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	<title>Aviação de Ligação e Observação &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>Aviação de Ligação e Observação &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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		<title>1º/13º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Paquera&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Ligação e Observação]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 1º/13º G Av foi criado em 9 de setembro de 1980, na Base Aérea de São Paulo pela Portaria N.º R-239/GM3, sendo uma evolução do 4º EMRA, que foi desativado nessa data e transformado no 1º/13º G Av, a fim de realizar missões de Ligação e Observação. Ao Esquadrão coube a operação de aeronaves ... <a title="1º/13º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Paquera&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/1o-13o-grupo-de-aviacao-esquadrao-paquera/" aria-label="Read more about 1º/13º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Paquera&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1105" aria-describedby="caption-attachment-1105" style="width: 225px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1105" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/GAV13-1-235x300.png" alt="" width="235" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/GAV13-1-235x300.png 235w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/01/GAV13-1.png 355w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /><figcaption id="caption-attachment-1105" class="wp-caption-text">1º/13º Grupo de Aviação &#8211; Esquadrão &#8220;Paquera&#8221;</figcaption></figure>
<p>O 1º/13º G Av foi criado em 9 de setembro de 1980, na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-sao-paulo/">Base Aérea de São Paulo</a> pela Portaria N.º R-239/GM3, sendo uma evolução do <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/4o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">4º EMRA</a>, que foi desativado nessa data e transformado no 1º/13º G Av, a fim de realizar missões de Ligação e Observação.</p>
<p>Ao Esquadrão coube a operação de aeronaves de asa fixa, sendo dotado com os <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/02/16/neiva-l-42/">Regente ELO L-42</a> e os bimotores EMB.810 Sêneca II U-7A.</p>
<p>O 1º/13º G Av foi transferido de Cumbica para a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>, RJ pelo Decreto N.º 85.268, de 20 de outubro de 1980, iniciando as suas atividades no início de 1981, com os L-42 dos extintos 4º EMRA e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">3º EMRA</a> e U-7 dos estoques da FAB.</p>
<p>O 1º/13º G Av herdou as tradições da 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação, a qual operou nos céus da Itália durante a II Guerra Mundial. Além das missões de ligação e observação a ele atribuídas, as equipagens do &#8220;Paquera&#8221; também desempenharam missões de controlador aéreo avançado e, eventualmente, as de busca, evacuação aeromédica e transporte de equipagens.</p>
<p>Operando em estreita colaboração com o Exército Brasileiro, o esquadrão colaborou com a formação de Observadores Aéreos, no âmbito do curso de formação naquela especialidade, prestado pela Escola de Instrução Especializada do Exército.</p>
<p>O Esquadrão &#8220;Paquera&#8221; foi desativado em 3 de maio de 1989, através da Portaria N.º 306/GM3; parte de seu equipamento (cinco L-42 e um U-7A) foi então transferido para o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/05/3o-8o-grupo-de-aviacao-esquadrao-puma/">3º/8º GAV</a> e suas equipagens foram transferidas para os 3º/8º GAV, <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/2o-1o-grupo-de-transporte-de-tropa-esquadrao-cascavel/">2º/1º GT</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2021/01/06/1o-grupo-de-transporte-de-tropa-esquadrao-zeus/">1º GTT</a>.</p>
<p>* Agradecimentos ao Cel.-Av. Aparecido Camazano Alamino e ao Maj.-Av. Luis Francisco de Macedo pela colaboração na preparação desta página.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ol>
<li>M.R.V. Carneiro, &#8220;1º/13º Gav &#8211; O Esquadrão Paquera&#8221; &#8211; In: &#8220;Segurança e Defesa&#8221;, Nº 10, pp. 24-26. 1986.</li>
</ol>
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		<title>3ª Esquadrilha de Ligação e Observação</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Ligação e Observação]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[A 3ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; 3ª ELO foi criada em 8 de novembro de 1958, através do Decreto nº 44.833. Sua missão era a de apoiar as unidades do Exército Brasileiro pertencentes ao 3º Exército, no Sul do Brasil. As principais tarefas realizadas eram as de ligação e observação, regulagem de tiro ... <a title="3ª Esquadrilha de Ligação e Observação" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/" aria-label="Read more about 3ª Esquadrilha de Ligação e Observação">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_482" aria-describedby="caption-attachment-482" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-482 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO3-1o-A-300x287.png" alt="" width="300" height="287" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO3-1o-A-300x287.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO3-1o-A-1024x979.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO3-1o-A-768x734.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO3-1o-A.png 1050w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-482" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 3ª Esquadrilha de Ligação e Observação (1º emblema)</figcaption></figure>
<p>A 3ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; 3ª ELO foi criada em 8 de novembro de 1958, através do Decreto nº 44.833. Sua missão era a de apoiar as unidades do Exército Brasileiro pertencentes ao 3º Exército, no Sul do Brasil. As principais tarefas realizadas eram as de ligação e observação, regulagem de tiro de artilharia e formação de observadores aéreos do Exército.</p>
<p>A 3ª ELO foi ativada em 1º de janeiro de 1959, através da Portaria nº 1-GM2, de 7 de janeiro do mesmo ano, tendo sido destinados à nova unidade oito aeronaves Neiva L-6 Paulistinha, de fabricação nacional. A 3ª ELO era sediada nas instalações existentes junto ao Quartel-General (QG) da 5ª Zona Aérea &#8211; 5ª ZA em Canoas-RS, e utilizava uma pista de pouso, de grama, ali existente; essas instalações haviam sido previamente utilizadas pelo 3º Regimento de Aviação, quando foi transferido da cidade de Santa Maria-RS, em 1937. Operacionalmente, a 3ª ELO era subordinada ao Comando Aerotático Terrestre &#8211; CAT TER e respondia, administrativa e disciplinarmente, ao comandante da então Base Aérea de Porto Alegre &#8211; BAPA (hoje <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-canoas/">Base Aérea de Canoas &#8211; BACO</a>).</p>
<p>A 3ª ELO utilizou também as aeronaves Cessna L-19A e L-19E, bem como os helicópteros Bell H-13G e H-13H. Além das missões de apoio ao Exército, a 3ª ELO também executou missões de apoio a unidades da FAB sob jurisdição da 5ª ZA, no Sul do Brasil.</p>
<p>Após treze anos de existência, a 3ª ELO foi desativada, a partir de 15 de janeiro de 1973, de acordo com a Portaria R-025/GM3, de 10 de novembro de 1972. Parte de seu pessoal e material passariam a formar, juntamente com parte do <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque/">1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 1º ERA</a> (sediado na BACO) e da <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/">1ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; 1ª ELO</a>, o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">1º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque &#8211; 1º EMRA</a>; outra parte, juntamente com parte do 1º ERA e do Centro de Instrução de Helicópteros, formariam o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/4o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">4º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque &#8211; 4º EMRA</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. Histórico da 3ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; 3ª ELO. 2004.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>2ª Esquadrilha de Ligação e Observação</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/2a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação de Ligação e Observação]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[A 2ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; 2ª ELO foi criada em 6-VI-1956 e ativada em 31-IV-1957. Sua missão é a de operar em conjunto com a Marinha do Brasil, em missões de ataque à superfície (alvos terrestres ou marítimos). Sediada inicialmente na Base Aérea do Galeão, a 2ª ELO operou inicialmente North-American T-6. ... <a title="2ª Esquadrilha de Ligação e Observação" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/2a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/" aria-label="Read more about 2ª Esquadrilha de Ligação e Observação">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4366" aria-describedby="caption-attachment-4366" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4366" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/elo2-2o-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/elo2-2o-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/elo2-2o-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/elo2-2o.png 750w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4366" class="wp-caption-text">2ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; Esquadrilha &#8220;Duelo&#8221;</figcaption></figure>
<p>A 2ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; 2ª ELO foi criada em 6-VI-1956 e ativada em 31-IV-1957. Sua missão é a de operar em conjunto com a Marinha do Brasil, em missões de ataque à superfície (alvos terrestres ou marítimos).</p>
<p>Sediada inicialmente na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-do-galeao/">Base Aérea do Galeão</a>, a 2ª ELO operou inicialmente North-American T-6. Em 1960, seus pilotos realizaram treinamento em helicópteros na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santos/">Base Aérea de Santos</a>; os primeiros Bell H-13J foram recebidos em fevereiro de 1961 e, dez meses após, auxiliaram no resgate às vítimas do incêndio no Circo de Niterói.</p>
<figure id="attachment_4367" aria-describedby="caption-attachment-4367" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4367" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/elo2-1o-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/elo2-1o-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/elo2-1o-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2021/11/elo2-1o.png 756w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4367" class="wp-caption-text">2ª Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª versão do seu emblema).</figcaption></figure>
<p>Em 1963, devido a atos subversivos ocorridos no país, a 2ª ELO foi transferida para Brasília, para apoiar o Governo. Dentre as missões realizadas pela esquadrilha nesse período, destacam-se os voos de reconhecimento e escolta à comitiva do Presidente Tito, da Iugoslávia, então em visita oficial ao Brasil.</p>
<p>No mês de julho de 1963, a 2ª ELO deslocou-se para Natal, a fim de efetuar o treinamento e instrução dos Aspirantes da FAB. Em agosto do mesmo ano, a esquadrilha encontra-se em Foz do Iguaçu, a fim de reprimir o contrabando de café.</p>
<p>Em janeiro de 1965, a esquadrilha passou a operar também os Pilatus L-3 e os North-American T-28, ambos os tipos tendo sido previamente operados pela Marinha do Brasil. Em agosto de 1965, a 2ª ELO foi transferida para a Base Aérea Naval de São Pedro d&#8217;Aldeia, pertencente à Marinha, aonde permaneceu por quase 30 anos. Em 1974, os T-6 foram substituídos pelos Neiva T-25 Universal. Nesse mesmo ano, os Neiva L-42 Regente também foram recebidos.</p>
<p>Além de operar em missões de apoio à Marinha, realizando ataques simulados às suas unidades de superfície, também a 2ª ELO operou em manobras conjuntas com o Exército, realizando missões de reconhecimento armado e de controle aéreo avançado.</p>
<p>Em 1986, a esquadrilha foi a primeira unidade operacional da FAB a receber os EMB.312 AT-27 Tucano, e sua introdução em serviço aumentou em muito a capacidade operacional da unidade, auxiliando também a utilização da aeronave pelas demais unidades da FAB equipadas com os AT-27.</p>
<p>Em 1991, a 2ª ELO participou de missões de combate, repelindo os ataques de guerrilheiros colombianos a unidades do Exército Brasileiro, na fronteira Brasil-Colômbia. Nesse deslocamento, a 2ª ELO mostrou ser capaz de operar com sucesso em regiões ermas, cooperando com as Forças Navais e Terrestres brasileiras.</p>
<p>Além das surtidas diárias de treinamento, a 2ª ELO tem participado de inúmeras manobras militares, juntamente com unidades do Exército e da Marinha, destacando-se as Operações COMBINEX, OPERAER, CAÇÃO, DRAGÃO, ARATACA, RIBEIREX, DGBEX, UNITAS e NINFA.</p>
<p>Em 19 de julho de 1995, a esquadrilha estabeleceu-se na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>. Em setembro de 2001, a 2ª ELO passou a ser uma unidade da Aviação de Caça da FAB.</p>
<p>No dia 30 de janeiro de 2004, após 47 anos de existência, 2ª ELO foi extinta, em cerimônia realizada na BASC.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>AEROVISÃO, Ano XXI, Nº 183, pp. 20. Ministério da Aeronáutica, Brasília. 1995.</li>
<li>AEROVISÃO, Ano XXII, Nº 196, pp. 24-25. Ministério da Aeronáutica, Brasília. Nov/Jan 1998/1999.</li>
<li>RADAR, Ano V, Nº 18, pp.4. RADAR Associação Aeronáutica, Porto Alegre. 1996.</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>1ª Esquadrilha de Ligação e Observação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 13:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Ligação e Observação]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[A 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação foi criada através do Aviso nº 57, de 20 de julho de 1944, com a finalidade de prover a Artilharia Divisionária (AD) da Força Expedicionária Brasileira com os meios aéreos necessários à regulagem de tiro de artilharia, observação aérea do campo de batalha e ligação de comando para ... <a title="1ª Esquadrilha de Ligação e Observação" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/" aria-label="Read more about 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_478" aria-describedby="caption-attachment-478" style="width: 220px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-478 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-A-230x300.png" alt="" width="230" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-A-230x300.png 230w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-A.png 618w" sizes="auto, (max-width: 230px) 100vw, 230px" /><figcaption id="caption-attachment-478" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação (1955-1970)</figcaption></figure>
<figure id="attachment_479" aria-describedby="caption-attachment-479" style="width: 220px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-479 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-B-230x300.png" alt="" width="230" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-B-230x300.png 230w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ELO1-B.png 618w" sizes="auto, (max-width: 230px) 100vw, 230px" /><figcaption id="caption-attachment-479" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação (1955-1970)</figcaption></figure>
<p>A 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação foi criada através do Aviso nº 57, de 20 de julho de 1944, com a finalidade de prover a Artilharia Divisionária (AD) da Força Expedicionária Brasileira com os meios aéreos necessários à regulagem de tiro de artilharia, observação aérea do campo de batalha e ligação de comando para a AD. A história da participação da 1ª ELO na IIª Guerra Mundial pode ser lida aqui.</p>
<p>Após o retorno ao Brasil, a 1ª ELO foi extinta, na FAB, através do Aviso nº 75, de 11 de outubro de 1945; seu pessoal foi distribuído entre outras unidades e as aeronaves Piper L-4H Cub foram armazenadas no Parque de Aeronáutica dos Afonsos &#8211; PAAF.</p>
<p>Dez anos após, a 1ª ELO foi recriada, através do Decreto nº 38.295, de 12 de dezembro de 1955. A esquadrilha foi sediada no Campo dos Afonsos, através da Portaria nº 1028/GM2, de 22 de dezembro de 1950. Equipada inicialmente com os Cessna L-19A Bird Dog, a 1ª ELO tinha novamente a missão de apoiar o Exército Brasileiro &#8211; EB, desempenhando missões de regulagem de tiro de artilharia, ligação e observação e, também, apoiar a formação de observadores aéreos do EB.</p>
<p>Além dos L-19A, a 1ª ELO também utilizou as aeronaves Neiva L-6 Paulistinha, Cessna L-19E Bird Dog, Bell OH-13G e OH-13H e Neiva L-42 Regente ELO.</p>
<p>Em 19 de julho de 1972, a 1ª ELO foi desativada, através da Portaria nº 019/GM3. Partes de seu pessoal e material juntaram-se ao <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque/">1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 1º ERA</a> e à <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/">3ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; 3º ELO</a>, formando o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">1º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque &#8211; 1º EMRA</a>; outra parte, juntamente com o pessoal e material do <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-aguia/">3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 3º ERA</a>, formaram o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">3º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque &#8211; 3º EMRA</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. Histórico da 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação &#8211; 1ª ELO. 2004.</li>
</ol>
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