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	<title>Aviação de Reconhecimento e Ataque &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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	<description>Desde 1996 trazendo à Internet a História da Força Aérea Brasileira!</description>
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	<title>Aviação de Reconhecimento e Ataque &#8211; História da Força Aérea Brasileira</title>
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		<title>Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 61 &#8211; Esquadrilha &#8220;Gorila&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-61-esquadrilha-gorila/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 15:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo ... <a title="Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 61 &#8211; Esquadrilha &#8220;Gorila&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-61-esquadrilha-gorila/" aria-label="Read more about Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 61 &#8211; Esquadrilha &#8220;Gorila&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_509" aria-describedby="caption-attachment-509" style="width: 275px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-509 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA61-1o-285x300.png" alt="" width="285" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA61-1o-285x300.png 285w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA61-1o-973x1024.png 973w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA61-1o-768x809.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA61-1o.png 1020w" sizes="(max-width: 285px) 100vw, 285px" /><figcaption id="caption-attachment-509" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 61</figcaption></figure>
<p>Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo e Canoas, respectivamente. Utilizando as aeronaves North-American T-6 das Esquadrilhas de Adestramento das bases aéreas onde eram sediadas, aquelas ERA foram criadas de forma informal, e valendo-se de experiências realizadas anteriormente, pela FAB (em Natal e em Canoas), com a instalação de armamento (metralhadora .30pol e bombas) naquele tipo de aeronave. As ERA-10, ERA-20 e ERA-30 tiveram uma duração efêmera, mas de grande valia, pois foram as precursoras das demais ERA.</p>
<p>A Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 61 &#8211; ERA-61 foi criada em 18 de junho de 1965, através da Portaria nº 44/GM3. Subordinada à 6ª Zona Aérea, a ERA-61 foi sediada na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-brasilia/">Base Aérea de Brasília &#8211; BABR</a>, a ERA-61 era formada pelos meios aéreos e de pessoal da Esquadrilha de Adestramento da BABR.</p>
<p>Como todas as demais ERA, além da formação dos pilotos a ela destinados, a ERA-61 desempenhou uma série de missões operacionais reais, incluindo:</p>
<ul>
<li>repressão a contrabando;</li>
<li>patrulhamento de fronteiras;</li>
<li>reconhecimento fotográfico e visual;</li>
<li>patrulhamento de campos de pouso clandestinos;</li>
<li>bombardeamento de plantações e maconha;</li>
<li>patrulhamento de localidades para evitar o roubo de gado;</li>
<li>operações contra guerrilhas na Serra do Caparão.</li>
</ul>
<p>Além dessas, eram realizadas operações anuais, com a finalidade de adestramento das ERA, e incluíam um grande número de unidades da FAB. Na maior dessas operações, planejada pelos alunos da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e denominada de &#8220;OPERAÇÃO XAVANTE&#8221;, realizada entre 1º e 10 de dezembro de 1967, no então Estado do Mato Grosso, na região compreendida entre Campo Grande, Corumbá, Aquidauana e Forte Coimbra, houve a participação de unidades do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil. A ERA-61 também esteve envolvida em operações de menor vulto:</p>
<div align="center">
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><b>Operação</b></td>
<td><b>Local</b></td>
<td><b>Período</b></td>
</tr>
<tr>
<td>&#8220;IPAMERI&#8221;</td>
<td>Ipameri &#8211; GO</td>
<td>Mar/1966</td>
</tr>
<tr>
<td>&#8220;TAGUATINGA&#8221;</td>
<td>Estado de Goiás</td>
<td>Mai/1967</td>
</tr>
<tr>
<td>&#8220;MANOBRA REGIONAL 66&#8221;</td>
<td>Fazenda Palmeiras &#8211; GO</td>
<td>Mai/1967</td>
</tr>
<tr>
<td>&#8220;MANOBRA REGIONAL 61&#8221;</td>
<td>Brasília &#8211; DF</td>
<td>Mai/1967</td>
</tr>
<tr>
<td>&#8220;INDEPENDÊNCIA&#8221;</td>
<td>Uruaçu &#8211; GO</td>
<td>Set/1967</td>
</tr>
<tr>
<td>&#8220;CALDAS NOVAS&#8221;</td>
<td>Corumbaíba &#8211; GO</td>
<td>1968</td>
</tr>
</tbody>
<caption align="bottom">FONTE: A. Camazano A. História das Esquadrilhas<br />
de Reconhecimento e Ataque. 2004.</caption>
</table>
</div>
<p>A ERA-61 foi desativada através da Portaria nº 003/GM3, de 10 de março de 1970; seu pessoal e material, juntamente com os das <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-32-esquadrilha-carcara/">ERA-32</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-vampiros/">ERA-41</a>, viriam a formar o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/2o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-fenix/">2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História das Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 51 &#8211; Esquadrilha &#8220;Falcão&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-51-esquadrilha-falcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo ... <a title="Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 51 &#8211; Esquadrilha &#8220;Falcão&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-51-esquadrilha-falcao/" aria-label="Read more about Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 51 &#8211; Esquadrilha &#8220;Falcão&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_544" aria-describedby="caption-attachment-544" style="width: 177px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-544 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA51-187x300.png" alt="" width="187" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA51-187x300.png 187w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA51-639x1024.png 639w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA51-768x1230.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA51-959x1536.png 959w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA51-1279x2048.png 1279w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA51.png 1949w" sizes="(max-width: 187px) 100vw, 187px" /><figcaption id="caption-attachment-544" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 51</figcaption></figure>
<p>Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo e Canoas, respectivamente. Utilizando as aeronaves North-American T-6 das Esquadrilhas de Adestramento das bases aéreas onde eram sediadas, aquelas ERA foram criadas de forma informal, e valendo-se de experiências realizadas anteriormente, pela FAB (em Natal e em Canoas), com a instalação de armamento (metralhadora .30pol e bombas) naquele tipo de aeronave. As ERA-10, ERA-20 e ERA-30 tiveram uma duração efêmera, mas de grande valia, pois foram as precursoras das demais ERA.</p>
<p>A Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 51 &#8211; ERA-51 foi criada em 18 de junho de 1965, através da Portaria nº 44/GM3. Subordinada à 5ª Zona Aérea e sediada na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-canoas/">Base Aérea de Canoas &#8211; BACO</a>, a ERA-51 era formada pelos meios aéreos e de pessoal da Esquadrilha de Adestramento da BACO. A ERA-51 herdou a experiência adquirida com a ERA-30.</p>
<p>Como todas as demais ERA, além da formação dos pilotos a ela destinados, a ERA-51 desempenhou uma série de missões operacionais reais, incluindo:</p>
<ul>
<li>repressão ao contrabando;</li>
<li>patrulhamento de fronteiras;</li>
<li>reconhecimento fotográfico e visual;</li>
<li>patrulhamento de campos de pouso clandestinos;</li>
<li>bombardeamento de plantações e maconha;</li>
<li>patrulhamento de localidades para evitar o roubo de gado;</li>
<li>operações contra guerrilhas na Serra do Caparão.</li>
</ul>
<p>Além dessas, eram realizadas operações anuais, com a finalidade de adestramento das ERA, e incluíam um grande número de unidades da FAB. Na maior dessas operações, planejada pelos alunos da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e denominada de &#8220;OPERAÇÃO XAVANTE&#8221;, realizada entre 1º e 10 de dezembro de 1967, no então Estado do Mato Grosso, na região compreendida entre Campo Grande, Corumbá, Aquidauana e Forte Coimbra, houve a participação de unidades do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil. A ERA-51 também esteve envolvida em operações de menor vulto, como a OPERAÇÃO &#8220;CATRAPO II&#8221;, realizada em Santa Cruz &#8211; RJ, entre maio e junho de 1968.</p>
<p>A ERA-51 foi desativada através da Portaria nº 003/GM3, de 10 de março de 1970; seu pessoal e material, juntamente com os da <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-caracara/">ERA-42</a>, viriam a formar o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque/">1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História das Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 42 &#8211; Esquadrilha &#8220;Caracara&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-caracara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo ... <a title="Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 42 &#8211; Esquadrilha &#8220;Caracara&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-caracara/" aria-label="Read more about Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 42 &#8211; Esquadrilha &#8220;Caracara&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_545" aria-describedby="caption-attachment-545" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-545 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA42-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA42-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA42-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA42.png 420w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-545" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 42</figcaption></figure>
<p>Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo e Canoas, respectivamente. Utilizando as aeronaves North-American T-6 das Esquadrilhas de Adestramento das bases aéreas onde eram sediadas, aquelas ERA foram criadas de forma informal, e valendo-se de experiências realizadas anteriormente, pela FAB (em Natal e em Canoas), com a instalação de armamento (metralhadora .30pol e bombas) naquele tipo de aeronave. As ERA-10, ERA-20 e ERA-30 tiveram uma duração efêmera, mas de grande valia, pois foram as precursoras das demais ERA.</p>
<p>A Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 42 &#8211; ERA-42 foi criada em 20 de outubro de 1965, através da Portaria nº 150/GM3. Subordinada à 4ª Zona Aérea, a ERA-42 foi sediada no Destacamento de Base Aérea de Campo Grande &#8211; DBACG (posteriormente <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/288/">Base Aérea de Campo Grande &#8211; BACG</a>), a ERA-42 era formada pelos meios aéreos e de pessoal da Esquadrilha de Adestramento do DBACG.</p>
<p>Como todas as demais ERA, além da formação dos pilotos a ela destinados, a ERA-42 desempenhou uma série de missões operacionais reais, incluindo:</p>
<ul>
<li>repressão ao contrabando;</li>
<li>patrulhamento de fronteiras;</li>
<li>reconhecimento fotográfico e visual;</li>
<li>patrulhamento de campos de pouso clandestinos;</li>
<li>bombardeamento de plantações e maconha;</li>
<li>patrulhamento de localidades para evitar o roubo de gado;</li>
<li>operações contra guerrilhas na Serra do Caparão.</li>
</ul>
<p>Além dessas, eram realizadas operações anuais, com a finalidade de adestramento das ERA, e incluíam um grande número de unidades da FAB. Na maior dessas operações, planejada pelos alunos da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e denominada de &#8220;OPERAÇÃO XAVANTE&#8221;, realizada entre 1º e 10 de dezembro de 1967, no então Estado do Mato Grosso, na região compreendida entre Campo Grande, Corumbá, Aquidauana e Forte Coimbra, houve a participação de unidades do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil. A ERA-42 também esteve envolvida em operações de menor vulto, como a OPERAÇÃO &#8220;CATRAPO II&#8221;, realizada em Santa Cruz &#8211; RJ, entre maio e junho de 1968.</p>
<p>A ERA-42 foi desativada através da Portaria nº 003/GM3, de 10 de março de 1970; seu pessoal e material, juntamente com o da <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-51-esquadrilha-falcao/">ERA-51</a>, viriam a formar o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque/">1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História das Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 41 &#8211; Esquadrilha &#8220;Vampiros&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-vampiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://wp.rudnei.cunha.nom.br/?p=549</guid>

					<description><![CDATA[Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões ccontrainsurreição e antiguerrilhaontra-insurreição e anti-guerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, ... <a title="Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 41 &#8211; Esquadrilha &#8220;Vampiros&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-vampiros/" aria-label="Read more about Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 41 &#8211; Esquadrilha &#8220;Vampiros&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_508" aria-describedby="caption-attachment-508" style="width: 244px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-508 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA41-254x300.png" alt="" width="254" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA41-254x300.png 254w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA41-866x1024.png 866w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA41-768x908.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA41-1298x1536.png 1298w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA41-1731x2048.png 1731w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA41.png 1968w" sizes="auto, (max-width: 254px) 100vw, 254px" /><figcaption id="caption-attachment-508" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 41</figcaption></figure>
<p>Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões ccontrainsurreição e antiguerrilhaontra-insurreição e anti-guerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo e Canoas, respectivamente. Utilizando as aeronaves North-American T-6 das Esquadrilhas de Adestramento das bases aéreas onde eram sediadas, aquelas ERA foram criadas de forma informal, e valendo-se de experiências realizadas anteriormente, pela FAB (em Natal e em Canoas), com a instalação de armamento (metralhadora .30pol e bombas) naquele tipo de aeronave. As ERA-10, ERA-20 e ERA-30 tiveram uma duração efêmera, mas de grande valia, pois foram as precursoras das demais ERA.</p>
<p>A Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 41 &#8211; ERA-41 foi criada em 18 de junho de 1965, através da Portaria nº 44/GM3. Subordinada à 4ª Zona Aérea, a ERA-41 foi sediada na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-sao-paulo/">Base Aérea de São Paulo &#8211; BASP</a>, a ERA-41 era formada pelos meios aéreos e de pessoal da Esquadrilha de Adestramento da BASP. A ERA-41 herdou a experiência adquirida pela ERA-20, refletido pelo seu emblema, uma modificação daquele utilizado pela ERA-20.</p>
<figure id="attachment_504" aria-describedby="caption-attachment-504" style="width: 257px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-504 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA20-267x300.png" alt="" width="267" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA20-267x300.png 267w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA20-910x1024.png 910w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA20-768x864.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA20-1365x1536.png 1365w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA20-1820x2048.png 1820w" sizes="auto, (max-width: 267px) 100vw, 267px" /><figcaption id="caption-attachment-504" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 20</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">O emblema da ERA-20.</p>
<p>Como todas as demais ERA, além da formação dos pilotos a ela destinados, a ERA-41 desempenhou uma série de missões operacionais reais, incluindo:</p>
<ul>
<li>repressão ao contrabando;</li>
<li>patrulhamento de fronteiras;</li>
<li>reconhecimento fotográfico e visual;</li>
<li>patrulhamento de campos de pouso clandestinos;</li>
<li>bombardeamento de plantações e maconha;</li>
<li>patrulhamento de localidades para evitar o roubo de gado;</li>
<li>operações contra guerrilhas na Serra do Caparão.</li>
</ul>
<p>Além dessas, eram realizadas operações anuais, com a finalidade de adestramento das ERA, e incluíam um grande número de unidades da FAB. Na maior dessas operações, planejada pelos alunos da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e denominada de &#8220;OPERAÇÃO XAVANTE&#8221;, realizada entre 1º e 10 de dezembro de 1967, no então Estado do Mato Grosso, na região compreendida entre Campo Grande, Corumbá, Aquidauana e Forte Coimbra, houve a participação de unidades do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil. A ERA-41 também esteve envolvida em operações de menor vulto, como a OPERAÇÃO &#8220;ANCHIETA&#8221;, realizada em Santos &#8211; SP, entre fevereiro e março de 1966, e a OPERAÇÃO &#8220;CATRAPO II&#8221;, realizada em Santa Cruz &#8211; RJ, entre maio e junho de 1968.</p>
<p>A ERA-41 foi desativada através da Portaria nº 003/GM3, de 10 de março de 1970; seu pessoal e material, juntamente com os das <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-32-esquadrilha-carcara/">ERA-32</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-61-esquadrilha-gorila/">ERA-61</a>, viriam a formar o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/2o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-fenix/">2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História das Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 32 &#8211; Esquadrilha &#8220;Carcará&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-32-esquadrilha-carcara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo ... <a title="Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 32 &#8211; Esquadrilha &#8220;Carcará&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-32-esquadrilha-carcara/" aria-label="Read more about Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 32 &#8211; Esquadrilha &#8220;Carcará&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_546" aria-describedby="caption-attachment-546" style="width: 287px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-546 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-COMTA-297x300.png" alt="" width="297" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-COMTA-297x300.png 297w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-COMTA-1014x1024.png 1014w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-COMTA-768x776.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-COMTA-1520x1536.png 1520w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-COMTA-2027x2048.png 2027w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-COMTA.png 2043w" sizes="auto, (max-width: 297px) 100vw, 297px" /><figcaption id="caption-attachment-546" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 32</figcaption></figure>
<p>Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo e Canoas, respectivamente. Utilizando as aeronaves North-American T-6 das Esquadrilhas de Adestramento das bases aéreas onde eram sediadas, aquelas ERA foram criadas de forma informal, e valendo-se de experiências realizadas anteriormente, pela FAB (em Natal e em Canoas), com a instalação de armamento (metralhadora .30pol e bombas) naquele tipo de aeronave. As ERA-10, ERA-20 e ERA-30 tiveram uma duração efêmera, mas de grande valia, pois foram as precursoras das demais ERA.</p>
<p>A Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 32 &#8211; ERA-32 foi criada em 22 de outubro de 1965, através da Portaria nº 150/GM3. Subordinada à 3ª Zona Aérea, a ERA-32 foi sediada inicialmente na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-do-galeao/">Base Aérea do Galeão &#8211; BAGL</a>, a ERA-32 era formada pelos meios aéreos e de pessoal da Esquadrilha de Adestramento da BAGL. Com a experiência adquirida no emprego das ERA, e as necessidades decorrentes da situação política à época, a ERA-32 foi transferida, em 1968, para Barbacena &#8211; MG, ficando sediada nas instalações da Escola Preparatória de Cadetes do Ar &#8211; EPCAR. Por ocasião dessa transferência, o emblema da esquadrilha foi modificado.</p>
<figure id="attachment_547" aria-describedby="caption-attachment-547" style="width: 269px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-547 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-279x300.png" alt="" width="279" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-279x300.png 279w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-952x1024.png 952w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-768x826.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32-1428x1536.png 1428w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA32.png 1872w" sizes="auto, (max-width: 279px) 100vw, 279px" /><figcaption id="caption-attachment-547" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 32 (1º emblema)</figcaption></figure>
<p>O primeiro emblema da ERA-32, quando sediada na BAGL.</p>
<p>Como todas as demais ERA, além da formação dos pilotos a ela destinados, a ERA-31 desempenhou uma série de missões operacionais reais, incluindo:</p>
<ul>
<li>repressão ao contrabando;</li>
<li>patrulhamento de fronteiras;</li>
<li>reconhecimento fotográfico e visual;</li>
<li>patrulhamento de campos de pouso clandestinos;</li>
<li>bombardeamento de plantações e maconha;</li>
<li>patrulhamento de localidades para evitar o roubo de gado;</li>
<li>operações contra guerrilhas na Serra do Caparão.</li>
</ul>
<p>Além dessas, eram realizadas operações anuais, com a finalidade de adestramento das ERA, e incluíam um grande número de unidades da FAB. Na maior dessas operações, planejada pelos alunos da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e denominada de &#8220;OPERAÇÃO XAVANTE&#8221;, realizada entre 1º e 10 de dezembro de 1967, no então Estado do Mato Grosso, na região compreendida entre Campo Grande, Corumbá, Aquidauana e Forte Coimbra, houve a participação de unidades do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil.</p>
<p>A ERA-32 foi desativada através da Portaria nº 003/GM3, de 10 de março de 1970; seu pessoal e material, juntamente com os das <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-vampiros/">ERA-41</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-61-esquadrilha-gorila/">ERA-61</a>, viriam a formar o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/2o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-fenix/">2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História das Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 31 &#8211; Esquadrilha &#8220;Águia&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-31-esquadrilha-aguia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo ... <a title="Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 31 &#8211; Esquadrilha &#8220;Águia&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-31-esquadrilha-aguia/" aria-label="Read more about Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 31 &#8211; Esquadrilha &#8220;Águia&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_507" aria-describedby="caption-attachment-507" style="width: 182px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-507 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA31-192x300.png" alt="" width="192" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA31-192x300.png 192w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA31.png 333w" sizes="auto, (max-width: 192px) 100vw, 192px" /><figcaption id="caption-attachment-507" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 31</figcaption></figure>
<p>Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo e Canoas, respectivamente. Utilizando as aeronaves North-American T-6 das Esquadrilhas de Adestramento das bases aéreas onde eram sediadas, aquelas ERA foram criadas de forma informal, e valendo-se de experiências realizadas anteriormente, pela FAB (em Natal e em Canoas), com a instalação de armamento (metralhadora .30pol e bombas) naquele tipo de aeronave. As ERA-10, ERA-20 e ERA-30 tiveram uma duração efêmera, mas de grande valia, pois foram as precursoras das demais ERA.</p>
<p>A Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 31 &#8211; ERA-31 foi criada em 18 de junho de 1965, através da Portaria nº 44/GM3. Subordinada à 3ª Zona Aérea e sediada na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz &#8211; BASC</a>, a ERA-31 era formada pelos meios aéreos e de pessoal da Esquadrilha de Adestramento da BASC. A ERA-31 herdou a experiência acumulada pelas equipagens da ERA-10.</p>
<p>Como todas as demais ERA, além da formação dos pilotos a ela destinados, a ERA-31 desempenhou uma série de missões operacionais reais, incluindo:</p>
<ul>
<li>repressão ao contrabando;</li>
<li>patrulhamento de fronteiras;</li>
<li>reconhecimento fotográfico e visual;</li>
<li>patrulhamento de campos de pouso clandestinos;</li>
<li>bombardeamento de plantações e maconha;</li>
<li>patrulhamento de localidades para evitar o roubo de gado;</li>
<li>operações contra guerrilhas na Serra do Caparão.</li>
</ul>
<p>Além dessas, eram realizadas operações anuais, com a finalidade de adestramento das ERA, e incluíam um grande número de unidades da FAB. Na maior dessas operações, planejada pelos alunos da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e denominada de &#8220;OPERAÇÃO XAVANTE&#8221;, realizada entre 1º e 10 de dezembro de 1967, no então Estado do Mato Grosso, na região compreendida entre Campo Grande, Corumbá, Aquidauana e Forte Coimbra, houve a participação de unidades do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil.</p>
<p>A ERA-31 foi desativada através da Portaria nº 003/GM3, de 10 de março de 1970; seu pessoal e material, juntamente com os da <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-21-esquadrilha-gerimum/">ERA-21</a>, viriam a formar o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-aguia/">3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História das Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 21 &#8211; Esquadrilha &#8220;Gerimum&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-21-esquadrilha-gerimum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://wp.rudnei.cunha.nom.br/?p=538</guid>

					<description><![CDATA[Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo ... <a title="Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 21 &#8211; Esquadrilha &#8220;Gerimum&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-21-esquadrilha-gerimum/" aria-label="Read more about Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 21 &#8211; Esquadrilha &#8220;Gerimum&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_506" aria-describedby="caption-attachment-506" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-506 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA21-novo-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA21-novo-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA21-novo-1024x1024.png 1024w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA21-novo-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA21-novo-768x768.png 768w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA21-novo-666x666.png 666w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA21-novo.png 1181w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-506" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 21</figcaption></figure>
<p>Após a Revolução de 31 de março de 1964, a FAB buscou meios para a realização de missões contrainsurreição e antiguerrilha, dentre as quais se incluem as Operações Aéreas Especiais. Ainda no mesmo ano, foram criadas as Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque (ERA) 10, 20 e 30, nas bases aéreas de Santa Cruz, São Paulo e Canoas, respectivamente. Utilizando as aeronaves North-American T-6 das Esquadrilhas de Adestramento das bases aéreas onde eram sediadas, aquelas ERA foram criadas de forma informal, e valendo-se de experiências realizadas anteriormente, pela FAB (em Natal e em Canoas), com a instalação de armamento (metralhadora .30pol e bombas) naquele tipo de aeronave. As ERA-10, ERA-20 e ERA-30 tiveram uma duração efêmera, mas de grande valia, pois foram as precursoras das demais ERA.</p>
<p>A Esquadrilha de Reconhecimento e Ataque 21 &#8211; ERA-21 foi criada em 18 de junho de 1965, através da Portaria nº 44/GM3. Subordinada à 2ª Zona Aérea e sediada inicialmente na <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-do-recife/">Base Aérea do Recife &#8211; BARF</a>, a ERA-21 era formada pelos meios aéreos e de pessoal da Esquadrilha de Adestramento da BARF. Através da Portaria nº 026/GM3, de 9 de maio de 1967, foi determinada sua transferência para a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-natal/">Base Aérea de Natal &#8211; BANT</a>.</p>
<p>Como todas as demais ERA, além da formação dos pilotos a ela destinados, a ERA-21 desempenhou uma série de missões operacionais reais, incluindo:</p>
<ul>
<li>repressão ao contrabando;</li>
<li>patrulhamento de fronteiras;</li>
<li>reconhecimento fotográfico e visual;</li>
<li>patrulhamento de campos de pouso clandestinos;</li>
<li>bombardeamento de plantações e maconha;</li>
<li>patrulhamento de localidades para evitar o roubo de gado;</li>
<li>operações contra guerrilhas na Serra do Caparão.</li>
</ul>
<p>Além dessas, eram realizadas operações anuais, com a finalidade de adestramento das ERA, e incluíam um grande número de unidades da FAB. Na maior dessas operações, planejada pelos alunos da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e denominada de &#8220;OPERAÇÃO XAVANTE&#8221;, realizada entre 1º e 10 de dezembro de 1967, no então Estado do Mato Grosso, na região compreendida entre Campo Grande, Corumbá, Aquidauana e Forte Coimbra, houve a participação de unidades do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil.</p>
<p>A ERA-21 foi desativada através da Portaria nº 003/GM3, de 10 de março de 1970; seu pessoal e material, juntamente com os da <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-31-esquadrilha-aguia/">ERA-31</a>, viriam a formar o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-aguia/">3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História das Esquadrilhas de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Águia&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-aguia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://wp.rudnei.cunha.nom.br/?p=536</guid>

					<description><![CDATA[O 3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 3º ERA foi criado em 10 de março de 1970, tendo por sede a Base Aérea de Santa Cruz. O pessoal e material eram oriundos das esquadrilhas de reconhecimento e ataque ERA-21 e ERA-31. O 3º ERA era subordinado à 1ª Força Aerotática &#8211; I FAT do ... <a title="3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Águia&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-aguia/" aria-label="Read more about 3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Águia&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_503" aria-describedby="caption-attachment-503" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-503 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA3-300x267.png" alt="" width="300" height="267" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA3-300x267.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA3.png 461w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-503" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</figcaption></figure>
<p>O 3º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 3º ERA foi criado em 10 de março de 1970, tendo por sede a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-santa-cruz/">Base Aérea de Santa Cruz</a>. O pessoal e material eram oriundos das esquadrilhas de reconhecimento e ataque <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-21-esquadrilha-gerimum/">ERA-21</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-31-esquadrilha-aguia/">ERA-31</a>. O 3º ERA era subordinado à 1ª Força Aerotática &#8211; I FAT do Comando Aerotático &#8211; COMAT, subordinado ao Comando-Geral do Ar &#8211; COMGAR.</p>
<p>Os ERA eram equipados com aeronaves North-American T-6D/G, armados com metralhadora .30 pol, bombas e foguetes.</p>
<p>Assim como os demais ERA, o 3º ERA tinha a atribuição de formar os pilotos operacionais da Aviação de Reconhecimento e Ataque, o que incluía não só a transição para a aeronave T-6 (já que os pilotos oriundos da Academia da Força Aérea haviam sido treinados nos Cessna T-37C, a jato), bem como no uso dos T-6 como aeronave de combate, incluindo o bombardeio picado, nivelado e rasante, o lançamento de foguetes e o tiro com metralhadoras.</p>
<p>Os ERA tinham como uma de suas principais características a capacidade de operar em qualquer ponto do território Nacional, e o demonstraram não só em manobras de treinamento como de combate. Algumas das operações de treinamento nas quais o 3º ERA participou foram a &#8220;COMENDO PÓ&#8221; (juntamente com os 1º ERA e 2º ERA) e a &#8220;CARAJÁS&#8221; (juntamente com o 2º ERA).</p>
<p>O 3º ERA foi desativado pela Portaria nº 025/GM3, de 10 de novembro de 1972. Seu pessoal e material, juntamente com parte dos da <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/">1ª Esquadrilha de Ligação e Observação</a>, constituirão o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">3º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História dos Esquadrões de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Fênix&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/2o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-fenix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://wp.rudnei.cunha.nom.br/?p=534</guid>

					<description><![CDATA[O 2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 1º ERA foi criado em 10 de março de 1970, tendo por sede a Base Aérea de São Paulo. O pessoal e material eram oriundos das esquadrilhas de reconhecimento e ataque ERA-32, ERA-41 e ERA-61. O 2º ERA era subordinado à 1ª Força Aerotática &#8211; I FAT ... <a title="2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Fênix&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/2o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque-esquadrao-fenix/" aria-label="Read more about 2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Fênix&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_501" aria-describedby="caption-attachment-501" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-501 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA2-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA2-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA2-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA2.png 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-501" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque</figcaption></figure>
<p>O 2º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 1º ERA foi criado em 10 de março de 1970, tendo por sede a <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/28/base-aerea-de-sao-paulo/">Base Aérea de São Paulo</a>. O pessoal e material eram oriundos das esquadrilhas de reconhecimento e ataque <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-32-esquadrilha-carcara/">ERA-32</a>, <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-vampiros/">ERA-41</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-61-esquadrilha-gorila/">ERA-61</a>. O 2º ERA era subordinado à 1ª Força Aerotática &#8211; I FAT do Comando Aerotático &#8211; COMAT, subordinado ao Comando-Geral do Ar &#8211; COMGAR.</p>
<p>Os ERA eram equipados com aeronaves North-American T-6D/G, armados com metralhadora .30pol, bombas e foguetes.</p>
<p>Assim como os demais ERA, o 2º ERA tinha a atribuição de formar os pilotos operacionais da Aviação de Reconhecimento e Ataque, o que incluía não só a transição para a aeronave T-6 (já que os pilotos oriundos da Academia da Força Aérea haviam sido treinados nos Cessna T-37C, a jato), bem como no uso dos T-6 como aeronave de combate, incluindo o bombardeio picado, nivelado e rasante, o lançamento de foguetes e o tiro com metralhadoras.</p>
<p>Os ERA tinham como uma de suas principais características a capacidade de operar em qualquer ponto do território Nacional, e o demonstraram não só em manobras de treinamento como de combate. O 2º ERA participou da OPERAÇÃO &#8220;JACUPIRANGA&#8221;, realizada na região de Registro &#8211; SP, entre os dias 20 de abril e 2 de junho de 1970. Essa operação consistiu em apoiar pelo ar as forças do Exército Brasileiro que estavam combatendo um movimento de guerrilha naquela área remota do Sul do Estado de São Paulo. Foram empregados seis aviões T-6D. Juntamente com o 1º ERA, o 2º ERA participou da OPERAÇÃO &#8220;PAPAGAIO&#8221;. Executada nas cidades de Marabá e Xambioá, ambas localizadas no Estado do Pará, entre os dias 18 de setembro e 8 de outubro de 1972, constou no emprego real de aeronaves dos 1º e 2º ERA contra forças guerrilheiras do partido comunista do Brasil, lá estabelecidas, que tentavam criar um país comunista independente do Brasil e vinculado à União Soviética. Também participaram dessa Operação outras unidades da FAB e forças do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil. As aeronaves dos ERA realizaram missões reais de bombardeio, de reconhecimento e de ataque, terminando com a total derrocada e aniquilação do movimento guerrilheiro.</p>
<p>O 2º ERA foi desativado pela Portaria nº 025/GM3, de 10 de novembro de 1972. Seu pessoal e material constituiu o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/4o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">4º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História dos Esquadrões de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Falcão&#8221;</title>
		<link>https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rudnei]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 14:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação de Reconhecimento e Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades Aéreas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://wp.rudnei.cunha.nom.br/?p=530</guid>

					<description><![CDATA[O 1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 1º ERA foi criado em 10 de março de 1970, tendo por sede a Base Aérea de Canoas. O pessoal e material eram oriundos das esquadrilhas de reconhecimento e ataque ERA-42 e ERA-51. O 1º ERA era subordinado à 1ª Força Aerotática &#8211; I FAT do Comando ... <a title="1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Falcão&#8221;" class="read-more" href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-de-reconhecimento-e-ataque/" aria-label="Read more about 1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; Esquadrão &#8220;Falcão&#8221;">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_500" aria-describedby="caption-attachment-500" style="width: 225px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-500 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA1-2-235x300.png" alt="" width="235" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA1-2-235x300.png 235w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA1-2.png 355w" sizes="auto, (max-width: 235px) 100vw, 235px" /><figcaption id="caption-attachment-500" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque (2º emblema)</figcaption></figure>
<p>O 1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque &#8211; 1º ERA foi criado em 10 de março de 1970, tendo por sede a Base Aérea de Canoas. O pessoal e material eram oriundos das esquadrilhas de reconhecimento e ataque <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-41-esquadrilha-caracara/">ERA-42</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/esquadrilha-de-reconhecimento-e-ataque-51-esquadrilha-falcao/">ERA-51</a>. O 1º ERA era subordinado à 1ª Força Aerotática &#8211; I FAT do Comando Aerotático &#8211; COMAT, subordinado ao Comando-Geral do Ar &#8211; COMGAR.</p>
<p>Os ERA eram equipados com aeronaves North-American T-6D/G, armados com metralhadora .30pol, bombas e foguetes. Assim como os demais ERA, o 1º ERA tinha a atribuição de formar os pilotos operacionais da Aviação de Reconhecimento e Ataque, o que incluía não só a transição para a aeronave T-6 (já que os pilotos oriundos da Academia da Força Aérea haviam sido treinados nos Cessna T-37C, a jato), bem como no uso dos T-6 como aeronave de combate, incluindo o bombardeio picado, nivelado e rasante, o lançamento de foguetes e o tiro com metralhadoras.</p>
<figure id="attachment_498" aria-describedby="caption-attachment-498" style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-498 size-medium" src="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA1-1-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA1-1-300x300.png 300w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA1-1-150x150.png 150w, https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/wp-content/uploads/2020/12/ERA1-1.png 510w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-498" class="wp-caption-text"><div class="cc-attribution-box"> </div></div> 1º Esquadrão de Reconhecimento e Ataque (1º emblema)</figcaption></figure>
<p>O 1º ERA foi o único dos ERA a ter dois emblemas durante a sua existência; acima, o primeiro deles, usado de 1970 a 1971.</p>
<p>Os ERA tinham como uma de suas principais características a capacidade de operar em qualquer ponto do território Nacional, e o demonstraram não só em manobras de treinamento como de combate. Dentre muitas dessas, o 1º ERA participou, juntamente com o 2º ERA, da OPERAÇÃO &#8220;PAPAGAIO&#8221;. Executada nas cidades de Marabá e Xambioá, ambas localizadas no Estado do Pará, entre os dias 18 de setembro e 8 de outubro de 1972, constou no emprego real de aeronaves dos 1º e 2º ERA contra forças guerrilheiras do partido comunista do Brasil, lá estabelecidas, que tentavam criar um país comunista independente do Brasil e vinculado à União Soviética. Também participaram dessa Operação outras unidades da FAB e forças do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil. As aeronaves dos ERA realizaram missões reais de bombardeio, de reconhecimento e de ataque, terminando com a total derrocada e aniquilação do movimento guerrilheiro.</p>
<p>O 1º ERA foi desativado pela Portaria nº 025/GM3, de 10 de novembro de 1972. Seu pessoal e material, juntamente com parte dos da <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/">1ª Esquadrilha de Ligação e Observação</a> e <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/3a-esquadrilha-de-ligacao-e-observacao/">3ª Esquadrilha de Ligação e Observação</a>, constituirão, a partir de 15 de janeiro de 1973, o <a href="https://historiadafab.rudnei.cunha.nom.br/2020/12/29/1o-esquadrao-misto-de-reconhecimento-e-ataque/">1º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque</a>.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong>:</p>
<ol>
<li>A. Camazano A. História dos Esquadrões de Reconhecimento e Ataque. 2004.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
