até então utilizado pelo 1º/8º GAV, bem como o escudo daquele esquadrão. Em 1998, a fim de preservar as tradições do 1º/8º GAV, o qual havia sido reativado em 1992, o nome &#8220;Falcão&#8221; foi transferido para o 1º/8º GAV, enquanto o 7º/8º GAV passou a ser conhecido como &#8220;Harpia&#8221;.</p>
<p>Durante sua existência, o &#8220;Harpia&#8221; realizou missões em apoio ao desenvolvimento e segurança na área norte do Brasil, na região amazônica. Durante as operações RADAM e DINCART, as tripulações do 7º/8º GAV contribuíram de forma decisiva para que, através da pesquisa e mapeamento, órgãos governamentais brasileiros pudessem conhecer a fundo as riquezas e características únicas da região Norte do Brasil. A retirada de garimpeiros da reserva ianomami &#8211; numa operação denominada &#8220;Selva Livre&#8221; &#8211; foi realizada com o concurso indispensável do Esquadrão &#8220;Harpia&#8221;.</p>
<p>Mais recentemente, o 7º/8º GAV vem prestando excepcional apoio nas operações anuais de multivacinação sob os auspícios da Fundação Nacional de Saúde, em áreas de difícil acesso na Amazônia. Entre as missões desenvolvidas pelo &#8220;Harpia&#8221;, destacam-se as de defesa contra possíveis invasões e as de apoio à população civil em caso de enchentes.</p>
<p>O Esquadrão utilizou helicópteros CH-34 Super Puma, CH-55 Esquilo e UH-1H. Desde 2007, ele emprega os helicópteros H-60L Black Hawk.</p>
<p>* Agradecimentos ao 7º/8º GAV e aos Cel.-Av. A.R. Biasus e A. Camazano A. pela colaboração na preparação desta página.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>Aerovisão, Ano XXII, Nº190, Mai/Jul, 1997.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pantera&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/5o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-pantera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Asas Rotativas]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 19 de julho de 1971 foi ativado na Base Aérea de Santa Maria o 4º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque &#8211; 4º EMRA, o qual foi redesignado como 5º EMRA no ano seguinte. Passada quase uma década, o 5º EMRA teve sua denominação alterada para 5º/8º Grupo de Aviação, no dia 9 ... <a title="5º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pantera&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/5o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-pantera/" aria-label="Read more about 5º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Pantera&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4622" aria-describedby="caption-attachment-4622" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4622" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/5GAV8-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/5GAV8-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/5GAV8.png 351w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4622" class="wp-caption-text">5º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>No dia 19 de julho de 1971 foi ativado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-maria/">Base Aérea de Santa Maria</a> o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/4o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">4º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque &#8211; 4º EMRA</a>, o qual foi redesignado como <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/5o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">5º EMRA</a> no ano seguinte. Passada quase uma década, o 5º EMRA teve sua denominação alterada para 5º/8º Grupo de Aviação, no dia 9 de setembro de 1980.</p>
<p>As missões atribuídas ao &#8220;Esquadrão Pantera&#8221; são as de ataque, transporte aeroterrestre, ligação e observação e busca e salvamento.</p>
<p>O 5º/8º GAV já voou mais de 65 mil horas em missões operacionais. Dentre estas, destacam-se aquelas realizadas para desbravar a selva amazônica, na região do Pantanal e em Roraima e a proteção aos índios Yanomamis. Pela destemida atuação de suas equipagens em operações de combate, tornou-se conhecido como um Esquadrão Guerreiro.</p>
<p>Além disso, tem prestado efetiva assistência à população civil em situações de calamidade pública, como as enchentes que atingiram o estado de Santa Catarina em passado recente, e, em concerto com unidades do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil, auxiliado a comunidade gaúcha em situações semelhantes. Em 2013, o Esquadrão realizou inúmeras missões de evacuação aeromédica das vítimas do incêndio na boate &#8220;KISS&#8221;, em Santa Maria, transportando-os para hospitais em Porto Alegre.</p>
<figure id="attachment_829" aria-describedby="caption-attachment-829" style="width: 905px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-829 size-full" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-Resgate-vitimas-KISS-Rudnei.jpg" alt="" width="915" height="645" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-Resgate-vitimas-KISS-Rudnei.jpg 915w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-Resgate-vitimas-KISS-Rudnei-300x211.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-Resgate-vitimas-KISS-Rudnei-768x541.jpg 768w" sizes="(max-width: 915px) 100vw, 915px" /><figcaption id="caption-attachment-829" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> H-60L do 5º/8º GAV no resgate às vítimas da boate &#8220;KISS&#8221; em Santa Maria (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>O esquadrão utilizou, ao longo de sua história, o helicóptero UH-1H e os aviões L-42 Regente e U-7A Sêneca. Em 2007, foram recebidos os H-60L</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>Histórico do 5º/8º Grupo de Aviação. Base Aérea de Santa Maria.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Puma&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/3o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-puma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Asas Rotativas]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 3º/8º Grupo de Aviação foi criado pela Portaria N.º R-239/GM3, de 9 de setembro de 1980, na Base Aérea de Santa Cruz, RJ, realizando missões de transporte aéreo, busca e salvamento, ligação e observação e operações aéreas especiais. O Esquadrão Puma é oriundo da desativação do 3º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (3º ... <a title="3º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Puma&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/3o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-puma/" aria-label="Read more about 3º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Puma&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_5444" aria-describedby="caption-attachment-5444" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5444" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/08/3GAV8-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/08/3GAV8-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2025/08/3GAV8.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-5444" class="wp-caption-text">3º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 3º/8º Grupo de Aviação foi criado pela Portaria N.º R-239/GM3, de 9 de setembro de 1980, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>, RJ, realizando missões de transporte aéreo, busca e salvamento, ligação e observação e operações aéreas especiais.</p>
<p>O Esquadrão Puma é oriundo da desativação do <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">3º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque</a> (3º EMRA), de quem herdou a operação de aeronaves de asas rotativas, tendo inicialmente utilizado o helicóptero <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/11/bell-205d-h-iroquois-sh-1d-uh-1d-sh-1h-uh-1h/">Bell UH-1H</a>, até o recebimento dos novos helicópteros franceses <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/11/aerospatiale-sa-330l-puma-ch-33/">Aérospatiale SA.330L Puma (CH-33)</a>.</p>
<p>O Decreto N.º 85.268, de 20 de outubro de 1980, transferiu a sede do 3º/8º GAV para a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-dos-afonsos/">Base Aérea dos Afonsos</a>, RJ.</p>
<p>Em 1981, passou a ser a única unidade da FAB a operar os CH-33, seis dos quais foram adquiridos naquele ano &#8211; o Esquadrão passou a ser conhecido como &#8220;Puma&#8221; desde então.</p>
<p>Os CH-33 foram desativados em 1986, sendo substituídos pelos novos <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/11/aerospatiale-as-332m-m1-super-puma-ch-34-vh-34/">Aérospatiale SA.332 Super Puma (CH-34)</a>, os quais operaram até 2015, quando foram substituídos pelos Eurocopter EC725 Caracal (H-36), que estão em operação até a atualidade.</p>
<p>O 3º/8º GAV também utilizou os aviões <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/02/16/neiva-l-42/">Neiva L-42 Regente ELO</a> a partir de 1986, que operaram até 2002, quando estes foram desativados na FAB, bem como os monomotores <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/24/neiva-t-25-universal/">Neiva T-25 Universal</a> de 2003 até 2011, principalmente em missões de formação dos observadores aéreos do Exército Brasileiro.</p>
<p>Em 1996, o Esquadrão recebeu um exemplar de Super Puma configurado para transporte VIP, denominado VH-34. Essa aeronave foi utilizada até 8 de julho de 2004, quando foi transferida para o GTE.</p>
<p>A Portaria nº 1713/GC3, de 23 de novembro de 2017, transferiu a sede do 3º/8º GAV da Base Aérea dos Afonsos para a Base Aérea de Santa Cruz, RJ, onde se encontra até os dias atuais.</p>
<p>O esquadrão tem participado de inúmeras operações militares, em conjunto com unidades do Exército Brasileiro, da Marinha do Brasil e de países amigos; além de cumprir missões humanitárias em socorro às vítimas de desastres naturais.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av R1 Aparecido Camazano Alamino pela sua colaboração na revisão dessa página.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>Air Force Report: Força Aérea Brasileira. In: &#8220;AirForces Monthly&#8221;, April 1995.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
<li>A. Camazano A., &#8220;O 3º EMRA &#8211; A tradição do reconhecimento da FAB&#8221;. In: &#8220;Revista Força Aérea&#8221;, Ano I, Nº 4, Action, Setembro/Outubro 1996.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>2º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Poti&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-poti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Asas Rotativas]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 2º/8º Grupo de Aviação foi criado no dia 9 de setembro de 1980, em substituição ao 2º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque, o qual havia sido ativado em 17 de abril de 1973. O esquadrão foi sediado inicialmente na Base Aérea do Recife. Ao 2º/8º GAV é atribuída a missão de treinamento e formação ... <a title="2º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Poti&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/2o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-poti/" aria-label="Read more about 2º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Poti&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4641" aria-describedby="caption-attachment-4641" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4641" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV8-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV8-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/2GAV8.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4641" class="wp-caption-text">2º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 2º/8º Grupo de Aviação foi criado no dia 9 de setembro de 1980, em substituição ao <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/2o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">2º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque</a>, o qual havia sido ativado em 17 de abril de 1973. O esquadrão foi sediado inicialmente na Base Aérea do Recife.</p>
<p>Ao 2º/8º GAV é atribuída a missão de treinamento e formação de tripulações para o desempenho de missões de busca e salvamento (SAR) (incluindo aqui o resgate de tripulações abatidas sobre território hostil), operações aéreas especiais, ligação e observação e transporte aéreo. Desde sua criação, o 2º/8º GAV participou de atividades em conjunto com o Exército Brasileiro (levantamento cartográfico e pesquisa de recursos minerais na Amazônia) e com a FUNAI.</p>
<p>Um aspecto importante das atividades do 2º/8º GAV é o resgate de pessoas enfermas ou vítimas de desastres naturais, cooperando com as autoridades de defesa civil; para tanto, o esquadrão mantém em alerta o seu grupamento SAR.</p>
<p>Quando de sua ativação, o 2º EMRA operou aeronaves North American T-6 e, ao longo de seus sete anos de existência, veio a operar aeronaves de asa fixa &#8211; Neiva L-42 Regente e Neiva T-25A &#8211; quanto helicópteros &#8211; Bell OH-4 Jet Ranger e Bell UH-1H. O 2º/8º GAV também operou ambos tipos de aeronaves, sendo que quando de sua ativação, foram inicialmente utilizados aviões L-42, U-7A e helicópteros UH-1H (estes últimos permaneceram em serviço no esquadrão até 1989).</p>
<p>Em 1987 o esquadrão recebeu helicópteros Helibrás HB-350B Esquilo (designados UH-50), juntamente com os T-25C, recebidos na mesma época. Para o desempenho de suas missões, o UH-50 e o T-25C eram equipados com casulos de metralhadoras e foguetes.</p>
<p>Em 2010, o esquadrão recebeu os modernos helicópteros de ataque Mil Mi-35M, de fabricação russa, na sua nova sede, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-porto-velho/">Base Aérea de Porto Velho</a>. Designados na FAB como AH-2 Sabre, esses helicópteros permitirão exercer um melhor poder de dissuasão na região amazônica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Falcão&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-falcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Asas Rotativas]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/8º Grupo de Aviação é uma unidade de helicópteros sediada na Base Aérea de Natal. Em 9 de setembro de 1980, com a extinção dos Esquadrões Mistos de Reconhecimento e Ataque, foi criado o 8º Grupo de Aviação, responsável pela operação de helicópteros na FAB. Naquela data, o 1º EMRA foi desativado e seu ... <a title="1º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Falcão&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-falcao/" aria-label="Read more about 1º/8º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Falcão&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4657" aria-describedby="caption-attachment-4657" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4657" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV8-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV8-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV8.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4657" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/8º Grupo de Aviação é uma unidade de helicópteros sediada na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-natal/">Base Aérea de Natal</a>.</p>
<p>Em 9 de setembro de 1980, com a extinção dos Esquadrões Mistos de Reconhecimento e Ataque, foi criado o 8º Grupo de Aviação, responsável pela operação de helicópteros na FAB. Naquela data, o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">1º EMRA</a> foi desativado e seu pessoal e material passaram a formar o 1º/8º GAV. Em 20 de outubro de 1980, o 1º/8º GAV foi transferido para a Base Aérea de Manaus. O Esquadrão ficou lá sediado até a sua desativação, em 19 de junho de 1987, através da Portaria nº 269/GM3; seu acervo foi transferido para o 7º/8º GAV.</p>
<p>Devido à imensidão da região amazônica, fez-se necessária a ativação de uma nova unidade aérea; assim, a 29 de dezembro de 1987, estabeleceu-se na Base Aérea de Belém a 1ª Esquadrilha do 7º/8º GAv &#8211; 1ª/7º/8º GAv, equipado com aeronaves CH-55 Esquilo Bi-Turbina. A 16 de outubro de 1991, essa esquadrilha passou a ser o núcleo do 1º/8º GAV, o qual foi reativado a 10 de novembro de 1992 &#8211; 20 anos após a chegada a Belém de seu antecessor, o 1º EMRA.</p>
<p>Quando da sua reativação, em 1992, o 1º/8º GAV era conhecido com o nome &#8220;Falcão Pioneiro&#8221;, já que o nome original, &#8220;Falcão&#8221;, era utilizado pelo 7º/8º GAV. Posteriormente, em 1998, a fim de preservar as tradições do Esquadrão, ele reassumiu o nome &#8220;Falcão&#8221;, enquanto o 7º/8º GAV assumiu o nome &#8220;Harpia&#8221;.</p>
<p>Entre as missões efetuadas pelo Esquadrão Falcão, destacam-se as de SAR, tanto na selva como no mar. Em 1996 foram recuperados os restos mortais da tripulação de um bombardeiro B-24 Liberator das USAAF, acidentada na selva durante a IIª Guerra Mundial.</p>
<p>O Esquadrão passou a operar aeronaves T-25C Universal em 1996 e, a partir de 1997, os helicópteros UH-1H. Desde 2010, o 1º/8º GAV utiliza os helicópteros H-36 Caracal.</p>
<p>Em 2017, o 1º/8º GAV foi transferido da Base Aérea de Belém para a ALA 10, sediada em Natal &#8211; RN, sendo lá sediado a partir de 22 de janeiro de 2018. Com a extinção das Alas, em 2020, o Esquadrão passou à subordinação ao Comando de Preparo &#8211; COMPREP e sediado na Base Aérea de Natal.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>Base Aérea de Belém. Retrospectiva 1996.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º/11º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Gavião&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-11o-grupo-de-aviacao-esquadrao-gaviao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 18:56:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Asas Rotativas]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/11º Grupo de Aviação, sediado na Base Aérea de Natal, é a unidade aérea da FAB responsável pelo treinamento, em aeronaves de asas rotativas, dos oficiais-aviadores recém-formados pela Academia da Força Aérea. Suas origens remontam ao ano de 1967, quando foi criado no Destacamento de Base Aérea de Santos o Núcleo do Centro de ... <a title="1º/11º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Gavião&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-11o-grupo-de-aviacao-esquadrao-gaviao/" aria-label="Read more about 1º/11º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Gavião&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4660" aria-describedby="caption-attachment-4660" style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4660" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV11-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV11-234x300.png 234w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2022/01/1GAV11.png 351w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-4660" class="wp-caption-text">1º Esquadrão do 11º Grupo de Aviação</figcaption></figure>
<p>O 1º/11º Grupo de Aviação, sediado na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-natal/">Base Aérea de Natal</a>, é a unidade aérea da FAB responsável pelo treinamento, em aeronaves de asas rotativas, dos oficiais-aviadores recém-formados pela Academia da Força Aérea.</p>
<p>Suas origens remontam ao ano de 1967, quando foi criado no Destacamento de Base Aérea de Santos o Núcleo do Centro de Instrução e Emprego de Helicópteros. Este tinha por missão o treinamento de pilotos e mecânicos na utilização de aeronaves de asas rotativas, bem como a execução de missões de busca e salvamento e, por fim, colaborar com as atividades do Exército Brasileiro. O Núcleo operou, inicialmente, aeronaves dos tipos SH-19 (Sikorski S-55) e OH-13H (Bell 47G2), das quais a FAB havia recebido 4 e 36 exemplares, respectivamente.</p>
<p>Com a extinção do Centro em 4 de junho de 1973, foi ativada a ALA 435 a qual, subordinada ao então existente Comando Aerotático, recebeu a missão de colaborar na manutenção da segurança nacional.</p>
<p>Em 1979, a ALA 435 foi transformada em Base Aérea de Santos; o 1º/11º GAV foi criado pelo Decreto nº 83.538, de 4 de junho de 1979 e ativado em 15 de julho do mesmo ano, o qual recebeu as missões de formação de pilotos e mecânicos de helicópteros, de busca e salvamento e de operações aéreas especiais.</p>
<p>Inicialmente foram utilizados helicópteros dos tipos UH-1H e OH-13H. Posteriormente, o Esquadrão Gavião foi equipado com helicópteros UH-50 Esquilo (Helibrás HB-350) e com aviões T-25C Universal, de fabricação nacional.</p>
<p>Atualmente, o 1º/11º GAV é responsável pela formação operacional dos pilotos da Aviação de Asas Rotativas, sendo sediado na Base Aérea de Natal, para onde foi transferido em dezembro de 2006. Atualmente, o Esquadrão é equipado com os helicópteros H-50, e deverá receber em breve os H-125 (Airbus AS350 B3).</p>
<p>À parte as missões diárias de treinamento, o 1º/11º GAV mantém uma aeronave e equipagem em alerta permanente, 24 horas por dia, para o desempenho de missões de busca e salvamento.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
<li>Esquadrão Gavião.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Aviação de Asas Rotativas</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/04/a-aviacao-de-asas-rotativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 20:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Asas Rotativas]]></category>
		<category><![CDATA[Aviações]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[A FAB opera helicópteros em missões de apoio tático, SAR e transporte desde 1953. Naquele ano, entraram em serviço três H-13D (Bell 47D1) de emprego utilitário, sob os números de série de 8500 a 8502, os quais permaneceram em serviço até 1968. Em 1957, quatro H-19D (Sikorski S-55) foram incorporados, para realizarem missões SAR. Registrados ... <a title="A Aviação de Asas Rotativas" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/04/a-aviacao-de-asas-rotativas/" aria-label="Read more about A Aviação de Asas Rotativas">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A FAB opera helicópteros em missões de apoio tático, SAR e transporte desde 1953. Naquele ano, entraram em serviço três H-13D (Bell 47D1) de emprego utilitário, sob os números de série de 8500 a 8502, os quais permaneceram em serviço até 1968.</p>
<p>Em 1957, quatro H-19D (Sikorski S-55) foram incorporados, para realizarem missões SAR. Registrados sob os números de série 8504 a 8507, foram utilizados até 1969.</p>
<figure id="attachment_823" aria-describedby="caption-attachment-823" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-823" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-19D-8506-ACA-1024x633.jpg" alt="" width="1024" height="633" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-19D-8506-ACA-1024x633.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-19D-8506-ACA-300x186.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-19D-8506-ACA-768x475.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-19D-8506-ACA.jpg 1143w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-823" class="wp-caption-text">H-19D 8506 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Cinco helicópteros H-13J (Bell 47J) entraram em serviço em 1958, permanecendo em uso até 1974. Os H-13J (números de série 8508 a 8512) foram empregados em missões de transporte e ligação; um exemplar encontra-se preservado no Museu Aeroespacial.</p>
<figure id="attachment_818" aria-describedby="caption-attachment-818" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-818" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13J-8510-GTE-1024x665.jpg" alt="" width="1024" height="665" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13J-8510-GTE-1024x665.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13J-8510-GTE-300x195.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13J-8510-GTE-768x498.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13J-8510-GTE.jpg 1450w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-818" class="wp-caption-text">H-13J 8510 do Grupo de Transporte Especial (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 1959 entrou em serviço o primeiro de 48 Bell 47G2, doze dos quais utilizados para treinamento (H-13G) e 36 utilizados em missões de ligação e observação (OH-13H). Eles foram registrados sob os números de série 8514 a 8524 e 8600 a 8635, respectivamente.</p>
<figure id="attachment_816" aria-describedby="caption-attachment-816" style="width: 990px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-816" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13-8611-Esqda-Demo-1.jpg" alt="" width="1000" height="597" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13-8611-Esqda-Demo-1.jpg 1000w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13-8611-Esqda-Demo-1-300x179.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-13-8611-Esqda-Demo-1-768x458.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-816" class="wp-caption-text">H-13 8611 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>De 1961 a 1965 a FAB operou seis H-34 (Sikorski SH-34J) em missões de transporte, emprego geral e anti-submarino (números de série 8550 a 8555). Todos os H-34 foram transferidos para a Aviação Naval em 1965.</p>
<figure id="attachment_834" aria-describedby="caption-attachment-834" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-834" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-34-8555.jpg" alt="" width="650" height="399" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-34-8555.jpg 650w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-34-8555-300x184.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-834" class="wp-caption-text">H-34 8555 (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Quatorze helicópteros Bell 205D foram incorporados à FAB em 1967. Seis destes foram designados SH-1D (números de série 8530 a 8535), para missões SAR, e os restantes (números de série 8536 a 8543) utilizaram a designação UH-1D. Estes últimos foram utilizados em missões de transporte e apoio tático.</p>
<figure id="attachment_832" aria-describedby="caption-attachment-832" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-832" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1D-2-1024x676.jpg" alt="" width="1024" height="676" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1D-2-1024x676.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1D-2-300x198.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1D-2-768x507.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1D-2.jpg 1150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-832" class="wp-caption-text">SH-1D em formação (via A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 1969 sete Bell 206 Jet Ranger entraram em serviço como VH-4 (8570 a 8572) e OH-4 (8580 a 8583), três dos quais permanecem sendo utilizados em missões de transporte VIP ou emprego geral.</p>
<figure id="attachment_3224" aria-describedby="caption-attachment-3224" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3224" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/OH-4-8583-EMRA5-Arquivo-A.-Camazano-A.-1024x600.jpg" alt="" width="1024" height="600" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/OH-4-8583-EMRA5-Arquivo-A.-Camazano-A.-1024x600.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/OH-4-8583-EMRA5-Arquivo-A.-Camazano-A.-300x176.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/OH-4-8583-EMRA5-Arquivo-A.-Camazano-A.-768x450.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/OH-4-8583-EMRA5-Arquivo-A.-Camazano-A..jpg 1149w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3224" class="wp-caption-text">OH-4 8583, 5º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (Arquivo A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>No ano de 1972, os primeiros de trinta e quatro helicópteros UH-1H (Bell 205H) foram recebidos pela FAB, para emprego como utilitários ou em missões de apoio tático. Os UH-1H receberam os números de série 8650 a 8683; foram usados por diversos esquadrões da FAB, até a sua desativação, em 2012.</p>
<figure id="attachment_841" aria-describedby="caption-attachment-841" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-841" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1H_RDC_2004_06_19-2-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1H_RDC_2004_06_19-2-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1H_RDC_2004_06_19-2-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1H_RDC_2004_06_19-2-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1H_RDC_2004_06_19-2-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1H_RDC_2004_06_19-2-2048x1536.jpg 2048w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/UH-1H_RDC_2004_06_19-2-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-841" class="wp-caption-text">UH-1H do 5º/8º GAV (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seis Aérospatiale AS-330 Puma (designados CH-33) foram recebidos em 1981, sendo utilizados em missões de apoio tático. Em 1988 foram substituídos pelos AS-332 Super Puma (designados CH-34), sendo utilizados pelo 8º GAV.</p>
<figure id="attachment_824" aria-describedby="caption-attachment-824" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-824" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ch-348733_rdc-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ch-348733_rdc-1024x768.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ch-348733_rdc-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ch-348733_rdc-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ch-348733_rdc-1536x1152.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ch-348733_rdc-440x330.jpg 440w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/ch-348733_rdc.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-824" class="wp-caption-text">CH-34 8733 (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Os helicópteros H-50 (Helibrás HB-350 Esquilo) e H-55 (Helibrás HB-355 Esquilo Bi), de produção nacional, são utilizados em missões de treinamento, ligação e SAR (H-50) e ligação e transporte utilitário e VIP (H-55). Os H-50 são utilizados pelos 2º/8º GAV e 1º/11º GAV; os H-55 são utilizados pelo 8º GAV e pelo Grupo de Transporte Especial.</p>
<figure id="attachment_3250" aria-describedby="caption-attachment-3250" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3250" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UH-50-8768-AFA-foto-Ricardo-Hebmuller.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UH-50-8768-AFA-foto-Ricardo-Hebmuller.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UH-50-8768-AFA-foto-Ricardo-Hebmuller-300x225.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UH-50-8768-AFA-foto-Ricardo-Hebmuller-768x576.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/UH-50-8768-AFA-foto-Ricardo-Hebmuller-440x330.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3250" class="wp-caption-text">UH-50 8768 AFA (foto Ricardo Hebmüller).</figcaption></figure>
<figure id="attachment_3230" aria-describedby="caption-attachment-3230" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3230" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/CH-55-8816-GAV8-7-ACA-1024x709.jpg" alt="" width="1024" height="709" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/CH-55-8816-GAV8-7-ACA-1024x709.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/CH-55-8816-GAV8-7-ACA-300x208.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/CH-55-8816-GAV8-7-ACA-768x532.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/02/CH-55-8816-GAV8-7-ACA.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3230" class="wp-caption-text">CH-55 8816, 7º/8º Grupo de Aviação (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Em 2007, a FAB recebeu os H-60L, os quais são empregados pelos 5º/8º GAV e 7º/8º GAV. Os H-60L da FAB têm sido desde então empregados em inúmeras missões de resgate em desastres naturais, tanto no Brasil, como na Bolívia e no Chile.</p>
<figure id="attachment_830" aria-describedby="caption-attachment-830" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-830" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-8916-RDC-1-1024x608.jpg" alt="" width="1024" height="608" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-8916-RDC-1-1024x608.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-8916-RDC-1-300x178.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-8916-RDC-1-768x456.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-8916-RDC-1-1536x912.jpg 1536w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-60L-8916-RDC-1-2048x1217.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-830" class="wp-caption-text">H-60L 8916 (foto Rudnei Dias da Cunha).</figcaption></figure>
<p>Em 2010, a FAB recebeu os helicópteros de ataque Mi-35M de fabricação russa. Denominados AH-2 Sabre na FAB, eles foram empregados exclusivamente pelo 2º/8º GAV. Os AH-2 foram desativados em 2022. O AH-2 FAB 8961 foi incorporado ao acervo do Museu Aeroespacial (MUSAL), localizado no Rio de Janeiro, em agosto daquele ano.</p>
<figure id="attachment_819" aria-describedby="caption-attachment-819" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-819" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/AH-2-8954-3-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/AH-2-8954-3-1024x683.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/AH-2-8954-3-300x200.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/AH-2-8954-3-768x512.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/AH-2-8954-3.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-819" class="wp-caption-text">AH-2 8954 (foto A. Camazano A.)</figcaption></figure>
<p>Ainda em 2010, a FAB recebeu o primeiro de 18 exemplares do H-36 Caracal, os quais são empregados pelo 1º/8º GAV, 3º/8º GAV e 2º/10º GAV. Além disso, uma versão configurada para transporte VIP, denominada VH-36, é empregada pelo Grupo de Transporte Especial.</p>
<figure id="attachment_825" aria-describedby="caption-attachment-825" style="width: 1014px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-825" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-36-8513-1do8GAV-BR-12jul14-RHB-1024x693.jpg" alt="" width="1024" height="693" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-36-8513-1do8GAV-BR-12jul14-RHB-1024x693.jpg 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-36-8513-1do8GAV-BR-12jul14-RHB-300x203.jpg 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-36-8513-1do8GAV-BR-12jul14-RHB-768x520.jpg 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/H-36-8513-1do8GAV-BR-12jul14-RHB.jpg 1106w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-825" class="wp-caption-text">H-36 8513 do 1º/8º GAV (foto R. Hebmüller).</figcaption></figure>
<p>Em 2020, foi lançado o programa TH-X, no âmbito do Ministério da Defesa, que prevê a aquisição do Airbus/Helibrás H125 Esquilo, para reequipar os esquadrões de treinamento, tanto da FAB, como da Marinha do Brasil. Na FAB, ele recebeu a designação H-125, e os primeiros exemplares deverão entrar em serviço em 2025, junto ao <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-11o-grupo-de-aviacao-esquadrao-gaviao/">1º/11º GAV</a>.</p>
<p>A Aviação de Asas Rotativas comemora suas atividades no dia 3 de janeiro.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>J. Flores Jr., &#8220;Aeronaves Militares Brasileiras &#8211; 1916 &#8211; 2015&#8221;, Action Editora, Rio de Janeiro, 2015.</li>
<li>F.C. Pereira Netto, &#8220;Aviação Militar Brasileira 1916-1984&#8221;, Editora Revista de Aeronáutica, Rio de Janeiro, 1984.</li>
<li>Flap Internacional, Ano 33, Nº 287, Grupo Editorial Spagat Ltda., Julho 1996.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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